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quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Prece pelos amigos



"Pai, o Senhor falava com Moisés como um amigo falava com um amigo.

Louvo e agradeço pela amizade que o Senhor tem para comigo e para com todos. 

O Senhor sabe ser amigo, mesmo quando não sei corresponder aqueles que quero bem. 

Sei que o Senhor vai olhar para cada um com carinho.

Peço que abençoe sua vida, sua família e seus empreendimentos. Sejam protegidos e amparados em suas necessidades. Que a alegria invada seus corações e vivam na paz. 

Que nossa amizade cresça sempre mais e sejamos amigos como o Senhor sabia ser amigo de Lázaro, Maria e Marta. (Diga o nome de seus amigos e reze uma prece por cada um deles.)

Amém"
__________
Fonte: "Salmos e Anjos" n° 106 pg. 7

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Sinal da Cruz, com fórmula para proteção contra todos os perigos




O Sinal da Cruz é um movimento ritual executado com as mãos por seguidores da maioria dos ramos do Cristianismo. O gesto mágico é realizado desenhando-se no ar uma cruz, sobre si mesmo, ou sobre outras pessoas e objetos que se deseje abençoar. Existem duas maneiras de fazer o Sinal da Cruz, uma seguida pelas Igrejas do Oriente e outra pelas Igrejas do Ocidente. 

O sinal pode ou não ser acompanhado por uma fórmula verbal:

CRUZ DIVINA, CAIA SOBRE MIM, 
QUEM NELA MORREU FALE POR MIM, 
QUE MEUS INIMIGOS FUJAM DE MIM 
- COM A MÃO A MÃO NA TESTA DIZER:
CHAGAS ABERTAS
- COM A MÃO NO PEITO DIZER:
CORAÇÃO FERIDO
- COM A MÃO NO OMBRO ESQUERDO DIZER:
O SANGUE DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO
- COM A MÃO NO OMBRO DIREITO DIZER:
LIVRAI-ME DE TODOS OS PERIGOS

Pelo sinal da Santa Cruz, livrai-nos, Deus nosso Senhor, dos nossos inimigos:

 Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

Amém

O sinal da cruz se faz da seguinte maneira: estendendo unidos os três dedos da mão direita (polegar, indicador e médio – simbolizando a Santíssima Trindade) e apoiando os outros dois sobre a palma da mão (anular e mínimo – simbolizando as duas naturezas – humana e divina de Cristo em uma só pessoa), levamos a mão assim formada, da fronte (1) para o peito (2) e depois, do ombro esquerdo (3) para o direito (4), dizendo: 

Em nome do Pai do Filho e do Espírito Santo. Que Assim Seja! (Amém).

 O Sinal da Cruz na Magia 


A Cruz Cabalística
Estudos feitos por célebres Ocultistas, como os de Helena Blavatsky, revelam que o Sinal da Cruz tem sido usado em todo o mundo já antes de Cristo. 

Na verdade, ele tem origem cabalística e possui um significado amplo, filosófico, desatado de crenças ou religiões. 

Em “Ísis Sem Véu” – uma das duas obras monumentais da filosofia esotérica – H.P.Blavatsky mostra em detalhes o processo pelo qual o cristianismo de Roma apropriou-se dos antigos conhecimentos das tradições “pagãs” de sabedoria e, em seguida, passou a perseguir estas mesmas tradições (inclusive a tradição judaica), destruindo suas obras escritas e matando os seus mestres e alunos.

Item por item, madame Blavatsky vai demonstrando que a teologia romana cristã tem várias raízes no “paganismo”. Na mesma obra, madame Blavatsky cita palavras de Eliphas Levi, em sua obra “Dogma e Ritual da Alta Magia”:

“O sinal da cruz adotado pelos cristãos não pertence exclusivamente a eles. Ele é cabalístico e representa as oposições e o equilíbrio quaternário dos elementos. Constatamos, na estrofe oculta do Pater, à qual aludimos em volume anterior desta obra, que havia originalmente duas maneiras de fazê-lo, ou, pelo menos, duas fórmulas muito diferentes para expressar o seu significado; uma reservada aos sacerdotes e aos iniciados; e outra, comunicada aos neófitos e aos profanos. Assim, por exemplo, o iniciado, levando a mão à fronte, dizia: ‘A ti’; então ele acrescentava; ‘pertencem’; e continuava, enquanto levava a mão ao peito – ‘o reino’; depois, ao ombro esquerdo; ‘a justiça’ ; e ao ombro direito; ‘e a compaixão’. Então ele juntava as mãos e acrescentava: ‘Através dos ciclos da geração: Tibi sunt Malkhuth, et Gerburah et Hesed, per Aeonas’ – um sinal da Cruz total e magnificamente cabalístico, que as profanações do gnosticismo fizeram a Igreja praticante e oficial perder por completo.”

Até aqui, Eliphas Levi, citado por H.P.B. Vejamos agora, ponto por ponto, algo sobre o significado deste gesto simbólico e das palavras cabalísticas associadas a ele: “A ti pertencem o reino, a justiça e a compaixão. Através dos ciclos de geração.”

1) “A ti pertencem” – As palavras “a ti” se referem a Atma, o sétimo princípio da anatomia oculta do ser humano. Este é o princípio supremo imortal, o eu superior que vive em unidade com a lei do universo, simbolicamente situado na testa. 

2) “o reino,” – Ou seja, o reino dos céus, situado no peito ou no coração. Esta é a consciência do mundo divino, a luz espiritual, Buddhi, o sexto princípio da compreensão universal das coisas, o amor universal. 

3) “a justiça e a compaixão.” – Estes são os dois pratos da balança. O reino dos céus (consciência divina) é feito de justiça e compaixão, e para afirmar-se necessita do equilíbrio entre estes dois fatores. Qualquer uma destas duas virtudes só pode existir com base na outra. Sem justiça, a compaixão é falsa. Sem compaixão, a justiça é falsa. Sem justiça e compaixão, não há consciência divina (reino dos céus). O amor universal é feito de justiça e compaixão. É graças às duas virtudes (inseparáveis do discernimento) que o estudante tem acesso ao princípio Supremo e superior (Atma), simbolicamente situado na testa.

4) Através dos ciclos da geração. – As palavras “os ciclos da geração” se referem ao caráter cíclico do tempo eterno e mais especificamente à reencarnações de cada individualidade humana. Aqui a sabedoria da Cabala aponta para a “doutrina dos ciclos”, uma parte essencial da teosofia. 

Os dois ombros humanos simbolizam a responsabilidade do indivíduo diante da vida. É a combinação de justiça (ombro esquerdo) e compaixão (ombro direito) que permite ter força e estabilidade ao longo de uma encarnação.

O sinal da cruz cabalístico aciona quatro fatores, e tem relação direta com os quatro elementos (fogo, água, terra e ar). Ele também se refere à Tetraktis ou Tétrade sagrada dos pitagóricos; aos quatro pontos cardeais; e ao Tetragrammaton, o nome de quatro letras da divindade na tradição mística judaico-cristã (IHVH). 

A dimensão geométrica e o significado interior do sinal da cruz têm fortes correlações com a filosofia maçônica e a sabedoria salomônica. O templo de Salomão, esotericamente, simboliza o corpo humano. 

Para a filosofia antiga e teosófica, como para o cristianismo autêntico, o corpo humano é o grande templo, e os templos físicos são apenas símbolos externos dele. O corpo é a casa do Espírito: “o Espírito está dentro de nós”. Em I Coríntios 3:16, o Novo Testamento afirma: “Não sabeis que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?” E em II Coríntios 16, lemos: “Porque vós sois o templo vivo de Deus”. 

Segundo a tradição, o templo de Salomão está voltado para o Leste e possui duas colunas, chamadas de “Boaz” e “Jachim”. Idealmente, ao fazer o sinal da cruz, o estudante de sabedoria divina não só se reconhece como um templo vivo, mas também está voltado fisicamente para o Leste, o Nascente. Seus ombros e braços correspondem às colunas. O termo “Boaz”, que corresponde ao ombro esquerdo ou coluna Norte, significa “na força” ou “em fortaleza”. O termo “Jachin”, que corresponde ao ombro direito ou coluna Sul, combina uma abreviatura de “Jeová” (Divindade) com um termo que significa “Estabelecer”. 

Assim, quando fazemos a correlação do sinal da cruz cabalístico-cristão com a tradição salomônica e maçônica, vemos o seguinte: 

“O reino dos céus (Jeová, a Sabedoria Divina) tem força, isto é, se estabelece como uma fortaleza, quando tem por base a Justiça.” 

Quando reconhecemos o corpo humano como um templo, isto é, um invólucro externo de uma presença divina interior, podemos perceber a relação prática entre o sinal da cruz cabalístico e outro campo de conhecimento, a Filosofia da Ioga. 

Vejamos, passo a passo, como se dá esta correlação. Inicialmente, enquanto o devoto pronuncia ou pensa as palavras “A ti pertencem”, o sinal da cruz ativa a testa, um ponto intermediário entre os dois chácras superiores, respectivamente localizados no alto da cabeça (chacra Sahasrara) e entre os dois olhos (chacra Ajna). 

A seguir, enquanto o devoto pronuncia as palavras “o reino”, o sinal da cruz toca uma parte do corpo que se refere ao chacra Anahata, localizado no coração. Em seguida, o estudante toca os dois ombros, pronunciando, respectivamente, as palavras “a justiça” (ombro esquerdo) e “a compaixão” (ombro direito). 

Os dois ombros simbolizam as duas correntes energéticas ou “colunas” (Nadis) que ligam os chacras, segundo a ioga. Uma das correntes é positiva e ativa: a Justiça. A outra é compreensiva e contemplativa: a Compaixão. 

Finalmente, ao unir as duas mãos enquanto pronuncia as palavras “Através dos ciclos de geração”, o devoto fecha o círculo harmonizando simbolicamente os dois hemisférios cerebrais, os dois nadis e as correntes yang e yin em sua natureza interior. 

Esta visão esotérica do sinal da cruz vai além de mostrar a relação viva que há entre o corpo e alma, ou e templo e o espírito. A prática original do sinal da cruz é, também, um modo ativo e consciente de expressar o compromisso do indivíduo atento com a consciência universal. 

Através do verdadeiro sinal de cruz, que nada tem a ver com superstições, o indivíduo se estabelece simbolicamente na consciência divina. Ele assume por mérito próprio “o poder que o faz parecer nada aos olhos dos outros”. Ele assume o poder de estar em união fraterna com a Lei Universal e com todos os seres.
__________
NOTAS:

 “Ísis Sem Véu”, Ed. Pensamento, SP, quatro volumes,  volume III, p. 84.  Veja também a edição brasileira de  “Dogma e Ritual da Alta Magia”, de Eliphas Levi, Ed. Pensamento,  SP, 466 pp.,  mais especificamente a página 269. Ao citar este trecho, levei em conta a edição original em inglês de “Ísis Sem Véu”, de H.P.B:  “Isis Unveiled”,  Theosophy Co., Los Angeles, volume II, p. 87.

Fonte: http://www.filosofiaesoterica.com/ler.php?id=567 - A Teosofia do Sinal da Cruz - O Significado Universal de um Velho Símbolo Cristão - por Carlos Cardoso Aveline

domingo, 25 de fevereiro de 2018

Oração ao Caboclo Pena Branca




Oração ao Seo Pena Branca
(rezada no Caribe)

Em nome de Deus Todo Poderoso,
Eu  invoco o grande Pena Branca,
fiel espírito índio, grande herói,
zelador de meu altar e morada.
A você que me guia e conhece minhas necessidades,
peço proteção e luz.
Livra-me de toda má intenção e inimigos, 
ocultos ou manifestados.
Vigia meus caminhos 
e que nenhum feiticeiro ou bruxo malvado, possa cruzar comigo.
Grande espírito, te ofereço esta vela (acender uma vela verde) e chamo seu nome.
Amém !

RECEITAS TRADICIONAIS

Banho de Proteção do Seo Pena Branca
(utilizado no Caribe)

- 4 litros de água,
- Um pouco de erva cidreira,
- Um pouco alfavaca,
- Algumas pétalas de rosa branca.
- Ferver as ervas, esperar esfriar um pouco e acrescentar as pétalas.

☞ Acender uma vela verde antes do banho.

Água do Pena Branca - para purificar a residência
(receita da Obeah)

- 1 litro de água mineral,
- Um pouco de erva cidreira,
- Um pouco de arruda,
- Um pouco de verbena,
- Sete gotas de essência de almíscar.

☞ Misturar as ervas e ferver.  Deixar esfriar e adicionar a essência.
Acender uma vela verde e pedir a Pena Branca para benzer a água.
Depois que a vela acabar, borrifar os cantos da casa, cama e objetos pessoais.

Vela Mágica do Pena Branca para trazer a Paz
(receita do culto Maria Lionza)

- Uma vela de sete dias branca,
- Um pouco de melaço de cana,
- Um pouco de açúcar cândi,
- 7 cravos-da-índia,
- 7 gotas de essência de rosas,
- 7 gotas de essência de verbena.

☞ Misturar em um prato o melaço, açúcar e as essências.  Untar a vela (mas não o pavio) e espetar os cravos nela, formando uma cruz (pode fazer os furinhos com a ajuda de um prego fino).  A vela deve estar sem a capa de plástico.  Acender a vela e pedir a ajuda deste caboclo.

Fonte/Leia mais: Jornal de Umbanda Sagrada | Autor: Ras Adeagbo

"Em 1929, o poderoso cacique Pena Branca, líder dos índios Yaqui do México, liderou uma revolta contra a opressão e a injustiça que vitimavam o seu povo.  Desde este momento, nas terras americanas, o mito desta grande entidade nasceu.  Pena Branca é hoje um símbolo de liberdade, autenticidade e fraternidade..."



terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Salmo LII: "O julgamento do injusto"




Leia o Salmo 52 para se prevenir contra opressão, tristeza, descrença e qualquer tipo de maldade.

É um salmo muito poderoso contra as injustiças e falsidades. Confie em Deus!

A confiança na justiça de Deus necessariamente tem dois lados. Todos que se consideram justos. Todos desejam a proteção e as bênçãos de Deus pai, mas poucos acreditam de fato no outro lado da moeda, na punição dos ímpios.

Esse Salmo foi escrito em resposta à maldade de Doeque, edomita e servo do rei Saul. Doegue viu Davi em Nobe, quando este pediu a ajuda dos sacerdotes de Deus. Esse edomita foi correndo para avisar o rei do paradeiro do fugitivo. Saul foi até Nobe e mandou a execução dos 85 sacerdotes e de todos os moradores da cidade. Quando seus guardas recusaram obedecer a ordem do rei, o próprio Doegue o fez. 

Um dos filhos do sacerdote Aimeleque fugiu e avisou Davi da matança. Davi se sentiu responsável pela tragédia, mas também considerou Doegue especialmente culpado. Nessa ocasião, ele fez a oração registrada como Salmo 52.

Salmo 52

1 Por que te glorias na malícia, ó homem poderoso? pois a bondade de Deus subsiste em todo o tempo.

2 A tua língua maquina planos de destruição, como uma navalha afiada, ó tu que usas de dolo.

3 Tu amas antes o mal do que o bem, e o mentir do que o falar a verdade.

4 Amas todas as palavras devoradoras, ó língua fraudulenta.

5 Também Deus te esmagará para sempre; arrebatar-te-á e arrancar-te-á da tua habitação, e desarraigar-te-á da terra dos viventes.

6 Os justos o verão e temerão; e se rirão dele, dizendo:

7 Eis aqui o homem que não tomou a Deus por sua fortaleza; antes confiava na abundância das suas riquezas, e se fortalecia na sua perversidade.

8 Mas eu sou qual oliveira verde na casa de Deus; confio na bondade de Deus para sempre e eternamente.

9 Para sempre te louvarei, porque tu isso fizeste, e proclamarei o teu nome, porque é bom diante de teus santos.

domingo, 18 de fevereiro de 2018

Benefícios do Chá de Bardana para a Saúde




Crédito: Biosom ¹
Você está em busca de uma desintoxicação poderosa que irá limpar seu corpo? Sua busca termina aqui! As raízes de bardana possuem propriedades de limpeza. Mas não é de admirar, então, que a Europa e Ásia, usem esta planta incrível e suas raízes. Enquanto alguns usam a raiz para preparar um chá, os japoneses a refogam para melhor proveito de seus nutrientes.

Bardana, também conhecida como Bardana, Baldrana, Bardana-maior, Carrapicho-de-carneiro, Carrapicho-grande, Erva-dos-pega-massos, Erva-dos-tinhosos, Gobô, Labaca, Lapa, Orelha-de-gigante, Pega-nossa, Pegamassa, Pegamasso, Pegamoço, Pejamaço, Perga-masso, é cientificamente conhecida como Arctium lappa, da família dos Asteraceae e tem origem na Eurásia.

As raízes desta planta têm um sabor doce e as flores e folhas, um gosto parecido com o da alcachofra. As longas raízes são finas, acinzentadas do lado de fora e por dentro são geralmente brancas. Muitas partes da bardana são comestíveis: as raízes, flores, os talos descascados e até mesmo as sementes.

Curiosidades:

  • A raiz de bardana, juntamente com outras plantas, já foi usada para a cura do sarampo pelos antigos praticantes medicinais chineses.
  • Ela aumenta o metabolismo, fazendo com que você perca peso e tenha mais energia.
  • Bloqueia a enzima que produz o ácido úrico, prevenindo a gota. 

Benefícios do Chá de Bardana para a Saúde:

1) Tratamento de úlceras

As propriedades antibacterianas, antissépticas e anti-inflamatórias, permitem que a raiz de bardana seja usada como um remédio seguro e natural para o tratamento de problemas de pele, incluindo eczema, úlceras, acne, psoríase e dermatite.

O que fazer: Ferva uma colher de raiz de bardana em um copo de água. Agora adicione farinha de aveia para a solução. Misture uma colher de purê de abacate e duas colheres de suco de limão. Faça uma pasta lisa e use-a no rosto e espere 30 minutos. Enxague e você se sentirá revigorado!

2) Promove o crescimento capilar

A raiz é amplamente utilizada para curar caspa. Ela também ajuda no condicionamento do couro cabeludo, promovendo o crescimento do cabelo, tratando a caspa e coceira do couro cabeludo.

O que fazer: Use o chá de bardana com mel, usando-o como um condicionador e lavando depois de 15 minutos para obter um cabelo saudável.

3) Aumenta as bactérias saudáveis

A desintoxicação natural promovida pelas raízes é uma excelente fonte de insulina. Este ingrediente, enquanto auxilia na digestão e liberação de toxinas, também atua como um laxante suave e alivia problemas de gás. Estas raízes são também conhecidas para aliviar problemas de acidez e refluxo e, ao mesmo tempo, melhoram os níveis de apetite. As folhas e caule servem como um estimulante do apetite. E também contém inulina, uma fibra dietética natural que aumenta as bactérias saudáveis no intestino.

4) Cura pedras nos rins

Tomando dois copos de chá feito a partir da raiz, irá estimular e tonificar seu sistema renal. O chá garantirá que as toxinas sejam liberadas. Ele é usado para absorver as pedras nos rins e tratar a insuficiência renal com suas propriedades diuréticas.

5) Controla a glicemia

Se você tem o nível de açúcar elevado, agora pode ter a ajuda da raiz para equilibrar a glicemia e mantê-la sob controle. Por ser baixa em calorias e no índice glicêmico, também é adequada para diabéticos. Ela contém níveis baixos de sódio e alto nível de potássio. O potássio é um nutriente que ajuda a remover a água de seus músculos, abaixando a prssão arterial. Você sabia que a cada 100 gramas de raiz de bardana que você consome, fornece 6,5% da quantidade necessária de potássio?

6) Previne o surgimento do câncer

Estudos realizados com a raiz de bardana sugerem que ela tem propriedades de cura do câncer. A raiz pode impedir metástases (câncer que se alastra para todo o corpo) e prevenir a recorrência do câncer. Isto é possível devido ao funcionamento das atividades antioxidantes, anti-inflamatórias e desintoxicantes desta raiz.

7) Protege o fígado

Esta raiz é conhecida por ter um impacto positivo nas doenças hepáticas. A raiz assegura que o fígado esteja livre de produtos químicos e toxinas, por aumentar a produção da bile, que o limpa e o ajuda a funcionar melhor e também prevenindo a hepatite.

8) Purifica o sangue

É um dos mais poderosos purificadores de sangue naturais conhecidas pelo homem. Sua ação mantém o sangue livre de toxinas e de radicais livres. Reduz o nível de colesterol mau e melhora o bom. Em suma, usando o chá de bardana diariamente poderá protegê-lo de várias patologias cardiovasculares.

9) Cura natural para a febre

Contém mucilagem que acalma tecidos inflamados na garganta e no trato digestivo. Funciona bem para tratar uma tosse seca dolorosa. É uma grande fonte natural de zinco, que é um dos melhores suplementos para o tratamento de gripes e resfriados. E, para não esquecer, ela possui uma propriedade antipirética que induz à transpiração e ajuda a temperatura do corpo baixar, fazendo diminuir a febre.

O que fazer: Você pode ferver a raiz e inalar o vapor para ajudar a limpar a sua garganta e o peito.

10) Melhora os níveis de imunidade

Vários estudos têm demonstrado o impacto positivo destas raízes no sistema imunitário do corpo humano. Suas propriedades antibacterianas acabam com as bactérias indesejadas e previnem a recorrência de infecções frequentes. Por exemplo, a raiz de bardana tem propriedades antifúngicas fortes. Bardana pode ser utilizada para tratar Cândida, pé de atleta e micoses.


CHÁ DE BARDANA
Como fazer o chá?

Ingredientes:

- 2 a 6 gramas da raiz de bardana 
(cerca de 1 colher de sobremesa)
- 150 ml de água
(1 copo americano quase cheio)

Preparo:

- Deixe a água ferver,
- Adicione a raiz de bardana,
- Deixe por 10 minutos,
- Coe e deixe esfriar.
- Você pode beber três vezes por dia.

Uma palavra de cautela:

1) Evite o chá de bardana durante a gravidez – pois pode estimular contrações uterinas, danificando o feto e durante à amamentação.

2) No caso de você ser alérgico a margaridas e cravos e outras plantas deste grupo, seja criterioso antes de usar a bardana, para evitar reações alérgicas.

3) Bardana pode ser responsável por aumentar as chances de sangramento após invasões cirúrgicas. Se você for se submeter à cirurgia, por favor, evite usar ou consumir a bardana, pelo menos, duas semanas antes do procedimento cirúrgico.

4) As pessoas que estão desidratadas devem evitar bardana por causa de suas propriedades diuréticas, o que pode piorar a desidratação; por isso beba muita água.

Experiências:

Pessoas relatam que beber o chá de bardana diariamente por duas semanas, foi muito bom para a pele e para a perda de gordura corporal. Já outras com DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica) e alergias foram ajudadas.

Existem muitas plantas medicinais surpreendentes no mundo e o chá de bardana é um dos mais antigos que tem sido usados para uma série de doenças. Sempre beba o chá com moderação!

Fontes:
- http://essiacfacts.com/benefits-of-burdock-root-as-medicine-and-food/
- http://www.stylecraze.com/articles/benefits-of-burdock-roots-for-skin-hair-and-health/
- https://biosom.com.br/blog/alimentacao/10-beneficios-incriveis-do-cha-de-bardana-para-a-saude/



sábado, 17 de fevereiro de 2018

A Linha do Oriente, ou Ori





A Linha do Oriente, ou Ori, é uma linha neutra, na qual trabalham os Espíritos de Orientais. Estas entidades, em sua maioria, foram em vidas passadas monges, sábios e magos orientais. Também se manifestam nesta mesma linha de Umbanda falanges de Indianos, Egípcios e demais povos do Oriente Médio. Não raro manifestam-se também na Linha do Oriente alguns Espíritos de Xamãs de antigas civilizações da América Central.

Quando incorporam dão ao médium uma sensação de estatura alta e esguia. São sérios e falam pouco. Eficientes em trabalhos de cura e solução de perturbações mentais, demonstram grande conhecimento sobre astrologia, astronomia, alquimia e ciências. Usam incensos e quando vibram junto a outras entidades da mesma linha entoam mantras. 

A Linha do Oriente ficou popular entre os anos 50 a 60, período em que as filosofias budistas e hindus se popularizaram no Brasil. Os imigrantes chineses e japoneses, principalmente, passaram a frequentar a Umbanda e abaram incorporando seus ancestrais e costumes mágicos de seu continente de origem. Segundo relatos de umbandistas mais antigos, em muitos Terreiros, os Espíritos Ciganos trabalhavam originalmente na Linha do Oriente. Nos anos 70 os Ciganos passaram a ser cultuados como uma Linha Neutra distinta da Oriental, a Linha dos Ciganos.

Nas oferendas para o Povo do Oriente utilizamos velas cor-de-rosa, amarela-clara, azul-clara, alaranjada, e ou branca. Servindo suco de morango ou abacaxi, água com mel e vinho doce, branco ou tinto. Os Orientais que fazem uso de fumígenos, para defumações direcionadas, usam cigarros de cravo ou cigarrilhas compridas. 

Alfazema, flores brancas, palmas amarelas, monsenhor branco e monsenhor amarelo, são os elementos vivos do reino vegetal usados em suas entregas e trabalhos. Suas essências: alfazema, olíbano, benjoim, mirra, sândalo e tâmara. Pedras: Citrino, quartzo rutilado, topázio imperial (citrino tornado amarelo por aquecimento) e topázio. Seu dia de maior poder é o primeiro da Lua Cheia.

Orientais na Umbanda ¹

Os Orientais na Umbanda são entidades do Povo do Oriente, ligados às curas e às ciências, que se manifestam em seus médiuns auxiliando no tratamento médico e espiritual, com seu profundo conhecimento destas artes. Se manifestam tanto na Umbanda, como em centros espíritas. 

A Linha do Oriente é dividida em 07 falanges, é composta em sua maioria por entidades de origem oriental é nessa linha que se encontram as falanges dos hindus, árabes, japoneses, chineses, mongóis, egípcios romanos, etc. 

Compõem-se estas falanges de espíritos que tiveram encarnação nesses povos e que através do ensino das ciências ocultas, praticam a caridade pregada na Umbanda.Suas falanges tem por líder São João Batista e são, na Umbanda popular, assim descritas, a partir de cada chefe:

  • Chefiada por Zartú - Legião dos hindus;
  • José de Arimatéia- Legião dos médicos e cientistas;
  • Chefiada por Jimbaruê - Legião dos árabes e marroquinos;
  • Chefiada por Ori do Oriente - Legião dos japoneses, chineses, mongóis e esquimós;
  • Chefiadas por Inhoarairi, Imperador Inca antes de Cristo - Legião dos Egípcios, Astecas, Mongóis e Esquimós, Incas e outras raças antigas.
  • Chefiada por Itaraiaci - Legião dos Índios caraíbas,
  • Chefiada por Marcus I, Imperador Romano - Legião dos Gauleses, Romanos e outras raças européias.

Esta Linha procurou abrigar as mais diversas entidades, que a princípio não se encaixavam na matriz formadora do brasileiro (ameríndios, europeus e africanos). Podendo, a Linha do Oriente vir representada por entidades da linha de caboclo ou pretos-velhos.

As entidades que compõem esta linha são discretas, falando pouco, com linguajar perfeito e bastante correto, sendo que não gostam de dar consultas, e se precisam passar algum ensinamento ao consulente, o fazem através de frases curtas e cheias de significados. Os mais altos conhecimentos esotéricos da antiguidade são conhecidos, no plano astral, pelas entidades que se manifestam nessa Linha, já que nela estão representados grandes mestres do ocultismo (Esoterismo - Cartomancia - Quiromancia - Astrologia - Numerologia - Grafologia - etc.).

Atuando com a arte da cura, as entidades da Linha do Oriente buscam fazer o encarnado compreender bem as causas de suas enfermidades e a necessidade de mudança nessas causas, bem como a necessidade de seguirem à risca os tratamentos indicados. São entidades que vêm com a missão de humanizar corações endurecidos e fecundar a fé, os valores espirituais, morais e éticos no mental humano.

A Linha do Oriente é regida por Oxalá, e Xangô. Sendo que as entidades dessa Linha atuam nas irradiações dos diversos orixás, conforme as demais falanges da Umbanda. (1- Wikipédia)




quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Oração da Quarta-feira de Cinzas ✝ Para o início da Quaresma




Quaresma é como se chama o período de quarenta dias que antecedem a Páscoa cristã, a ressurreição de Jesus Cristo, comemorada no domingo e praticada desde o século IV.

A Quaresma começa na Quarta-feira de Cinzas e termina no Domingo de Ramos, anterior ao Domingo de Páscoa. Durante os quarenta dias que precedem a Semana Santa e a Páscoa, os cristãos dedicam-se à reflexão, a conversão espiritual e se recolhem em oração e penitência para lembrar os 40 dias passados por Jesus no deserto e os sofrimentos que ele suportou na cruz.

Na Bíblia, o número quarenta é bastante frequente, para representar períodos de 40 dias ou quarenta anos, que antecedem ou marcaram fatos importantes: 40 dias de dilúvio, quarenta dias de Moisés no Monte Sinai, 40 dias de Jesus no deserto antes de começar o seu ministério, 40 anos de peregrinação do povo de Israel no deserto.

Cerca de duzentos anos após o nascimento de Cristo, os cristãos começaram a preparar a festa da Páscoa com três dias de oração, meditação e jejum. Por volta do ano 350 a Igreja aumentou o tempo de preparação para quarenta dias e foi assim que surgiu a Quaresma.

Nas missas realizadas na Quarta-feira de Cinzas, os participantes são abençoados com cinzas. O padre sinaliza a testa de cada participante com cinzas ou as coloca sobre suas cabeças. Os cristãos normalmente deixam as cinzas em sua testa e nos cabelos até o pôr-do-sol, antes de lavá-los. Esse simbolismo relembra a antiga tradição do Oriente Médio de jogar cinzas sobre a cabeça, como sinal de arrependimento perante Deus.

As cinzas usadas no ritual costumam ser obtidas pela queima dos ramos secos entregues nas paróquias e comunidades, que haviam sido abençoados e distribuídos no ano anterior no Domingo de Ramos.

 Ato de Contrição 

Senhor e Mestre de minha vida,
afasta de mim o espírito de preguiça, 
de abatimento, de domínio, de loquacidade,
e concede a mim, teu servo, um espírito de integridade,
de humildade, de paciência e de amor

Sim, Senhor e Rei, 
concede ver meus pecados e não julgar meus irmãos
porque és bendito pelos séculos dos séculos

Amém

 Oração 

Pai nosso, 
que estais no Céu, 
durante esta época 
de arrependimento, 
tende misericórdia de nós

Com nossa oração, 
nosso jejum 
e nossas boas obras, 
transformai 
o nosso egoísmo 
em generosidade

Abri nossos corações 
à vossa Palavra, 
curai as nossas feridas do pecado, 
ajudai-nos a fazer o bem neste mundo

Que transformemos a escuridão
e a dor em vida e alegria. 
Concedei-nos estas coisas 
por Nosso Senhor Jesus Cristo 

Amém

 Trechos do Evangelho para Meditação 

“Então Tamar tomou cinza sobre a sua cabeça, e a roupa de muitas cores que trazia rasgou; e pôs as mãos sobre a cabeça, e foi andando e clamando.”
2 Samuel 13:19

“Para um imundo, pois, tomarão da cinza da queima da expiação, e sobre ela colocarão água corrente num vaso.” 
Números 19:17

“E eu dirigi o meu rosto ao Senhor Deus, para o buscar com oração e súplicas, com jejum, e saco e cinza.”
Daniel 9:3

“Apascenta-se de cinza; o seu coração enganado o desviou, de maneira que já não pode livrar a sua alma, nem dizer: Porventura não há uma mentira na minha mão direita?” 
Isaías 44:20

“Chegando o tentador, disse-lhe: se és filho de Deus, manda que estas pedras se tornem em pães. Mas, Jesus respondeu: está escrito: não só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus.” 
Mateus 4:3,4


sábado, 10 de fevereiro de 2018

Magia para Proteção no Carnaval




Carnaval é um período onde muitas pessoas, mesmo desconhecidas se encontram para comemorar a folia de Momo. Obviamente, a mistura de tantas pessoas, com o acréscimo de álcool presente em quase todos os festejos aliada as vezes a exposição sexual ou erótica deliberada, causam uma abertura negativa no espírito, pois expõe aquele que está brincando o carnaval e está muitas vezes bem intencionado, mas infelizmente; ao lado de alguns muito mal intencionados que “poluem” espiritualmente qualquer ambiente.

Proteção antes e depois do carnaval

Antes de começar a folia ou mesmo o descanso proteja-se espiritualmente tomando um banho de limpeza e energização na sexta-feira que antecede o carnaval. Este banho pode ser feito também ao final das comemorações do carnaval, na quarta-feira de cinzas.
  • uma rosa branca
  • um ramo de alecrim
  • 9 cravos-da índia
Colocar 1 litro de água para ferver. Quando levantar fervura desligar o fogo e despejar as pétalas da rosa branca, o alecrim e os cravos-da-índia. Abafar até que esfrie. Coar e reservar as pétalas, o alecrim e os cravos-da-índia para jogar posteriormente em um jardim ou em um vaso de planta juntamente com o cabo da rosa.

Tomar um banho higiênico como de costume e antes de se secar despejar lentamente o banho de limpeza de frio a morno da cabeça aos pés, mentalizando a limpeza espiritual e harmonização das energias que a envolvem.

Usar uma roupa clara, preferencialmente branca após este banho, se possível.

Proteção durante o carnaval

Durante o carnaval, use um amuleto de proteção como uma figa de prata, brincos ou pulseiras de búzios, contra-eguns, olho grego, patuás de proteção, etc. Esse tipo de amuleto captura as más energias filtrando-as para que não façam mal a você durante sua comemoração de carnaval.

Você pode adquirir um guia preta e vermelha e consagra-la a sua Pombagira ou Exú pessoal antes do uso. Lave-a com água e sabão e depois deixe de molho alguns minutos em água com sal. Descarte a água com sal na pia e acenda uma vela branca comum a essa entidade de proteção (Exú ou Pombagira), pedindo que dê energia aquela guia para proteger você durante o carnaval. Deixe a vela queimar até o fim e depois utilize a guia no pulso esquerdo.

Que você tenha um ótimo carnaval com a companhia dos bons espíritos para guiar você em suas comemorações! Axé!

Fonte: https://www.raizesespirituais.com.br/carnaval-e-protecao-espiritual/



quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Quanto tempo dura um amuleto, patuá ou objeto cruzado?





Amuleto, patuá e objetos cruzados. Nos trabalhos de Umbanda é comum o Guia cruzar ou recomendar estes elementos e outros como guias, imagens, ervas, velas e pedras para proteção e outros fins.

Mas fica uma pergunta no ar: “Quanto tempo vale um elemento cruzado”? Pessoas carregam guias (fios de conta) nos seus pescoços, nos seus carros. Carregam pedras e imagens em seus altares. Carregam patuás em seus bolsos. De quanto em quanto tempo devemos trocá-los?

Para responder, seguiremos alguns princípios:

1 – Princípio da doutrina

Precisamos entender que cada Casa tem a sua doutrina. Textos de internet jamais podem ser colocados acima delas. Na dúvida sobre um procedimento de Umbanda, procure o Pai ou Mãe de Santo de sua confiança.

2 – Princípio do mistério do Guia

Cada falange espiritual domina uma determinada gama de magias. Muitas vezes utilizam magias diferentes para se chegar a um mesmo resultado.

Por exemplo: posso tomar passe em uma linha de Baianos e de Esquerda queixando-me da má sorte. Pode ser que o Baiano no domínio do seu mistério opte por um trabalho com cocos verdes em uma entrega enquanto Exu opte por um patuá ou amuleto.

Se eu passar ainda na linha de Ciganos posso ser atendido com o pedido ou a indicação de uma pedra ou amuleto e assim por diante.

Um aspecto importante a considerar sobre o tempo de durabilidade dos itens magísticos é o mistério de cada Guia e muitas vezes eles não vão ser encontrados nos livros e páginas de internet.

3 – Princípio da necessidade

Quando um médico indica um remédio a um doente, aquele remédio é acompanhando de um período no qual a dose de remédio é suspensa quando houver o término da queixa.

Quando um elemento magístico estiver sobre este princípio, perceba que o Guia dará um tempo àquele objeto ou banho.

Por exemplo:
“Tome este banho de arruda por sete dias”;
“Acenda uma vela de sete dias branca”;
“Deixe esta pedra tomar um dia de banho de sol e um dia de banho de lua”, etc.

Ou ainda, quando o amuleto é usado como defesa ou transporte de má energia, o Guia, ao invés de dar prazo fixo pode estabelecer a regra do tempo de vida útil do objeto.

Por exemplo:
“Troque o patuá quando o alho estiver murcho”;
“Deixe este galho de arruda no travesseiro e troque-o quando estiver murcho”, e assim por diante.

4 – Princípio de tratamento ou período específico

Aqui o Guia recomendará o elemento por um período fechado.

Por exemplo:
“Deixe água com 3 pedaços de carvão em sua porta todo período da quaresma”;
“Troque as moedas do Cigano em toda lua nova”;
“Acenda vela de anjo de guarda toda sexta até que a pessoa tenha alta do hospital”;
“Leve o bracelete da Pombagira com quem você tomou passe e traga de volta quando conseguir o que pediu”, e assim por diante.

5 – Outras considerações sobre durabilidade dos objetos

Para quem é médium, um método muito eficaz de trocar seus elementos é a intuição.

Você receberá intuição dos seus Guias sobre quando renovar a energização dos seus itens e/ou quando trocá-los.

Para quem não é médium, o ideal é sempre perguntar ao Guia que lhe deu ou recomendou o objeto sobre a periodicidade ou durabilidade do mesmo.

Se imaginarmos ainda o objeto (amuleto, patuá, fio de conta, pedra, etc) como uma “pilha” podemos fazer a analogia de como as pilhas duram diferente conforme o uso.

Imaginemos que uma pessoa carregada e uma não carregada ganham patuás de Exu com os mesmos elementos. É natural que a pessoa carregada tenha o tempo de vida útil do seu patuá diferente da pessoa não carregada.

Suponhamos que uma pessoa trabalhe na UTI de um hospital e outra em uma loja de ervas; é maior a probabilidade da pessoa que trabalha no hospital ter a sua energia drenada muito mais do que a pessoa da casa de ervas.

6 – Princípio do respeito, amor e caridade

A Umbanda trabalha com a manipulação de energias, das forças da natureza e com orientação dos nossos Orixás e mentores.

Não há uma formulá mágica ou verdade absoluta. Todo Guia que vem em Terra para contribuir com a prestação da caridade, com a propagação do amor, vem ajudar na evolução dos seres humanos devem ter seus mistérios respeitados.

Umbanda é fundamento e é preciso estudar. Umbanda é religião e é preciso respeitar.

Fonte: Blog do Baiano Juvenal


terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Santos do Mês de Fevereiro





Imagens de alguns Santos e Santas do Mês de Fevereiro

1. Santa Veridiana (+ Toscana, Itália, 1242)

Nascida na Toscana, em 1182, consagrou desde muito jovem sua virgindade a Deus. Nasceu  ali mesmo nos arredores da cidade que amou e onde viveu quase toda sua existência, só que enclausurada numa minúscula cela, de livre e espontânea vontade. Pertenceu a uma família nobre e rica, os Attavanti. Peregrinou a Santiago de Compostela e a Roma, retornando depois à terra natal, onde voluntariamente viveu murada numa cela, durante 34 anos, em meio a rigorosas penitências e recebendo graças místicas extraordinárias. Veridiana levou uma vida santa, que ficou conhecida muito além das fronteiras de sua terra; e que lhe valeu inclusive a visita em pessoa, de seu contemporâneo Francisco de Assis, que a abençoou e admitiu na Ordem Terceira, em 1221. O culto de Santa Veridiana foi aprovado pelo papa Clemente VII no ano de 1533.


2. Apresentação de Jesus no Templo e Purificação de Nossa Senhora

O Evangelho de São Lucas narra que, depois do nascimento de Nosso Senhor e decorrido o prazo que a Lei mosaica estabelecia para a purificação das mulheres que davam à luz, Nossa Senhora e São José levaram o Menino Jesus ao Templo para O apresentarem a Deus, conforme também prescrito na Lei. Na ocasião, Maria Santíssima ofereceu ao Senhor o sacrifício ritual de dois pombinhos, estabelecido para a purificação de mulheres pobres. Jesus e Maria não estavam sujeitos à Lei, mas quiseram observá-la por amor à humildade e para nos dar o exemplo.

3. São Brás, Bispo e Mártir (+ Sebaste, Armênia, 316)

Foi médico e depois bispo de Sebaste, onde sofreu o martírio por não sacrificar aos deuses pagãos. É invocado especialmente contra as doenças da garganta, porque certa vez salvou, conforme narram as Atas de sua vida, um menino que estava para morrer por ter engolido uma espinha de peixe.

4. São João de Brito, Mártir (+ Malabar, Índia, 1693)

Seu pai, Salvador Pereira de Brito, foi governador-geral do Brasil, nomeado pelo rei D. João IV. São João de Brito ingressou na Companhia de Jesus e foi enviado como missionário às Índias, onde, após muitos anos de trabalhos apostólicos, sofreu o martírio.

5. Santa Águeda - ou Ágata (+ Sicília, 251)

Uma das mais conhecidas mártires dos primeiros séculos do Cristianismo. De origem nobre, sofreu sem esmorecer um cruel martírio, para preservar a virtude da pureza e a integridade de sua fé. Teve os ossos desconjuntados e os seios dilacerados e arrancados com garfos de ferro; arrastaram-na sobre cacos de vidro e carvões em brasa. Depois de passar por esses tormentos, foi conduzida ao cárcere e ali morreu, enquanto reza.

6. S Paulo Miki e Companheiros (+ Nagazaki, Japão, 1597)

São Paulo Miki era jesuíta e se dedicava ao ensino do catecismo com muito zelo, obtendo nesse apostolado conversões espantosas. Foi crucificado em Nagazaki, por ordem do imperador pagão, juntamente com outros dois jesuítas, seis franciscanos e dezessete leigos. Foram canonizados pelo Papa Pio IX, em 1862. A elevação sobre a qual os 26 heróis de Jesus Cristo receberam o martírio ficou conhecida como Monte dos Mártires.

7. São Ricardo, Rei (+ Luca, Itália, 722)

Este monarca inglês teve um reinado curto, mas cheio de bons exemplos de governo sábio e prudente. Sua principal preocupação era ministrar a justiça, tendo um dom especial para apaziguar contendas e harmonizar interesses conflitantes. Abdicou da coroa e partiu para a Terra Santa, com o desejo de se tornar monge, mas faleceu durante a viagem, na Itália. Foi pai de três príncipes que também receberam as honras dos altares: São Vinebaldo, São Vilibaldo e Santa Valberga.

8. São Jerônimo Emiliano (+ Veneza, 1537)

Pertencente a uma família nobre de Veneza, fez rápida carreira como militar e como político. Aprisionado pelos franceses, durante o cativeiro resolveu renunciar ao mundo e consagrar-se por inteiro a Deus. Foi libertado prodigiosamente por Nossa Senhora e retornou a sua cidade natal, onde foi ordenado sacerdote e se dedicou ao cuidado dos órfãos pobres. Fundou a Ordem dos Clérigos Regulares

9. São Miguel Febres Cordero (+ Cuenca, Equador, 1910)

Nascido em Cuenca, enfrentou grande oposição da família para cumprir sua vocação de Irmão das Escolas Cristãs (Lassalista). Apesar das dificuldades, ingressou na vida religiosa e se destacou como educador da juventude, afirmando-se também como escritor, gramático e filólogo. Chegou a ser eleito membro da Academia Equatoriana da Língua. A fama de santidade eminente o acompanhou durante toda a vida e perdurou depois do falecimento. Foi canonizado por João Paulo II em 1984.

10. Santa Escolástica, Virgem (+ Úmbria, Itália, 543)

Era, segundo a tradição, irmã gêmea e filha espiritual do grande São Bento. Fundou o ramo feminino da Ordem beneditina. Quando faleceu, seu irmão viu sua alma sendo conduzida ao Céu.

11. Nossa Senhora de Lourdes (França, 1858)

Em Lourdes, na gruta de Massabielle, Nossa Senhora apareceu dezoito vezes a Santa Bernardete, então menina de 14 anos. Na última das aparições, a Virgem Se identificou: "Eu sou a Imaculada Conceição". Com essas palavras, confirmava o ato solene pelo qual o Papa Pio IX, quatro anos antes, proclamara a Conceição Imaculada da Santa Mãe de Deus. Até nossos dias, curas e milagres prodigiosos ocorrem no local, que é procurado por peregrinos do mundo inteiro.

12. S. Eulália de Barcelona (+ Barcelona, 304)

Tendo apenas 14 anos, apresentou-se voluntariamente às autoridades pagãs e invectivou-as por sua impiedade. Foi torturada cruelmente com ferros em brasa e depois morreu numa fogueira.

13. Santa Catarina de Ricci (+ Itália, 1590)

Ingressou com somente 12 anos na Ordem dominicana. Ainda bem jovem foi nomeada mestra de noviças e pouco depois vice-prioresa de seu convento. A partir dos 30 anos, exerceu vitaliciamente a função de prioresa. Grande mística, era arrebatada em freqüentes êxtases a propósito da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo. Correspondeu-se com São Filipe Néri, com São Carlos Borromeu e com o Papa São Pio V. Foi conselheira espiritual de bispos e cardeais.

14. S. Cirilo e São Metódio (+ 869 e 885)

Eram irmãos, naturais da Tessalônica, e se dedicaram à evangelização dos eslavos, na Europa Central. São Cirilo criou um alfabeto próprio para os eslavos, para cuja língua traduziu as Sagradas Escrituras e os principais livros litúrgicos, sendo por isso considerado o pai da cultura eslava. São Metódio foi bispo de Sírmio. Em 1980 ambos foram proclamados co-patronos da Europa, ao lado de São Bento, pelo Papa João Paulo II.


15. S. Cláudio La Colombière (+ França, 1682)

Grande apóstolo da devoção ao Sagrado Coração de Jesus, foi confessor e diretor espiritual de Santa Margarida Maria Alacoque, a privilegiada vidente que recebeu em Paray-le-Monial as revelações e promessas do Sagrado Coração. Defendeu-a contra as incompreensões e perseguições de que era vítima. Lutou contra o jansenismo, ou seja, contra a influência do protestantismo em meios católicos. Nomeado capelão da duquesa de York, transferiu-se para a Inglaterra, sendo preso e banido por fazer proselitismo católico, que estava proibido naquele país. Retornou à França com a saúde muito abalada e faleceu com 41 anos de idade.

16. Santo Onésimo (+ Roma, final do séc. I)

Era escravo de Filêmon, cristão de Colossos. Tendo praticado um roubo e receando ser castigado, fugiu para Roma, onde foi convertido pelo Apóstolo São Paulo. Dedicou-se à pregação do Evangelho e foi bispo de Éfeso, sofrendo mais tarde o martírio em Roma, por apedrejamento.

17. Sete Santos Fundadores dos Servitas (+ Florença, séc. XIII) Sete nobres florentinos, convocados pela própria Mãe de Deus, fundaram a Ordem dos Servos de Maria, destinada a promover a devoção a suas dores. A Ordem rapidamente se expandiu. Tão unidos eram os sete fundadores que foram sepultados num mesmo sepulcro, tendo-se misturado até mesmo suas cinzas.

18. Santa Bernardete Soubirous (+ Nevers, França, 1879)

Era extremamente pobre e ignorante a menina a quem Nossa Senhora de Lourdes apareceu, naquele ano de 1858. Mas possuía uma grande candura de alma, que parece ter encantado a Mãe de Deus. Esta lhe recomendou repetidas vezes que fizesse penitência pelos pecadores e prometeu fazê-la muito feliz, não neste mundo, mas no outro. Assim aconteceu. Perseguida e sempre doente, Santa Bernardete ingressou num convento em Nevers e após sofrimentos pungentes faleceu aos 35 anos de idade.

19. São Conrado de Placência (+ Itália, 1351)

Era casado e vivia na cidade de Placência, na Itália. Provocou, certo dia em que estava caçando, um incêndio acidental que causou grandes danos, e fugiu para escapar à justiça. Tendo sabido que um inocente fora condenado em seu lugar, apresentou-se, confessou sua responsabilidade e ofereceu todos os seus bens para indenizar os prejuízos. De comum acordo com a esposa, ela ingressou num convento e ele foi servir num hospital da Sicília. Algum tempo depois retirou-se para a solidão, onde viveu 40 anos na oração e na penitência.

20. Santo Euquério, Bispo (+ Hasbain, 738)

Nascido em Orléans, destacou-se desde jovem pela sabedoria, pela santidade e pela devoção a Maria Santíssima. Fez-se monge e algum tempo depois obrigaram-no a aceitar o Bispado de Orléans. Durante 15 anos cumpriu eximiamente os deveres de bispo zeloso até que, devido a intrigas na Corte, foi exilado por Carlos Martel para Hasbain, próximo a Liège. Ali, num mosteiro, viveu ainda seis anos de vida recolhida, até que o Senhor o chamou para Si.

21. S. Pedro Damião (+ Itália, 1072)

Teve origem muito modesta, chegando a ser na infância guardador de porcos. Fez com grande brilho seus estudos e ingressou na Ordem dos Camaldulenses, na qual logo ocupou cargos de responsabilidade. Foi forçado a aceitar a nomeação como cardeal e bispo de Óstia, mas alguns anos depois conseguiu demitir-se dessas funções e retornar à vida monástica. Grande penitente, severíssimo consigo mesmo, foi também severo no fustigar os males do seu tempo, escrevendo cartas a autoridades eclesiásticas e civis e increpando com apostólica franqueza os respectivos delitos. Sua produção intelectual é muito vasta. Como sofria de insônia e freqüentes enxaquecas, é invocado pelos que padecem dessas enfermidades.

22. Cátedra de São Pedro

Neste dia se comemora o Apóstolo São Pedro enquanto no exercício de suas funções docentes: a cátedra, ou cadeira, do Vigário de Jesus Cristo, Mestre da Igreja universal. São Pedro foi bispo de Antioquia durante alguns anos e depois instalou sua cátedra definitivamente em Roma.

23. São Policarpo (+ 155)

Discípulo de São João Evangelista, foi nomeado, ainda no tempo dos Apóstolos, bispo de Esmirna, na atual Turquia. Teve como discípulo e continuador o grande Santo Ireneu, bispo de Lyon. São Policarpo foi martirizado aos 86 anos de idade, por ter increpado sacerdotes pagãos.

24. São Sérgio (+ 304) Antigo magistrado, fez-se monge e sofreu o martírio em Cesaréia, por ter denunciado de público a falsidade do culto a Júpiter.

25. São Cesário (+ Constantinopla, 369)

Era irmão de São Gregório Nazianzeno, e exercia funções de médico na Corte do imperador Juliano, o Apóstata, que quis pervertê-lo ao paganismo. Escapando de ser morto devido a um terremoto, preferiu afastar-se daquela Corte corrompida.

26. S. Porfírio de Gaza (+ Palestina, 420)

Natural da Macedônia, distribuiu aos pobres toda a sua fortuna e passou a viver na Terra Santa, como eremita, às margens do Rio Jordão. Foi mais tarde ordenado sacerdote e escolhido para bispo de Gaza, na Palestina. Depois de muito ter insistido, conseguiu obter do Imperador um decreto mandando fechar todos os templos pagãos de Gaza, e reduzir a cinzas todos os ídolos de sua diocese. Faleceu muito idoso, sempre no exercício zeloso de suas funções pastorais.

27. São Gabriel da Virgem Dolorosa (+ Ancona, Itália, 1862)

Religioso da Congregação passionista, viveu discretamente, sem chamar a atenção sobre si, e faleceu com apenas 24 anos, vitimado pela tuberculose. Sua fama de santidade, confirmada por numerosos milagres, rapidamente se espalhou. Foi canonizado em 1920.

28. São Romão e S. Lupicino (+ séc. V)

Naturais da França, eram irmãos. Depois de passarem algum tempo num mosteiro da região de Lyon, partiram para outras fundações, na França e até na Alemanha. De temperamentos diversos -- São Romão era inclinado à indulgência, enquanto São Lupicino tendia mais para a severidade -- os dois irmãos completavam-se admiravelmente.

29. Santo Osvaldo (+ Inglaterra, 992)

Era monge beneditino e foi simultaneamente bispo de Worcester e de York. No exercício dessas funções, nunca deixou a austeridade da vida monacal. Faleceu deixando fama de santidade eminente. Nos anos não bissextos, sua festa se celebra no dia 28 de fevereiro.

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