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segunda-feira, 2 de abril de 2018

Santos católicos do mês de Abril

Imagens de alguns Santos e Santas do Mês de Abril

1. Santo Hugo de Grénoble (+ Grénoble, França, 1132)

Aos 28 anos de idade foi sagrado bispo pelo Papa São Gregório VII. Durante 52 anos ficou à testa da diocese de Grénoble, por obediência, embora se sentisse atraído para a vida monástica. Deu apoio a São Bruno, fundador da Cartuxa, e colaborou eficazmente na reforma da Igreja iniciada por São Gregório e continuada por seus sucessores. Tal era a fama de sua santidade que foi canonizado apenas dois anos depois de ter falecido.

2. São Francisco de Paula (+ França, 1508)

Fundador da Ordem dos Mínimos, São Francisco de Paula foi célebre por sua santidade, pelos milagres que praticou e pelas profecias que fez acerca do futuro da Igreja. Por humildade, nunca quis ser ordenado sacerdote. Veja oração e saiba mais...

3. São Ricardo de Chichester (+ Inglaterra, 1253)

Seus pais eram camponeses pobres e morreram muito cedo. Órfão, teve que lutar com grandes dificuldades para concluir, com grande brilho, os estudos superiores. Foi professor e depois reitor da Universidade de Oxford. Somente aos 46 anos aceitou de ser ordenado sacerdote. Um ano depois foi feito bispo de Chichester. Como o rei Ricardo III não aprovou sua nomeação, teve que entrar na diocese disfarçado em mendigo e durante dois anos exerceu as funções episcopais na clandestinidade, até que o rei, afinal, o aceitou. Ficou célebre por sua piedade e pelo zelo com que administrou a diocese. Quando faleceu, aos 56 anos, estava empenhado na pregação de uma Cruzada.

4. Santo Isidoro de Sevilha (+ Sevilha, 636)

Sucedeu a seu irmão São Leandro no Bispado de Sevilha. Piedoso e cheio de zelo, era um dos homens mais cultos do tempo e deixou escritos profundos e originais. Sua atividade como bispo foi fecunda e incansável. O VIII Concílio de Toledo se referiu a ele com estas palavras: "doutor insigne do nosso século, novíssimo ornamento da Igreja Católica, o varão mais sábio dos últimos séculos, cujo nome deve ser pronunciado com reverência".

5. São Vicente Ferrer (+ França, 1419)

Dominicano natural da Catalunha, foi apóstolo brilhante e converteu grande número de hereges e muçulmanos. Pregou na Itália, no sul da França e na sua terra natal. Esforçou-se para que fosse restabelecida a unidade da Igreja, durante o grande cisma do Ocidente.

6. São Marcelino de Cartago (+ África, 413)

São Marcelino era alto funcionário do Império e possuía grande cultura. Amigo de São Jerônimo e de Santo Agostinho, foi morto devido a intrigas dos hereges donatistas, cujos erros combatia tenazmente.

7. S. João Batista de la Salle (+ Rouen, França, 1719)

Fundou o Instituto dos Irmãos das Escolas Cristãs, dedicados ao ensino de meninos. Teve dificuldades com alguns de seus mais próximos colaboradores. Deixou as funções de superior e dedicou os últimos tempos de vida à oração e ao sacrifício.

8. São Guálter, Confessor (+ Pontoise, França, 1099)

Foi eleito abade do Mosteiro de São Martinho de Pontoise mas, julgando-se indigno dessa dignidade, várias vezes fugiu, sendo sempre procurado pelos seus súditos, que o reconduziam de volta ao mosteiro. Apelou ao Papa São Gregório VII, tentando convencer o Pontífice de que era indigno. Mas São Gregório, reconhecendo a profunda humildade dele, ordenou-lhe que reassumisse as funções de abade e nunca mais pensasse em abandoná-las.

9. Santa Valdetrudes (+ Bélgica, 688)

Era irmã de Santa Aldegundes. Foi mãe de família e deu tão excelente educação aos seus quatro filhos, que todos eles foram santos. De comum acordo com seu esposo, separaram-se, indo ele para uma abadia e edificando ela um mosteiro feminino do qual foi superiora.

10. Santos Terêncio e 39 Companheiros Mártires (+ Cartago, 250)

Durante a perseguição do imperador Décio, sofreram tormentos cruéis e foram, afinal, degolados, por se terem recusado a sacrificar aos ídolos. 

11. Santa Gema Galgani (+ Luca, Itália, 1903)

Foi grande mística e amiga da Cruz de Nosso Senhor, e teve o privilégio de receber os estigmas da Paixão. Via com freqüência seu Anjo da Guarda, que lhe dava conselhos e a ajudava. Deus, por algum misterioso desígnio, permitia que o demônio a perseguisse e maltratasse. Quis entrar no convento das passionistas, mas não conseguiu. Morreu aos 25 anos de idade, espiritualmente ligada à Congregação passionista.

12. São Vítor de Braga, Mártir (+ Braga, Portugal, séc. IV)

Era jovem catecúmeno e ainda não recebera o batismo quando sofreu o martírio, porque se recusou a cultuar deuses pagãos. Foi açoitado, teve o corpo rasgado por lâminas em brasa e afinal foi decapitado, proclamando sempre, com ardor, sua fé em Jesus Cristo. 

Veja a oração e saiba mais sobe a vida e martírio de S. Vítor de Braga

13. Santo Hermenegildo (+ Sevilha, 586)

Príncipe herdeiro do reino visigótico, combateu com armas na mão o arianismo, religião oficial do Estado. Foi excluído da sucessão e decapitado por ordem de seu pai, o rei Leovigildo, que professava fanaticamente a heresia.

14. Santo Ardalião (+ séc. IV)

O Martirológio Romano registra que viveu no Oriente e era ator. Certo dia em que, numa comédia, estava zombando dos cristãos, foi subitamente tocado pela graça e proclamou-se cristão diante do público pagão, sofrendo o martírio em conseqüência disso.

15. São Crescêncio (+ Mira, Ásia Menor, séc. IV)

Católico fervoroso, teve a coragem de reprovar publicamente um culto pagão, sendo por isso levado à prisão e martirizado pelo fogo. 

16. São Benedito José Labre (Roma, + 1783)

Natural da França, não conseguiu ser religioso, como desejava. Adotou então a condição de mendigo voluntário, e passou a vida em contínua peregrinação a santuários. 

17. Santo Aniceto, Papa (+ Roma, 166)

Nascido na Síria, foi Papa de 154, quando sucedeu a São Pio I, até 166, quando sofreu o martírio. Durante seu pontificado enfrentou com vigor a heresia gnóstica, que então devastava os meios católicos. Foi visitado certa vez pelo venerável São Policarpo de Esmirna, que apesar da idade avançada se deslocou do Oriente até Roma para esclarecer com o sucessor de Pedro um assunto controverso: qual deveria ser a data da celebração da Páscoa.

18. Sto. Apolônio, o Apologeta (+ Roma, 185)

Era senador romano e gozava de grande prestígio, não só por sua elevada condição social mas também por sua cultura excepcional, pelos dotes de eloqüência e pela distinção de maneiras. Converteu-se à Religião católica e iniciou um intenso e eficaz trabalho de apostolado junto às elites romanas. Denunciado às autoridades como cristão, aproveitou-se das suas condições especiais que lhe garantiam o direito de ser julgado pelo Senado, e ali desenvolveu uma longa e completa defesa do Cristianismo contra as falsas acusações de que este era objeto e declarando estar pronto a morrer por Nosso Senhor. Foi, efetivamente, condenado à morte e decapitado. No momento extremo fez ainda uma última profissão de fé. Sua morte teve, como é compreensível, enorme repercussão no Império e contribuiu muito para abalar o decadente paganismo.

19. Santo Expedito (+ 303)

Nascido na Alsácia e eleito Papa em 1048, Expedito foi exemplo de piedade, de zelo e de autêntico espírito pastoral, não receando agir com firmeza quando necessário. Lutou contra os abusos e escândalos de muitos membros do Clero, combatendo a simonia e a vida moral desregrada. Um de seus auxiliares de mais confiança nessa obra de reforma de costumes foi o monge Hildebrando, que depois se tornaria o grande Papa São Gregório VII. Excomungou o ambicioso e insubordinado Miguel Cerulário, patriarca cismático de Constantinopla, consumando-se assim o grande cisma do Oriente.

Santo Expedito foi martirizado na Armênia. Ele era militar, foi decapitado no dia 19 de abril de 303, sob o imperador Dioclesiano, que subira ao trono de Roma em 284. Ele levava uma vida devassa; mas um dia, tocado pela graça de Deus, resolveu mudar de vida. Foi então que lhe apareceu o Espírito do mal, em forma de corvo, e lhe segredou "cras....! cras....! cras....!" palavra latina que quer dizer: amanhã...! amanhã...! amanhã...!, isto é deixe para amanhã! Não tenha pressa! Adie sua conversão! Mas Santo Expedito, pisoteando o corvo, esmagou-o, gritando: HODIE! Quer dizer: HOJE! Nada de protelações! É pra já!

Outro santo do dia 19 de abril é São Leão IX, Papa (+ Roma, 1054)

☞ Oração do Dia de Santo Expedito (19 de abril)

☞ Santo Expedito ☧ 19 de abril ☧ O Santo das Causas Urgentes 

20. Sta. Inês de Montepulciano (+ Itália, 1312)

Ingressou com apenas 9 anos num convento agostiniano e foi aos 14 nomeada ecônoma desse convento. Algum tempo depois, inspirada por Deus, obteve licença para deixar essa comunidade e fundar outra, da Ordem dominicana. Sua vida é repleta de episódios maravilhosos, sendo abundantes os milagres e as graças místicas. Faleceu aos 43 anos.

21. Sto. Anselmo de Cantuária (+ Inglaterra, 1109)

Nascido no norte da Itália, foi monge e depois abade na França, e por fim  arcebispo de Cantuária, na Inglaterra. Grande intelectual, contribuiu para os estudos filosóficos de seu tempo e é considerado o verdadeiro criador da Escolástica. Esforçou-se para assegurar a liberdade da Igreja na Inglaterra contra as intromissões do poder real, sendo perseguido por sua firmeza.

22. São Sotero, Papa  (+ 175)

Napolitano de origem, foi eleito Papa em 161, substituindo a Santo Aniceto. Depois de um pontificado fecundo em que manifestou zelo e compaixão pelos pobres, teve a glória de derramar seu sangue por Nosso Senhor Jesus Cristo, durante a perseguição de Marco Aurélio.

Dia 22 de abril também lembramos Santa Maria Egipcíaca (+ Palestina, séc. V)...

Santa Maria Egipcíaca, natural do Egito, abandonou a casa paterna aos 12 anos de idade e se tornou pecadora escandalosa. Tinha 29 anos quando, tocada pela graça, converteu-se e fugiu para um local isolado, na Palestina, onde passou 47 anos sem ver nenhuma criatura humana e fazendo as mais austeras penitências.

23. São Jorge, Guerreiro (+ Lida, Palestina, 303)

Pouco se conhece a respeito de sua vida, sabendo-se apenas que era militar e sofreu o martírio durante a perseguição de Diocleciano. Seu culto se espalhou rapidamente pelo Oriente, e por ocasião das Cruzadas teve grande penetração no Ocidente. Muitas lendas correm a seu respeito, entre as quais a mais popular é a do dragão, que teria sido morto por ele. São Jorge é padroeiro da Inglaterra e da Etiópia. O grito de combate dos portugueses durante a Batalha de Aljubarrota (1385) era: "Por Portugal e São Jorge". O Brasil herdou de Portugal a tradição de incorporar, nas procissões de Corpus Christi, uma imagem de São Jorge montado a cavalo e armado como militar. 

Clique e leia mais sobre o nosso amado e glorioso São Jorge...

Oração ao Santo Guerreiro - São Jorge - 23 de Abril

☞ Santo Adalberto de Praga, 23 de abril

24. São Fidélis de Sigmaringa (+ Suíça, 1622)

Nasceu na Alemanha e foi advogado brilhante antes de ingressar na Ordem dos Capuchinhos, onde se destacou pelo zelo apostólico e pela caridade. Sendo designado para pregar na Suíça, devastada pela heresia protestante, serviu-se da pregação e do confessionário para combatê-la eficazmente. Quando converteu dois calvinistas célebres, atraiu de modo especial os ódios de fanáticos sectários que o ameaçaram de morte, sem entretanto conseguirem demovê-lo de prosseguir seu trabalho. Algum tempo depois deram-lhe um tiro de mosquete enquanto pregava, mas não foi atingido e continuou pregando, recusando-se a interromper a missão. Nesse mesmo dia, porém, caiu nas mãos de um grupo de calvinistas e o mataram a punhaladas. Tinha então 45 anos.

25. São Marcos Evangelista (+ Egito, 86)

Foi discípulo de São Pedro, acompanhou durante algum tempo o Apóstolo São Paulo, depois redigiu o segundo Evangelho e pregou no Egito, onde alcançou a palma do martírio.

26. Nossa Senhora do Bom Conselho

Esta invocação, incluída na Ladainha Lauretana, é muito antiga. Na Idade Média, num santuário situado em Scutari, na Albânia, venerava-se um afresco milagroso de Nossa Senhora do Bom Conselho. Em 1467, quando os turcos maometanos estavam dominando a Albânia, Anjos destacaram o afresco da parede e o transportaram pelos ares até a cidade de Genazzano, próxima a Roma. Ali permanece há mais de 500 anos, sendo objeto de grande devoção e ocasião de inúmeros milagres.

27. Santa Zita (+ Luca, 1278)

Foi durante 40 anos criada de uma família nobre na cidade italiana de Luca. Distribuía aos pobres o pouco que lhe sobrava do salário recebido. Sua santidade foi reconhecida ainda em vida, e confirmada por grande número de milagres. É padroeira das empregadas domésticas e patrona de Luca.

28. São Luís Maria Grignion de Montfort (+ França, 1716)

Grande doutor marial dos tempos modernos, combateu arduamente a influência jansenista nos meios católicos, pregou no noroeste da França -- precisamente na região em que, 80 anos depois, os camponeses se levantaram de armas na mão contra a Revolução Francesa -- e fundou a Companhia de Maria e a Congregação das Filhas da Sabedoria. Vivia abrasado no amor de Deus e de sua Santa Mãe, e aspirava ardentemente, como demonstram seus escritos, pelo advento de uma época em que Nossa Senhora fosse efetivamente obedecida como Rainha. Sua obra mais célebre é o "Tratado da verdadeira devoção à Santíssima Virgem" , em que ensina a Escravidão por amor à Santíssima Virgem como meio mais seguro de servir a seu Divino Filho.

29. Santa Catarina de Sena (+ Itália, 1380)

Era leiga, pertencia à Ordem Terceira de São Domingos, recebeu graças místicas extraordinárias e formou numerosos discípulos. É considerada a maior glória da espiritualidade dominicana. Embora mística e contemplativa, exerceu influência enorme na vida política e social de seu tempo, tendo trabalhado para o retorno do Papado de Avinhão para Roma. Deixou numerosos escritos e faleceu com apenas 33 anos.

30. São Pio V, Papa (+ Roma, 1572)

Nascido no norte da Itália, ingressou aos 14 anos na Ordem dominicana e fez uma brilhante carreira eclesiástica, como bispo, cardeal, inquisidor-mor e por fim Papa. Teve um pontificado breve, mas extremamente fecundo. Aplicou as decisões do Concílio de Trento, estabeleceu o texto oficial da Santa Missa e do Ofício Divino, foi responsável pela publicação do Catecismo Romano e ordenou o ensino da Teologia tomista nas universidades. Sua principal obra foi a convocação de uma Cruzada contra o perigo muçulmano. Conseguiu a duros esforços coordenar os interesses de potências católicas e levá-las à vitória de Lepanto, em 1571.


quarta-feira, 23 de abril de 2014

Ogum ⚔️ São Jorge

I. MEU SÃO JORGE! OGUM-NHÊ!

MEU SÃO JORGE! OGUM-NHÊ!

"SANTO PADROEIRO DA INGLATERRA, PORTUGAL E GRÉCIA – COMO JORGE DE CAPADÓCIA, E DO RIO DE JANEIRO, ONDE É REVERENCIADO NO DIA 23 DE ABRIL.

UM SANTO HOMEM JUSTAMENTE VENERADO POR TODOS, MAS CUJOS ATOS SÃO CONHECIDOS SOMENTE POR DEUS;

PEDIMOS PARA ABATER A BESTA QUE HABITA AS PROFUNDEZAS DO NOSSO ÍNTIMO, PERMITINDO-NOS VIVER UMA SANTA VIDA E MERECER A GRAÇA DE UMA BOA MORTE, NA PAZ DE DEUS, AMÉM!"

II. A SÃO JORGE

"Ó Deus, que nos alegrais com os méritos e as orações de vosso mártir São Jorge, concedei-nos, benignamente, que, implorando os vossos benefícios por sua intercessão, os obtenhamos pelo efeito de vossa graça. Por Nosso Senhor Jesus Cristo que convosco vive e reina pelos séculos dos séculos. Vós me protegestes, ó Deus, contra conspiração dos malignos e da multidão dos que praticam a iniquidade. Aleluia, aleluia. Ouvi ó Deus a minha oração, assim vos imploro, livrai a minha alma do temor do inimigo. Amém!"

III. ORAÇÃO A SÃO JORGE

"São Jorge, cavaleiro corajoso, abri os meus caminhos, ajudai-me a conseguir um bom emprego; fazei com que eu seja bem quisto por todos: superiores, colegas e subordinados.

Que a paz e o amor e a harmonia estejam sempre presentes no meu coração, no meu lar e no meu serviço; velai por mim e por meus familiares; protegei-nos sempre, abrindo e iluminando os nossos caminhos, ajudando-nos também a transmitirmos paz, amor e amizade entre todos os que nos cercam.

São Jorge Guerreiro, protegei-nos e abençoai-nos. Assim seja!"

IV. PODEROSAS ORAÇÕES A SÃO JORGE

PODEROSAS ORAÇÕES A SÃO JORGE

"Chagas abertas, Sagrado Coração, todo amor e bondade, o sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, no meu corpo se derramem hoje e sempre.

Eu andarei vestido e armado com as armas de São Jorge. Para que meus inimigos, tendo pés, não me alcancem, tendo mãos, não me peguem, tendo olhos não me enxerguem, e nem pensamentos eles possam ter para me fazer o mal.

Armas de fogo meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrem sem ao meu corpo chegar, cordas e correntes se rebentem, sem o meu corpo amarrar.

Jesus Cristo protege-me e defende-me com o poder de tua Divina Graça e a Virgem de Nazaré me cubra com o sagrado e divino manto, protegendo-me em todas as minhas dores e aflições; Deus, com sua Divina Misericórdia e grande poder seja o meu defensor contra a maldade e perseguição de meus inimigos.

Oh! Glorioso São Jorge, em nome de Deus, em nome da Virgem de Nazaré, e em nome da falange do Divino Espírito Santo, estendei-me o vosso escudo e vossas poderosas armas, defendendo-me com vossa força e vossa grandeza, do poder de meus inimigos carnais e espirituais, e de todas as suas más influencias e que debaixo das patas do vosso fiel ginete, meus inimigos fiquem humildes e obedientes a vós, sem se atreverem a ter um olhar sequer, que me possa prejudicar.

Assim seja, com o poder de Deus, de Jesus e da falange do Divino Espírito Santo.

Amém!

Eu andarei vestido e armado, com as armas de São Jorge. Para que meus inimigos tendo pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me enxerguem, nem pensamentos eles possam ter para me fazerem mal. armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrem sem ao meu corpo chegar, cordas e correntes se quebrem sem ao meu corpo, amarrar.

São Jorge, cavaleiro corajoso, intrépido e vencedor; abre os meus caminhos. ajuda-me a conseguir um bom emprego; faze com que eu seja bem quisto por todos: superiores, colegas e subordinados. que a paz, o amor e a harmonia estejam sempre presentes no meu coração , no meu lar e no meu serviço; vela por mim e pelos meus , protegendo-nos sempre , abrindo e iluminando os nossos caminhos , ajudando-nos também a transmitirmos paz, amor e harmonia a todos que nos cercam. Amém."


Rezar 1 Pai-Nosso, 1 Ave-Maria e 1 Glória ao Pai

Uma corrente pela paz e prosperidade é realizada todo 3º domingo do mês, fazendo esta oração.

V. ORAÇÃO COM A ESPADA DE OGUM EM PUNHO

"Oh! Glorioso Guerreiro São Jorge, eu te suplico confiante que serei atendido, neste momento difícil da minha vida, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, com Vossa Espada de Luta, venha cortar todo mal e principalmente (faz o pedido).  Com a força do teu poder de defesa, eu me coloco na proteção do teu escudo, para combater o bom combate contra todo mal ou influência negativa que estiver em meu caminho.   Amém.  São Jorge Cavaleiro, guiai-me. São Jorge Guerreiro, defendei-me. São Jorge Mártir, protegei-me."

"Oh! Glorioso Guerreiro São Jorge, eu te suplico confiante que serei atendido, neste momento difícil da minha vida, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, com Vossa Espada de Luta, venha cortar todo mal e principalmente (faz o pedido).

Com a força do teu poder de defesa, eu me coloco na proteção do teu escudo, para combater o bom combate contra todo mal ou influência negativa que estiver em meu caminho. 

Amém.

São Jorge Cavaleiro, guiai-me. São Jorge Guerreiro, defendei-me. São Jorge Mártir, protegei-me."

Observação: Todo devoto de São Jorge deve empunhar a espada (não precisa ser uma espada de metal, pode ser a erva espada de São Jorge) sempre que rezar esta oração.

VI. PRECE PARA TER A PROTEÇÃO DIÁRIA DE OGUM

"Meu Pai Ogum, meu Orixá Protetor, me proteja de dia e de noite de todas as demandas e de todos meus inimigos, carnais e espirituais. Elimine tudo de ruim que possa atrapalhar ou ameaçar a minha vida ou das pessoas que amo, corte todas as energias que me impedem de caminhar, abre meus caminhos tirando de perto de mim a inveja e a falsidade, que nenhum pensamento lançado contra mim possa me atingir. Que assim seja! Patacori, Ogunhê!"


Lenda de Ogum :: Segundo a tradição do Candomblé

Ogum dá ao homem o segredo do ferro:

Na Terra criada por Obatalá, em Ifé, os orixás e os seres humanos trabalhavam e viviam em igualdade. Todos caçavam e plantavam usando frágeis instrumentos feitos de madeira, pedra ou metal mole. Por isso o trabalho exigia grande esforço. Com o aumento da população de Ifé, a comida andava escassa. Era necessário plantar uma área maior.

Os orixás então se reuniram para decidir como fariam para remover as árvores do terreno e aumentar a área de lavoura. Ossain, o orixá da medicina, dispôs-se a ir primeiro e limpar o terreno. Mas seu facão era de metal mole e ele não foi bem sucedido. Do mesmo modo que Ossain, todos os outros Orixás tentaram, um por um, e fracassaram na tarefa de limpar o terreno para o plantio. Ogun, que conhecia o segredo do ferro, não tinha dito nada até então. Quando todos os outros Orixás tinham fracassado, Ogun pegou seu facão, de ferro, foi até a mata e limpou o terreno. Os Orixás, admirados, perguntaram a Ogun de que material era feito tão resistente facão. Ogun respondeu que era o ferro, um segredo recebido de Orunmilá. Os Orixás invejaram Ogun pelos benefícios que o ferro trazia, não só à agricultura, como à caça e até mesmo à guerra.

Por muito tempo os Orixás importunaram Ogun para saber do segredo do ferro, mas ele mantinha o segredo só para si. Os Orixás decidiram então oferecer-lhe o reinado em troca do que ele lhes ensinasse tudo sobre aquele metal tão resistente. Ogun aceitou a proposta. Os humanos também vieram a Ogun pedir-lhe o conhecimento do ferro. E Ogun lhes deu o conhecimento da forja, até o dia em que todo caçador e todo guerreiro tiveram sua lança de ferro. Mas, apesar de Ogun ter aceitado o comendo dos Orixás, antes de mais nada ele era um caçador. Certa ocasião, saiu para caçar e passou muitos dias fora numa difícil temporada.

Quando voltou da mata, estava sujo e maltrapilho. Os Orixás não gostaram de ver seu líder naquele estado. Eles o desprezaram e decidiram destituí-lo do reinado. Ogun se decepcionou com os Orixás, pois, quando precisaram dele para o segredo da forja, eles o fizeram rei e agora dizem que não era digno de governá-los. Então Ogun banhou-se, vestiu-se com folhas de palmeira desfiadas, pegou suas armas e partiu. Num lugar distante chamado Irê, construiu uma casa embaixo da arvore de Acoco e lá permaneceu. Os humanos que receberam de Ogun o segredo do ferro não o esqueceram. Todo mês de dezembro, celebravam a festa de Uidê Ogun. Caçadores, guerreiros, ferreiros e muitos outros fazem sacrifícios em memória de Ogun. Ogun é o senhor do ferro para sempre.

Ogum torna-se o rei de Irê:

Quando Odudua reinava em Ifé, mandou seu filho Ogum guerrear e conquistar os reinos vizinhos. Ogum destruiu muitas cidades e trouxe para Ifé muitos escravos e riquezas, aumentando de maneira fabulosa o império de seu pai. Um dia, Ogun lançou-se contra a cidade de Irê, cujo povo o odiava muito. Ogum destruiu tudo, cortou a cabeça do rei de Irê e a colocou num saco para dá-la a seu pai. Alguns conselheiros de Odudua souberam do presente que Ogum trazia para o rei seu pai. Os conselheiros disseram a Odudua que Ogum desejava a morte do próprio pai para usurpar-lhe a coroa. Todos sabem que um rei deve ver a cabeça decaptada de outro rei. Ogum não conhecia esse tabu. Odudua imediatamente enviou uma delegação para encontrar Ogum fora dos portões da cidade. Após muitas explicações, Ogum concordou em entregara cabeça do rei de Irê aos mensageiros de Odudua. O perigo havia acabado. Ogum fora encontrado antes de chegar ao palácio de seu pai. Como Odudua queria recompensar o seu filho mais querido, presenteou Ogum com o reino de Irê e todos os prisioneiros e riquezas conquistadas naquela guerra.

Assim Ogum tornou-se o Onirê, o rei de Irê.

Ogum livra um pobre de seus exploradores:

Um pobre homem peregrinava por toda parte, trabalhando ora numa, ora noutra plantação. Mas os donos da terra sempre o despediam e se apoderavam de tudo o que ele construía. Um dia esse homem foi a um babalawo, que o mandou fazer um ebó na mata. Ele juntou o material e foi fazer o despacho, mas acabou fazendo tal barulho que Ogum, o dono da mata, foi ver o que ocorria. O homem, então, deu-se conta da presença de Ogune caiu a seus pés, implorando seu perdão por invadir a mata. Ofereceu-lhe todas as coisas boas que ali estavam. Ogum aceitou e satisfez-se com o ebó. Depois conversou com o peregrino, que lhe contou por que estava naquele lugar proibido. Falou-lhe de todos os seus infortúnios. Ogum mandou que ele desfiasse folhas de dendezeiro, mariwo, e as colocasse nas portas das casas de seus amigos, marcando assim cada casa a ser respeitada, pois naquela noite Ogum destruiria a cidade de onde vinha o peregrino. Seria destruído até o chão. E assim se fez.

Ogum destruiu tudo, menos as casas protegidas pelo mariwo.


Ogum chama a Morte para ajudá-lo numa aposta com Xangô:

Ogum e Xangô nunca se reconciliaram. Vez por outra digladiavam-se nas mais absurdas querelas. Por pura satisfação do espírito belicoso dos dois. Eram, os dois, magníficos guerreiros. Certa vez Ogum propôs a Xangô uma trégua em suas lutas, pelo menos até que a próxima lua chegasse.

Xangô fez alguns gracejos, Ogum revidou, mas decidiram-se por uma aposta, continuando assim sua disputa permanente. Ogum propôs que ambos fossem a praia e recolhessem o maior número de búzios que conseguissem. Quem juntasse mais, ganharia. e quem perdesse daria ao vencedor o fruto da coleta. Puseram-se de acordo.

Ogum deixou Xangô e seguiu para a casa de Oiá, solicitando-lhe que pedisse a Iku que fosse à praia no horário que tinha combinado com Xangô. Oiá aquiesceu, mas exigiu uma quantia em ouro como pagamento, que recebeu prontamente. Na manhã seguinte, Ogum e Xangô apresentaram-se na praia e imediatamente o enfrentamento começou. Cada um ia pegando os búzios que achava. Vez por outra se entreolhavam. Xangô cantarolava sotaques jocosos contra Ogum. Ogum, calado, continuava a coleta. Oque Xangô não percebeu foi a aproximação de Iku. Ao erguer os olhos, o guerreiro deparou com a morte, que riu de seu espanto. Xangô soltou o saco da coleta, fugindo amedrontado e escondendo-se de Iku. À noite Ogum procurou Xangô, mostrando seu espólio. Xangô, envergonhado, abaixou a cabeça e entregou ao guerreiro o fruto de sua coleta.

COR: vermelha e branca  AMALÁ: 14 velas branca e vermelha ou 7 brancas e 7 vermelhas, cerveja branca em coité, 7 charutos, peixe de escama e de água doce, ou camarão seco, amendoins e frutas, de preferência, dentre elas, uma manga (melhor a espada), fitas vermelha e branca. Local de entrega, uma campina.  ERVAS: (Banho de descarrego): Aroeira – Pata de Vaca – Carqueja Losna – Folhas de Romã – Espada de São Jorge – Flecha de Ogum – Cinco Folhas – Macaé – Folhas de Jurubeba.  SAUDAÇÃO: "OGUNHÊ!" "PATACORI OGUM!"

Ogum = São Jorge (23 de abril)

COR: vermelha e branca

AMALÁ: 14 velas branca e vermelha ou 7 brancas e 7 vermelhas, cerveja branca em coité, 7 charutos, peixe de escama e de água doce, ou camarão seco, amendoins e frutas, de preferência, dentre elas, uma manga (melhor a espada), fitas vermelha e branca. Local de entrega, uma campina.

ERVAS: (Banho de descarrego): Aroeira – Pata de Vaca – Carqueja Losna – Folhas de Romã – Espada de São Jorge – Flecha de Ogum – Cinco Folhas – Macaé – Folhas de Jurubeba.

SAUDAÇÃO: "OGUNHÊ!" "PATACORI OGUM!"

(A erva "Comigo Ninguém Pode" é bom ter em casa para proteção, más não usar em banhos de descarrego, porque provoca irritação da pele.)

 







sexta-feira, 23 de abril de 2010

23 de Abril ⚔️ São Jorge ⚔️ Ogum

Defensor dos desamparados, segundo a lenda do Candomblé, Ogum andava pelo mundo comprando a causa dos indefesos, sempre muito justo e benevolente. Ele era o ferreiro dos Orixás, senhor das armas e dono das estradas.  Irreverente, pois é um Orixá valente, corajoso, traz na espada tudo o que busca. É o protetor dos policiais, ferreiros, escultores, caminhoneiros e todos os guerreiros.  Santo correspondente na Igreja Católica: São Jorge no Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul. Santo António de Pádua na Bahia.  Cores predominantes de ogum nas guias: Azul marinho no Candomblé. Vermelho na Umbanda, sendo que na Umbanda do Rio Grande do Sul muitos terreiros utilizam o verde, vermelho e branco. Entretanto as cores são determinadas pelo guia e conforme o reino em que trabalham e para qual Orixá.  Na Umbanda há diversos falangeiros seus como Ogum Beira-Mar, Ogum Marinho, Ogum 7 Ondas, Ogum 7 Cachoeiras, Ogum Megê, Ogum Timbiri, Ogum Yara, Ogum Dilê, Ogum Matinata, Ogum Rompe Mato, Ogum 7 Espadas, Ogum de Malê das Matas, Ogum 7 Escudos, Ogum 7 Lanças entre outros.

Ogum na Umbanda correspondendo a São Jorge, na Igreja Católica no sincretismo religioso. Seu dia é o 23 de abril. Ogum é o guerreiro, general destemido e estratégico, é aquele que veio para ser o vencedor das grandes batalhas, o desbravador que busca a evolução.

Defensor dos desamparados, segundo a lenda do Candomblé, Ogum andava pelo mundo comprando a causa dos indefesos, sempre muito justo e benevolente. Ele era o ferreiro dos Orixás, senhor das armas e dono das estradas.

Irreverente, pois é um Orixá valente, corajoso, traz na espada tudo o que busca. É o protetor dos policiais, ferreiros, escultores, caminhoneiros e todos os guerreiros.

Santo correspondente na Igreja Católica: São Jorge no Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul. Santo António de Pádua na Bahia.

Cores predominantes de ogum nas guias: Azul marinho no Candomblé. Vermelho na Umbanda, sendo que na Umbanda do Rio Grande do Sul muitos terreiros utilizam o verde, vermelho e branco. Entretanto as cores são determinadas pelo guia e conforme o reino em que trabalham e para qual Orixá.

Na Umbanda há diversos falangeiros seus como Ogum Beira-Mar, Ogum Marinho, Ogum 7 Ondas, Ogum 7 Cachoeiras, Ogum Megê, Ogum Timbiri, Ogum Yara, Ogum Dilê, Ogum Matinata, Ogum Rompe Mato, Ogum 7 Espadas, Ogum de Malê das Matas, Ogum 7 Escudos, Ogum 7 Lanças entre outros.

Fonte: "http://pt.wikipedia.org/wiki/Ogum_na_Umbanda"
 



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