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sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Nossa Senhora da Luz dos Pinhais - Padroeira de Curitiba

História e Oração de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais


"A cidade de Curitiba se iniciou em torno de uma capela, onde a Mãe da Luz era venerada pelos seus inúmeros milagres. Sua festa é celebrada anualmente no dia 8 de Setembro.  Conta a história que na segunda metade do século XVII foi encontrada uma pequena povoação no sítio dos Pinhais, onde em 1659 seria fundada a Vila de Nossa Senhora da Luz, onde os penetradores do sertão ergueram uma ermida à Senhora da Luz.  Com o passar do tempo notaram que a imagem da Virgem tinha sempre os olhos voltados para os campos aos quais os índios chamavam de Curitiba, Pinhais, em tupi-guarani.  Aquela região era habitada pelos índios de etnia caingangues. Tal foi a insistência da Virgem, que os sertanejos resolveram sondar a possibilidade da conquista do sítio. Armados como para uma guerra seguiram para a esplanada dominada pelos caingangues, prontos para o combate.  Em vez do previsível combate, o que ocorreu foi a acolhedora recepção oferecida pelo cacique Gralha Branca, ou Araxó. Os índios concordaram em ceder amigavelmente o terreno aos desbravadores, e o cacique tomou sua vara, símbolo do mando, enterrando-a no local que viria a ser a praça central da futura cidade. Muito simbolicamente, dita vara, ao chegar a primavera, voltou a desabrochar, dando galhos e flores. Nesse local – hoje Praça Tiradentes – foi erguida a igreja em honra a Nossa Senhora da Luz."
Imagem de Nossa Senhora da Luz do Pinhais, em Curitiba, Paraná

"A cidade de Curitiba se iniciou em torno de uma capela, onde a Mãe da Luz era venerada pelos seus inúmeros milagres. Sua festa é celebrada anualmente no dia 8 de Setembro.

Conta a história que na segunda metade do século XVII foi encontrada uma pequena povoação no sítio dos Pinhais, onde em 1659 seria fundada a Vila de Nossa Senhora da Luz, onde os penetradores do sertão ergueram uma ermida à Senhora da Luz.

Com o passar do tempo notaram que a imagem da Virgem tinha sempre os olhos voltados para os campos aos quais os índios chamavam de Curitiba, Pinhais, em tupi-guarani.

Aquela região era habitada pelos índios de etnia caingangues. Tal foi a insistência da Virgem, que os sertanejos resolveram sondar a possibilidade da conquista do sítio. Armados como para uma guerra seguiram para a esplanada dominada pelos caingangues, prontos para o combate.

Em vez do previsível combate, o que ocorreu foi a acolhedora recepção oferecida pelo cacique Gralha Branca, ou Araxó. Os índios concordaram em ceder amigavelmente o terreno aos desbravadores, e o cacique tomou sua vara, símbolo do mando, enterrando-a no local que viria a ser a praça central da futura cidade. Muito simbolicamente, dita vara, ao chegar a primavera, voltou a desabrochar, dando galhos e flores. Nesse local – hoje Praça Tiradentes – foi erguida a igreja em honra a Nossa Senhora da Luz."



Oração a Nossa Senhora Da Luz


"Ó Senhora da Luz, Dona de todos as Graças,
Cobre-nos com o Teu manto resplandecente,
Pois Vós sois a Luz que nos Guia pelas trevas,
E pela Vossa imensa misericórdia nos dás,
Força e alento para seguir o nosso rumo,
Que nos leva até Vós, Ò Cheia de Graça.

Nossa Senhora, Pelo Espirito Santo iluminada,   
Mãe de Nosso Senhor, Nossa fonte de Luz,
Vós sois a nossa força e o nosso caminho,
E nos protegeis pôr entre montanhas e vales,
Pelos desertos e ilhas, no sofrimento e tortura,
Nas perseguições que sofremos.
                                                                                                                         
Ó Nossa Senhora da Luz, Nossa Mãe,
Cobre-nos com a Tua interminável Glória,
E continua a iluminar o nosso caminho,
Com a Vossa interminável e Divina Luz,
Que outra coisa não queremos ver,
Senão as maravilhas da Vossa Presença.

Ó Nossa Senhora da Luz, Mãe de Deus,
Ajuda-nos com a Tua bondade infinita,
A enfrentar todos os perigos e tentações,
Para que com a Vossa preciosa ajuda,
Sigamos nosso caminho com a Vossa Luz,
E longe da escuridão das Trevas. 

Amém!"

8 de setembro, dia de Nossa Senhora da Luz, Padroeira de Curitiba

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

29 De Outubro :: Santa Anastásia



29 De Outubro: Santa Anastásia, a romana, monja e mártir († séc. IV) 

Nasceu em Roma, de pais nobres, e ficando órfã aos três anos de idade foi levada a um Monastério de mulheres, próximo a Roma, onde a abadessa era uma monja de nome Sofia, uma mulher de vida espiritual de elevado nível. 

Aos dezassete anos a jovem Anastásia, de beleza incomum, já era conhecida pelos cristãos de toda a vizinhança como uma grande asceta, causando admiração aos pagãos. Probo, administrador pagão da cidade, impressionado com sua beleza, enviou soldados com ordem de trazê-la à sua presença. 

A boa abadessa Sofia instruiu Anastásia sobre como perseverar na fé e resistir ao engano adulador e à tortura, ao que a jovem lhe disse: 

«Meu coração está preparado para sofrer por Cristo. Minha alma está pronta para o encontro com meu amado Senhor» 

Comparecendo diante do governador, Anastásia proclamou abertamente sua fé em Cristo, e quando ele tentou dissuadi-la, primeiro com promessas, depois com ameaças, a santa virgem lhe disse: 

«Estou pronta a oferecer minha vida por meu Senhor, não apenas uma vez, mas mil vezes, se assim me fosse possível»

Quando a despiram à força para humilhá-la, Anastásia disse ao juiz: 

«Açoitem-me, firam-me, e batam-me; só assim, meu corpo desnudo será coberto por feridas e minha vergonha será coberta de sangue» 

Assim foi e, por duas vezes, sentindo sede, Anastásia pediu água. Cirilo, um cristão que estava por perto, atendeu seu pedido e lhe trouxe água, pelo que foi abençoado com o martírio, decapitado pelos pagãos. 

O peito e a língua da santa foram cortados, e um anjo do Senhor apareceu-lhe e mantinha-a de pé. Fora da cidade, Anastásia foi finalmente decapitada pela espada. A bem-aventurada Sofia, encontrando mais tarde o seu corpo, providenciou-lhe uma digna sepultura. Anastásia recebeu assim a coroa do martírio sob o imperador Décio (249-251 d. C.).

terça-feira, 10 de julho de 2012

Santa Felicidade e Seus Sete Filhos ☧ 10 de Julho



Santa Felicidade e seus sete filhos Mártires (+ Roma, séc. II) Foram martirizados em Roma durante o reinado de Marco Aurélio. Festa: 10 de julho. Felicidade e os seus sete filhos foram martirizados por volta de 162. Eram eles: Januário, Félix, Filipe, Silano, Alexandre, Vital e Marcial. S. Januário foi açoitado e moído com pranchas de chumbo; S. Félix e S. Filipe, açoitados até a morte; Silano, afogado no rio Tibre; Alexandre, Vital e Marcial e a mãe foram decapitados. 

São Pedro Crisólogo disse a respeito de Santa Felicidade:

"Olhai para esta mãe, a quem a vida dos filhos enchia de ansiedade, a quem a morte dos filhos devolveu a segurança. Feliz aquela cujos filhos serão na glória futura uma espécie de candelabro de sete braços. Feliz dela, porque o mundo não pôde arrebatar-lhe nenhum daqueles que lhe pertenciam. No meio dos cadáveres mutilados e ensanguentados daquelas oferendas queridas, passava mais alegre do que antigamente ao lado dos seus berços, porque via com os olhos da fé uma palma em cada ferida, em cada suplício uma recompensa e sobre cada vítima uma coroa."


terça-feira, 5 de maio de 2009

Oração a Santa Joana d'Arc

Em 5 de maio de 1920 Santa Joana d'Arc foi canonizada pelo Papa Bento XV. Seu dia é 30 de maio, data na qual louvamos esta Santa Guerreira. Compartilho aqui sua oração, para que, com devoção, obtenhamos sua proteção, e por Seu intermédio alcancemos as graças de que tanto necessitamos.

"Ó Santa Joana D’Arc, vós que, cumprindo a vontade de Deus, de espada em punho, vos lançastes à luta, por Deus e pela Pátria, ajudai-me a perceber, no meu íntimo, as inspirações de Deus. Com o auxílio da vossa espada, fazei recuar os meus inimigos que atentam contra a minha fé e contra as pessoas mais pobres e desvalidas que habitam nossa Pátria.

Santa Joana D’Arc, ajudai-me a vencer as dificuldades no lar, no emprego, no estudo e na vida diária. Ó Santa Joana D’Arc atenda ao meu pedido (pedido). E que nada me obrigue a recuar, quando estou com a razão e a verdade, nem opressões, nem ameaças, nem processos, nem mesmo a fogueira."

Assim seja.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Oração da Quinta-feira Santa, para fechar o corpo contra inimigos

Conhecida pelos antigos como poderosíssima oração para fechamento do corpo e proteção contra feitiços, bruxaria, armas brancas e armas de fogo, inimigos visíveis e ocultos. Essa centenária oração acompanha gerações protegendo aqueles que amam o Cristo e confiam que Ele nos protege de todo o mal, restabelecendo o equilíbrio, a justiça e a verdade divinos. Antes de orar afirme para você mesma(o): "Eu confio em Deus!"


Oração de Nosso Senhor Jesus Cristo:

Na Quinta-feira Santa, encontrou Judas com Jesus,

Judas perguntou a Jesus:
"— O que temes ?"
Jesus disse:
"— Não temo o peso da Cruz, porque nela fui crucificado."
Por isto nós dizemos:
"Morra a pólvora, morra o chumbo, morram todos os estandartes de fogo. Se puxar por faca virará em armação de algodão. Se puxar por espada dobrará desde a ponta até o cabo. Se puxar por arma de fogo correrá água desde o cano até o fecho, assim como correu leite de Nossa Senhora Maria Santíssima, na Boca de seu Bendito Filho para mamar. Atire na minha cabeça que atira na cabeça de Jesus Cristo. Atire no meu peito que atira no peito de Maria Santíssima. Atire nos meus braços que atira nos braços da Santa Cruz, onde Cristo expirou por nós os pecadores.
Rezo a cruz (+ fazer o Sinal da Cruz), cruz eu rezo, rezo a cruz (+ fazer o Sinal da Cruz), cruz eu rezo, rezo a cruz (+ fazer o Sinal da Cruz), Cruz eu rezo.
Assim como o Santo Padre não pode dizer sua Santíssima Missa sem a Santa Pedra D'Ara, assim todos meus inimigos e todos os feiticeiros e feiticeiras, não poderão comer e nem beber e nem dormir e não terão sossego enquanto comigo não fizerem as pazes e não terão poder e nem ânimo de me fazer mal nenhum.
Amém."


Oração da Quinta-feira Santa:

A Bíblia não comanda essa celebração, mas a Igreja a faz em sinal de louvor pelo sacrifício de Cristo e pela sua lição de humildade dada na última ceia. É um dia para preparar o seu coração para o Tríduo Pascal, quando se comemora a paixão, morte e ressurreição de Cristo. Por isso oramos...

A Bíblia não comanda essa celebração, mas a Igreja a faz em sinal de louvor pelo sacrifício de Cristo e pela sua lição de humildade dada na última ceia. É um dia para preparar o seu coração para o Tríduo Pascal, quando se comemora a paixão, morte e ressurreição de Cristo. Por isso oramos:

"Ó Pai, estamos reunidos para a Santa Ceia, na qual o vosso filho único, ao entregar-se à morte, deu à sua Igreja um novo e eterno sacrifício, como banquete do seu amor. 

Concedei-nos, por mistério tão excelso, chegar à plenitude da caridade e da vida. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém."






quarta-feira, 8 de abril de 2009

Quarta-feira Santa




"Enquanto comiam, Jesus disse: '...um de vós vai me trair'. Ficaram muito tristes e começaram a perguntar: Senhor, serei eu?" 
Evangelho (Mt 26,14-25)


Ficaram tristes porque Jesus ia ser traído. Tristes porque Jesus parecia estar duvidando de todos, mas tristes também, ou até amedrontados, porque pelo menos um pouco tinham aprendido a não confiar em si. Eu também tenho de ter esse medo de ser infiel, de renegar e abandonar Jesus. Para continuar fiel, preciso pedir sempre que ele me ajude; por mim nada posso garantir.

ORAÇÃO

Jesus, já aprendi que Vos posso abandonar um pouco ou até de uma vez. Não quero confiar em minha força, porque tenho mais é fraqueza. Por isso Vos peço: ajudai-me a rezar sempre, a sempre pedir Vossa ajuda para Vos continuar fiel. Dai-me clareza para ver o que devo fazer, dai-me prudência para agir na hora certa, dai-me força para fazer sem medo o que é certo do jeito certo. Assim seja

HISTÓRICO

A quarta-feira santa em alguns lugares é conhecida como quarta-feira de trevas. Neste dia recordamos a triste história daquele que foi Apóstolo de Cristo: Judas. Assim o conta São Mateus no seu evangelho: Um dos Doze, chamado Judas Iscariotes, foi ter com os sumos sacerdotes e disse-lhes: «Quanto me dareis, se eu vo-lo entregar?» Eles garantiram-lhe trinta moedas de prata. E, a partir de então, Judas procurava uma oportunidade para entregar Jesus.

Porque recorda a Igreja este acontecimento? Para que nos possamos convencer de que todos podemos comportar-nos como Judas. Para que peçamos ao Senhor que, da nossa parte, não haja traições, nem afastamentos, nem abandonos. Não somente pelas consequências negativas que isso poderia trazer às nossas vidas pessoais, o que já seria muito; mas porque poderíamos arrastar outros, que necessitam da ajuda do nosso bom exemplo, do nosso ânimo, da nossa amizade.

Em alguns lugares da América, as imagens de Cristo crucificado mostram uma chaga profunda na face esquerda do Senhor. E contam que essa chaga representa o beijo de Judas. Tão grande é a dor que os nossos pecados causam a Jesus! Digamos-lhe que desejamos ser-lhe fiéis: que não queremos vendê-lo – como Judas – por trinta moedas, por uma ninharia, que isso são todos os pecados: a soberba, a inveja, a impureza, o ódio, o ressentimento... 


Quando uma tentação ameaça atirar-nos para o chão, pensemos que não vale a pena trocar a felicidade dos filhos de Deus, que é o que somos, por um prazer que logo acaba e deixa o gosto amargo da derrota e da infidelidade.

Temos de sentir o peso da Igreja e de toda a humanidade. Não é admirável saber que qualquer de nós pode ter influência no mundo inteiro? No lugar onde estamos, realizando bem o nosso trabalho, cuidando da família, servindo os amigos, podemos ajudar a felicidade de tantas pessoas. Como escreve São Josemaria Escrivá, com o cumprimento dos nossos deveres cristãos, temos de ser como a pedra caída no lago. – Produz, com o teu exemplo e com a tua palavra um primeiro círculo... e este, outro... e outro, e outro... Até chegar aos lugares mais remotos.

Vamos a pedir ao Senhor que não o atraiçoemos mais; que saibamos afastar, com a sua graça, as tentações que o demónio nos apresenta, enganando-nos. Temos de dizer que não, decididamente, a tudo o que nos afaste de Deus. Assim não se repetirá na nossa vida a desgraçada história de Judas.

E se nos sentirmos débeis, corramos ao Santo Sacramento da Penitência! Ali nos espera o Senhor, como o pai da parábola do filho pródigo, para nos dar um abraço e oferecer-nos a sua amizade. Continuamente sai ao nosso encontro, ainda que tenhamos caído baixo, muito baixo. Sempre é tempo de voltar a Deus! Não reajamos com desânimo, nem com pessimismo. Não pensemos: que vou fazer eu, se sou um cúmulo de misérias? Maior é a misericórdia de Deus! Que vou fazer eu, se caio uma e outra vez pela minha debilidade? Maior é o poder de Deus, para nos levantar das nossas quedas!

Grandes foram os pecados de Judas e de Pedro. Os dois atraiçoaram o Mestre: um entregando-o nas mãos dos perseguidores, outro negando-o por três vezes. E, no entanto, que diferente reacção teve cada um! Para os dois guardava o Senhor torrentes de misericórdia.

Pedro arrependeu-se, chorou o seu pecado, pediu perdão, e foi confirmado por Cristo na fé e no amor; com o tempo, chegaria a dar a sua vida por Nosso Senhor. Judas, pelo contrário, não confiou na misericórdia de Cristo. Até ao último momento teve abertas as portas do perdão de Deus, mas não quis entrar por elas através da penitência.

Na sua primeira encíclica, João Paulo II fala do direito de Cristo a encontrar-se com cada um de nós naquele momento chave da vida da alma, que é o momento da conversão e do perdão (Redemptor hominis, 20). Não privemos Jesus desse direito! Não tiremos a Deus Pai a alegria de nos dar o abraço de boas-vindas! Não contristemos o Espírito Santo, que deseja devolver às almas a vida sobrenatural!Peçamos a Santa Maria, Esperança dos cristãos, que não permita que desanimemos com os nossos equívocos e pecados, talvez repetidos. Que nos alcance do seu Filho a graça da conversão, o desejo eficaz de recorrer – humildes e contritos – à Confissão, sacramento da misericórdia divina, começando e recomeçando sempre que seja preciso.
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Fonte: Revista de Aparecida-nº85-abril de 2009 / JUV. MARIANA VICENTINA DE ALFERRAREDE - http://jmvalferrarede.blogspot.com/

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Semana Santa - segunda-feira



"Seis dias antes da Páscoa, Jesus foi a Betânia, onde morava Lázaro, que ele havia ressuscitado dos mortos. Ali ofereceram a Jesus um jantar..." 
Evangelho (Jo 12,1-11)


Era como se fosse uma despedida. Na casa dos três irmãos Jesus era bem acolhido e sentia-se bem. O Filho de Deus mantinha relacionamentos pessoais e diferenciados. O mesmo contato Ele nos oferece e espera de nós. Um relacionamento não apenas formal, mas contato entre pessoas que se conhecem e se amam. Que se importam uma com a outra. Esse o contato que devo procurar.

Oração

"Senhor, creio que me conheceis e me amais pessoalmente. Sou importante para Vós, sempre me acompanhais com interesse, atenção e cuidado, tudo fazendo para meu bem. Eu é que nem sempre Vos trato como amigo conhecido e apreciado. Ajudai-me a Vos conhecer cada vez mais intimamente, e a Vos amar com um amor forte e comprometido, que faça diferença em minha vida. 

Assim seja!"
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Fonte: Revista de Aparecida - ano 7 - nº85 - abril de 2009

sexta-feira, 6 de março de 2009

Oração a Santa Catarina



Mosteiro de Santa Catarina, Monte Sinai
Para obter a graça de enfrentar com coragem os males da existência:
 
Sinal da Cruz +

Oh! Deus Eterno, Pai Justo Misericordioso, que do alto do Sinai destes a Moisés a Vossa Lei e no mesmo lugar colocastes, milagrosamente, o corpo de Santa Catarina, Virgem e Mártir, carregada pelos Vossos Santos Anjos, concedei-me que pela intercessão e merecimento dessa Vossa Santa, cheios de confiança em Vossa Bondade infinita e com a proteção de Santa Catarina, possamos enfrentar as adversidades e trabalhos com que a Vossa Justiça nos experimentará em Vossa fé.

Santa Catarina, vinde em meu auxílio e fazei-me participar de vossa ardente fé em Nosso Senhor Jesus Cristo, Oxalá!

Assim seja.

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