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quarta-feira, 23 de abril de 2014

Ogum ⚔️ São Jorge

I. MEU SÃO JORGE! OGUM-NHÊ!

MEU SÃO JORGE! OGUM-NHÊ!

"SANTO PADROEIRO DA INGLATERRA, PORTUGAL E GRÉCIA – COMO JORGE DE CAPADÓCIA, E DO RIO DE JANEIRO, ONDE É REVERENCIADO NO DIA 23 DE ABRIL.

UM SANTO HOMEM JUSTAMENTE VENERADO POR TODOS, MAS CUJOS ATOS SÃO CONHECIDOS SOMENTE POR DEUS;

PEDIMOS PARA ABATER A BESTA QUE HABITA AS PROFUNDEZAS DO NOSSO ÍNTIMO, PERMITINDO-NOS VIVER UMA SANTA VIDA E MERECER A GRAÇA DE UMA BOA MORTE, NA PAZ DE DEUS, AMÉM!"

II. A SÃO JORGE

"Ó Deus, que nos alegrais com os méritos e as orações de vosso mártir São Jorge, concedei-nos, benignamente, que, implorando os vossos benefícios por sua intercessão, os obtenhamos pelo efeito de vossa graça. Por Nosso Senhor Jesus Cristo que convosco vive e reina pelos séculos dos séculos. Vós me protegestes, ó Deus, contra conspiração dos malignos e da multidão dos que praticam a iniquidade. Aleluia, aleluia. Ouvi ó Deus a minha oração, assim vos imploro, livrai a minha alma do temor do inimigo. Amém!"

III. ORAÇÃO A SÃO JORGE

"São Jorge, cavaleiro corajoso, abri os meus caminhos, ajudai-me a conseguir um bom emprego; fazei com que eu seja bem quisto por todos: superiores, colegas e subordinados.

Que a paz e o amor e a harmonia estejam sempre presentes no meu coração, no meu lar e no meu serviço; velai por mim e por meus familiares; protegei-nos sempre, abrindo e iluminando os nossos caminhos, ajudando-nos também a transmitirmos paz, amor e amizade entre todos os que nos cercam.

São Jorge Guerreiro, protegei-nos e abençoai-nos. Assim seja!"

IV. PODEROSAS ORAÇÕES A SÃO JORGE

PODEROSAS ORAÇÕES A SÃO JORGE

"Chagas abertas, Sagrado Coração, todo amor e bondade, o sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, no meu corpo se derramem hoje e sempre.

Eu andarei vestido e armado com as armas de São Jorge. Para que meus inimigos, tendo pés, não me alcancem, tendo mãos, não me peguem, tendo olhos não me enxerguem, e nem pensamentos eles possam ter para me fazer o mal.

Armas de fogo meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrem sem ao meu corpo chegar, cordas e correntes se rebentem, sem o meu corpo amarrar.

Jesus Cristo protege-me e defende-me com o poder de tua Divina Graça e a Virgem de Nazaré me cubra com o sagrado e divino manto, protegendo-me em todas as minhas dores e aflições; Deus, com sua Divina Misericórdia e grande poder seja o meu defensor contra a maldade e perseguição de meus inimigos.

Oh! Glorioso São Jorge, em nome de Deus, em nome da Virgem de Nazaré, e em nome da falange do Divino Espírito Santo, estendei-me o vosso escudo e vossas poderosas armas, defendendo-me com vossa força e vossa grandeza, do poder de meus inimigos carnais e espirituais, e de todas as suas más influencias e que debaixo das patas do vosso fiel ginete, meus inimigos fiquem humildes e obedientes a vós, sem se atreverem a ter um olhar sequer, que me possa prejudicar.

Assim seja, com o poder de Deus, de Jesus e da falange do Divino Espírito Santo.

Amém!

Eu andarei vestido e armado, com as armas de São Jorge. Para que meus inimigos tendo pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me enxerguem, nem pensamentos eles possam ter para me fazerem mal. armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrem sem ao meu corpo chegar, cordas e correntes se quebrem sem ao meu corpo, amarrar.

São Jorge, cavaleiro corajoso, intrépido e vencedor; abre os meus caminhos. ajuda-me a conseguir um bom emprego; faze com que eu seja bem quisto por todos: superiores, colegas e subordinados. que a paz, o amor e a harmonia estejam sempre presentes no meu coração , no meu lar e no meu serviço; vela por mim e pelos meus , protegendo-nos sempre , abrindo e iluminando os nossos caminhos , ajudando-nos também a transmitirmos paz, amor e harmonia a todos que nos cercam. Amém."


Rezar 1 Pai-Nosso, 1 Ave-Maria e 1 Glória ao Pai

Uma corrente pela paz e prosperidade é realizada todo 3º domingo do mês, fazendo esta oração.

V. ORAÇÃO COM A ESPADA DE OGUM EM PUNHO

"Oh! Glorioso Guerreiro São Jorge, eu te suplico confiante que serei atendido, neste momento difícil da minha vida, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, com Vossa Espada de Luta, venha cortar todo mal e principalmente (faz o pedido).  Com a força do teu poder de defesa, eu me coloco na proteção do teu escudo, para combater o bom combate contra todo mal ou influência negativa que estiver em meu caminho.   Amém.  São Jorge Cavaleiro, guiai-me. São Jorge Guerreiro, defendei-me. São Jorge Mártir, protegei-me."

"Oh! Glorioso Guerreiro São Jorge, eu te suplico confiante que serei atendido, neste momento difícil da minha vida, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, com Vossa Espada de Luta, venha cortar todo mal e principalmente (faz o pedido).

Com a força do teu poder de defesa, eu me coloco na proteção do teu escudo, para combater o bom combate contra todo mal ou influência negativa que estiver em meu caminho. 

Amém.

São Jorge Cavaleiro, guiai-me. São Jorge Guerreiro, defendei-me. São Jorge Mártir, protegei-me."

Observação: Todo devoto de São Jorge deve empunhar a espada (não precisa ser uma espada de metal, pode ser a erva espada de São Jorge) sempre que rezar esta oração.

VI. PRECE PARA TER A PROTEÇÃO DIÁRIA DE OGUM

"Meu Pai Ogum, meu Orixá Protetor, me proteja de dia e de noite de todas as demandas e de todos meus inimigos, carnais e espirituais. Elimine tudo de ruim que possa atrapalhar ou ameaçar a minha vida ou das pessoas que amo, corte todas as energias que me impedem de caminhar, abre meus caminhos tirando de perto de mim a inveja e a falsidade, que nenhum pensamento lançado contra mim possa me atingir. Que assim seja! Patacori, Ogunhê!"


Lenda de Ogum :: Segundo a tradição do Candomblé

Ogum dá ao homem o segredo do ferro:

Na Terra criada por Obatalá, em Ifé, os orixás e os seres humanos trabalhavam e viviam em igualdade. Todos caçavam e plantavam usando frágeis instrumentos feitos de madeira, pedra ou metal mole. Por isso o trabalho exigia grande esforço. Com o aumento da população de Ifé, a comida andava escassa. Era necessário plantar uma área maior.

Os orixás então se reuniram para decidir como fariam para remover as árvores do terreno e aumentar a área de lavoura. Ossain, o orixá da medicina, dispôs-se a ir primeiro e limpar o terreno. Mas seu facão era de metal mole e ele não foi bem sucedido. Do mesmo modo que Ossain, todos os outros Orixás tentaram, um por um, e fracassaram na tarefa de limpar o terreno para o plantio. Ogun, que conhecia o segredo do ferro, não tinha dito nada até então. Quando todos os outros Orixás tinham fracassado, Ogun pegou seu facão, de ferro, foi até a mata e limpou o terreno. Os Orixás, admirados, perguntaram a Ogun de que material era feito tão resistente facão. Ogun respondeu que era o ferro, um segredo recebido de Orunmilá. Os Orixás invejaram Ogun pelos benefícios que o ferro trazia, não só à agricultura, como à caça e até mesmo à guerra.

Por muito tempo os Orixás importunaram Ogun para saber do segredo do ferro, mas ele mantinha o segredo só para si. Os Orixás decidiram então oferecer-lhe o reinado em troca do que ele lhes ensinasse tudo sobre aquele metal tão resistente. Ogun aceitou a proposta. Os humanos também vieram a Ogun pedir-lhe o conhecimento do ferro. E Ogun lhes deu o conhecimento da forja, até o dia em que todo caçador e todo guerreiro tiveram sua lança de ferro. Mas, apesar de Ogun ter aceitado o comendo dos Orixás, antes de mais nada ele era um caçador. Certa ocasião, saiu para caçar e passou muitos dias fora numa difícil temporada.

Quando voltou da mata, estava sujo e maltrapilho. Os Orixás não gostaram de ver seu líder naquele estado. Eles o desprezaram e decidiram destituí-lo do reinado. Ogun se decepcionou com os Orixás, pois, quando precisaram dele para o segredo da forja, eles o fizeram rei e agora dizem que não era digno de governá-los. Então Ogun banhou-se, vestiu-se com folhas de palmeira desfiadas, pegou suas armas e partiu. Num lugar distante chamado Irê, construiu uma casa embaixo da arvore de Acoco e lá permaneceu. Os humanos que receberam de Ogun o segredo do ferro não o esqueceram. Todo mês de dezembro, celebravam a festa de Uidê Ogun. Caçadores, guerreiros, ferreiros e muitos outros fazem sacrifícios em memória de Ogun. Ogun é o senhor do ferro para sempre.

Ogum torna-se o rei de Irê:

Quando Odudua reinava em Ifé, mandou seu filho Ogum guerrear e conquistar os reinos vizinhos. Ogum destruiu muitas cidades e trouxe para Ifé muitos escravos e riquezas, aumentando de maneira fabulosa o império de seu pai. Um dia, Ogun lançou-se contra a cidade de Irê, cujo povo o odiava muito. Ogum destruiu tudo, cortou a cabeça do rei de Irê e a colocou num saco para dá-la a seu pai. Alguns conselheiros de Odudua souberam do presente que Ogum trazia para o rei seu pai. Os conselheiros disseram a Odudua que Ogum desejava a morte do próprio pai para usurpar-lhe a coroa. Todos sabem que um rei deve ver a cabeça decaptada de outro rei. Ogum não conhecia esse tabu. Odudua imediatamente enviou uma delegação para encontrar Ogum fora dos portões da cidade. Após muitas explicações, Ogum concordou em entregara cabeça do rei de Irê aos mensageiros de Odudua. O perigo havia acabado. Ogum fora encontrado antes de chegar ao palácio de seu pai. Como Odudua queria recompensar o seu filho mais querido, presenteou Ogum com o reino de Irê e todos os prisioneiros e riquezas conquistadas naquela guerra.

Assim Ogum tornou-se o Onirê, o rei de Irê.

Ogum livra um pobre de seus exploradores:

Um pobre homem peregrinava por toda parte, trabalhando ora numa, ora noutra plantação. Mas os donos da terra sempre o despediam e se apoderavam de tudo o que ele construía. Um dia esse homem foi a um babalawo, que o mandou fazer um ebó na mata. Ele juntou o material e foi fazer o despacho, mas acabou fazendo tal barulho que Ogum, o dono da mata, foi ver o que ocorria. O homem, então, deu-se conta da presença de Ogune caiu a seus pés, implorando seu perdão por invadir a mata. Ofereceu-lhe todas as coisas boas que ali estavam. Ogum aceitou e satisfez-se com o ebó. Depois conversou com o peregrino, que lhe contou por que estava naquele lugar proibido. Falou-lhe de todos os seus infortúnios. Ogum mandou que ele desfiasse folhas de dendezeiro, mariwo, e as colocasse nas portas das casas de seus amigos, marcando assim cada casa a ser respeitada, pois naquela noite Ogum destruiria a cidade de onde vinha o peregrino. Seria destruído até o chão. E assim se fez.

Ogum destruiu tudo, menos as casas protegidas pelo mariwo.


Ogum chama a Morte para ajudá-lo numa aposta com Xangô:

Ogum e Xangô nunca se reconciliaram. Vez por outra digladiavam-se nas mais absurdas querelas. Por pura satisfação do espírito belicoso dos dois. Eram, os dois, magníficos guerreiros. Certa vez Ogum propôs a Xangô uma trégua em suas lutas, pelo menos até que a próxima lua chegasse.

Xangô fez alguns gracejos, Ogum revidou, mas decidiram-se por uma aposta, continuando assim sua disputa permanente. Ogum propôs que ambos fossem a praia e recolhessem o maior número de búzios que conseguissem. Quem juntasse mais, ganharia. e quem perdesse daria ao vencedor o fruto da coleta. Puseram-se de acordo.

Ogum deixou Xangô e seguiu para a casa de Oiá, solicitando-lhe que pedisse a Iku que fosse à praia no horário que tinha combinado com Xangô. Oiá aquiesceu, mas exigiu uma quantia em ouro como pagamento, que recebeu prontamente. Na manhã seguinte, Ogum e Xangô apresentaram-se na praia e imediatamente o enfrentamento começou. Cada um ia pegando os búzios que achava. Vez por outra se entreolhavam. Xangô cantarolava sotaques jocosos contra Ogum. Ogum, calado, continuava a coleta. Oque Xangô não percebeu foi a aproximação de Iku. Ao erguer os olhos, o guerreiro deparou com a morte, que riu de seu espanto. Xangô soltou o saco da coleta, fugindo amedrontado e escondendo-se de Iku. À noite Ogum procurou Xangô, mostrando seu espólio. Xangô, envergonhado, abaixou a cabeça e entregou ao guerreiro o fruto de sua coleta.

COR: vermelha e branca  AMALÁ: 14 velas branca e vermelha ou 7 brancas e 7 vermelhas, cerveja branca em coité, 7 charutos, peixe de escama e de água doce, ou camarão seco, amendoins e frutas, de preferência, dentre elas, uma manga (melhor a espada), fitas vermelha e branca. Local de entrega, uma campina.  ERVAS: (Banho de descarrego): Aroeira – Pata de Vaca – Carqueja Losna – Folhas de Romã – Espada de São Jorge – Flecha de Ogum – Cinco Folhas – Macaé – Folhas de Jurubeba.  SAUDAÇÃO: "OGUNHÊ!" "PATACORI OGUM!"

Ogum = São Jorge (23 de abril)

COR: vermelha e branca

AMALÁ: 14 velas branca e vermelha ou 7 brancas e 7 vermelhas, cerveja branca em coité, 7 charutos, peixe de escama e de água doce, ou camarão seco, amendoins e frutas, de preferência, dentre elas, uma manga (melhor a espada), fitas vermelha e branca. Local de entrega, uma campina.

ERVAS: (Banho de descarrego): Aroeira – Pata de Vaca – Carqueja Losna – Folhas de Romã – Espada de São Jorge – Flecha de Ogum – Cinco Folhas – Macaé – Folhas de Jurubeba.

SAUDAÇÃO: "OGUNHÊ!" "PATACORI OGUM!"

(A erva "Comigo Ninguém Pode" é bom ter em casa para proteção, más não usar em banhos de descarrego, porque provoca irritação da pele.)

 







quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Saudação aos Orixás e às Entidades de Umbanda



Para cada Orixá e Linha de Umbanda, fazemos uma saudação verbal específica, saudando a entidade, demonstrando assim nosso respeito. 

Só não se preocupe em lembrar de tudo, pois à todos os Orixás ou entidades, que trabalham na Umbanda, basta dizer Saravá! (salve) ou na Quimbanda, se você quiser também pode dizer Sarabumba!

Oxalá – Êpa Babá Oxalá! ~ Oxalá Babá!

Baianos – Salve a Bahia, Saravá Baianos!

Boiadeiro – Ê Boi! ~ Arrobaché Boiadeiro!

Caboclo – Okê Caboclo!

Cigano –  Optcha! ~ Arriba! ~  Saravá Ciganos!

Crianças - Oni Ibejada! ~  Erê! ~  Saravá Erê!

Exú – Laroiê Exú, Emojibá! ~  Sarabumba!

Exú Mirim – Larôie Exú Mirim!

Iansã – Eparrei Oyá! ~  Saravá Iansã!

Iemanjá – Odoiá! ~ Odociá! ~  Saravá Mãe Iemanjá!

Ifá – Agô-Ifá!

Malandros - Boa noite! ~ Salve malandragem!

Marinheiro – Trunfê! ~ Trunfá! ~ Salve a Marinha! ~ Saravá Marujada!

Nanã de Buruquê – Saluba Nanã! ~ Saravá Nanã Burukê!

Ogum – Ogunhê Patakori! ~ Saravá Pai Ogum!

Omolu/Obaluaê – Atotô Babá! ~ Atotô Abaluaiê!

Ossaim – Eô Eô Ossaim!

Oxóssi – Okê Odé! ~ Okê Arô! ~ Okê Oxóssi!

Oxum – Ayê yê Ô mamãe Oxum! ~ Saravá Mamãe Oxum!

Oxum Maré – Arrobobôi Oxumaré!

Pomba-Gira – Larôie Bombogira! ~ Saravá Pombagira!

Povo do Oriente - Ori!~ Salve o Povo do Oriente!

Preto Velho – Adorêi as almas! ~ Saravá!

Xangô – Kaô Ô Cabecile Obá! ~ Saravá Xangô!

Se alguém lembrar de mais alguma, por favor, não se acanhe e poste nos cometários. O espaço é nosso!
 

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Iemanjá ~ the african goddess worshiped in Brazil

The goddess is known as Iemanjá, Yemanjá, Yemaya or Janaína in Brazilian Candomblé and Umbanda religions.

The Umbanda religion worships Iemanjá as one of the seven Orixás of the African Pantheon. She is the Queen of the Ocean, the patron deity of the fishermen and the survivors of shipwrecks, the feminine principle of creation and the spirit of moonlight. A syncretism happens between the catholic Nossa Senhora dos Navegantes (Our Lady of the Seafaring) and the orixá Iemanjá of the African Mithology. Sometimes, a feast can honor both.

In Salvador, Bahia, Iemanjá is celebrated by Candomblé in the very day consecrated by the Catholic Church to Our Lady of Seafaring (Nossa Senhora dos Navegantes). Every February 2 thousands of people line up at dawn to leave their offerings at her shrine in Rio Vermelho.

Offering to Iemanjá

Small boat with Iemanjá image, flowers and gifts. Gifts for Iemanjá usually include flowers and objects of female vanity (preferably, of course, biodegradable items, which does not harm sea life). These are gathered in large baskets and taken out to the sea by local fishermen. Afterwards a massive street party ensues.

Iemanjá is also celebrated every December 8 in Salvador, Bahia. The Festa da Conceição da Praia (Feast to Our Lady of Conception of the church at the beach) is a city holiday dedicated to the catholic saint and also to Iemanjá. Another feast occur this day in the Pedra Furada, Monte Serrat in Salvador, Bahia, called the Gift to Iemanjá, when fishermen celebrate their devotion to the Queen of the Ocean.

Outside Bahia State, Iemanjá is celebrated mainly by followers of the Umbanda religion

On New Year's Eve in Rio de Janeiro, millions of cariocas, of all religions, dressed in white gather on Copacabana beach to greet the New Year, watch fireworks, and throw flowers and other offerings into the sea for the goddess in the hopes that she will grant them their requests for the coming year. Some send their gifts to Iemanjá in wooden toy boats. Paintings of Iemanjá are sold in Rio shops, next to paintings of Jesus and other catholic saints. They portray her as a woman rising out of the sea. Small offerings of flowers and floating candles are left in the sea on many nights at Copacabana.

In São Paulo State, Iemanjá is celebrated in the two first weekends of December on the shores of Praia Grande city. During these days many vehicles garnished with Iemanjá icons and colors roam from the São Paulo mountains to the sea littoral, some of them traveling hundreds of miles. Thousands of people rally near Iemanjá's statue in Praia Grande beach.

Offering to Iemanjá
In Pelotas, Rio Grande do Sul State, on February 2, the image of Nossa Senhora dos Navegantes is carried to the port of Pelotas. Before the closing of the catholic feast, the boats stop and host the Umbanda followers that carry the image of Iemanjá, in a syncretic meeting that is watched by thousand of people on the shore.

Myth
Culture/Origin: West African (Yoruba)

Yemaya is a West African creation goddess, often depicted as a mermaid. She is associated with the moon, the ocean and female mysteries. Typically portrayed as a beautiful woman, Yemaya governs the household and intervenes in women's affairs. She is a merciful goddess, invoked by women for aid in childbirth, love and healing. She rules over the conception and birth of children and ensures their safety during childhood. As a creation goddess, Yemaya's womb spilled forth the fourteen Yoruba goddesses and gods, and the breaking of her uterine waters caused a great flood, which created the oceans. From her body the first human woman and man, who became the parents of all mortal beings on earth, were born.


Yemaya's Wisdom

I nurture, heal, touch, bless, comfort and make whole that which is incomplete. I am within you and you need only look inside yourself to find my eternal presence.

Yemayaís name may be spelled Yemalla, Yemalia, and in many other ways. She rules the sea, the Moon, dreams, deep secrets, sea shells, ancient wisdom, salt water, fresh water, ocean secrets, the collective unconscious, and the surface of the ocean, seas, and lakes. Her many titles include Queen of Witches, Mother of Fishes, The Constantly Coming Woman, The Ocean Mother, Mother of Dreams and Secrets, Mother of All, Mother of the Sea, Holy Queen Sea, The Womb of Creation, Mother of Pearl, Stella Maris (star of the sea), and Yeyé Omo Eja, Mother Whose Children Are the Fish. In Africa she is Mama Watta, Mother of Waters.

The African disapora spread Yemaya's worship to the New World, where she was syncretized with Mary as Our Lady of Regla (Virgin of Madrid), and Our Lady of the Immaculate Conception. In Cuba she is Yemaya, Yemaya Achabba (stern aspect), Yemaya Oqqutte (violent aspect), Yemaya Olokun (powerful dream aspect), and Yemaya Ataramagwa, Queen of the Sea. In Trinidad she is Emanjah, a river goddess. In Brazil she is an ocean goddess called Yemanja and Imanje. In Haiti her name is Agwe, Mother of the Sea, and in New Orleans she is called La Balianne.

The cowrie shell is Yemaya's symbol, and fish are sacred to her. Her jewels include crystals, pearls, and mother of pearl. Blue, white, and silver are Yemaya's colors. Seven is her number. Yemaya is celebrated on February 2 and December 31, when offerings are made to her. She is also honored on September 7, September 9, and on the eve of Summer Solstice, by casting flowers and votive boats into water. There is a Brazilian tradition of the candelaria on December 31, lighting candles on the beach at midnight for Yemanje. Votive boats made from flowers are cast into the sea. It is a good omen for the coming year if she accepts your boat, and carries it out to sea. It is a bad omen if your offering is refused, and your boat is washed back upon the shore.


Invoke Yemaya for blessings, compassion, wisdom, fertility, creation, riches, inspiration, motherhood, female power, natural wealth, love spells, wish magic, sea spells, fertility rituals, water magic, women's issues, having children, sustaining life, washing away sorrow, revealing mysteries, acquiring ancient wisdom, protecting the home, learning not to give your power away, and comforting children in crisis. Invoke her as Erzulie for beauty, good fortune, and good health. Invoke her as Yemoja to cure infertility, as Yemana for rain, as Emanjah for teaching children, as Yemaya Olokun for dream magic and protecting babies in the womb; and as Yemaya Ataramagwa for money spells. Invoke Yemaya as Agwe for affection and blessings.

Yams, grain, soap, perfume, jewelry, and fabric are all traditional offerings to Yemaya, thrown into the sea. Rams are also sacrificed to her. Wear pearls or crystal beads to invoke her. To ask Yemaya to grant a wish or bestow a blessing, write her a letter and cast it into the sea.


quarta-feira, 14 de abril de 2010

Orixás que regem os dias da semana e seus arquétipos



Cada Orixá é regente de um determinado dia da semana. Estas divindades, com nomes de Matriz Africana podem influenciar a essência dos que nascem sob sua proteção, ou seja, no dia da semana respectivo ao Orixá regente. Existem outras vesões para o dia da semana correspondente a cada Orixá, este fato se deve a diversidade do culto aos mesmos nos cultos de Umbanda, Candomblé e demais Religiões de Matriz Africana.

Digo que a influência é apenas na essência porque cada qual constrói uma identidade própria. Além da influência do Orixá regente no dia do nascimento, existem outras influencias determinantes na formação de personalidade do ser, como as astrológicas e principalmente a do Orixá pai, ou mãe, de cabeça, que independe do dia do nascimento, pois Pai-de-cabeça é pai de nosso espírito. Sempre reencarnaremos nesta vibratória cósmica original, determinada pelo Orixá Pai-de-cabeça.

Além destas influências existem os caracteres ambientais, genéticos e as impressões deixadas na alma através das subseqüentes encarnações pelas quais todos nós passamos.

Para saber o dia da semana em que você nasceu, consulte o site: http://kalender-365.de/calendario-pt.php , informe o ano de seu nascimento e obtenha o calendário respectivo.

Este relacionamento entre Orixá, dia da semana e arquétipo, faço apenas a título de propagar a fé nestes 7 Guerreiros de Deus. No bem da verdade só podemos saber, com precisão, qual nosso Orixá Pai ou Mãe-de-cabeça através de consulta a Ifá, búzios ou jogo de obí. O arquétipo e o dia de nascimento é apenas uma pista que precisa ser confirmada por um Pai ou Mãe-de-santo competente.



O orixá de cada dia da semana

Domingo

As pessoas nascidas nesse dia regido por Oxalá são audaciosas, revolucionárias e incansáveis. Estão sempre querendo criar coisas novas ou melhorar o que já existe. Mas também herdam desse orixá o equilíbrio, a serenidade e o desejo de levar uma vida tranqüila.

Segunda-feira

Oxum. As principais características do arquétipo de Oxum são a docilidade, sensibilidade (choram com facilidade), e grande facilidade em absorver ensinamentos provenientes de estudos místicos. As filhas e filhos de Oxum são místicos por natureza. A vaidade é outra característica marcante das pessoas regidas por esta Orixá.

A segunda-feira também é regida por Exu, o mensageiro de Zambi. Geralmente as pessoas nascidas neste dia são alegres, boêmias e sensuais. Donas de um caráter nobre costumam se mostrar amigáveis. Mas, caso sofram uma injustiça, não conseguem deixar de pensar em vingança.

Terça-feira

As pessoas nascidas nesse dia regido por Ogum, o Orixá da guerra e do progresso tecnológico, detestam a rotina e são irrequietas. Estão sempre lutando por mudanças no ambiente de trabalho, na política e na vida pessoal. Geralmente, conseguem grandes conquistas. Mas precisam combater a tendência de impor suas opiniões aos outros.

Quarta-feira

A influência de Xangô é acompanhada pela rigidez de pensamento e intransigência, qualidades pouco amigáveis, mas, entretanto sempre acompanhadas de grande senso de justiça. Os filhos deste Orixá são pessoas metódicas, equilibradas e com grande facilidade para assimilar e transmitir conhecimento.

As pessoas nascidas nesse dia (horas pares até às 16:00h) regido por Iansã, a senhora dos raios, adoram curtir as mais loucas paixões. Vivem num clima de sedução e conquista, seguindo seus próprio desejos, sem medo das consequências. Ousadas, correm todos os riscos e enfrentam todos os perigos para realizar suas tarefas e alcançar os objetivos a que se propõem.

Quinta-feira

As pessoas nascidas nesse dia regido por Oxóssi, a divindade das matas, são introvertidas e discretas. Sabem exprimir suas opiniões, mas jamais tentam impô-las. Simplesmente esperam que as outras pessoas reconheçam que elas tinham razão. Isso tudo lhes conferem muito charme e um ar de nobreza.

Sexta-feira

As pessoas nascidas nesse dia regido por Oxalá, são influenciadas em especial por Oxaguiã, a manifestação jovem de Oxalá, são orgulhosas e não gostam de meio-termo. Para elas, é sempre tudo ou nada. Por isso, oscilam entre uma tristeza profunda e uma alegria sem limites, entre o ódio e o amor. Mas, à medida que amadurecem, ganham características do equilibrado Oxalá. (ver domingo)

Sábado

As pessoas nascidas nesse dia regido por Iemanjá, a rainha do mar e mãe de vários Orixás, ficam furiosas quando sentem ciúme ou se julgam vitimas de uma ingratidão. O mais comum, porém, é estarem sempre em boa maré, protegendo os amigos e, se for o caso, os filhos. Seus sábios conselhos são frutos de grande.

O sabático é um dia de grande força espiritual, propício a atividade esotérica de qualquer gênero, pois também vibra neste dia da semana o Sr. Omolú. As características emprestadas por este Orixá, maioral na Quimbanda, faz de seus filhos pessoas fechadas, introvertidas, que passam por grandes transformações na vida, normalmente ligadas a perdas. São protegidos contra qualquer tipo de magia. A mediunidade é aguçada desde muito jovem.

Fonte: https://web.archive.org/web/20080213004044/http://www.ruadasflores.com:80/ 

 


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