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sábado, 11 de abril de 2009

Sábado de Aleluia (Liturgia e Oração)

O Sábado Santo ou Sábado de Aleluia, é o dia que antecede a Páscoa no calendário do Cristianismo. Nas Filipinas, nação notoriamente católica, chama-se a este dia Sábado Negro. O Sábado de Aleluia é o último dia da Semana Santa. Na tradição católica, é costume os altares serem desnudados, pois como na Sexta-Feira Santa é celebrada a Eucaristia.  Os únicos rituais são os que fazem parte da Liturgia das Horas. Além da Eucaristia, é vedada também a celebração de qualquer outro sacramento, menos a Confissão. São permitidas exéquias, mas sem celebração de missa. A distribuição da comunhão só é permitida sob a forma de viático, isto é, em caso de morte. Muitas das igrejas anglicanas seguem estes mesmos preceitos.  Já a Igreja Ortodoxa, bem como os ritos católicos orientais, seguem as suas próprias tradições e possuem terminologia própria para estes dias e respectivas tradições e celebrações. Como é de esperar, apesar de a Páscoa e os dias relacionados serem importantes para todas as tradições cristãs, do Mormonismo ao Catolicismo, as celebrações variam grandemente.  Antes de 1970, os católicos romanos deviam praticar um jejum limitado: por exemplo, abstinência de carne de gado, mas consumo de quantidades limitadas de peixe, etc.  Em alguns lugares, a manhã do Sábado de Aleluia é dedicada à "Celebração das Dores de Maria", onde se recorda a "hora da Mãe", sem missa. É no Sábado de Aleluia que se faz a tradicional Malhação de Judas, representando a morte de Judas Iscariotes.  No Sábado Santo, é celebrada a Vigília pascal depois do anoitecer, dando início à Páscoa. Sábado: remonta à Criação, passa pelo Êxodo e vai até ao fim do Apocalipse.

O Sábado Santo ou Sábado de Aleluia, é o dia que antecede a Páscoa no calendário do Cristianismo. Nas Filipinas, nação notoriamente católica, chama-se a este dia Sábado Negro. O Sábado de Aleluia é o último dia da Semana Santa. Na tradição católica, é costume os altares serem desnudados, pois como na Sexta-Feira Santa é celebrada a Eucaristia.

Os únicos rituais são os que fazem parte da Liturgia das Horas. Além da Eucaristia, é vedada também a celebração de qualquer outro sacramento, menos a Confissão. São permitidas exéquias, mas sem celebração de missa. A distribuição da comunhão só é permitida sob a forma de viático, isto é, em caso de morte. Muitas das igrejas anglicanas seguem estes mesmos preceitos.

Já a Igreja Ortodoxa, bem como os ritos católicos orientais, seguem as suas próprias tradições e possuem terminologia própria para estes dias e respectivas tradições e celebrações. Como é de esperar, apesar de a Páscoa e os dias relacionados serem importantes para todas as tradições cristãs, do Mormonismo ao Catolicismo, as celebrações variam grandemente.

Antes de 1970, os católicos romanos deviam praticar um jejum limitado: por exemplo, abstinência de carne de gado, mas consumo de quantidades limitadas de peixe, etc.

Em alguns lugares, a manhã do Sábado de Aleluia é dedicada à "Celebração das Dores de Maria", onde se recorda a "hora da Mãe", sem missa. É no Sábado de Aleluia que se faz a tradicional Malhação de Judas, representando a morte de Judas Iscariotes.

No Sábado Santo, é celebrada a Vigília pascal depois do anoitecer, dando início à Páscoa. Sábado: remonta à Criação, passa pelo Êxodo e vai até ao fim do Apocalipse.

Oração do Sábado Santo


"Sagrado Coração de Jesus, São Francisco de Assis; sabemos, Cristo, que amanhã Vosso Pai te glorificará novamente; pois é o Domingo da Ressurreição; No qual se prova que a morte é passageira e a vida é eterna. Acreditamos na ressurreição pela luz da fé, e pelos milagres vividos, que tem a finalidade de acreditarmos em Ti Filho do Homem.

Assim seja."

Fonte: Revista de Aparecida-nº85-abril de 2009 / Wikipédia / Imagem: Corbis

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Sexta-feira Santa, a Paixão de Cristo



A Sexta-feira Santa, ou Sexta-feira da Paixão, é a Sexta-feira antes do Domingo de Páscoa. É a data em que os cristãos lembram o julgamento, paixão, crucificação, morte e sepultura de Jesus Cristo, através de diversos ritos religiosos.

Segundo a tradição cristã, a ressurreição de Cristo aconteceu no domingo seguinte ao dia 14 de Nisã, no calendário hebraico. A mesma tradição refere ser esse o terceiro dia desde a morte. Assim, contando a partir do domingo, e sabendo que o costume judaico, tal como o romano, contava o primeiro e o último dia, chega-se à sexta-feira como dia da morte de Cristo.

A Sexta-feira Santa é um feriado móvel que serve de referência para outras datas. É calculado como sendo a primeira Sexta-feira de lua cheia após o equinócio de outono no hemisfério sul ou o equinócio de primavera no hemisfério norte, podendo ocorrer entre 22 de março e 25 de abril.

Na Igreja Católica, este dia pertence ao Tríduo pascal, o mais importante período do ano litúrgico. A Igreja celebra e contempla a paixão e morte de Cristo, pelo que é um dos raros dias em que não se celebra, em absoluto, a Eucaristia.

Por ser um dia em que se contempla de modo especial Cristo crucificado, as regras litúrgicas prescrevem que neste dia e no seguinte (Sábado Santo) se venere o crucifixo com o gesto da genuflexão, ou seja, de joelhos.

A Igreja exorta os fiéis a que neste dia observem alguns sinais de penitência, em respeito e veneração pela morte de Cristo. Assim, convida-os à prática do jejum e da abstinência da carne.

Exercícios piedosos, como a Via Sacra e o Rosário, são também recomendados como forma de assinalar este dia especialmente importante para a fé cristã.

"Amarraram numa vara uma esponja embebida de vinagre e levaram-na à boca de Jesus. Ele tomou o vinagre e disse: 'Tudo está consumado' ." Evangelho (J0 18,1-19,42)

O vinagre misturado com água era bebida normal dos soldados. Foi por dó que o ofereceram a Jesus, para aplacar sua sede. O suplício da cruz chegava ao fim. Conscientemente Jesus aceitou a morte, pois fizera tudo que devia, vivera plenamente nossa vida humana. Colocou tudo nas mãos do Pai, num gesto final de obediência, aceitação, entrega e súplica. Foi uma atitude filial de amor total.

Oração da Sexta-feira da Paixão


"Senhor, contemplando Vossa morte na cruz, na maior humilhação, reconheço que sois o Filho de Deus (Mc 15,39). Creio que Sois meu Salvador, que me podeis transformar e fazer participante de vossa vida divina. Por vossa vida e morteeu vos peço, fazei que vos seja fiel para sempre, que me entregue todo a Vós como Vos entregastes todo por mim. Ponho em Vós minha confiança. Asim seja."

Fonte: Revista de Aparecida-nº85-abril de 2009 / Wikipédia / Imagem: Corbis
 

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Oração da Quinta-feira Santa, para fechar o corpo contra inimigos

Conhecida pelos antigos como poderosíssima oração para fechamento do corpo e proteção contra feitiços, bruxaria, armas brancas e armas de fogo, inimigos visíveis e ocultos. Essa centenária oração acompanha gerações protegendo aqueles que amam o Cristo e confiam que Ele nos protege de todo o mal, restabelecendo o equilíbrio, a justiça e a verdade divinos. Antes de orar afirme para você mesma(o): "Eu confio em Deus!"


Oração de Nosso Senhor Jesus Cristo:

Na Quinta-feira Santa, encontrou Judas com Jesus,

Judas perguntou a Jesus:
"— O que temes ?"
Jesus disse:
"— Não temo o peso da Cruz, porque nela fui crucificado."
Por isto nós dizemos:
"Morra a pólvora, morra o chumbo, morram todos os estandartes de fogo. Se puxar por faca virará em armação de algodão. Se puxar por espada dobrará desde a ponta até o cabo. Se puxar por arma de fogo correrá água desde o cano até o fecho, assim como correu leite de Nossa Senhora Maria Santíssima, na Boca de seu Bendito Filho para mamar. Atire na minha cabeça que atira na cabeça de Jesus Cristo. Atire no meu peito que atira no peito de Maria Santíssima. Atire nos meus braços que atira nos braços da Santa Cruz, onde Cristo expirou por nós os pecadores.
Rezo a cruz (+ fazer o Sinal da Cruz), cruz eu rezo, rezo a cruz (+ fazer o Sinal da Cruz), cruz eu rezo, rezo a cruz (+ fazer o Sinal da Cruz), Cruz eu rezo.
Assim como o Santo Padre não pode dizer sua Santíssima Missa sem a Santa Pedra D'Ara, assim todos meus inimigos e todos os feiticeiros e feiticeiras, não poderão comer e nem beber e nem dormir e não terão sossego enquanto comigo não fizerem as pazes e não terão poder e nem ânimo de me fazer mal nenhum.
Amém."


Oração da Quinta-feira Santa:

A Bíblia não comanda essa celebração, mas a Igreja a faz em sinal de louvor pelo sacrifício de Cristo e pela sua lição de humildade dada na última ceia. É um dia para preparar o seu coração para o Tríduo Pascal, quando se comemora a paixão, morte e ressurreição de Cristo. Por isso oramos...

A Bíblia não comanda essa celebração, mas a Igreja a faz em sinal de louvor pelo sacrifício de Cristo e pela sua lição de humildade dada na última ceia. É um dia para preparar o seu coração para o Tríduo Pascal, quando se comemora a paixão, morte e ressurreição de Cristo. Por isso oramos:

"Ó Pai, estamos reunidos para a Santa Ceia, na qual o vosso filho único, ao entregar-se à morte, deu à sua Igreja um novo e eterno sacrifício, como banquete do seu amor. 

Concedei-nos, por mistério tão excelso, chegar à plenitude da caridade e da vida. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém."






quarta-feira, 8 de abril de 2009

Quarta-feira Santa




"Enquanto comiam, Jesus disse: '...um de vós vai me trair'. Ficaram muito tristes e começaram a perguntar: Senhor, serei eu?" 
Evangelho (Mt 26,14-25)


Ficaram tristes porque Jesus ia ser traído. Tristes porque Jesus parecia estar duvidando de todos, mas tristes também, ou até amedrontados, porque pelo menos um pouco tinham aprendido a não confiar em si. Eu também tenho de ter esse medo de ser infiel, de renegar e abandonar Jesus. Para continuar fiel, preciso pedir sempre que ele me ajude; por mim nada posso garantir.

ORAÇÃO

Jesus, já aprendi que Vos posso abandonar um pouco ou até de uma vez. Não quero confiar em minha força, porque tenho mais é fraqueza. Por isso Vos peço: ajudai-me a rezar sempre, a sempre pedir Vossa ajuda para Vos continuar fiel. Dai-me clareza para ver o que devo fazer, dai-me prudência para agir na hora certa, dai-me força para fazer sem medo o que é certo do jeito certo. Assim seja

HISTÓRICO

A quarta-feira santa em alguns lugares é conhecida como quarta-feira de trevas. Neste dia recordamos a triste história daquele que foi Apóstolo de Cristo: Judas. Assim o conta São Mateus no seu evangelho: Um dos Doze, chamado Judas Iscariotes, foi ter com os sumos sacerdotes e disse-lhes: «Quanto me dareis, se eu vo-lo entregar?» Eles garantiram-lhe trinta moedas de prata. E, a partir de então, Judas procurava uma oportunidade para entregar Jesus.

Porque recorda a Igreja este acontecimento? Para que nos possamos convencer de que todos podemos comportar-nos como Judas. Para que peçamos ao Senhor que, da nossa parte, não haja traições, nem afastamentos, nem abandonos. Não somente pelas consequências negativas que isso poderia trazer às nossas vidas pessoais, o que já seria muito; mas porque poderíamos arrastar outros, que necessitam da ajuda do nosso bom exemplo, do nosso ânimo, da nossa amizade.

Em alguns lugares da América, as imagens de Cristo crucificado mostram uma chaga profunda na face esquerda do Senhor. E contam que essa chaga representa o beijo de Judas. Tão grande é a dor que os nossos pecados causam a Jesus! Digamos-lhe que desejamos ser-lhe fiéis: que não queremos vendê-lo – como Judas – por trinta moedas, por uma ninharia, que isso são todos os pecados: a soberba, a inveja, a impureza, o ódio, o ressentimento... 


Quando uma tentação ameaça atirar-nos para o chão, pensemos que não vale a pena trocar a felicidade dos filhos de Deus, que é o que somos, por um prazer que logo acaba e deixa o gosto amargo da derrota e da infidelidade.

Temos de sentir o peso da Igreja e de toda a humanidade. Não é admirável saber que qualquer de nós pode ter influência no mundo inteiro? No lugar onde estamos, realizando bem o nosso trabalho, cuidando da família, servindo os amigos, podemos ajudar a felicidade de tantas pessoas. Como escreve São Josemaria Escrivá, com o cumprimento dos nossos deveres cristãos, temos de ser como a pedra caída no lago. – Produz, com o teu exemplo e com a tua palavra um primeiro círculo... e este, outro... e outro, e outro... Até chegar aos lugares mais remotos.

Vamos a pedir ao Senhor que não o atraiçoemos mais; que saibamos afastar, com a sua graça, as tentações que o demónio nos apresenta, enganando-nos. Temos de dizer que não, decididamente, a tudo o que nos afaste de Deus. Assim não se repetirá na nossa vida a desgraçada história de Judas.

E se nos sentirmos débeis, corramos ao Santo Sacramento da Penitência! Ali nos espera o Senhor, como o pai da parábola do filho pródigo, para nos dar um abraço e oferecer-nos a sua amizade. Continuamente sai ao nosso encontro, ainda que tenhamos caído baixo, muito baixo. Sempre é tempo de voltar a Deus! Não reajamos com desânimo, nem com pessimismo. Não pensemos: que vou fazer eu, se sou um cúmulo de misérias? Maior é a misericórdia de Deus! Que vou fazer eu, se caio uma e outra vez pela minha debilidade? Maior é o poder de Deus, para nos levantar das nossas quedas!

Grandes foram os pecados de Judas e de Pedro. Os dois atraiçoaram o Mestre: um entregando-o nas mãos dos perseguidores, outro negando-o por três vezes. E, no entanto, que diferente reacção teve cada um! Para os dois guardava o Senhor torrentes de misericórdia.

Pedro arrependeu-se, chorou o seu pecado, pediu perdão, e foi confirmado por Cristo na fé e no amor; com o tempo, chegaria a dar a sua vida por Nosso Senhor. Judas, pelo contrário, não confiou na misericórdia de Cristo. Até ao último momento teve abertas as portas do perdão de Deus, mas não quis entrar por elas através da penitência.

Na sua primeira encíclica, João Paulo II fala do direito de Cristo a encontrar-se com cada um de nós naquele momento chave da vida da alma, que é o momento da conversão e do perdão (Redemptor hominis, 20). Não privemos Jesus desse direito! Não tiremos a Deus Pai a alegria de nos dar o abraço de boas-vindas! Não contristemos o Espírito Santo, que deseja devolver às almas a vida sobrenatural!Peçamos a Santa Maria, Esperança dos cristãos, que não permita que desanimemos com os nossos equívocos e pecados, talvez repetidos. Que nos alcance do seu Filho a graça da conversão, o desejo eficaz de recorrer – humildes e contritos – à Confissão, sacramento da misericórdia divina, começando e recomeçando sempre que seja preciso.
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Fonte: Revista de Aparecida-nº85-abril de 2009 / JUV. MARIANA VICENTINA DE ALFERRAREDE - http://jmvalferrarede.blogspot.com/

terça-feira, 7 de abril de 2009

Terça-feira Santa (Oração e Meditação)

Cinco dias antes da Páscoa... 

Oração da Terça-feira Santa: "Senhor, ajudai-me a viver minha condição humana, com meus trabalhos e descansos, alegrias e tristezas, momentos de prazer e de dor. Esse é o caminho para ser feliz agora e depois. Aceito as dificuldades que me esperam, as doenças e até a morte. Uno minha vida à vossa, para a Glória de Deus e a salvação de todos. Se me ajudais, nada poderá tirar-me a coragem e a alegria. Assim seja."

"O dia começou bem cedo, com a saída de Jesus e Seus discípulos de Betânia para Jerusalém, e terminou pela noite dentro, num jantar, em Betânia, onde Maria unge Jesus para a sepultura e de onde Judas sai, possuído por Satanás, para trair o seu Mestre, entregando-o aos principais dos sacerdotes e capitães do templo" (Lc 22:1-6)

Pelo meio ficam as respostas dadas pelo Senhor às ardilosas questões dos fariseus, saduceus e herodianos, sobre a sua autoridade, ressurreição dos mortos, tributo, grande mandamento; fica também o discurso escatológico de Jesus, a profecia da destruição de Jerusalém, ensinos sobre a segunda vinda, condenação dos ímpios e galardão dos salvos.

É um dia terrivelmente desgastante e que só Jesus, o Senhor, podia concretizar.

Ele foi fiel, concreto e objetivo. Nada deixou por fazer. Em breve diria: "- Está consumado".

Será que entendemos que só temos que crer na Sua Obra vicária?
"Ao dizer essas coisas, Jesus ficou profundamente comovido e afirmou: 'Em verdade, em verdade vos digo, um de vós me entregará'" (Jo 13,21-33.36-38)

O Filho de Deus quis viver toda a nossa realidade humana. As alegrias e as tristezas. Sofreu ao prever que iria se atraiçoado por um de seus amigos, ao prever os sofrimentos que o aguardavam. Não apelou para seu poder divino. Devo aprender a não procurar saídas miraculosas: devo aceitar com amor as limitações de meu corpo e de meu espírito, alegrar-me e sofrer como ser humano.

Prece da Terça-feira Santa


"Senhor, ajudai-me a viver minha condição humana, com meus trabalhos e descansos, alegrias e tristezas, momentos de prazer e de dor. Esse é o caminho para ser feliz agora e depois. Aceito as dificuldades que me esperam, as doenças e até a morte. Uno minha vida à vossa, para a Glória de Deus e a salvação de todos. Se me ajudais, nada poderá tirar-me a coragem e a alegria. Assim seja."

Fonte: Revista de Aparecida - ano 7 - nº85 - abril de 2009



segunda-feira, 6 de abril de 2009

Semana Santa - segunda-feira



"Seis dias antes da Páscoa, Jesus foi a Betânia, onde morava Lázaro, que ele havia ressuscitado dos mortos. Ali ofereceram a Jesus um jantar..." 
Evangelho (Jo 12,1-11)


Era como se fosse uma despedida. Na casa dos três irmãos Jesus era bem acolhido e sentia-se bem. O Filho de Deus mantinha relacionamentos pessoais e diferenciados. O mesmo contato Ele nos oferece e espera de nós. Um relacionamento não apenas formal, mas contato entre pessoas que se conhecem e se amam. Que se importam uma com a outra. Esse o contato que devo procurar.

Oração

"Senhor, creio que me conheceis e me amais pessoalmente. Sou importante para Vós, sempre me acompanhais com interesse, atenção e cuidado, tudo fazendo para meu bem. Eu é que nem sempre Vos trato como amigo conhecido e apreciado. Ajudai-me a Vos conhecer cada vez mais intimamente, e a Vos amar com um amor forte e comprometido, que faça diferença em minha vida. 

Assim seja!"
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Fonte: Revista de Aparecida - ano 7 - nº85 - abril de 2009

QUARENTA VERSOS DO GITA

(Para leitura diária e contemplação)

"Eu ofereço minhas respeitosas reverências ao Senhor Krishna, o mestre universal, que é filho de Vasudeva; o removedor de todos os obstáculos; a suprema bem-aventurança de Sua mãe Devaki, e cuja graça faz o mudo falar, e o aleijado cruzar as montanhas.

O rei inquiriu: Sanjaya, por favor, agora diga-me, em detalhes, o que fizeram os meus (os Kauravas) e os Pandavas no campo de batalha antes da guerra começar? (1.01)

Sanjaya disse: O Senhor Krishna falou as seguintes palavras para o abatido Arjuna, cujos olhos estavam lacrimosos, e que estava sob a compaixão e o desespero. (2.01)

O Senhor Krishna disse: dizendo sábias palavras, “Seu lamento por aqueles não merece o seu pesar. O sábio nunca se lamenta nem pelos vivos e nem pelos mortos”. (2.11)

Da mesma forma que a alma adquire um corpo na infância, um corpo na juventude, e um corpo na velhice, durante a sua vida, similarmente, a alma adquire outro corpo após a morte. Isso não deveria iludir um sábio ( 2.13).

Assim como uma pessoa coloca uma nova roupa após desfazer-se das velhas, similarmente, a entidade viva, ou a alma individual, adquire um novo corpo após jogar fora o velho corpo. (2.22)

Engaje-se da mesma forma, no manejo da luta, no prazer ou na dor, ganho ou perda, vitória e derrota, no seu dever. Por fazer sua obrigação deste jeito você não irá incorrer em pecado. (2.38)

Você tem o controle sobre os feitos apenas da sua responsabilidade, mas não controle ou reclamação sobre os resultados. Os frutos do trabalho não devem ser seu motivo, e você nunca deverá ser inativo. (2.47)

Um Karmayogi, ou uma pessoa desapegada, torna-se livre tanto da virtude como do vício em sua vida. Portanto, esforce-se por serviço desapegado. Trabalhar o melhor das suas habilidades, sem apegar-se egoisticamente pelos frutos do trabalho, chama-se Karmayoga ou Seva. (2.50)

A mente, quando controlada pelo vaguear dos sentidos, rouba o intelecto, do mesmo modo que uma tempestade desvia um barco no mar do seu destino - a praia espiritual da paz e da felicidade. (2.67)

As forças da natureza fazem todo o trabalho, mas devido a ilusão uma pessoa ignorante supõem-se a si mesma como executora (3.27).

Assim, conhecendo o Ser como o mais alto, e controlando a mente pela inteligência, que é purificada pela prática espiritual, deve-se matar este poderoso inimigo, luxúria, Ó Arjuna, com a espada do conhecimento verdadeiro do Ser. (3.43)

Toda a vez que há um declínio do Dharma (reto-agir; Justiça) e a predominância de Adharma (injustiça), Ó Arjuna, Eu Me manifesto. Eu apareço de tempos em tempos para proteger os bons, para mudar os malvados, e restabelecer a ordem no mundo (Dharma). (4.07-08)

Eu criei as quatro divisões da sociedade humana baseado na aptidão e na vocação. De qualquer forma, Eu sou o autor deste sistema de divisão do trabalho; deve-se saber que Eu não faço nada diretamente, e que Eu sou eterno (4.13).

Aquele que vê a inação na ação e a ação na inação, é uma pessoa sábia. Tal pessoa é um yogi e possui tudo por completo (4.18).

O divino espírito é a causa transformadora de tudo. A Divindade (Brahman, o Ser, o Espírito) será realizada por aqueles que consideram tudo como uma manifestação (ou um ato) do Divino (4.24).

Verdadeiramente, não há nada mais puro neste mundo do que o conhecimento do Ser Supremo. Aquele que descobre este conhecimento interiormente, de forma natural, no curso do tempo, quando suas mentes estão limpas e livres do egoísmo pelo KarmaYoga (veja, também, 4.31; 5.06 e 18.768) (4.38).

Mas a verdadeira renúncia (a renúncia da possessão e do fazer com vistas aos resultados), Ó Arjuna, é difícil de alcançar sem o Karmayoga. Um sábio equipado com o karmayoga, rapidamente alcança o Nirvana (5.06).

Aquele que faz todo o trabalho como uma oferenda para Deus – abandonando o apego egoísta aos resultados – fica intocado pelas reações kármicas, ou pecados, exatamente como uma flor de lótus jamais é molhada pela água (5.10)

Aquele que Me vê em Tudo, e vê tudo em Mim, não se desliga de Mim, e Eu não me desligo dele (6.30).

Quatro tipo de pessoas virtuosas adoram-Me ou Me procuram, Ó Arjuna; são elas: o aflito; o que busca por auto-conhecimento; o que procura riqueza, e o iluminado que experimentou o Ser Supremo (7.16).

Após muitos nascimentos o devoto esclarecido recorre a Mim, entendendo que todas as coisas são, na realidade, Minha manifestação. Semelhante alma é muito rara (7.19).

O ignorante – incapaz de entender Minha forma imutável, incomparável, incompreensível e transcendental – supõe que Eu, o Ser Supremo, Sou sem forma, e pego uma forma ou encarnação (7.24).

Remembering whatever object one leaves the body at the end of life, one attains that object. Thought of whatever object prevails during one's lifetime, one remembers only that object at the end of life and achieves it. (8.06)

Portanto, sempre lembre-se de Mim, e faça a suas obrigações. Com certeza, você irá alcançar-Me, se a sua mente, e o seu intelecto, estiverem sempre focados em Mim (8.07).

Eu sou facilmente alcançado, Ó Arjuna, por aquele que é sempre leal, devotado, e que sempre pensa em Mim, e cuja mente não vai para outro lugar (8.14).

Eu, pessoalmente, tomo conta tanto do bem-estar material como do espiritual dos devotos sempre leais, que sempre se lembram e Me adoram com contemplação sincera (9.22).

Ofereça-Me uma folha, uma flor, um fruto ou água com devoção, Eu aceitarei e provarei a oferenda da devoção pelo coração puro (9.26).

Pense sempre em Mim; seja devotado a Mim; adore-Me, e faça reverências para Mim. Assim, unindo o seu ser Comigo, colocando-Me como meta suprema e único refúgio, você certamente chegará até a Mim (9.34).

Eu sou a origem de tudo. Tudo emana de Mim. O sábio que entende isto, Me adora com amor e devoção (10.08).

Aquele que dedica todos seus trabalhos para Mim, e para quem Eu sou a meta suprema; que é meu devoto; que não possui apegos ou desejos egoístas; que está livre da maldade para com todas as criaturas, alcança-Me, Ó Arjuna (veja, também, 8.22) (11.55).

Portanto, focalize a sua mente em Mim e deixe a sua inteligência residir apenas em Mim, através da meditação e da contemplação. Desde então, você certamente Me alcançará. (12.08)

Aquele que vê o mesmo e eterno Senhor Supremo, residindo como Espírito, igualmente em todos os seres mortais, de fato vê (13.27).

Aquele que serve a Mim com amor, e com devoção inabaláveis, transcende os três modos da natureza material e adequa-se ao Nirvana (ver 7.14 e 15.19) (14.26).

E Eu estou sentado na psique interior de todos os seres. Memória, auto-conhecimento, remoção das dúvidas, e das falsas noções sobre Deus, vêm de Mim. Eu sou, na verdade, o que é para ser conhecido pelo estudo de todos os Vedas. Eu sou, realmente, o autor bem como o estudante dos Vedas (Veja, também, 6.39) (15.15).

Luxúria, ira e avareza são os três portões do inferno, que conduzem o indivíduo para a queda (ou cativeiro). Então, aprenda como abandoná-los (16.21).

O discurso que não é ofensivo, verdadeiro, agradável, benéfico, e é usado para a leitura regular em voz alta das escrituras é chamado de austeridade da palavra (17.15).

Pela devoção uma pessoa entende, verdadeiramente, o que, e quem, Eu sou em essência. Tendo Me conhecido em essência, imediatamente, a pessoa liga-se a Mim (veja, também, 5.19) (18.55).

O Senhor Supremo – como o controlador habitante na psique interior de todos os seres – motiva-os para trabalhar nos seus Karmas, como um fantoche (do karma criado pelo livre arbítrio), montados numa máquina (18.61).

Ponha de lado todas os feitos meritórios e rituais religiosos, e simplesmente renda-se por completo a Mim, com fé firme, amor e devoção. Eu irei libertar você de todos os pecados, as amarrados do Karma. Não sofra (18.66).

Aquele que propagar esta filosofia secreta – o transcendental conhecimento do Gita – entre Meus devotos, realizará o mais elevado serviço devocional para Mim, e certamente virá até a Mim, e não haverá ninguém sobre a Terra que seja mais querido por Mim (18.68-69).

Em todo o lugar que estejam, tanto Krishna, o Senhor do Yoga (ou Dharma na forma das escrituras), e Arjuna, com o arco da obrigação, e proteção, ali haverá prosperidade,vitória, felicidade, e moralidade. Esta é a Minha convicção (18.78).

Que o Senhor abençoe a todos com Bondade, Prosperidade e Paz."

Bhagavad Gita por Ramananda Prasad © Tradução de Sriman Ojasvi dasa vyasa - Direitos autorais de tradução para língua portuguesa reservados ao tradutor - Nenhuma parte desta obra pode ser copiada sem referências ao autor e ao tradutor. http://www.gita-society.com/language/brazil_intro.htm

sábado, 4 de abril de 2009

Estatísticas de março - RuaDasFlores.com


Graças a você estamos alcançando a marca de 10mil hits diários, continuaremos sempre melhorando o RuaDasFlores.com para te ajudar a encontrar o Divino que habita dentro de cada um de nós. Nesta missão de religar o ser humano a sua essência cósmica, a sua vibratória original, esperamos estar contribuindo para um mundo melhor, no qual as respostas estão em nosso habitat, na natureza. Obrigado amigo, obrigada amiga internauta, somos todos irmãos. Vamos juntos levar ao mundo inteiro a bandeira de Oxalá. Axé!

sexta-feira, 3 de abril de 2009

'Bem-aventurados os aflitos', O Evangelho segundo o Espiritismo

Proveito dos sofrimentos para outrem  31. Os que aceitam resignados os sofrimentos, por submissão à vontade de Deus e tendo em vista a felicidade futura, não trabalham somente para seu próprio benefício? Poderão tornar seus sofrimentos proveitosos a outrem?  Podem esses sofrimentos ser de proveito para outrem, material e moralmente: materialmente se, pelo trabalho, pelas privações e pelos sacrifícios que tais criaturas se imponham, contribuem para o bem-estar material de seus semelhantes; moralmente, pelo exemplo que elas oferecem de sua submissão à vontade de Deus. Esse exemplo do poder da fé espírita pode induzir os desgraçados à resignação e salvá-los do desespero e de suas consequências funestas para o futuro. - S. Luís. (Paris, 1860.)


Proveito dos sofrimentos para outrem


"31. Os que aceitam resignados os sofrimentos, por submissão à vontade de Deus e tendo em vista a felicidade futura, não trabalham somente para seu próprio benefício? Poderão tornar seus sofrimentos proveitosos a outrem?

Podem esses sofrimentos ser de proveito para outrem, material e moralmente: materialmente se, pelo trabalho, pelas privações e pelos sacrifícios que tais criaturas se imponham, contribuem para o bem-estar material de seus semelhantes; moralmente, pelo exemplo que elas oferecem de sua submissão à vontade de Deus. Esse exemplo do poder da fé espírita pode induzir os desgraçados à resignação e salvá-los do desespero e de suas consequências funestas para o futuro. - S. Luís. (Paris, 1860.)"

Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec - 91ª edição - pg.131

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