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quinta-feira, 4 de julho de 2019

Oração Poderosa de Livramentos

"Senhor meu Pai, 
Livra-me dos caminhos traiçoeiros;
Livra-me dos meus inimigos;
Livra-me dos pensamentos negativos;
Livra-me da inveja, dos invejosos;
Livra-me das decepções;
Livra-me das doenças e desemprego;
Livra-me das calúnias e dissoluções familiares;
Livra-me dos sentimentos de angústia e da depressão;
Livra-me de não poder honrar meus compromissos;
Livra-me da falta de dinheiro; 
Livra-me da falta de pão;
Livra-me da falta de moradia.

O Senhor é meu Deus, é minha defesa; é o meu Pastor e nada me faltará; é o Deus de misericórdia; meu escudo e minha fortaleza... Que assim seja!"

Em nome do Pai ♰ do Filho ♰ e do Espírito Santo ♰

“Ó Deus, dominador de minha alma; Senhor perdoa os meus pecados, que são as falhas pretéritas, as quais cometi e com as quais, a duras penas, aprendi a evitar o erro. Pai, liberta-me, neste exato momento, das doenças, das dores e das aflições.

Preciso de sua ajuda e do Sangue de Jesus Cristo, que tem poder para ajudar-me a vencer as lutas do dia-a-dia, e quebrar todas as forças malignas dos maus Espíritos, que estão tentando tirar a minha paz.

Jesus, estendei as vossas mãos agora sobre mim, livrando-me dos desastres, dos assaltos, das violências, das invejas, da falta de oportunidades de crescimento na vida e de todas as obras de inveja, mau olhado, pragas e feitiçarias.

Ó mestre Jesus, ilumina os meus pensamentos e meus caminhos, afim de que, onde quer que eu vá, não encontre empecilhos. E guiado pela Vossa Luz, me desvie de todas as armadilhas preparadas por meus adversários visíveis e invisíveis.

Jesus abençoe toda a minha família, o meu trabalho, o meu pão de cada dia e a minha casa, cobrindo-nos com o Seu Poder e dando-nos prosperidade, fé, amor, alegrias e felicidades.

Porque em paz me deitarei, em paz dormirei; e em paz também andarei; porque só tu Senhor me faz andar em segurança.

Ó Senhor, escuta essa minha oração, porque eu invocarei o Seu Santo Nome a toda hora, de dia e de noite. E o Senhor me mostrará o caminho livre e desimpedido para a minha salvação. 



quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Oração à Mãe Aparecida para Pedir Proteção

"Ó Incomparável Senhora da Conceição Aparecida, Mãe de Deus, Rainha dos Anjos,  Advogada dos Pecadores, Refúgio e Consolação dos Aflitos, livrai-nos de tudo o que possa ofender-vos e a vosso Santíssimo Filho, meu Redentor e Querido Jesus Cristo.  Virgem bendita dê proteção a mim e a minha família das doenças, da fome, assalto, raios e outros perigos que possam nos atingir. Soberana Senhora dirige-nos em todos os negócios Espirituais e Temporais.   Livrai-nos das tentações do demônio para que trilhando o caminho da virtude, pelos merecimentos de vossa puríssima Virgindade e o preciosíssimo sangue de vosso Filho, vos possamos ver, amar, e gozar da eterna glória, por todos os séculos.  Amém!"

Oração à Nossa Senhora Aparecida para Proteção


"Ó Incomparável Senhora da Conceição Aparecida,
Mãe de Deus, Rainha dos Anjos, 
Advogada dos Pecadores,
Refúgio e Consolação dos Aflitos,
livrai-nos de tudo o que possa ofender-vos
e a vosso Santíssimo Filho,
meu Redentor e Querido Jesus Cristo.

Virgem bendita dê proteção a mim e a minha família
das doenças, da fome, assalto,
raios e outros perigos que possam nos atingir.
Soberana Senhora dirige-nos em todos os negócios
Espirituais e Temporais. 

Livrai-nos das tentações dos demônios
para que trilhando o caminho da virtude,
pelos merecimentos de vossa puríssima Virgindade
e o preciosíssimo sangue de vosso Filho,
vos possamos ver, amar, e gozar da eterna glória,
por todos os séculos.

Amém!"

♱ Rezar 1 Pai-Nosso + 1 Ave-Maria + 1 Glória-ao-Pai ♱




segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Sinal da Cruz, com fórmula para proteção contra todos os perigos


O Sinal da Cruz é um movimento ritual executado com as mãos por seguidores da maioria dos ramos do Cristianismo. O gesto mágico é realizado desenhando-se no ar uma cruz, sobre si mesmo, ou sobre outras pessoas e objetos que se deseje abençoar. Existem duas maneiras de fazer o Sinal da Cruz, uma seguida pelas Igrejas do Oriente e outra pelas Igrejas do Ocidente. 

O sinal pode ou não ser acompanhado por uma fórmula verbal:

CRUZ DIVINA, CAIA SOBRE MIM, 
QUEM NELA MORREU FALE POR MIM, 
QUE MEUS INIMIGOS FUJAM DE MIM 
- COM A MÃO A MÃO NA TESTA DIZER:
CHAGAS ABERTAS
- COM A MÃO NO PEITO DIZER:
CORAÇÃO FERIDO
- COM A MÃO NO OMBRO ESQUERDO DIZER:
O SANGUE DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO
- COM A MÃO NO OMBRO DIREITO DIZER:
LIVRAI-ME DE TODOS OS PERIGOS

Pelo sinal da Santa Cruz, livrai-nos, Deus nosso Senhor, dos nossos inimigos:

 Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

Amém


O sinal da cruz se faz da seguinte maneira: estendendo unidos os três dedos da mão direita (polegar, indicador e médio – simbolizando a Santíssima Trindade) e apoiando os outros dois sobre a palma da mão (anular e mínimo – simbolizando as duas naturezas – humana e divina de Cristo em uma só pessoa), levamos a mão assim formada, da fronte (1) para o peito (2) e depois, do ombro esquerdo (3) para o direito (4), dizendo: 


Em nome do Pai do Filho e do Espírito Santo. Que Assim Seja! (Amém).

 O Sinal da Cruz na Magia 


A Cruz Cabalística


Estudos feitos por célebres Ocultistas, como os de Helena Blavatsky, revelam que o Sinal da Cruz tem sido usado em todo o mundo já antes de Cristo. 

Na verdade, ele tem origem cabalística e possui um significado amplo, filosófico, desatado de crenças ou religiões. 

Em “Ísis Sem Véu” – uma das duas obras monumentais da filosofia esotérica – H.P.Blavatsky mostra em detalhes o processo pelo qual o cristianismo de Roma apropriou-se dos antigos conhecimentos das tradições “pagãs” de sabedoria e, em seguida, passou a perseguir estas mesmas tradições (inclusive a tradição judaica), destruindo suas obras escritas e matando os seus mestres e alunos.

Item por item, madame Blavatsky vai demonstrando que a teologia romana cristã tem várias raízes no “paganismo”. Na mesma obra, madame Blavatsky cita palavras de Eliphas Levi, em sua obra “Dogma e Ritual da Alta Magia”:

“O sinal da cruz adotado pelos cristãos não pertence exclusivamente a eles. Ele é cabalístico e representa as oposições e o equilíbrio quaternário dos elementos. Constatamos, na estrofe oculta do Pater, à qual aludimos em volume anterior desta obra, que havia originalmente duas maneiras de fazê-lo, ou, pelo menos, duas fórmulas muito diferentes para expressar o seu significado; uma reservada aos sacerdotes e aos iniciados; e outra, comunicada aos neófitos e aos profanos. Assim, por exemplo, o iniciado, levando a mão à fronte, dizia: ‘A ti’; então ele acrescentava; ‘pertencem’; e continuava, enquanto levava a mão ao peito – ‘o reino’; depois, ao ombro esquerdo; ‘a justiça’ ; e ao ombro direito; ‘e a compaixão’. Então ele juntava as mãos e acrescentava: ‘Através dos ciclos da geração: Tibi sunt Malkhuth, et Gerburah et Hesed, per Aeonas’ – um sinal da Cruz total e magnificamente cabalístico, que as profanações do gnosticismo fizeram a Igreja praticante e oficial perder por completo.”

Até aqui, Eliphas Levi, citado por H.P.B. Vejamos agora, ponto por ponto, algo sobre o significado deste gesto simbólico e das palavras cabalísticas associadas a ele: “A ti pertencem o reino, a justiça e a compaixão. Através dos ciclos de geração.”

1) “A ti pertencem” – As palavras “a ti” se referem a Atma, o sétimo princípio da anatomia oculta do ser humano. Este é o princípio supremo imortal, o eu superior que vive em unidade com a lei do universo, simbolicamente situado na testa. 

2) “o reino,” – Ou seja, o reino dos céus, situado no peito ou no coração. Esta é a consciência do mundo divino, a luz espiritual, Buddhi, o sexto princípio da compreensão universal das coisas, o amor universal. 

3) “a justiça e a compaixão.” – Estes são os dois pratos da balança. O reino dos céus (consciência divina) é feito de justiça e compaixão, e para afirmar-se necessita do equilíbrio entre estes dois fatores. Qualquer uma destas duas virtudes só pode existir com base na outra. Sem justiça, a compaixão é falsa. Sem compaixão, a justiça é falsa. Sem justiça e compaixão, não há consciência divina (reino dos céus). O amor universal é feito de justiça e compaixão. É graças às duas virtudes (inseparáveis do discernimento) que o estudante tem acesso ao princípio Supremo e superior (Atma), simbolicamente situado na testa.

4) Através dos ciclos da geração. – As palavras “os ciclos da geração” se referem ao caráter cíclico do tempo eterno e mais especificamente à reencarnações de cada individualidade humana. Aqui a sabedoria da Cabala aponta para a “doutrina dos ciclos”, uma parte essencial da teosofia. 

Os dois ombros humanos simbolizam a responsabilidade do indivíduo diante da vida. É a combinação de justiça (ombro esquerdo) e compaixão (ombro direito) que permite ter força e estabilidade ao longo de uma encarnação.

O sinal da cruz cabalístico aciona quatro fatores, e tem relação direta com os quatro elementos (fogo, água, terra e ar). Ele também se refere à Tetraktis ou Tétrade sagrada dos pitagóricos; aos quatro pontos cardeais; e ao Tetragrammaton, o nome de quatro letras da divindade na tradição mística judaico-cristã (IHVH). 

A dimensão geométrica e o significado interior do sinal da cruz têm fortes correlações com a filosofia maçônica e a sabedoria salomônica. O templo de Salomão, esotericamente, simboliza o corpo humano. 

Para a filosofia antiga e teosófica, como para o cristianismo autêntico, o corpo humano é o grande templo, e os templos físicos são apenas símbolos externos dele. O corpo é a casa do Espírito: “o Espírito está dentro de nós”. Em I Coríntios 3:16, o Novo Testamento afirma: “Não sabeis que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?” E em II Coríntios 16, lemos: “Porque vós sois o templo vivo de Deus”. 

Segundo a tradição, o templo de Salomão está voltado para o Leste e possui duas colunas, chamadas de “Boaz” e “Jachim”. Idealmente, ao fazer o sinal da cruz, o estudante de sabedoria divina não só se reconhece como um templo vivo, mas também está voltado fisicamente para o Leste, o Nascente. Seus ombros e braços correspondem às colunas. O termo “Boaz”, que corresponde ao ombro esquerdo ou coluna Norte, significa “na força” ou “em fortaleza”. O termo “Jachin”, que corresponde ao ombro direito ou coluna Sul, combina uma abreviatura de “Jeová” (Divindade) com um termo que significa “Estabelecer”. 

Assim, quando fazemos a correlação do sinal da cruz cabalístico-cristão com a tradição salomônica e maçônica, vemos o seguinte: 

“O reino dos céus (Jeová, a Sabedoria Divina) tem força, isto é, se estabelece como uma fortaleza, quando tem por base a Justiça.” 

Quando reconhecemos o corpo humano como um templo, isto é, um invólucro externo de uma presença divina interior, podemos perceber a relação prática entre o sinal da cruz cabalístico e outro campo de conhecimento, a Filosofia da Ioga. 

Vejamos, passo a passo, como se dá esta correlação. Inicialmente, enquanto o devoto pronuncia ou pensa as palavras “A ti pertencem”, o sinal da cruz ativa a testa, um ponto intermediário entre os dois chácras superiores, respectivamente localizados no alto da cabeça (chacra Sahasrara) e entre os dois olhos (chacra Ajna). 

A seguir, enquanto o devoto pronuncia as palavras “o reino”, o sinal da cruz toca uma parte do corpo que se refere ao chacra Anahata, localizado no coração. Em seguida, o estudante toca os dois ombros, pronunciando, respectivamente, as palavras “a justiça” (ombro esquerdo) e “a compaixão” (ombro direito). 

Os dois ombros simbolizam as duas correntes energéticas ou “colunas” (Nadis) que ligam os chacras, segundo a ioga. Uma das correntes é positiva e ativa: a Justiça. A outra é compreensiva e contemplativa: a Compaixão. 

Finalmente, ao unir as duas mãos enquanto pronuncia as palavras “Através dos ciclos de geração”, o devoto fecha o círculo harmonizando simbolicamente os dois hemisférios cerebrais, os dois nadis e as correntes yang e yin em sua natureza interior. 

Esta visão esotérica do sinal da cruz vai além de mostrar a relação viva que há entre o corpo e alma, ou e templo e o espírito. A prática original do sinal da cruz é, também, um modo ativo e consciente de expressar o compromisso do indivíduo atento com a consciência universal. 

Através do verdadeiro sinal de cruz, que nada tem a ver com superstições, o indivíduo se estabelece simbolicamente na consciência divina. Ele assume por mérito próprio “o poder que o faz parecer nada aos olhos dos outros”. Ele assume o poder de estar em união fraterna com a Lei Universal e com todos os seres.
__________
NOTAS:

 “Ísis Sem Véu”, Ed. Pensamento, SP, quatro volumes,  volume III, p. 84.  Veja também a edição brasileira de  “Dogma e Ritual da Alta Magia”, de Eliphas Levi, Ed. Pensamento,  SP, 466 pp.,  mais especificamente a página 269. Ao citar este trecho, levei em conta a edição original em inglês de “Ísis Sem Véu”, de H.P.B:  “Isis Unveiled”,  Theosophy Co., Los Angeles, volume II, p. 87.

Fonte: http://www.filosofiaesoterica.com/ler.php?id=567 - A Teosofia do Sinal da Cruz - O Significado Universal de um Velho Símbolo Cristão - por Carlos Cardoso Aveline




quarta-feira, 17 de junho de 2015

A mais antiga oração à Nossa Senhora

“À vossa proteção recorremos, Santa Mãe de Deus. Não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos sempre de todos os perigos, ó Virgem gloriosa e bendita!”.

Para pedir que a Santa Mãe de Deus nos livre de todos os perigos


Simples, igual a Maria...

Em 1927, no Egito, encontram um fragmento de papiro que remonta ao século III. 

Este fragmento continha a mais antiga oração a Nossa Senhora que se conhece. 

Eis a oração:

À vossa proteção recorremos, Santa Mãe de Deus.
Não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades,
mas livrai-nos sempre de todos os perigos,
ó Virgem Gloriosa e Bendita!”.
 


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