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terça-feira, 8 de junho de 2010

Saravá Seo Omolú! Atotô Obaluaiê!



Sincretismo: São Lázaro e São Roque

Dia de comemoração: 13 de Maio (Pretos-Velhos), 13 de Agosto, 16 de Agosto e 17 de Dezembro.

Toda segunda-feira todo devoto e toda devota de São Roque e São Lázaro faz homenagem aos santos, então na última segunda-feira de cada ano estes mesmos fiéis prestam as últimas homenagem do ano aos santos, lotando as igrejas.

A comemoração mais conhecida é  na igreja de São Lázaro que fica no bairro da Federação, em Salvador (foto ao lado). Lá os devotos também homenageiam Obaluaê, orixá que representa São Lázaro no Candomblé. É nesta data - última segunda-feira do ano - que as baianas dão o tradicional banho de pipoca nos(as) fiéis e filhos(as) de santo, promovendo a limpeza astral do perispírito e atraindo o Axé curador de Abaluaiê.


Igreja de São Lázaro e São Roque
Essa mesma comemoração, como o banho de pipoca, se repete na última segunda-feira do primeiro mês de ano. É uma festa abençoada, na qual todo mundo pode participar e pedir paz, saúde, proteção, livrando-se da inveja e da maldade. Através do banho de pipoca e do Pádua, o fiel fica protegido e pronto a conquistar muitas coisas boas na vida.

Saudação: Atotô Obaluayê! (ou Atotô Abaluaiê!)

Obalúayé; "Rei dono da Terra", Omolu "Filho do Senhor", Xapanã "Dono da Terra" são os nomes dados a Sànpònná, um título ligado a grande calor, o sol e também conhecido como Babá Igbona, pai da quentura no Candomblé. É ligado ao mundo dos mortos. A este Orixá fazemos os pedidos para problemas de Saúde e cortes de magia.

O guardião dos espíritos torna as pessoas intuitivas e carismáticas. Ajuda no amor e família.

Simbologia

Omolu é representado pelo Sàsàrà ou Xaxará (feixe de palha da costa e búzios)

Elemento: terra

Astro regente: Saturno

Dia da semana: segunda-feira, bom para culto aos ancestrais

Personalidade: tímido e vingativo

Oferenda: Èwà dúdú - feijão preto temperado com cebola, camarão seco e dendê. Na Umbanda também é usada pipoca passada no azeite de dendê. Pipoca estourada na areia de praia sem sal; amendoim pilado e torrado.

Doce: Cuscuz

Bebida: Água de arroz

Cores: Preto, branco e vermelho que simbolizam mistérios e sobriedade, e atraem respeito

Frutas: Banana da terra, abacaxi

Flores: Qualquer flor de cor branca

Ervas: Canela de velho, jurubeba, erva de bicho, picão

Metal: Chumbo


Local de oferenda: Praias, cemitérios e grutas

Características do orixá: Omolu é sábio e destemido. É originário do antigo Dahomey onde era chamado de Sakpatá. É filho de Anabiko e irmão de Besen. Usa o fìlà (cobertura de palha da costa).

Seu número é o 13 (Odù éjì ológbon - magia)

Saudação: "Atôtô!" (Silêncio!)

Protegido por Omolu: O Ator Milton Gonçalves é sábio e determinado como Omolu. Pelos inúmeros papéis de sucesso, Milton tornou-se referência imprescindível na dramaturgia nacional. "Para proteção, use uma pedra de ônix".

Axés e magias: Para ajudar na cura de doenças, macere em um balde com 5 litros d'água cana-do-brejo, saião e raiz santa. Tome este banho da cabeça aos pés e vista-se de branco. Despache as numa grama.

Magia de Omolu para despertar o desejo do seu amor: Forre uma panela de barro com folhas de colônia e mamona. Consiga uma roupa íntima da pessoa e coloque por cima das folhas. Cubra esta roupa com pó de pemba vermelha e lelecun em pó. Estoure 500g de pipoca no azeite doce. Triture as pipocas, misture-as com mel de abelha e coloque-as por cima de tudo. Tampe a panela e enterre-a aos pés de uma árvore fazendo os seus pedidos com fé a Omolu.


Sobre Omolú

Para a maior parte dos devotos do Candomblé e da Umbanda, os nomes são praticamente intercambiáveis, referentes a um mesmo arquétipo e, correspondentemente, uma mesma divindade. Já para alguns Babalorixás, porém, há de se manter certa distância entre os dois termos, uma vez que representam tipos diferentes do mesmo Orixá.

São também comuns as variações gráficas Obaluaê e Abaluaê

Em termos mais estritos, Obaluaê é a forma jovem do Orixá Xapanã, enquanto Omolu é sua forma velha. Como porém, Xapanã é um nome proibido tanto no Candomblé como na Umbanda, não devendo ser mencionado pois pode atrair a doença inesperadamente, a forma Omolu é a que mais se popularizou e acabou sendo confundida não apenas com a forma mais velha do Orixá, mas com sua essência genérica em si. Esta distinção se aproxima da que existe entre as formas básica de Oxalá: Oxalá (o Crucificado), Oxaguiã a forma jovem e Oxalufã a forma mais velha.

A figura de Omolu-Obaluaê, assim como seus mitos, é completamente cercada de mistérios e dogmas indevassáveis. Em termos gerais, a essa figura é atribuído o controle sobre todas as doenças, especialmente as epidêmicas. Faria parte da essência básica vibratória do Orixá tanto o poder de causar a doença como o de possibilitar a cura do mesmo mal que criou.

Em algumas narrativas mais tradicionalistas tentam apontar-se que o conceito original da divindade se referia ao deus da varíola, tal visão porém, nos parece uma evidente limitação. A varíola não seria a única doença sob seu controle, simplesmente pôr ser a epidemia mais devastadora e perigosa que conheciam os habitantes da comunidade original africana, onde surgiu Omolu-Obaluaê, o Daomé.

Assim, sombrio e grave como Iroco, Oxumarê (seus irmãos) e Nanã (sua Mãe), Omolu-Obaluaê é uma criatura da cultura jeje, posteriormente assimilada pelos iorubas. Enquanto os Orixás iorubanos são extrovertidos, de têmpera passional, alegres, humanos e cheios de pequenas falhas que os identificam com os seres humanas, a figuras daomeanas estão mais associadas a uma visão religiosa em que distanciamento entre deuses e seres humanos é bem maior. Quando há aproximação, há de se temer, pois alguma tragédia está para acontecer, pois os Orixás do Daomé são austeros no comportamento mitológico, graves e consequentes em suas ameaças.

A visão de Omolu-Obaluaê é a do castigo. Se um ser humano falta com ele ou um filho-de-santo seu é ameaçado, o Orixá castiga com violência e determinação, sendo difícil uma negociação ou um aplacar, mais prováveis nos Orixás iorubas.

Pierre Verger, nesse sentido, sustenta que a cultura do Daomé é muito mais antiga que a ioruba, o que pode ser sentido em seus mitos: A antigüidade dos cultos de Omolu- Obaluaê e Nanã (Orixá feminino), freqüentemente confundidos em certas partes da África, é indicada por um detalhe do ritual dos sacrifícios de animais que lhe são feitos. Este ritual é realizado sem o emprego de instrumentos de ferro, indicando que essas duas divindades faziam parte de uma civilização anterior à Idade do Ferro e à chegada de Ogum.

Como parte do temor dos iorubas, eles passaram a enxergar a divindade (Omolu-Obaluaê) mais sombria dos dominados como fonte de perigo e terror, entrando num processo que podemos chamar de malignação de um Orixá do povo subjugado, que não encontrava correspondente completo e exato (apesar da existência similar apenas de Ossâim). Omolu-Obaluaê seria o registro da passagem de doenças epidêmicas, castigos sociais, já que atacariam toda uma comunidade de cada vez.

Existe uma grande variedade de tipos de Omolu-Obaluaê, como acontece praticamente com todos os Orixás. Existem formas guerreiras e não guerreiras, de idades diferentes, etc., mas resumidos pelas duas configurações básicas do velho e do moço. A diversidade de nomes pode também nos levar a raciocinar que existem mitos semelhantes em diferentes grupos tribais da mesma região, justificando que o Orixá é também conhecido como Skapatá, Omolu Jagun, Quicongo, Sapatoi, Iximbó, Igui.

Arquétipo: O senhor da doença é relacionado um arquétipo psicológico derivado de sua postura na dança: se nela Omolu-Obaluaê esconde dos espectadores suas chagas, não deixa de mostrar, pelos sofrimentos implícitos em sua postura, a desgraça que o abate. No comportamento do dia-a-dia, tal tendência se revela através de um caráter tipicamente masoquista.

Pierre Verger define os filhos de Omolu como pessoas que são incapazes de se sentirem satisfeitas quando a vida corre tranqüila para elas. Podem até atingir situações materiais e rejeitar, um belo dia, todas essas vantagens por causa de certos escrúpulos imaginários. São pessoas que, em certos casos, se sentem capazes de se consagrar ao bem-estar dos outros, fazendo completa abstração de seus próprios interesses e necessidades vitais.

No Candomblé, como na Umbanda, tal interpretação pode ser demais restritiva. A marca mais forte de Omolu-Obaluaê não é a exibição de seu sofrimento, mas o convívio com ele. Ele se manifesta numa tendência autopunitiva muito forte, que tanto pode revelar-se como uma grande capacidade de somação de problemas psicológicos (isto é, a transformação de traumas emocionais em doenças físicas reais), como numa elaboração de rígidos conceitos morais que afastam seus filhos-de-santo do cotidiano, das outras pessoas em geral e principalmente os prazeres. Sua insatisfação básica, portanto, não se reservaria contra a vida, mas sim contra si próprio, uma vez que ele foi estigmatizado pela marca da doença, já em si uma punição.

Em outra forma de extravasar seu arquétipo, um filho do Orixá , menos negativista, pode apegar-se ao mundo material de forma sôfrega, como se todos estivessem perigosamente contra ele, como se todas as riquezas lhe fossem negadas, gerando um comportamento obsessivo em torno da necessidade de enriquecer e ascender socialmente.

Mesmo assim, um certo toque do recolhimento e da autopunição de Omolu-Obaluaê serão visíveis em seus casamentos: não raro se apaixonam por figuras extrovertidas e sensuais (como a indomável Iansã, a envolvente Oxum, o atirado Ogum) que ocupam naturalmente o centro do palco, reservando ao cônjuge de Omolu-Obaluaê um papel mais discreto. Gostam de ver seu amado brilhar, mas o invejam, e ficam vivendo com muita insegurança, pois julgam o outro, fonte de paixão e interesse de todos.

Assim como Ossâim, as pessoas desse tipo são basicamente solitárias. Mesmo tendo um grande círculo de amizades, freqüentando o mundo social, seu comportamento seria superficialmente aberto e intimamente fechado, mantendo um relacionamento superficial com o mundo e guardando sua intimidade para si própria. Não raro são pessoas que julgam. Ter características detestáveis, que vivem criticando, motivo de vergonha. O filho do Orixá oculta sua individualidade com uma máscara de austeridade, mantendo até uma aura de respeito e de imposição, de certo medo aos outros. Pela experiência inerente a um Orixá velho, são pessoas irônicas. Seus comentários porém não são prolixos e superficiais, mas secos e diretos, o que colabora para a imagem de terrível que forma de si próprio.

Um último, mas importante detalhe; em diversas de suas lendas, o Orixá da varíola é apresentado como uma divindade que perdeu uma perna. Isso se refletiria em seus filhos como um defeito congênito em uma das pernas ou a tendência a sofrer, durante sua vida, por um problema de relativa gravidade em seus membros inferiores, a partir de quedas ou desastres que podem ou não ser curados e ultrapassados.


Lendas

1)

Por causa do feitiço usado por Nanã para engravidar, Omolu nasceu todo deformado. Desgostosa com o aspecto do filho, Nanã abandonou-o na beira da praia, para que o mar o levasse. Um grande caranguejo encontrou o bebê e atacou-o com as pinças, tirando pedaços da sua carne. Quando Omolu estava todo ferido e quase morrendo, Yemanjá saiu do mar e o encontrou. Penalizada, acomodou-o numa gruta e passou a cuidar dele, fazendo curativos com folhas de bananeira e alimentando-o com pipoca sem sal nem gordura até que o bebê se recuperou. Então Iemanjá criou-o como se fosse seu filho.


2)

Omolu tinha o rosto muito deformado e a pele cheia de cicatrizes. Por isso, vivia sempre isolado, se escondendo de todos. Certo dia, houve uma festa de que todos os Orixás participavam, mas Ogum percebeu que o irmão não tinha vindo dançar. Quando lhe disseram que ele tinha vergonha de seu aspecto, Ogum foi ao mato, colheu palha e fez uma capa com que Omolu se cobriu da cabeça aos pés, tendo então coragem de se aproximar dos outros. Mas ainda não dançava, pois todos tinham nojo de tocá-lo. Apenas Iansã teve coragem; quando dançaram, a ventania levantou a palha e todos viram um rapaz bonito e sadio;e Oxum ficou morrendo de inveja da irmã.

3)

Quando Obaluaê ficou rapaz, resolveu correr mundo para ganhar a vida. Partiu vestido com simplicidade e começou a procurar trabalho, mas nada conseguiu. Logo começou a passar fome, mas nem uma esmola lhe deram. Saindo da cidade, embrenhou-se na mata,onde se alimentava de ervas e caça, tendo por companhia um cão e as serpentes da terra. Ficou muito doente.Por fim, quando achava que ia morrer, Olorun curou as feridas que cobriam seu corpo. Agradecido, ele se dedicou à tarefa de viajar pelas aldeias para curar os enfermos e vencer as epidemias que castigaram todos que lhe negaram auxílio e abrigo.



5 Orações ao Senhor Omolú

1)

Atotô, Atotô, Atotô, Meu Pai Obaluaiê.

Salve querido Pai da vida e da riqueza. Eu venho humildemente e com todo o respeito, Senhor, pedir-lhe (faça o pedido). Oh, grande Obaluaiê, se meus pedidos forem injustos e não merecidos, não me puna, Pai. Não deixe que caia sobre mim a sua ira.Mas me dê o que for do meu merecimento.Senhor da lama e do ouro, Pai de todo o Ayê, que as suas bênçãos me livrem de todo o mal, de todas as dores, de todas as doenças, de todas as moléstias e perseguições. Ilumine Obaluaiê a minha vida, minha consciência, e que sua justiça seja sempre a minha companheira.

Proteja-me, Pai, Atotô. Asé!!! Atotô,Atotô,Atotô, Meu Pai Obaluaiê.

Salve querido Pai da vida e da riqueza.Eu venho humildemente e com todo o respeito, Senhor, pedir-lhe (faça o pedido ). Oh, grande Obaluaiê, se meus pedidos forem injustos e não merecidos, não me puna, Pai. Não deixe que caia sobre mim a sua ira. Mas me dê o que for do meu merecimento. Senhor da lama e do ouro, Pai de todo oAyê, que as suas bênçãos me livrem de todo o mal, de todas as dores, de todas as doenças, de todas as moléstias e perseguições. Ilumine Obaluaiê a minha vida, minha consciência, e que sua justiça seja sempre a minha companheira.
Proteja-me, Pai, Atotô. Asé !!!

2)

Oh, Mestre da Vida,
Proteja seus filhos para que suas vidas sejam marcadas pela saúde.
Vós é o limitador das enfermidades.
Vós é médico dos corpos terrenos e almas eternas.
Suplicamos sua misericórdia aos males que nos afetam!
Que suas chagas abriguem nossas dores e sofrimentos.
Concede-nos corpos sadios e almas serenas.
Mestre da Cura, amenize nossos sofrimentos que escolhemos resgatar nessa encarnação!
Atotô meu Pai!

3)

Dominador das epidemias. De todas as doenças e da peste. Omulu, Senhor da Terra. Obaluaiê, meu Pai Eterno. Dai-nos saúde para a nossa mente, dai-nos saúde para nosso corpo. Refoçai e revigorai nossos espíritos para que possamos enfrentar todos os males e infortúnios da matéria. Atotô meu Obaluaiê! Atotô meu Velho Pai! Atotô Rei da Terra! Atotô Babá!

4)

Mestre das almas!
Meu corpo está enfermo…
Minha alma está abalada,
Minha alma está imersa na amargura de um sofrimento
Que me destrói lentamente.
Senhor Omolu!
Eu evoco - Obaluaiê
Oh!
Deus das doenças
Orixá que surge, diante dos meus olhos
Na figura sofredora de Lázaro.
Aquele que teve a graça de um milagre
No gesto do Divino Filho de Jesus.
Oh!
Mestre dos mestres
Obaluaiê
Teu filho está enfermo…
Teu filho se curva, diante da tua aura luminosa.
Na magia do milagre,
Que virá de tuas mãos santificadas pelo sofrimento…
Socorre-me…
Obaluaiê…
Dai-me a esperança da tua ajuda.
Para que me encoraje diante do martírio imenso que me alucina,
Faças com que eu não sofra tanto - Meu Pai
Senhor Omolu!
Tu és dono dos cemitérios,
Tu que és sentinela do sono eterno,
Daqueles que foram seduzidos ao teu reino.
Tu que és guardião das almas. que ainda não se libertou da matéria,
Ouve a minha súplica, atende ao apelo angustioso do teu filho.
Que se debate no maior dos sofrimentos.
Salve-me - Irmão Lázaro.
Aqui estou diante da tua imagem sofredora,
Erguendo a derradeira prece dos vencidos,
Conformado com o destino que o Pai Supremo determinou.
Para que eu suplicasse minha alma no maior dos sofrimentos.
Salve minha alma desse tormento que me alucina.
Tome meu corpo em teus braços.
Eleva-me para teu reino.
Se achares porém, que ainda não terminou minha missão neste planeta,
Encoraja-me com exemplo da tua humildade e da tua resignação.
Alivia meus sofrimentos, para que levante deste leito e volte a caminhar.
Eu te suplico, mestre!
Eu me ajoelho diante do poder imenso,
De que és portador.
Invoco a vibração do Obaluaiê.
A - TÔ - TÔ, Meu Pai.
Obaluaiê,
Meu Senhor, ajude-me!

5)

Salve o Senhor o Rei da Terra!
Médico da Umbanda, Senhor da Cura de todos os males do corpo e da alma.
Pai da riqueza e da bem-aventurança.
Em ti deposito minhas dores e amarguras, rogando-te as bênçãos de saúde, paz e prosperidade.
Faz-me, Senhor do trabalho; um filho de bom ânimo e disposição, para triunfar na luta pela sobrevivência.
Faz-me digno de merecer todo dia e toda noite, vossas bênçãos de luz e misericórdia.

ATOTÔ OBALUAUÊ! ATOTÔ BABÁ!

Fonte/Referências: Casa Espirita Xango Airá-http://cexapublicacoes.blogspot.com/2008/08/omolu-obalua.html - Coluna de Pai Paulo no Jornal Extra (Rio de Janeiro): http://extra.globo.com/lazer/materias/2010/05/06/pai-paulo-omolu-te-deixara-intuitivo-carismatico-916514590.asp - http://www.pallaseditora.com.br/omolu.php - http://povodearuanda.wordpress.com/2007/09/10/obaluaye - CANDOMBLE - RELIGIAO DO CORPO E DA ALMA Por Carlos Eugênio Marcondes de Moura (2000). Imagens: pesquisa: Google images.

Um comentário:

Anônimo disse...

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