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domingo, 26 de maio de 2019

Oração a São Lucas para conservar a boa saúde


São Lucas, o Evangelista é, segundo, a tradição cristã, o autor do Evangelho de São Lucas e dos Atos dos Apóstolos - o terceiro e quinto livros do Novo Testamento. É o santo padroeiro dos pintores, médicos, artistas. 

É celebrado no dia 18 de Outubro

Chamado por Paulo de "O Médico Amado" (Colossenses 4:14), pode ter sido um dos cristãos do primeiro século que conviveu pessoalmente com os doze apóstolos.

Oração para conservar a boa saúde


(Em nome do Pai ♱ do Filho ♱ do Espírito Santo)

"Senhor, concedei-nos a graça de Vos amar, como Vos amava São Lucas, com todo nosso espírito e todas nossas forças.

Concedei-nos também a graça de servir-Vos, todos os dias, durante a minha existência, a fim de merecer que sejam aceites as minhas preces, que Vos dirigimos por intermédio de São Lucas, na esperança de que pelos méritos desse Vosso Apóstolo, conservemos perfeita saúde do corpo e do espírito.

Por Nosso ♱ Senhor Jesus ♱ Cristo. Assim seja."

Repetir 3 vezes: "São Lucas, que obtendes a saúde do corpo e da alma aos que Vos invocam, rogai por nós."

 ♱ Rezar 1 Pai-Nosso e 1 Ave-Maria ♱
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Imagem: Detalhe da pintura "São Lucas", século XVII, atribuído a Simão Rodrigues. Museu Grão Vasco, Portugal. Siga este link e conheça livros sobre o milagroso São Lucas...


segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Santos católicos do mês de Outubro

Alguns Santos e Santas católicos do mês de Outubro

1. Santa Teresinha do Menino Jesus, Virgem e Doutora da Igreja (+ Lisieux, França, 1897)

Teresa de Lisieux, nascida Marie-Françoise-Thérèse Martin, conhecida como Santa Teresinha do Menino Jesus e da Santa Face, foi uma freira carmelita descalça francesa conhecida como um dos mais influentes modelos de santidade para católicos e religiosos por seu "jeito prático e simples de abordar a vida espiritual". 

Juntamente com São Francisco de Assis, é uma das santas mais populares da história da Igreja.

Discreta e silenciosa, durante a vida quase não chamou a atenção sobre si. Parecia uma freira comum, sem nada de excepcional. Faleceu aos 24 anos, tuberculosa, depois de passar por terríveis sofrimentos. 

Enquanto agonizava, ouviu duas freiras comentarem entre si, do lado de fora de sua cela: "Coitada da Irmã Teresa! Ela não fez nada na vida... 

O que nossa Madre poderá escrever sobre ela, na circular em que dará aos outros conventos a notícia da sua morte?" Assim viveu Santa Teresinha, desconhecida até mesmo das freiras que com ela compartilhavam a clausura do Carmelo. Somente depois de morta seus escritos e seus milagres revelariam ao mundo inteiro a verdadeira envergadura da grande Santa e Mestra da espiritualidade. 

A jovem e humilde carmelita que abriu, na espiritualidade católica, um caminho novo para atingir a santidade (a célebre "Pequena Via"), foi declarada pelo Papa João Paulo II Doutora da Igreja. 

☞ Veja: "Novena milagrosa de Santa Teresinha das Rosas"

2. Santos Anjos da Guarda

Este dia é consagrado pela Igreja ao culto dos Santos Anjos da Guarda. Deus, em sua misericórdia, atribui a cada homem um Anjo, que o acompanha em todos os passos da vida, reza por ele, protege-o contra os perigos do corpo e da alma. Infelizmente, a maior parte dos homens não se beneficia devidamente desse celeste protetor. Rezemos a cada dia, ao nosso Anjo da Guarda, a tradicional oração: "Santo Anjo do Senhor, meu zeloso guardador, já que a ti me confiou a piedade divina, sempre me rege, guarda, governa e ilumina. Amém".

☞ Mais orações para os Santos Anjos da Guarda clique aqui...
☞ Veja também: 2 de Outubro, Dia de São Cipriano e Santa Justina

3. São Francisco de Borja, Confessor (+ Roma, 1572)

Pertencia a uma das famílias mais nobres da Espanha. Era duque de Gandia e exerceu as elevadas funções de vice-rei da Catalunha. Certa ocasião foi incumbido de acompanhar o transporte do cadáver da imperatriz Isabel, que falecera em Toledo, até Granada, onde se faria o sepultamento. O transporte foi lento e durou 15 dias. No momento de sepultar a imperatriz, o protocolo exigia que fosse aberto o caixão para ser reconhecido o cadáver. Aquela que fora admirada em toda a Cristandade por sua beleza deslumbrante estava reduzida a um amontoado de podridão. 

Tocado pela graça a propósito daquela cena chocante, Francisco compreendeu a vaidade de toda a glória mundana, e decidiu que se algum dia enviuvasse, se consagraria inteiramente a Deus. Assim de fato aconteceu: enviuvou aos 40 anos de idade, renunciou a todos os seus títulos e bens e ingressou na Companhia de Jesus como filho espiritual de Santo Inácio de Loyola, chegando a ser superior geral daquela família religiosa.

4.  São Francisco de Assis, Confessor (+ Assis, Itália, 1226)

Numa época em que o apego intemperante às riquezas minava profundamente a espiritualidade medieval, Deus suscitou Francisco, o enamorado da Dama Pobreza, para restaurar o equilíbrio necessário. Francisco foi uma das colunas sobre as quais a Igreja se sustentou naquele século. Renunciou à rica herança paterna e decidiu viver sem nada, levando a prática da virtude da pobreza até um radicalismo difícil de conceber. 

Fundou a Ordem dos Frades Menores, que em poucos anos se transformou numa das maiores da Cristandade. Fundou, com Santa Clara de Assis, o ramo feminino da mesma Ordem. Para os leigos que viviam no mundo, mas desejavam ser fiéis ao espírito de pobreza e participar das graças e privilégios da espiritualidade franciscana, fundou a Ordem Terceira. 

Por sua semelhança com o Divino Salvador, mereceu ter gravados em seu corpo os estigmas da Santa Paixão. Leia mais e conheça sua oração.

☞ Saiba mais e conheça a "Oração de São Francisco de Assis"
☞ Saiba mais lendo: Dia de São Francisco de Assis

5. São Benedito, o Preto, Confessor (+ Sicília, 1589)

No Brasil celebra-se neste dia a festa de São Benedito, o Preto. Em outros países, é a 4 de abril que se comemora essa festa. Benedito nasceu na Sicília, por volta de 1526, filho de pretos que haviam sido escravos ou que descendiam de outros que o tinham sido. Ingressou num convento franciscano de Palermo, capital da Sicília, e foi religioso exemplar, primando pelo espírito de oração, pela humildade e pela obediência. 

Embora simples irmão leigo e analfabeto, a sabedoria e o discernimento que possuía fizeram com que fosse nomeado mestre de noviços e mais tarde fosse eleito superior do convento. Atendia a consultas de muitas pessoas que o procuravam para pedir conselhos e orientação segura. Foi favorecido por Deus com o dom dos milagres. 

Tendo concluído seu período como superior, retornou com humildade e naturalidade para a cozinha do convento, reassumindo com alegria as funções modestas que antes desempenhara. E assim, na mais sublime indiferença pela sua própria pessoa, faleceu com fama de eminente santidade. 

Foi canonizado em 1807 e é um dos padroeiros de Palermo. No Brasil, entre os escravos e as pessoas de cor, foi muito difundida sua devoção, geralmente associada à de Nossa Senhora do Rosário, à de Santo Elesbão, Imperador negro da Etiópia, e à de Santa Efigênia, princesa também negra e igualmente etíope.

6. São Bruno Abade, Confessor (+ Calábria, 1101)

Era natural de Colônia, na Alemanha. Ordenado sacerdote, passou 25 anos lecionando em Reims, na França. Ao cabo desse tempo, sendo já cinqüentenário, decidiu, com mais seis companheiros, adotar uma nova forma de vida eremítica em um local deserto e inóspito do sul da França. Nasceu assim a Grande Cartuxa. Mais tarde foi chamado a Roma pelo Papa Urbano II, que tinha sido seu discípulo em Reims. Recusou terminantemente aceitar um bispado, e fundou uma nova Cartuxa, na Calábria. Foi nesta sua segunda fundação que entregou a alma ao Senhor, aos 66 anos de idade.

7. Nossa Senhora do Rosário

Festa instituída pelo Papa São Pio V, como ação de graças pela prodigiosa vitória de Lepanto, obtida em 1571 pela armada católica, comandada por D. João d'Áustria, contra os turcos maometanos. O Papa ordenara que, em toda a Cristandade, se rezasse o Rosário pedindo essa vitória que, segundos os cálculos humanos, parecia impossível. 

A importância do Rosário em nossos dia foi, ainda recentemente, destacada por São João Paulo II: 
"Esta oração simples e profunda, cara aos indivíduos e às famílias, outrora muito difundida entre o povo cristão. Que alegria seria se também hoje fosse redescoberta e valorizada, especialmente no interior das famílias! Ela ajuda a contemplar a vida de Cristo e os mistérios da salvação; graças à incessante invocação da Virgem, afasta os germes da desagregação familiar; é o vínculo seguro de comunhão e paz. Exorto a todos, e de modo especial às famílias cristãs, a encontrar no santo Rosário o conforto e o sustento quotidiano para caminhar nas vias da fidelidade" (João Paulo II, alocução de 25/10/98)


8. Santa Pelágia, Penitente (+ Palestina, séc. IV)

Depois de ter vivido escandalosamente em Antioquia, entregue à libertinagem, foi convertida e batizada pelo bispo de Edessa, e terminou os dias fazendo rudes penitências no Monte das Oliveiras, onde Nosso Senhor Jesus Cristo havia sofrido sua Agonia.

9. São Luís Bertrán, Confessor (+ Espanha, 1581)

Natural de Valência, na Espanha, ingressou na Ordem dominicana contra a vontade paterna. Ordenado sacerdote, foi com apenas 23 anos mestre de noviços. Conseguindo dos superiores licença para ir pregar aos índios do Novo Mundo, esteve sete anos evangelizando regiões americanas que hoje pertencem à Colômbia. 

Converteu e batizou muitos milhares de indígenas, correndo nesse apostolado grandes riscos: duas vezes chegou a ser envenenado e em quatro outras ocasiões esteve muito próximo de receber o martírio. Retornou à Espanha e foi superior em três conventos de sua Ordem, procurando em todos restaurar a disciplina tradicional e aplicar as regras do Concílio de Trento. 

Despertou com isso muitas antipatias, e chegou a colocar, à maneira de desafio, na porta de sua cela, um letreiro com as palavras do Apóstolo São Paulo: "Se quisesse agradar aos homens eu não seria servo de Cristo". 

Ainda sete vezes exerceu as funções de mestre de noviços. Por suas mãos de formador experimentado passaram centenas de jovens, muitos dos quais tiveram causas de beatificação introduzidas.

10. São Paulino de York, Confessor (+ Inglaterra, 644)

Era monge beneditino em Roma, quando o Papa São Gregório Magno o mandou, como missionário, para a Inglaterra. Evangelizou as regiões de Kent e da Nortúmbria, convertendo à fé católica o rei Edwin, e fundando o Bispado de York.


11. Santo Alexandre Sauli, Confessor (+ Ásti, Itália, 1592)

Nascido em Milão, ingressou na Congregação dos Barnabitas, chegando a ser, aos 31 anos de idade, superior geral dessa família religiosa. Foi professor de Filosofia e Teologia na Universidade de Pavia, e ao mesmo tempo se destacou como pregador e apóstolo do confessionário. 

Dirigia espiritualmente comunidades inteiras que se submetiam a ele. Nomeado pelo Papa São Pio V bispo de Aléria, na Córsega, encontrou uma diocese completamente decadente e abandonada, sem clero capacitado, sem locais de culto decente, com o rebanho perdido nas trevas da ignorância e da superstição. 

À custa de esforços ingentes que se prolongaram por 21 anos, conseguiu reformar por inteiro a diocese, transformando-a num modelo de fervor e organização. Nomeado pelo Papa Gregório XIV bispo de Pavia, começou imediatamente a visitação de sua nova diocese, mas faleceu logo depois. É venerado como o Apóstolo da Córsega.

12. Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil

Foi em 1717 que, nas águas benditas do rio Paraíba, três pescadores encontraram a imagem milagrosa de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, que viria a ser constituída Rainha e Padroeira do Brasil. Sua festa, atualmente celebrada no dia 12 de outubro, é desde 1988 feriado nacional. 

Não há brasileiro digno desse nome que não se comova profundamente ao ouvir as estrofes despretensiosas mas cheias de unção do velho hino mariano: "Viva a Mãe de Deus e nossa / Sem pecado concebida / Viva a Virgem Imaculada / A Senhora Aparecida".

☞ Veja: Nossa Senhora da Conceição
☞ Oração a Nossa Senhora Aparecida

13. Santo Eduardo III, Rei (+ Inglaterra, 1066)

Rei da Inglaterra, venerado por sua piedade e por seu espírito de caridade. De comum acordo com a esposa, conservaram ambos perfeita castidade. Restaurou a Abadia de Westminster, onde foi sepultado.

14. São João Ogilvie, Mártir (+ Glasglow, 1615)

Nobre escocês natural de Drum, foi educado no calvinismo. Tendo conhecido em Louvain, na Bélgica, o Padre Cornélio a Lapide, famoso exegeta da Companhia de Jesus, foi por ele convertido à religião católica. Tornou-se também jesuíta, foi ordenado sacerdote e retornou corajosamente a sua terra natal, para ali dar assistência aos católicos perseguidos e postos fora da lei. Depois de exercer, durante 18 meses, seu perigoso ministério, e ter conseguido converter para a verdadeira Religião a muitos hereges, um traidor o denunciou ao arcebispo protestante de Glasgow. 

Aprisionado, sofreu torturas prolongadas: durante oito dias e nove noites, não pôde dormir, porque tinha o corpo continuamente perfurado por agulhas e estiletes. Foi afinal condenado à morte e enforcado, aos 36 anos de idade. 

Momentos antes de morrer, graças a uma armadilha verbal que montou para um pastor protestante que estava presente à execução, conseguiu que este declarasse formalmente que sua condenação era exclusivamente devida ao fato de ele ser católico. Essa declaração tornava indubitável o martírio, e São João Ogilvie morreu satisfeito, dizendo: "Daria mais cem vidas, de boa vontade, se as tivesse".

15. Santa Teresa d'Ávila, Virgem (+ Alba de Tormes, Espanha, 1582)

Nascida em Ávila, ingressou aos 20 anos no mosteiro carmelita de sua cidade, encontrando-o decadente e pouco fervoroso. Iniciou a reforma desse convento e pouco a pouco foi ampliando o raio de sua ação, reformando outros conventos e realizando mais de trinta novas fundações. 

Auxiliada por São João da Cruz, que se empenhava em idêntica tarefa no ramo masculino dos carmelitas, e enfrentando incompreensões e perseguições atrozes, conseguiu levar a cabo sua imensa obra sem descuidar a vida de oração e contemplação. É uma das maiores mestras da espiritualidade católica e deixou escritos de grande valor, pelo que foi declarada Doutora da Igreja.

16. Santa Margarida Maria Alacoque, Virgem (+ Paray-le-Monial, França, 1690 )

Precisamente quando o jansenismo - espécie de infiltração do espírito protestante dentro da Igreja - destruía nas almas a noção da misericórdia de Deus e da confiança filial que devemos ter em relação ao Pai Celeste, o Sagrado Coração de Jesus apareceu a Santa Margarida Maria, jovem religiosa da Ordem da Visitação, para transmitir sua mensagem de misericórdia e confiança. 

A Santa recebeu a missão de espalhar pelo mundo a devoção ao Sagrado Coração ofendido pela ingratidão dos homens. Foi incompreendida e perseguida, tachada de visionária, histérica e alucinada, até que a Providência colocou em seu caminho o jesuíta São Cláudio La Colombière, que lhe deu orientação segura e conseguiu fazer com que sua mensagem começasse a ser vista com outros olhos. Pouco a pouco, essa mensagem foi se impondo aos conventos da Visitação, e depois se espalhou por toda a Igreja. Santa Margarida Maria, falecida aos 43 anos, foi canonizada em 1920.

☞ Outra Santa Católica muito popular no Brasil, que tem sua data comemorada em 16 de Outubro é Santa Edwiges, clique aqui e saiba mais...

17. Santo Inácio de Antioquia, Mártir (+ Roma, 107)
 
Foi o terceiro bispo de Antioquia, sucedendo a São Pedro e Santo Evódio. Já idoso, levaram-no prisioneiro a Roma. Tendo sabido que os cristãos da Cidade Eterna faziam esforços para libertá-lo, escreveu-lhes uma carta célebre, em que dizia que seu mais veemente anseio era ser triturado pelos dentes das feras, como o trigo é moído para se transformar no pão que é apresentado ao Senhor. Sofreu, efetivamente, glorioso martírio no Coliseu, lançado às feras. É considerado um dos mais ilustres Padres Apostólicos, e dele restam escritos de grande valor teológico e incomparável beleza literária.

18. São Lucas, Evangelista (+ séc. I)

Exercia a profissão de médico em Antioquia, quando foi convertido por São Paulo, que o chama de "médico bem amado". Acompanhou o Apóstolo dos Gentios em várias viagens missionárias e esteve com ele no cárcere. São Lucas possuía sólida cultura científica e literária, tendo escrito o terceiro Evangelho e os Atos dos Apóstolos. 

Segundo uma antiga tradição, foi pintor e deixou um retrato da Santíssima Virgem. Não se conhece com certeza como foi o término de sua vida terrena. Embora uma tradição autorizada assegure que foi mártir, um documento do século III diz que morreu de morte natural aos 74 anos de idade, solteiro e virgem, com a alma cheia do Espírito Santo.

☞ Veja: 18 de Outubro: São Lucas Evangelista

19. São Paulo da Cruz, Confessor (+ Roma, 1775)

Nascido no norte da Itália, na região de Gênova, ainda jovem adotou o nome de Paulo da Cruz e começou a pregar a devoção aos sofrimentos de Nosso Senhor em sua Paixão e Morte. Ordenado sacerdote, arregimentou discípulos -- dentre os quais o mais ilustre foi São Vicente Maria Strambi - e fundou a Congregação dos Padres Passionistas, cujos membros se obrigam, por um voto especial, a pregar por toda a parte sobre a Paixão de Jesus Cristo. Faleceu em 1775, depois de mais de 40 anos de pregação contínua.

20. São Pedro de Alcântara, Confessor (+ Arenas, Espanha,  1562)

Franciscano espanhol, realizou em sua Ordem uma reforma análoga àquela que São João da Cruz e Santa Teresa d'Ávila fizeram entre os carmelitas. Rigorosíssimo no espírito de pobreza e mortificação, deu nova vida à então decadente espiritualidade franciscana. Dormia apenas duas horas por noite, comia somente um dia sim outro não, e costumava colocar cinza sobre a comida para não sentir nenhum prazer no alimento. 

Pregou na Espanha e em Portugal. Assistiu aos últimos momentos do piedoso rei D. João III, de Portugal, e muitas vezes respondeu a consultas que lhe fez o imperador Carlos V. À hora de morrer, ardendo em febre, recusou um copo de água que lhe ofereciam porque Jesus Cristo também sofrera sede. Pouco depois expirou e Santa Teresa, de quem tinha sido amigo e confidente, teve uma visão de sua alma subindo ao Céu. 

É padroeiro principal do Brasil. A Família Real portuguesa e a Imperial brasileira sempre tiveram grande devoção por esse Santo admirável. Lembre-se, de passagem, que o imperador D. Pedro II tinha o nome de Pedro de Alcântara em homenagem a ele.
   
21. São Gaspar del Búfalo, Confessor (+ Itália, 1836)

Jovem sacerdote, esteve durante cinco anos preso porque se recusou a prestar juramento de fidelidade a Napoleão Bonaparte. Pregou missões populares no centro da Itália, obtendo excelentes resultados. Fundou o Instituto dos Padres do Precioso Sangue.

22. Santa Maria Salomé, Viúva (+ Palestina, séc. I)

Citada duas vezes no Evangelho de São Marcos, era uma das Santas Mulheres. Segundo a tradição, era parente próxima de Nossa Senhora e mãe de São João Evangelista e São Tiago o Maior.


23. São João de Capistrano, Confessor (+ Villackum, Bálcãs, 1456)
Nasceu na Itália, onde foi juiz de direito e governador de uma cidade. Devido a intrigas políticas, esteve algum tempo preso, e pouco depois perdeu a esposa, ainda jovem. Desiludido do mundo, quis ingressar na Ordem franciscana. O superior do convento, receando que estivesse movido por um capricho passageiro, quis experimentar sua vocação: ordenou-lhe que andasse pelas ruas de Perugia montado num jumento, com trajes ridículos e uma mitra de papelão na qual estavam escritos alguns pecados que cometera. Isso, na cidade em que pouco antes ele exercera elevadas funções e onde todos o tinham na conta de homem sério e ajuizado! 

O Santo obedeceu heroicamente à espantosa arbitrariedade do superior. Essa foi, entretanto, apenas a primeira de uma série de humilhações que teve de sofrer para ser religioso. Duas vezes foi expulso do convento, por ser considerado inútil. Mas, com humildade, ficou do lado de fora do edifício implorando a readmissão até que lhe abriram as portas. Afinal foi aceito e professou na Ordem. 

Desde esse dia até à morte, durante 36 anos, somente se alimentou um vez por dia e nunca comeu carne. Foi amigo de São Bernardino de Sena e juntos trabalharam para a restauração do autêntico espírito franciscano na Ordem. Pregador inspirado, conseguiu certa ocasião, na cidade de Leipzig, com um único sermão pregado em latim, atrair para a vida religiosa 120 jovens estudantes. Superou tal façanha em Cracóvia, onde 130 estudantes se tornaram religiosos depois de ouvirem um sermão seu. 

Já alquebrado pela idade e pelas doenças, ainda pregou uma cruzada contra os turcos maometanos que ameaçavam a Cristandade. Com habilidade diplomática conseguiu articular alianças de príncipes, afervorou as tropas reunidas e foi a grande alma propulsora da gloriosa vitória obtida pelas armas cristãs em Belgrado, no ano de 1456, sobre inimigos muito mais numerosos. Durante a batalha, percorria as fileiras católicas com um crucifixo nas mãos, incentivando os guerreiros a combaterem por amor a Jesus Cristo. Três dias depois da vitória, entregou sua alma santa ao Criador. Contava 71 anos de idade.

24. Santo Antônio Maria Claret, Bispo (+ França, 1870)

Nasceu na Catalunha, filho de um próspero fabricante de tecidos. Sendo de vocação tardia, somente aos 22 anos ingressou no seminário, onde estudou latim em companhia de meninos de 10 ou 12 anos. Ordenado sacerdote, foi ardoroso pregador popular na Catalunha e nas Ilhas Canárias, e fundou a Congregação dos Missionários Filhos do Coração Imaculado de Maria (Padres Claretianos). 

Nomeado Arcebispo de Santiago de Cuba, exerceu naquela ilha fecunda atividade apostólica. Foi conselheiro e confessor da rainha Isabel II, da Espanha, à qual dizia, com liberdade apostólica, verdades duras de ouvir. Durante o Concílio Vaticano I foi um dos mais destacados defensores da infalibilidade pontifícia. 

Sofreu várias tentativas de morte, por parte de inimigos da Fé e da Religião, chegando a ser uma vez esfaqueado, mas não teve a glória de morrer mártir. A par de tantas atividades, conseguiu desenvolver copiosa atividade literária, tendo publicado 160 livros ou opúsculos, sem contar as cartas pastorais que escreveu em Cuba. Morreu exilado na França, no mosteiro cisterciense de Fontfroide.

25. Frei Galvão, Confessor (+ São Paulo, 1822)

O Beato Frei Antônio de Sant'Ana Galvão, nascido em Guaratinguetá, em 1739, de uma família de muitas posses, descendia dos primeiros povoadores da Capitania e corria em suas veias sangue de bandeirantes. Foi ele próprio chamado "Bandeirante de Cristo", porque tinha na alma a grandeza, o arrojo e fortaleza de um verdadeiro bandeirante. Renunciou a uma brilhante situação no mundo e ingressou na Ordem franciscana. 

Fundou, em 1774, juntamente com Madre Helena Maria do Espírito Santo, o Mosteiro concepcionista de Nossa Senhora da Luz, na capital paulista. Não somente formou e conduziu nas vias da espiritualidade franciscana e concepcionista as religiosas desse mosteiro, mas também o edificou materialmente, ao longo de quase 50 anos de esforços contínuos. 

Foi o arquiteto, o engenheiro, o mestre de obras e muitas vezes o operário da sua edificação, que somente se tornou possível porque ele incansavelmente pedia, ao povo fiel, esmolas para a magnífica construção. Entregou sua alma a Deus em 1822 e foi beatificado em 1998. Até hoje sua sepultura, na capela do mosteiro, é visitada por multidões que acorrem a lhe pedir graças e milagres, e também à procura das famosas e prodigiosas "pílulas de Frei Galvão". 

A origem dessas pílulas é contada num folheto distribuído no próprio mosteiro: "Certo dia, Frei Galvão foi procurado por um senhor muito aflito, porque sua mulher estava em trabalho de parto e em perigo de perder a vida. Frei Galvão escreveu em três papelinhos o versículo do Ofício da Santíssima Virgem:  Post partum Virgo Inviolata permansisti: Dei Genitrix intercede pro nobis (Depois do parto, ó Virgem, permanecestes intacta: Mãe de Deus, intercedei por nós). Deu-os ao homem, que por sua vez levou-os à esposa. Apenas a mulher ingeriu os papelinhos, que Frei Galvão enrolara como uma pílula, a criança nasceu normalmente. 

Caso idêntico deu-se com um jovem que se estorcia com dores provocadas por cálculos visicais. Frei Galvão fez outras pílulas semelhantes e deu-as ao moço. Após ingerir os papelinhos, o jovem expeliu os cálculos e ficou curado. Esta foi a origem dos milagrosos papelinhos, que, desde então, foram muito procurados pelos devotos de Frei Galvão, e até hoje o Mosteiro fornece para as pessoas que têm fé na intercessão do Servo de Deus".

Veja: Dia de Frei Galvão, o nosso Santo Antônio de Sant'Ana Galvão
☞ Veja também: 25 de Outubro: Santos Marciano e Martírio

26. Santo Evaristo, Papa e Mártir (+ Roma, séc. I)

Foi o quinto Papa da História, tendo sucedido a São Clemente I. Segundo o antigo *Liber Pontificali, era de origem grega mas nasceu em Antioquia, e sofreu o martírio durante o reinado do imperador Trajano, perto do ano 100. Foi sepultado no Vaticano, junto ao Apóstolo São Pedro.

☞ Veja: Oração a São Evaristo, o Santo do dia 26 de outubro

27. São Frumêncio, Bispo e Confessor (+ Etiópia, séc. IV)

Natural da Índia e levado como escravo para o Egito, foi sagrado bispo em Alexandria, por Santo Atanásio. Empenhou-se na evangelização da Etiópia, sendo considerado o apóstolo daquele império.

28. São Simão e São Judas Tadeu, Apóstolos (+ séc. I)

Os dois Apóstolos são, desde tempos imemoriais, venerados conjuntamente nesta data. São Simão, também chamado Zelota e Cananeu, é o Apóstolo sobre o qual as Escrituras contêm menos informações. Segundo uma antiga tradição, era aparentado com Nosso Senhor e foi crucificado pelos judeus. São Judas Tadeu era irmão do Apóstolo São Tiago o Menor, sendo ambos filhos de Cleófas e de Maria, primos de Nosso Senhor. 

Há notícias de mais dois filhos do mesmo casal, um dos quais de nome Simão (que alguns autores identificam com o Apóstolo celebrado neste dia). São Judas Tadeu pregou a Boa Nova do Evangelho em várias regiões do Oriente Próximo e é autor de uma Epístola. Não há informações seguras sobre o local e as condições em que verteu seu sangue por amor ao Divino Mestre. 

☞ Clique aqui e leia mais sobre São Judas Tadeu, conheça suas orações, ladainha e hino. São Judas Tadeu, rogai por nós!

29. São Narciso, Bispo e Confessor (+ Jerusalém, 212)

Já era octogenário quando o elegeram bispo de Jerusalém. Algum tempo depois, foi acusado de um ato infame por três caluniadores que, para dar credibilidade a seu depoimento chamaram sobre si a cólera de Deus, porque um deles disse: "Que eu seja queimado vivo se estiver mentindo!"; outro disse: "Que a lepra me devore se eu não estiver falando a verdade!"; e o terceiro: "E eu que fique cego se não for verdade o que digo!". 

Assim caluniado, São Narciso se retirou de Jerusalém sem dizer aonde ia, e foi viver recolhido na oração e no isolamento. Novo bispo tomou posse em seu lugar, depois outro e mais outro. Entretanto, aos três caluniadores aconteceram os castigos que eles pediram para si mesmos: o primeiro morreu carbonizado num incêndio com sua família, o segundo morreu leproso e o terceiro perdeu a visão. 

Anos depois, São Narciso retornou a Jerusalém e foi recebido festivamente, reassumindo com glória suas funções. Segundo o historiador Eusébio, viveu até os 119 anos.

☞ Em 29 de Outubro também comemoramos Santa Anastásia, saiba mais clicando aqui...

30. São Germano, Bispo e Confessor (+ Cápua, 541)

Neste dia o Martirológio Romano-Monástico registra o falecimento de São Germano, bispo de Cápua de 516 a 541. Quando faleceu, São Bento, que era seu amigo, viu sua alma sendo levada ao Céu por Anjos, numa bola de fogo. São Gregório Magno o chama de "venerabilíssimo bispo Germano".

31. Santo Afonso Rodrigues, Confessor (+ Palma de Majorca, 1617)

Natural de Segóvia, foi comerciante e pai de família. Tendo perdido a esposa e os filhos, ingressou na Companhia de Jesus como simples irmão coadjutor. Durante quase quarenta anos foi religioso exemplar, exercendo o humilde mister de porteiro. Dotado de dons sobrenaturais e carismas, desenvolveu grande apostolado, chegando a possuir numeroso grupo de discípulos, entre os quais São Pedro Claver. Deixou escritos que revelam uma sabedoria nada livresca, muito verdadeira e profunda.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

São Lucas † 18 de Outubro † História, Hino, Oração e Prece

São Lucas, rogai por nós   

 

São Lucas Apóstolo, o Evangelista, é o patrono dos pintores e médicos, ele é o autor do terceiro livro dos evangelhos que tem o seu nome e do Atos dos Apóstolos. Médico, São Lucas é tido como sendo um grego da Antiópia (moderna Turquia). Que era medico é confirmado por uma passagem em Colossenses (4:14) na qual São Paulo descreve Lucas como "amado medico". 

Um convertido na nova fé, ele acompanhou São Paulo na sua segunda jornada missionária em torno dos anos 51 d.C. e permaneceu 6 anos em Philippi, na Grécia e foi na terceira jornada com Paulo, que incluiu o famoso naufrágio as costas de Malta. 

Ele permaneceu com Paulo durante sua prisão. Paulo escreveu três vezes sobre Lucas no Novo Testamento: em Colosians, em Timoteo e em Philomon. É possível deduzir a presença de Lucas com Paulo nas jornada missionarias pelas varias passagens no "Atos dos Apóstolos" (16:10-17; 20:5-21:18; 27:1-28:16). Em 66 d.C., Lucas voltou para a Grécia onde se acredita que veio a falecer com a idade de 84 anos "repleto do Espirito Santo".

Vários "Atos" relatam que foi martirizado, embora vários escolares acreditam que isto seriam lendas não confiáveis. Ele é tido como tendo visitado a Virgem Maria e se acredita que ele teria pintado vários quadros da Virgem Maria em especial o lindo quadro conhecido como o de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Seu trabalho estaria preservado em Roma na "Santa Maria Magiore", embora as datas das pinturas seriam bem depois dos tempos apostólicos. O seu evangelho definidamente foi escrito para os gentios.

Um dos aspectos mais interessantes de Lucas é que frequentemente fazia a justaposição de um história de um homem com a de uma mulher. Por exemplo, a cura dos demoníaco (Lu 4:31-37) e seguida da cura da sogra de Pedro (4:39-39), o escravo do centurião é curado (7:1-11) e o filho da vviuva de Nain é curado, o Geranese demoníaco é curado (8:26-39) seguido pela cura da filha de Jairus e da mulher com hemorragia (8:40-56).

Quadro de Nossa Senhora atribuído a São Lucas


Lucas também menciona as mulheres que assistiam Jesus no seu ministério (8:1-3). Assim diferente de todos os outros evangelistas São Lucas descreve um Jesus que se preocupa com o cuidado e a salvação das mulheres. 

Talvez por isso, provavelmente Lucas teria aprendido muito a respeito de Jesus com a Virgem Maria. 

Somente ele e Mateus descrevem elementos obscuros ou escondidos da vida privada de Jesus, antes de Seu ministério público. Ainda, ao mencionar a sogra de Pedro, ele deixa claro e de maneira natural que Pedro era casado.

Lucas enfatiza a misericórdia e o amor de Deus para com a humanidade. Ele é o único que descreve a parábola da ovelha desgarrada, do Bom Samaritano, do filho pródigo, de Dives e Lázaro. Ele é também o único que descreve o perdão de Jesus a Maria Madalena (Luc7:47), a promessa ao bom ladrão e sua oração para seus executores. Ele é também o único evangelista a registrar a "Ave Maria", o "Magnificat", o "Benedictus", e o "Nunc Dimittis" que são todos usados na Liturgia das Horas (orações da noite, tarde e manhã). Lucas enfatiza o chamado para a oração, a pobreza, a pureza de coração, o quais teriam um apelo especifico aos gentios.

Lucas também escreveu os "Atos dos Apóstolos" que é também conhecido com "Atos do Espirito Santo". É uma continuação do que conta em seu evangelho, embora os Atos talvez tenham sido escritos primeiro. De acordo com os escolares São Euzébio e São Jerônimo, os Atos foram escritos durante a prisão de São Paulo, embora Santo Irineu já pense que foram escritos após a morte de São Paulo, lá pelos anos 66 d.C. Euzébio diz que o evangelho foi escrito antes da morte de Paulo, Jerônimo diz que foi depois e a tradição antiga diz que foi escrito pouco antes da morte de Lucas, quase no século segundo.

O evangelho teria sido escritos entre 70 e 85 d.C., possivelmente na Grécia .Os atos do apóstolos detalham a igreja nos tempos de 35 a 63 d.C., demonstrando um estilo de prosa soberbo, e um estilo de quem presenciou a fé.


Certas passagens dos Atos escrito na primeira pessoa do plural, são usualmente usadas para indicar que o escritor estava com São Paulo em parte da sua segunda jornada missionária e sem dúvida na viagem que ambos fizeram a Itália e estavam juntos quando o navio naufragou ao largo da costa de Malta (Atos 16:10 ff:20:5 ff 27-28). São Paulo diz nas suas cartas quando preso: "Lucas é a minha única companhia".




Durante o martírio de Paulo, Lucas nunca saiu do seu lado. Lucas sem dúvida conversava muito com Nossa Senhora, a mãe de Jesus, e com São João. As suas relíquias foram trasladadas para Constantinopla e Pádua.

De acordo com a Igreja Católica Ortodoxa Grega, São Lucas sempre andava com uma pintura de Nossa Senhora com ele, e ela foi o instrumento de varias conversões. 

Na verdade ele foi um grande artista e grande escritor, e suas narrativas inspiraram grandes escritores e grandes mestres da arte, mas as pinturas existente da Virgem, as quais é dito que ele teria pintado, são trabalhos de datas bem mais recentes. 

Não obstante alguns julgam que a pintura de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro teria sido pintada por ele.

Pinturas excepcionais de S.Lucas são as de Roger van Weyden, na Pinacoteca de Munique, Alemanha, de Jean Grossaert em Praga e a de Rafael na Academia de São Lucas em Roma.

Oração

"Ó Deus que lhe escolhestes São Lucas para revelar em suas palavras e escritos o mistério do vosso amor para com os pobres, concedei aos que já se gloriam do vosso nome, perseverás num só coração e numa só alma e a todos os povos do mundo ver a vossa salvação.

Por vosso Senhor Jesus Cristo, vosso filho, na unidade do Espírito Santo.

Ó Senhor nos abençoe, nos livre de todo o mal, nos conduza a vida eterna, Amém.

São Lucas evangelista, rogai por nós."

Hino

"Cantemos em São Lucas a vitória
Do mestre da palavra cristalina,
Que acompanhou São Paulo e teve a glória
De ouvir sua doutrina.

Evangelista do Divino Infante,
Da Virgem Mãe e do perdão de Deus,
Do Verbo feito homem caminhante
E da Ascensão aos Céus;

Fez a história da Igreja primitiva,
Onde crepitam, límpidas e ardentes,
As labaredas da fogueira viva
No coração dos crentes.

Médico santo, esteja à nossa beira,
Para, junto de nós, nos confortar,
Quando, ao bater da hora derradeira,
Deus a Si nos chamar.

Ao Pai do Céu se eleve o nosso canto,
Louvor e glória a Cristo Redentor,
Bendigamos no mesmo hino de amor
O Espírito Santo."

"Invoquemos o nosso Salvador que, destruindo a morte, iluminou a vida por meio do Evangelho, e peçamos humildemente:  Confirmai a vossa Igreja na fé e na caridade.  Vós que, por meio de doutores santos e insignes, fizestes resplandecer de modo admirável a vossa Igreja, fazei que brilhe sempre nos cristãos o esplendor da sua doutrina.  Vós que perdoastes os pecados do vosso povo quando os santos pastores Vos suplicavam como Moisés, santificai, por sua intercessão, a vossa Igreja com uma contínua purificação.  Vós que no meio dos fiéis consagrastes os santos pastores, infundindo neles o Espírito Santo, enchei do mesmo Espírito todos os que governam o vosso povo.  Vós que fostes a herança dos santos pastores, não permitais que se perca nenhum dos homens resgatados com o vosso Sangue.  Amém!"


Prece

"Invoquemos o nosso Salvador que, destruindo a morte, iluminou a vida por meio do Evangelho, e peçamos humildemente:

Confirmai a vossa Igreja na fé e na caridade.

Vós que, por meio de doutores santos e insignes, fizestes resplandecer de modo admirável a vossa Igreja, fazei que brilhe sempre nos cristãos o esplendor da sua doutrina.

Vós que perdoastes os pecados do vosso povo quando os santos pastores Vos suplicavam como Moisés, santificai, por sua intercessão, a vossa Igreja com uma contínua purificação.

Vós que no meio dos fiéis consagrastes os santos pastores, infundindo neles o Espírito Santo, enchei do mesmo Espírito todos os que governam o vosso povo.

Vós que fostes a herança dos santos pastores, não permitais que se perca nenhum dos homens resgatados com o vosso Sangue.

Amém!"




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