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Mostrando postagens com marcador Oríkì para Ogum. Mostrar todas as postagens
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quinta-feira, 23 de maio de 2019

Prece ao Poderoso Orixá Ogum

"Pai, que minhas palavras e pensamentos cheguem até vós, em forma de prece, e que sejam ouvidas.

Que esta prece corra mundo e Universo, e chegue até os necessitados em forma de conforto para as suas dores. Que corra os quatro cantos da Terra e chegue aos ouvidos dos meus inimigos, em forma de brado de advertência de um filho de Ogum, que sou e nada temo, pois sei que a covardia não muda o destino.

Ogum, padroeiro dos agricultores e lavradores, fazei com que minhas ações sejam sempre férteis como o trigo que cresce e alimenta a humanidade, nas suas ceias espirituais, para que todos saibam que sou teu filho.

Ogum, Senhor das Estradas, fazei de mim um verdadeiro andarilho, que eu seja sempre um fiel caminheiro seguidor do teu exército, e que nas minhas caminhadas só haja vitórias.

Que, mesmo quando aparentemente derrotado, eu seja um vitorioso, pois nós, os vossos filhos conhecemos a luta, como esta que travo agora, embora sabendo que é só o começo, mas tendo o Senhor como meu pai, minha vitória será certa.

Ogum, meu grande pai e protetor, fazei com que o meu dia de amanhã seja tão bom como o de ontem e hoje, que minhas estradas sejam sempre abertas, que eu trabalhe para que no meu jardim só haja flores, que meus pensamentos sejam sempre bons e que aqueles que me procuram consigam sempre remédios para seus males.

Ogum, vencedor de demandas, que todos aqueles que cruzarem a minha estrada, cruzem com o propósito de engrandecer cada vez mais a Ordem dos Cavaleiros de Ogum.

Pai, daí luz aos meus inimigos, pois eles me perseguem porque vivem nas trevas, e na realidade só perseguem a luz que vós me destes.

Senhor, livrai-me das pragas, das doenças, das pestes, dos olhos-grandes, da inveja, das mentiras e da vaidade que só leva a destruição.

E que todos aqueles que ouvirem esta prece, e também aqueles que a tiverem em seu poder, estejam livres das maldades do mundo.

Saravá Ogum !!!"
____
Fonte: Umbanda Querida (Facebook), publicada no dia  23 de abril de 2019, às 11:06 - Autoria Desconhecida

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

"Patacori Ogum!": qual o significado da saudação a Ogum?


A saudação mais popular ao orixá Ogum é Ogum Ye (ou Ogunhê ou Ogum Iê). Mas com certeza você também já ouviu a saudação "Patacori Ogum" e talvez tenha ficado se perguntando o que quer dizer... bem, vamos lá:
  • Patacori (ou Patakori) é apenas uma palavra de todo o trecho laudatório, ao orixá Ogum

A saudação completa, em Yorubá, é essa:
  • Patakorí, Ogum! (Patacori, Ogum!) 

Etimologia:
  • pataki = “principal, importante, supremo”
  • ori = “cabeça, coroa” 

Então, “Patacori Ogum” quer dizer “Ogum supremo, principal Orixá de nossa cabeça” ou “Salve Ogum o principal da cabeça” ou “o Cabeça Principal”!

No sincretismo religioso, Ogum é identificado com São Jorge da Capadócia...
 
Quer conhecer a história da vida e martírio de São Jorge? Clique aqui...






quarta-feira, 23 de abril de 2014

Ogum ⚔️ São Jorge

I. MEU SÃO JORGE! OGUM-NHÊ!

MEU SÃO JORGE! OGUM-NHÊ!

"SANTO PADROEIRO DA INGLATERRA, PORTUGAL E GRÉCIA – COMO JORGE DE CAPADÓCIA, E DO RIO DE JANEIRO, ONDE É REVERENCIADO NO DIA 23 DE ABRIL.

UM SANTO HOMEM JUSTAMENTE VENERADO POR TODOS, MAS CUJOS ATOS SÃO CONHECIDOS SOMENTE POR DEUS;

PEDIMOS PARA ABATER A BESTA QUE HABITA AS PROFUNDEZAS DO NOSSO ÍNTIMO, PERMITINDO-NOS VIVER UMA SANTA VIDA E MERECER A GRAÇA DE UMA BOA MORTE, NA PAZ DE DEUS, AMÉM!"

II. A SÃO JORGE

"Ó Deus, que nos alegrais com os méritos e as orações de vosso mártir São Jorge, concedei-nos, benignamente, que, implorando os vossos benefícios por sua intercessão, os obtenhamos pelo efeito de vossa graça. Por Nosso Senhor Jesus Cristo que convosco vive e reina pelos séculos dos séculos. Vós me protegestes, ó Deus, contra conspiração dos malignos e da multidão dos que praticam a iniquidade. Aleluia, aleluia. Ouvi ó Deus a minha oração, assim vos imploro, livrai a minha alma do temor do inimigo. Amém!"

III. ORAÇÃO A SÃO JORGE

"São Jorge, cavaleiro corajoso, abri os meus caminhos, ajudai-me a conseguir um bom emprego; fazei com que eu seja bem quisto por todos: superiores, colegas e subordinados.

Que a paz e o amor e a harmonia estejam sempre presentes no meu coração, no meu lar e no meu serviço; velai por mim e por meus familiares; protegei-nos sempre, abrindo e iluminando os nossos caminhos, ajudando-nos também a transmitirmos paz, amor e amizade entre todos os que nos cercam.

São Jorge Guerreiro, protegei-nos e abençoai-nos. Assim seja!"

IV. PODEROSAS ORAÇÕES A SÃO JORGE

PODEROSAS ORAÇÕES A SÃO JORGE

"Chagas abertas, Sagrado Coração, todo amor e bondade, o sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, no meu corpo se derramem hoje e sempre.

Eu andarei vestido e armado com as armas de São Jorge. Para que meus inimigos, tendo pés, não me alcancem, tendo mãos, não me peguem, tendo olhos não me enxerguem, e nem pensamentos eles possam ter para me fazer o mal.

Armas de fogo meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrem sem ao meu corpo chegar, cordas e correntes se rebentem, sem o meu corpo amarrar.

Jesus Cristo protege-me e defende-me com o poder de tua Divina Graça e a Virgem de Nazaré me cubra com o sagrado e divino manto, protegendo-me em todas as minhas dores e aflições; Deus, com sua Divina Misericórdia e grande poder seja o meu defensor contra a maldade e perseguição de meus inimigos.

Oh! Glorioso São Jorge, em nome de Deus, em nome da Virgem de Nazaré, e em nome da falange do Divino Espírito Santo, estendei-me o vosso escudo e vossas poderosas armas, defendendo-me com vossa força e vossa grandeza, do poder de meus inimigos carnais e espirituais, e de todas as suas más influencias e que debaixo das patas do vosso fiel ginete, meus inimigos fiquem humildes e obedientes a vós, sem se atreverem a ter um olhar sequer, que me possa prejudicar.

Assim seja, com o poder de Deus, de Jesus e da falange do Divino Espírito Santo.

Amém!

Eu andarei vestido e armado, com as armas de São Jorge. Para que meus inimigos tendo pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me enxerguem, nem pensamentos eles possam ter para me fazerem mal. armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrem sem ao meu corpo chegar, cordas e correntes se quebrem sem ao meu corpo, amarrar.

São Jorge, cavaleiro corajoso, intrépido e vencedor; abre os meus caminhos. ajuda-me a conseguir um bom emprego; faze com que eu seja bem quisto por todos: superiores, colegas e subordinados. que a paz, o amor e a harmonia estejam sempre presentes no meu coração , no meu lar e no meu serviço; vela por mim e pelos meus , protegendo-nos sempre , abrindo e iluminando os nossos caminhos , ajudando-nos também a transmitirmos paz, amor e harmonia a todos que nos cercam. Amém."


Rezar 1 Pai-Nosso, 1 Ave-Maria e 1 Glória ao Pai

Uma corrente pela paz e prosperidade é realizada todo 3º domingo do mês, fazendo esta oração.

V. ORAÇÃO COM A ESPADA DE OGUM EM PUNHO

"Oh! Glorioso Guerreiro São Jorge, eu te suplico confiante que serei atendido, neste momento difícil da minha vida, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, com Vossa Espada de Luta, venha cortar todo mal e principalmente (faz o pedido).  Com a força do teu poder de defesa, eu me coloco na proteção do teu escudo, para combater o bom combate contra todo mal ou influência negativa que estiver em meu caminho.   Amém.  São Jorge Cavaleiro, guiai-me. São Jorge Guerreiro, defendei-me. São Jorge Mártir, protegei-me."

"Oh! Glorioso Guerreiro São Jorge, eu te suplico confiante que serei atendido, neste momento difícil da minha vida, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, com Vossa Espada de Luta, venha cortar todo mal e principalmente (faz o pedido).

Com a força do teu poder de defesa, eu me coloco na proteção do teu escudo, para combater o bom combate contra todo mal ou influência negativa que estiver em meu caminho. 

Amém.

São Jorge Cavaleiro, guiai-me. São Jorge Guerreiro, defendei-me. São Jorge Mártir, protegei-me."

Observação: Todo devoto de São Jorge deve empunhar a espada (não precisa ser uma espada de metal, pode ser a erva espada de São Jorge) sempre que rezar esta oração.

VI. PRECE PARA TER A PROTEÇÃO DIÁRIA DE OGUM

"Meu Pai Ogum, meu Orixá Protetor, me proteja de dia e de noite de todas as demandas e de todos meus inimigos, carnais e espirituais. Elimine tudo de ruim que possa atrapalhar ou ameaçar a minha vida ou das pessoas que amo, corte todas as energias que me impedem de caminhar, abre meus caminhos tirando de perto de mim a inveja e a falsidade, que nenhum pensamento lançado contra mim possa me atingir. Que assim seja! Patacori, Ogunhê!"


Lenda de Ogum :: Segundo a tradição do Candomblé

Ogum dá ao homem o segredo do ferro:

Na Terra criada por Obatalá, em Ifé, os orixás e os seres humanos trabalhavam e viviam em igualdade. Todos caçavam e plantavam usando frágeis instrumentos feitos de madeira, pedra ou metal mole. Por isso o trabalho exigia grande esforço. Com o aumento da população de Ifé, a comida andava escassa. Era necessário plantar uma área maior.

Os orixás então se reuniram para decidir como fariam para remover as árvores do terreno e aumentar a área de lavoura. Ossain, o orixá da medicina, dispôs-se a ir primeiro e limpar o terreno. Mas seu facão era de metal mole e ele não foi bem sucedido. Do mesmo modo que Ossain, todos os outros Orixás tentaram, um por um, e fracassaram na tarefa de limpar o terreno para o plantio. Ogun, que conhecia o segredo do ferro, não tinha dito nada até então. Quando todos os outros Orixás tinham fracassado, Ogun pegou seu facão, de ferro, foi até a mata e limpou o terreno. Os Orixás, admirados, perguntaram a Ogun de que material era feito tão resistente facão. Ogun respondeu que era o ferro, um segredo recebido de Orunmilá. Os Orixás invejaram Ogun pelos benefícios que o ferro trazia, não só à agricultura, como à caça e até mesmo à guerra.

Por muito tempo os Orixás importunaram Ogun para saber do segredo do ferro, mas ele mantinha o segredo só para si. Os Orixás decidiram então oferecer-lhe o reinado em troca do que ele lhes ensinasse tudo sobre aquele metal tão resistente. Ogun aceitou a proposta. Os humanos também vieram a Ogun pedir-lhe o conhecimento do ferro. E Ogun lhes deu o conhecimento da forja, até o dia em que todo caçador e todo guerreiro tiveram sua lança de ferro. Mas, apesar de Ogun ter aceitado o comendo dos Orixás, antes de mais nada ele era um caçador. Certa ocasião, saiu para caçar e passou muitos dias fora numa difícil temporada.

Quando voltou da mata, estava sujo e maltrapilho. Os Orixás não gostaram de ver seu líder naquele estado. Eles o desprezaram e decidiram destituí-lo do reinado. Ogun se decepcionou com os Orixás, pois, quando precisaram dele para o segredo da forja, eles o fizeram rei e agora dizem que não era digno de governá-los. Então Ogun banhou-se, vestiu-se com folhas de palmeira desfiadas, pegou suas armas e partiu. Num lugar distante chamado Irê, construiu uma casa embaixo da arvore de Acoco e lá permaneceu. Os humanos que receberam de Ogun o segredo do ferro não o esqueceram. Todo mês de dezembro, celebravam a festa de Uidê Ogun. Caçadores, guerreiros, ferreiros e muitos outros fazem sacrifícios em memória de Ogun. Ogun é o senhor do ferro para sempre.

Ogum torna-se o rei de Irê:

Quando Odudua reinava em Ifé, mandou seu filho Ogum guerrear e conquistar os reinos vizinhos. Ogum destruiu muitas cidades e trouxe para Ifé muitos escravos e riquezas, aumentando de maneira fabulosa o império de seu pai. Um dia, Ogun lançou-se contra a cidade de Irê, cujo povo o odiava muito. Ogum destruiu tudo, cortou a cabeça do rei de Irê e a colocou num saco para dá-la a seu pai. Alguns conselheiros de Odudua souberam do presente que Ogum trazia para o rei seu pai. Os conselheiros disseram a Odudua que Ogum desejava a morte do próprio pai para usurpar-lhe a coroa. Todos sabem que um rei deve ver a cabeça decaptada de outro rei. Ogum não conhecia esse tabu. Odudua imediatamente enviou uma delegação para encontrar Ogum fora dos portões da cidade. Após muitas explicações, Ogum concordou em entregara cabeça do rei de Irê aos mensageiros de Odudua. O perigo havia acabado. Ogum fora encontrado antes de chegar ao palácio de seu pai. Como Odudua queria recompensar o seu filho mais querido, presenteou Ogum com o reino de Irê e todos os prisioneiros e riquezas conquistadas naquela guerra.

Assim Ogum tornou-se o Onirê, o rei de Irê.

Ogum livra um pobre de seus exploradores:

Um pobre homem peregrinava por toda parte, trabalhando ora numa, ora noutra plantação. Mas os donos da terra sempre o despediam e se apoderavam de tudo o que ele construía. Um dia esse homem foi a um babalawo, que o mandou fazer um ebó na mata. Ele juntou o material e foi fazer o despacho, mas acabou fazendo tal barulho que Ogum, o dono da mata, foi ver o que ocorria. O homem, então, deu-se conta da presença de Ogune caiu a seus pés, implorando seu perdão por invadir a mata. Ofereceu-lhe todas as coisas boas que ali estavam. Ogum aceitou e satisfez-se com o ebó. Depois conversou com o peregrino, que lhe contou por que estava naquele lugar proibido. Falou-lhe de todos os seus infortúnios. Ogum mandou que ele desfiasse folhas de dendezeiro, mariwo, e as colocasse nas portas das casas de seus amigos, marcando assim cada casa a ser respeitada, pois naquela noite Ogum destruiria a cidade de onde vinha o peregrino. Seria destruído até o chão. E assim se fez.

Ogum destruiu tudo, menos as casas protegidas pelo mariwo.


Ogum chama a Morte para ajudá-lo numa aposta com Xangô:

Ogum e Xangô nunca se reconciliaram. Vez por outra digladiavam-se nas mais absurdas querelas. Por pura satisfação do espírito belicoso dos dois. Eram, os dois, magníficos guerreiros. Certa vez Ogum propôs a Xangô uma trégua em suas lutas, pelo menos até que a próxima lua chegasse.

Xangô fez alguns gracejos, Ogum revidou, mas decidiram-se por uma aposta, continuando assim sua disputa permanente. Ogum propôs que ambos fossem a praia e recolhessem o maior número de búzios que conseguissem. Quem juntasse mais, ganharia. e quem perdesse daria ao vencedor o fruto da coleta. Puseram-se de acordo.

Ogum deixou Xangô e seguiu para a casa de Oiá, solicitando-lhe que pedisse a Iku que fosse à praia no horário que tinha combinado com Xangô. Oiá aquiesceu, mas exigiu uma quantia em ouro como pagamento, que recebeu prontamente. Na manhã seguinte, Ogum e Xangô apresentaram-se na praia e imediatamente o enfrentamento começou. Cada um ia pegando os búzios que achava. Vez por outra se entreolhavam. Xangô cantarolava sotaques jocosos contra Ogum. Ogum, calado, continuava a coleta. Oque Xangô não percebeu foi a aproximação de Iku. Ao erguer os olhos, o guerreiro deparou com a morte, que riu de seu espanto. Xangô soltou o saco da coleta, fugindo amedrontado e escondendo-se de Iku. À noite Ogum procurou Xangô, mostrando seu espólio. Xangô, envergonhado, abaixou a cabeça e entregou ao guerreiro o fruto de sua coleta.

COR: vermelha e branca  AMALÁ: 14 velas branca e vermelha ou 7 brancas e 7 vermelhas, cerveja branca em coité, 7 charutos, peixe de escama e de água doce, ou camarão seco, amendoins e frutas, de preferência, dentre elas, uma manga (melhor a espada), fitas vermelha e branca. Local de entrega, uma campina.  ERVAS: (Banho de descarrego): Aroeira – Pata de Vaca – Carqueja Losna – Folhas de Romã – Espada de São Jorge – Flecha de Ogum – Cinco Folhas – Macaé – Folhas de Jurubeba.  SAUDAÇÃO: "OGUNHÊ!" "PATACORI OGUM!"

Ogum = São Jorge (23 de abril)

COR: vermelha e branca

AMALÁ: 14 velas branca e vermelha ou 7 brancas e 7 vermelhas, cerveja branca em coité, 7 charutos, peixe de escama e de água doce, ou camarão seco, amendoins e frutas, de preferência, dentre elas, uma manga (melhor a espada), fitas vermelha e branca. Local de entrega, uma campina.

ERVAS: (Banho de descarrego): Aroeira – Pata de Vaca – Carqueja Losna – Folhas de Romã – Espada de São Jorge – Flecha de Ogum – Cinco Folhas – Macaé – Folhas de Jurubeba.

SAUDAÇÃO: "OGUNHÊ!" "PATACORI OGUM!"

(A erva "Comigo Ninguém Pode" é bom ter em casa para proteção, más não usar em banhos de descarrego, porque provoca irritação da pele.)

 







segunda-feira, 26 de março de 2012

Oríkì fún Ògún ☧ Oríkì para Ogum

Oríkì fún Ògún 

 I 
Ògún pèlé o!
Ògún alákáyé,
Osìn ímolè.
Ògún alada méjì.
O fi òkan sán oko.
O fi òkan ye ona.

Ojó Ògún ntòkè bò.
Aso iná ló mu bora,
Ewu ejè lówò.
Ògún edun olú irin.
Awònye òrìsà tií bura re sán wònyìnwònyìn.

Ògún onire alagbara.
A mu wodò,
Ògún si la omi Logboogba.
Ògún lo ni aja oun ni a pa aja fun.
Onílí ikú,

Olódèdè màríwò.
Ògún olónà ola.
Ògún a gbeni ju oko riro lo,
Ògún gbemi o.
Bi o se gbe Akinoro.

 II 
Ògún laka aye
Osinmole
Olomi nile fi eje we
Olaso ni le
Fi imo bora

La ka aye
Moju re
Ma je ki nri ija re
Iba Ògún
Iba re Olomi ni le fi eje we
Feje we. Eje ta sile. Ki ilero

Ase

 III 
Ògún awo, olumaki, alase to juba
Ògún ni jo ti ma lana talí ode
Ògún onire, onile kangun dangun ode
Orún egbé iehin
Pá san ba pon ao lana to
Imo kimobora egbé lehin a nle a benge ologbe

Ase



 I 
Ogum, eu te saúdo!
Ogum, senhor do universo,
líder dos Orixás.
Ogum, dono de dois facões,
Usou um deles para preparar a horta
e o outro para abrir caminho.

No dia em que Ogum vinha da montanha
ao invés de roupa usou fogo para se cobrir.
E vestiu roupa de sangue.

Ogum, a divindade do ferro
Orixá poderoso, que se morde inúmeras vezes.
Ògún Onire, o poderoso.
O levamos para dentro do rio
e ele, com seu facão, partiu as águas em duas partes iguais.
Ogum é o dono dos cães e para ele sacrificamos.
Ogum, senhor da morada da morte.

o interior de sua casa é enfeitado com màríwò.
Ogum, senhor do caminho da prosperidade.
Ogum, é mais proveitoso ao homem cultuá-lo do que sair para plantar
Ogum, apoie-me
do mesmo modo que apoiou Akinoro.

 II 
Ogun poderoso do mundo
O próximo a Deus
Aquele que tem água em casa, mas prefere banho com sangue
Aquele que tem roupa em casa
Mas prefere se cobrir de mariô

Poderoso do mundo
Eu o saúdo
Que eu não depare com sua ira
Eu saúdo Ogum
Eu o saúdo, aquele que tem água em casa, mas prefere banho de sangue
Que o sangue caia no chão para que haja paz e tranquilidade

Axé

 III 
Elogiado é o Espírito do aço 
Espírito de mistério do aço, chefe da força,
Dono do poder, eu o elogio 
Espírito do aço, abra os caminhos 
Espírito do aço, dono da fortuna boa,
Dono de muitas coisas no céu,
Ajude em nossa caminhada 
Remove a obstrução de nossa estrada 
Sabedoria do Espírito da guerra,
Nos guie por em nosso caminho
Com força de Espírito, dai-nos a vitória

Axé
Dai-nos saúde, alegrias, milagres, vida longa e próspera pai Ogum!



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