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sábado, 28 de novembro de 2015

Hermes Trismegisto, o "Cristo Egípcio"

Hermes Trismegisto, o Três vezes Grande "Cristo dos Egípcios"

Transcorridos 6.500 anos, desde a era Hindú de Krishna, iniciou-se a formação da terceira sub-raça que, segundo o V.M. Samael Aun Weor, foi constituída pelos antigos povos da Caldeia, Babilônia e Egito, o país dos faraós, onde floresceu uma poderosa civilização cujas origens são remetidas a mais de 6.000 anos a. C.

Os egípcios conheceram profundamente os mistérios iniciáticos e possuíam grandes conhecimentos mágicos. Dominavam astrologia, as altas matemáticas, o esoterismo oculto do septenário teosófico e a ciência do Grande Arcano. Rendiam culto à Isis (a Divina Mãe), Osíris, Horus e Rá.

Hermes Trismegisto ou Toth

Em latim, Hermes Trismegistus (“Hermes, o três vezes grande”) é o nome dado pelos neoplatônicos, místicos e alquimistas ao deus egípcio Toth (ou Tehuti), identificado com o deus grego Hermes. Ambos eram os deuses da escrita e da magia nas respectivas culturas.

Toth simbolizava a lógica organizada do universo. Era relacionado aos ciclos lunares, cujas fases expressam a harmonia do universo. Referido nos escritos egípcios como “duas vezes grande”, era o deus do verbo e da sabedoria, sendo naturalmente identificado com Hermes. 

Na atmosfera sincrética do Império Romano, deu-se ao deus grego Hermes o epíteto do deus egípcio Toth.

Como “escriba e mensageiro dos deuses” no Egito Helenístico, Hermes era tido como o autor de um conjunto de textos sagrados, ditos “herméticos”, contendo ensinamentos sobre artes, ciências e religião e filosofia – o Corpus Hermeticum – cujo propósito seria a deificação da humanidade através do conhecimento de Deus. É pouco provável que todos esses livros tenham sido escritos por uma única pessoa, mas representam o saber acumulado pelos egípcios ao longo do tempo, atribuído ao grande deus da sabedoria.

O Corpus Hermeticum, datado provavelmente do século I ao século III a. C., representou a fonte de inspiração do pensamento hermético e neoplatônico renascentista. Na época acreditava-se que o texto remontasse à antiguidade egípcia, anterior a Moisés e que nele estivesse contido também o prenúncio do cristianismo.

Segundo Clemente de Alexandria, eram 42 livros subdivididos em seis conjuntos. O primeiro tratava da educação dos sacerdotes. O segundo, dos rituais do templo. O terceiro, de geologia, geografia, botânica e agricultura. O quarto, de astronomia e astrologia, matemática e arquitetura. O quinto continha os hinos em louvor aos deuses e um guia de ação política para os reis. Já o sexto era um texto médico. Costumava-se creditar também a Hermes Trismegisto o Livro dos Mortos ou o Livro da Saída da Luz, além do mais famoso texto alquímico – a “Tábua de Esmeralda”.

Eles são o resumo dos ensinamentos do maior sábio do antigo Egito que ficou conhecido na Grécia pelo nome de “Hermes, o Trismegisto, o Três Vezes Grande”. Ele era Toth, o deus da sabedoria, cultuado em Jemenu (atual Hermópolis), onde ele viveu.

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Sinais que sua alma reencarnou nesta vida

A reencarnação está se tornando um tema comum. Enquanto pesquisas descobriram que a crença americana em Deus diminuiu, a crença na reencarnação permanece estável em cerca de 25%.

Reencarnação é a crença de que você não nasce, vive, e morre para sempre. É a ideia de que nós nascemos, morremos, e, em seguida, nascemos de novo.

Alguns pensam que a reencarnação tem o  propósito de ensinar nossas almas alguma grande lição, o que lhes permite serem purificadas e chegar aos céus. Outros acreditam que é um processo contínuo e não há como pará-lo.

Com cada vez mais e mais pessoas assumindo a ideia da reencarnação, confira a seguir os sinais de que este não é o primeiro rodeio da sua alma:

1. Você tem o melhor detector de coisas ruins

É aparentemente curiosa a forma como você pode sentir coisas estranhas no ar. Você é inexperiente, mas tem a incrível sensação de que já fez tudo isso antes. Você não tem tempo para isso. Isso porque você já passou pela vida algumas vezes e está familiarizado com coisas estranhas. Estime isso. Nem todo mundo possui esse “dom”.

2. Você não se sente em casa em lugar nenhum

É uma sensação muito estranha não saber exatamente onde sua casa é. Nenhum lugar na Terra realmente te atrai, permitindo-lhe o repouso dos olhos cansados. É como se você estivesse com saudades de sua casa de infância, como se você ainda estivesse lá.

Sua alma pode ter saudade do que alguns chamam de “Paraíso” ou “O Mundo Espiritual”. Talvez o lugar para onde vamos ”entre vidas” seja impressionante… ou talvez seja apenas bonito, maravilhoso e pacífico. Talvez encontremos nossos velhos amigos e parentes lá. É difícil saber quanto tempo podemos passar lá durante o nosso ”intervalo de vidas”.

3. Você está especialmente interessado em lições de vida

Por todos os lados, você parece estar aprendendo alguma grande lição. Você está passando por coisas emocionalmente e sente como se nesta vida estivesse evoluindo muito. Isso pode significar que a sua alma está amadurecendo, que está pronta para embarcar em sua próxima aventura  não-terrestre.

Pensa-se que as almas podem crescer ao longo do tempo e vidas e que as dificuldades que experimentamos também. Se você sente que está aprendendo muitas lições na vida, sua alma está provavelmente crescendo.

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

A evolução, se dá, através do amor

Nosso corpo físico é apenas o corpo mais denso dentre os corpos que possuímos.

Nossa meta aqui é aprendermos, através de diversas encarnações e experiências diferentes, a nos desapegarmos da ilusão da matéria e dos sentimentos ruins que esse apego proporciona.

Somente o amor nos mostrará a nossa verdadeira essência, que no íntimo já sabemos e sentimos, essência esta que é a Luz.

Aos poucos, então, iremos nos livrando dos corpos mais densos e nos aproximando um pouco mais de Deus.

"A maior festa é aquela que acontece nos salões do coração.
É a festa do Amor. E o traje não é a rigor, é de Luz.
Quem ama, sabe."

Fonte: https://www.instagram.com/p/-JwZaJHSru/

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

A religião e seu papel no "Despertar de uma Nova Consciência"




Qual é o papel das religiões estabelecidas no surgimento da nova consciência?

Muitas pessoas já reconhecem a diferença entre espiritualidade e religião. Elas compreendem que ter um sistema de crenças – um conjunto de pensamentos entendido como a verdade absoluta – não torna ninguém espiritualizado, não importa qual seja a natureza dessas convicções. Na realidade, quanto mais um indivíduo faz de seus pensamentos (crenças) sua própria identidade, mais se distancia da dimensão espiritual que existe dentro dele.

Muitas pessoas “religiosas” estão presas nesse nível. Para elas, a verdade equivale ao pensamento. Como estão completamente identificadas com o pensamento (sua mente), consideram-se detentoras exclusivas da verdade, o que é uma tentativa inconsciente de proteger a própria identidade. Elas não compreendem as limitações do pensamento. A seus olhos, qualquer indivíduo que acredite (pense) de modo diferente está errado. Num passado não muito distante, isso lhes serviria de justificativa para matar alguém. E ainda há quem faça isso hoje em dia.

A nova espiritualidade, a transformação da consciência, está surgindo em grande parte fora das estruturas das religiões institucionalizadas. Sempre houve bolsões de espiritualidade, até mesmo nas religiões dominadas pela mente, embora as hierarquias formais tentassem eliminá-los por considerá-los uma ameaça. O fato de que a espiritualidade está aparecendo em larga escala fora das estruturas religiosas é algo inteiramente novo. No passado, isso teria sido inconcebível, sobretudo no Ocidente, terra das culturas mais controladas pela mente, onde a Igreja Cristã detinha uma franquia virtual da espiritualidade. Ninguém podia falar a uma platéia sobre esse tema nem publicar um livro sobre o assunto sem a autorização da Igreja, caso contrário seria silenciado.

Hoje em dia, porém, mesmo dentro de determinadas crenças e religiões, há sinais de mudança. Isso é confortador, e qualquer pessoa se sente grata pelos sinais de abertura, como foram as visitas do Papa João Paulo II a uma mesquita e a uma sinagoga.

Em parte como resultado dos ensinamentos espirituais que surgiram fora das religiões estabelecidas, mas também em decorrência da influência da antiga sabedoria do Oriente, um número cada vez maior de seguidores das religiões tradicionais tem sido capaz de deixar de lado a identificação com a forma, o dogma e um sistema de crenças rígido. 

Essas pessoas têm descoberto a profundidade original que está oculta em sua própria tradição espiritual ao mesmo tempo que encontram a profundidade dentro de si mesmas. Elas compreendem que seu “grau de espiritualidade” não está absolutamente relacionado com aquilo em que acreditam, porém que ele tem tudo a ver com seu estado de consciência. Isso, por sua vez, determina como alguém age no mundo e interage com os outros.

Aqueles que não são capazes de ver além da forma ficam mais arraigados a suas crenças, isto é, a seus próprios pensamentos.

Hoje em dia, estamos testemunhando não apenas uma influência sem precedentes da consciência como também uma resistência e uma intensificação do ego. Há instituições religiosas abertas à nova consciência, enquanto outras endurecem suas posições doutrinárias e se tornam parte de todas aquelas estruturas artificiais que o ego coletivo usa para se defender e “revidar”.

Algumas Igrejas e seitas, assim como determinados cultos ou movimentos religiosos, são em essência entidades egóicas coletivas, uma vez que se identificam rigidamente com suas convicções mentais, a exemplo do que fazem os adeptos de qualquer ideologia política fechada a todo tipo de interpretação alternativa da realidade.

Mas o ego está destinado a se dissolver, e todas as suas estruturas rígidas – sejam elas instituições religiosas, corporações, governos ou entidades de outro tipo – irão se desintegrar de dentro para fora, mesmo que pareçam estar profundamente protegidas.

As estruturas mais inflexíveis, as mais impermeáveis à mudança, serão as primeiras a desmoronar. Isso já aconteceu no caso do comunismo soviético. Por mais resguardado, por mais sólido e monolítico que se mostrasse, em poucos anos esse sistema se decompôs de dentro para fora. Ninguém tinha previsto esse fato. Todos foram surpreendidos. E há muito mais surpresas aguardando por nós.

por Eckhart Tolle,
Trecho do livro Um Novo Mundo – O Despertar de uma Nova Consciência.”

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segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Dia de Omolu, Obaluaê





Obaluaê quer dizer “Rei e Senhor da terra” sua veste é palha e esconde o segredo da vida e da morte. Está relacionado à terra quente e seca, como o calor do fogo e do sol – calor que lembra a febre das doenças infecto-contagiosas. Conta-se em Ibadã que Obaluaê teria sido antigamente o Rei dos Tapás. Uma lenda de Ifá confirma esta última suposição. 

Obaluaê era originário de Empê – Tapá e havia levado seus guerreiros em expedição aos quatros cantos da terra. Uma ferida feita por suas flechas tornava as pessoas cegas, surdas ou mancas.

Obaluaê representa a terra e o sol, aliás, ele é o próprio sol, por isso usa uma coroa de palha (azê) que tampa seu rosto, porque sem ela as pessoas não poderiam olhar para ele. Ninguém pode olhar o sol diretamente. Está fortemente relacionado os troncos e os ramos das árvores e transporta o axé preto, vermelho e branco. Sua matéria de origem é a terra e, como tal, ele é o resultado de um processo anterior. Relaciona-se também com os espíritos contidos na terra.

Seu poder está extraordinariamente ligado à morte. Oba significa Rei (Oni), Ilu espíritos e Aiyê (significa terra), ou seja, Rei de Todos os Espíritos do Mundo. Ele lidera e detém o poder dos espíritos e dos ancestrais, os quais o seguem. Oculta sob o saiote o mistério da morte e do renascimento (o mistério do gênesis). Ele é a própria terra que recebe nossos corpos para que vire pó.

Atotô Abaluaiê! Saravá nosso pai Omolú! Atotô Babá!

Hoje, "Dia dos Mortos", saúdo meus ancestrais! Axé Babá!