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quarta-feira, 23 de abril de 2014

Ogum ⚔️ São Jorge



I. MEU SÃO JORGE! OGUM-NHÊ!

"SANTO PADROEIRO DA INGLATERRA, PORTUGAL E GRÉCIA – COMO JORGE DE CAPADÓCIA, E DO RIO DE JANEIRO, ONDE É REVERENCIADO NO DIA 23 DE ABRIL.

UM SANTO HOMEM JUSTAMENTE VENERADO POR TODOS, MAS CUJOS ATOS SÃO CONHECIDOS SOMENTE POR DEUS;

PEDIMOS PARA ABATER A BESTA QUE HABITA AS PROFUNDEZAS DO NOSSO INTIMO, PERMITINDO-NOS VIVER UMA SANTA VIDA E MERECER A GRAÇA DE UMA BOA MORTE, NA PAZ DE DEUS, AMÉM!"

II. A SÃO JORGE

"Ó Deus, que nos alegrais com os méritos e as orações de vosso mártir São Jorge, concedei-nos, benignamente, que, implorando os vossos benefícios por sua intercessão, os obtenhamos pelo efeito de vossa graça. Por Nosso Senhor Jesus Cristo que convosco vive e reina pelos séculos dos séculos. Vós me protegestes, ó Deus, contra conspiração dos malignos e da multidão dos que praticam a iniquidade. Aleluia, aleluia. Ouvi ó Deus a minha oração, assim vos imploro, livrai a minha alma do temor do inimigo. Amém!"

III. ORAÇÃO A SÃO JORGE

"São Jorge, cavaleiro corajoso, abri os meus caminhos, ajudai-me a conseguir um bom emprego; fazei com que eu seja bem quisto por todos: superiores, colegas e subordinados.

Que a paz e o amor e a harmonia estejam sempre presentes no meu coração, no meu lar e no meu serviço; velai por mim e por meus familiares; protegei-nos sempre, abrindo e iluminando os nossos caminhos, ajudando-nos também a transmitirmos paz, amor e amizade entre todos os que nos cercam.

São Jorge Guerreiro, protegei-nos e abençoai-nos. Assim seja!"

IV. PODEROSAS ORAÇÕES A SÃO JORGE

"Chagas abertas, Sagrado Coração, todo amor e bondade, o sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, no meu corpo se derramem hoje e sempre.

Eu andarei vestido e armado com as armas de São Jorge. Para que meus inimigos, tendo pés, não me alcancem, tendo mãos, não me peguem, tendo olhos não me enxerguem, e nem pensamentos eles possam ter para me fazer o mal.

Armas de fogo meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrem sem ao meu corpo chegar, cordas e correntes se rebentem, sem o meu corpo amarrar.

Jesus Cristo protege-me e defende-me com o poder de tua Divina Graça e a Virgem de Nazaré me cubra com o sagrado e divino manto, protegendo-me em todas as minhas dores e aflições; Deus, com sua Divina Misericórdia e grande poder seja o meu defensor contra a maldade e perseguição de meus inimigos.

Oh! Glorioso São Jorge, em nome de Deus, em nome da Virgem de Nazaré, e em nome da falange do Divino Espírito Santo, estendei-me o vosso escudo e vossas poderosas armas, defendendo-me com vossa força e vossa grandeza, do poder de meus inimigos carnais e espirituais, e de todas as suas más influencias e que debaixo das patas do vosso fiel ginete, meus inimigos fiquem humildes e obedientes a vós, sem se atreverem a ter um olhar sequer, que me possa prejudicar.

Assim seja, com o poder de Deus, de Jesus e da falange do Divino Espírito Santo.

Amém!




Eu andarei vestido e armado, com as armas de São Jorge. Para que meus inimigos tendo pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me enxerguem, nem pensamentos eles possam ter para me fazerem mal. armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrem sem ao meu corpo chegar, cordas e correntes se quebrem sem ao meu corpo, amarrar.

São Jorge, cavaleiro corajoso, intrépido e vencedor; abre os meus caminhos. ajuda-me a conseguir um bom emprego; faze com que eu seja bem quisto por todos: superiores, colegas e subordinados. que a paz, o amor e a harmonia estejam sempre presentes no meu coração , no meu lar e no meu serviço; vela por mim e pelos meus , protegendo-nos sempre , abrindo e iluminando os nossos caminhos , ajudando-nos também a transmitirmos paz, amor e harmonia a todos que nos cercam. Amém."


Rezar 1 Pai-Nosso, 1 Ave-Maria e 1 Glória ao Pai

Uma corrente pela paz e prosperidade é realizada todo 3º domingo do mês, fazendo esta oração.

V. ORAÇÃO COM A ESPADA DE OGUM EM PUNHO

"Oh! Glorioso Guerreiro São Jorge, eu te suplico confiante que serei atendido, neste momento difícil da minha vida, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, com Vossa Espada de Luta, venha cortar todo mal e principalmente (faz o pedido).

Com a força do teu poder de defesa, eu me coloco na proteção do teu escudo, para combater o bom combate contra todo mal ou influência negativa que estiver em meu caminho. 

Amém.

São Jorge Cavaleiro, guiai-me. São Jorge Guerreiro, defendei-me. São Jorge Mártir, protegei-me."

Observação: Todo devoto de São Jorge deve empunhar a espada sempre que rezar esta oração.




Lenda de Ogum :: Segundo a tradição do Candomblé

Ogum dá ao homem o segredo do ferro:

Na Terra criada por Obatalá, em Ifé, os orixás e os seres humanos trabalhavam e viviam em igualdade. Todos caçavam e plantavam usando frágeis instrumentos feitos de madeira, pedra ou metal mole. Por isso o trabalho exigia grande esforço. Com o aumento da população de Ifé, a comida andava escassa. Era necessário plantar uma área maior.

Os orixás então se reuniram para decidir como fariam para remover as árvores do terreno e aumentar a área de lavoura. Ossain, o orixá da medicina, dispôs-se a ir primeiro e limpar o terreno. Mas seu facão era de metal mole e ele não foi bem sucedido. Do mesmo modo que Ossain, todos os outros Orixás tentaram, um por um, e fracassaram na tarefa de limpar o terreno para o plantio. Ogun, que conhecia o segredo do ferro, não tinha dito nada até então. Quando todos os outros Orixás tinham fracassado, Ogun pegou seu facão, de ferro, foi até a mata e limpou o terreno. Os Orixás, admirados, perguntaram a Ogun de que material era feito tão resistente facão. Ogun respondeu que era o ferro, um segredo recebido de Orunmilá. Os Orixás invejaram Ogun pelos benefícios que o ferro trazia, não só à agricultura, como à caça e até mesmo à guerra.

Por muito tempo os Orixás importunaram Ogun para saber do segredo do ferro, mas ele mantinha o segredo só para si. Os Orixás decidiram então oferecer-lhe o reinado em troca do que ele lhes ensinasse tudo sobre aquele metal tão resistente. Ogun aceitou a proposta. Os humanos também vieram a Ogun pedir-lhe o conhecimento do ferro. E Ogun lhes deu o conhecimento da forja, até o dia em que todo caçador e todo guerreiro tiveram sua lança de ferro. Mas, apesar de Ogun ter aceitado o comendo dos Orixás, antes de mais nada ele era um caçador. Certa ocasião, saiu para caçar e passou muitos dias fora numa difícil temporada.

Quando voltou da mata, estava sujo e maltrapilho. Os Orixás não gostaram de ver seu líder naquele estado. Eles o desprezaram e decidiram destituí-lo do reinado. Ogun se decepcionou com os Orixás, pois, quando precisaram dele para o segredo da forja, eles o fizeram rei e agora dizem que não era digno de governá-los. Então Ogun banhou-se, vestiu-se com folhas de palmeira desfiadas, pegou suas armas e partiu. Num lugar distante chamado Irê, construiu uma casa embaixo da arvore de Acoco e lá permaneceu. Os humanos que receberam de Ogun o segredo do ferro não o esqueceram. Todo mês de dezembro, celebravam a festa de Uidê Ogun. Caçadores, guerreiros, ferreiros e muitos outros fazem sacrifícios em memória de Ogun. Ogun é o senhor do ferro para sempre.

Lenda 31 do Livro Mitologia dos Orixás de Reginaldo Prandi




Ogum torna-se o rei de Irê:

Quando Odudua reinava em Ifé, mandou seu filho Ogum guerrear e conquistar os reinos vizinhos. Ogum destruiu muitas cidades e trouxe para Ifé muitos escravos e riquezas, aumentando de maneira fabulosa o império de seu pai. Um dia, Ogun lançou-se contra a cidade de Irê, cujo povo o odiava muito. Ogum destruiu tudo, cortou a cabeça do rei de Irê e a colocou num saco para dá-la a seu pai. Alguns conselheiros de Odudua souberam do presente que Ogum trazia para o rei seu pai. Os conselheiros disseram a Odudua que Ogum desejava a morte do próprio pai para usurpar-lhe a coroa. Todos sabem que um rei deve ver a cabeça decaptada de outro rei. Ogum não conhecia esse tabu. Odudua imediatamente enviou uma delegação para encontrar Ogum fora dos portões da cidade. Após muitas explicações, Ogum concordou em entregara cabeça do rei de Irê aos mensageiros de Odudua. O perigo havia acabado. Ogum fora encontrado antes de chegar ao palácio de seu pai. Como Odudua queria recompensar o seu filho mais querido, presenteou Ogum com o reino de Irê e todos os prisioneiros e riquezas conquistadas naquela guerra.

Assim Ogum tornou-se o Onirê, o rei de Irê.

Lenda 32 do Livro Mitologia dos Orixás de Reginaldo Prandi




Ogum livra um pobre de seus exploradores:

Um pobre homem peregrinava por toda parte, trabalhando ora numa, ora noutra plantação. Mas os donos da terra sempre o despediam e se apoderavam de tudo o que ele construía. Um dia esse homem foi a um babalawo, que o mandou fazer um ebó na mata. Ele juntou o material e foi fazer o despacho, mas acabou fazendo tal barulho que Ogum, o dono da mata, foi ver o que ocorria. O homem, então, deu-se conta da presença de Ogune caiu a seus pés, implorando seu perdão por invadir a mata. Ofereceu-lhe todas as coisas boas que ali estavam. Ogum aceitou e satisfez-se com o ebó. Depois conversou com o peregrino, que lhe contou por que estava naquele lugar proibido. Falou-lhe de todos os seus infortúnios. Ogum mandou que ele desfiasse folhas de dendezeiro, mariwo, e as colocasse nas portas das casas de seus amigos, marcando assim cada casa a ser respeitada, pois naquela noite Ogum destruiria a cidade de onde vinha o peregrino. Seria destruído até o chão. E assim se fez.

Ogum destruiu tudo, menos as casas protegidas pelo mariwo.

Lenda 43 do Livro Mitologia dos Orixás de Reginaldo Prandi




Ogum chama a Morte para ajudá-lo numa aposta com Xangô:

Ogum e Xangô nunca se reconciliaram. Vez por outra digladiavam-se nas mais absurdas querelas. Por pura satisfação do espírito belicoso dos dois. Eram, os dois, magníficos guerreiros. Certa vez Ogum propôs a Xangô uma trégua em suas lutas, pelo menos até que a próxima lua chegasse.

Xangô fez alguns gracejos, Ogum revidou, mas decidiram-se por uma aposta, continuando assim sua disputa permanente. Ogum propôs que ambos fossem a praia e recolhessem o maior número de búzios que conseguissem. Quem juntasse mais, ganharia. e quem perdesse daria ao vencedor o fruto da coleta. Puseram-se de acordo.

Ogum deixou Xangô e seguiu para a casa de Oiá, solicitando-lhe que pedisse a Iku que fosse à praia no horário que tinha combinado com Xangô. Oiá aquiesceu, mas exigiu uma quantia em ouro como pagamento, que recebeu prontamente. Na manhã seguinte, Ogum e Xangô apresentaram-se na praia e imediatamente o enfrentamento começou. Cada um ia pegando os búzios que achava. Vez por outra se entreolhavam. Xangô cantarolava sotaques jocosos contra Ogum. Ogum, calado, continuava a coleta. Oque Xangô não percebeu foi a aproximação de Iku. Ao erguer os olhos, o guerreiro deparou com a morte, que riu de seu espanto. Xangô soltou o saco da coleta, fugindo amedrontado e escondendo-se de Iku. À noite Ogum procurou Xangô, mostrando seu espólio. Xangô, envergonhado, abaixou a cabeça e entregou ao guerreiro o fruto de sua coleta.

Lenda 44 do Livro Mitologia dos Orixás de Reginaldo Prandi




Ogum = São Jorge (23 de abril)

COR: vermelha e branca

AMALÁ: 14 velas branca e vermelha ou 7 brancas e 7 vermelhas, cerveja branca em coité, 7 charutos, peixe de escama e de água doce, ou camarão seco, amendoins e frutas, de preferência, dentre elas, uma manga (melhor a espada), fitas vermelha e branca. Local de entrega, uma campina.

ERVAS: (Banho de descarrego): Aroeira – Pata de Vaca – Carqueja Losna – Comigo Ninguém Pode* – Folhas de Romã – Espada de S. Jorge – Flecha de Ogum – Cinco Folhas – Macaé – Folhas de Jurubeba. (*não usar em banhos, pois provoca irritação da pele)


7 comentários:

Anônimo disse...

OGUM !!!!

E o mito de Ogum-Hefesto nos aponta a saída. Aquilo que é aparentemente feio, desprezado, aleijado, como a raiva e a fúria, pode se transformar, sob o calor do fogo da forja, em algo criativo, útil e que leva ao desenvolvimento e ampliação dos horizontes do individuo. Uma nova tecnologia, ou seja, uma nova consciência, mais condizente com a realidade, mais útil para o individuo pode vir a tona, e assim o individuo estará munido de mais “armas” para lutar em seu dia a dia.
Referências:

- BARCELLOS, M. C. Os orixás e a personalidade humana. Rio de Janeiro: Pallas, 2010.
- JUNG, C. Os Arquétipos e o inconsciente coletivo. 2 ed. Petropolis, RJ, Vozes 2002.

A oração de São Jorge ajuda a alcançar uma graça e serve para todas as pessoas, para saúde, proteção e luz. Obrigado!

Anônimo disse...

Sinônimo de fé, de força e esperança. Um homem no cavalo segurando uma lança protegido por Deus com muita fé no coração.
Trazendo a verdade a paz e a justiça. Proteção eu peço para este santo guerreiro!

São Jorge vela por mim e pelos meus, protegendo-me com suas armas. Defenda-me com sua força e grandeza dos meus inimigos.
Dai-me coragem e esperança que a paz o amor e a harmonia estejam sempre presentes no meu coração, no meu lar e no meu serviço.

Que seu dia seja de muita paz e amor.

Salve São Jorge Guerreiro!!!

Salve Ogum 🙏

Ogunhê meu Pai 🤲

Anônimo disse...

Salve Jorge, Patacori Ogum!
Seu dia é 23 de abril, é sincretizado como São Jorge na católica.
Traz sua espada e escudo na mão.
Ogunhê! 🌊⚔️

Anônimo disse...

Salve meu pai Ogum!
Ogunhê!

Anônimo disse...

O hoje o dia é todo teu nosso guerreiro,general 💚❤

Rogério Sacchi de Frontin disse...

"Ogum. Oxossi
Guerreiro romano
Que entendeu que o dragão
Queima dentro da gente
Soldado de guerra
Vermelho infante
Basta um abraço seu
Um brado adentro nessas selvas
Ao invés da espada que corta
A enxada, meu pai
A semente
Finca a terra e faz brotar
Este sonho de tons sobre tons
De pastéis, de verdes, turquesas
De rosas, de príncipes, de baronesas
De Xicas da Silva ascendentes
É meu pai, é meu tio, tão galante
Formoso em seu cavalo
Tão branco, tão negro
Engana Jorge quem diz que é seu amigo
Mas amarela em toda luta que nos quer inteiros
Deixe que segure assim no seu ombro
Pois sigo à frente e prezo suas armas
Que são nossas
Você é meu escudo
Clarão do meu vazio
Do verde que entregam
Do lixo, veneno humano
Fiz lá meu canteiro
Com ervas precisas
Seu Jorge, São Jorge
- Vem cá passear
Tomei para mim sua espada
Luto e decepo tudo o que for dragão
A queimar dentro de mim
Liberto, assim, dragões
O homem que vivia aprisionado
A sua narrativa, seus ais
E o nosso 23 chegou
São cinco os guerreiros
São quatro além de mim
- A Inglaterra é nossa
E o Deus estará onde quisermos que ele esteja
Vivo ou morto
O importante é o feito
As patas do seu ginete
O manto vermelho com o qual me agasalha
Nascemos, Jorge
E a lua traz a luz
Lá viveremos tempos memoriais"

Anônimo disse...

Patacori Ogum! Ogunhê!