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quarta-feira, 4 de julho de 2018

Oração de Ação de Graças




Damos-te as graças todos nós.

A alma e o coração estão estendidos para ti, ó Nome imperturbável, honrado com a denominação de Pai; já que cada um e o Todo partilham a benevolência paterna, o afeto, o amor e quanto o ensinamento seja suave e simples, gratuitamente dando-nos o intelecto, a palavra e o conhecimento. 

O intelecto para que possamos entender-te, a palavra para que possamos interpretar-te e o conhecimento para que possamos conhecer-te.

Regozijamo-nos ao termos sido iluminados pelo teu conhecimento.

Regozijamo-nos, porque te mostraste a ti mesmo.

Regozijamo-nos porque, estando no corpo, divinizaste-nos com o teu conhecimento. 

A ação de graças do homem que chega até ti é a única coisa que faz com que te conheçamos. Conhecemos-te, ó Luz inteligível, ó vida da vida, conhecemos-te. Ó Matriz de toda a geração, conhecemos-te, ó Matriz que concebe na natureza do Pai, conhecemos-te, ó permanência eterna do Pai que gera, deste modo rendemos adoração ao Bem.

Pedimos-te um só desejo: Queremos ser guardados no conhecimento. Mas uma só proteção desejamos, não decair deste tipo de vida.
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Fonte: Oração Gnóstica encontrada em Nag Hammadi e no Papiro Mimaud - n.2391 - Biblioteca Nacional de Paris


segunda-feira, 2 de julho de 2018

Santos católicos do mês de Julho




1. Santo Aarão (séc. XIII A.C.)

Era porta-voz de seu irmão Moisés, que era gago e tinha dificuldade para se expressar em público. Foi escolhido por Deus para ser o primeiro Sumo Sacerdote dos hebreus. O livro do Eclesiástico, depois de falar de Moisés, refere-se a Aarão: 
"(Deus) exaltou seu irmão Aarão, semelhante a ele, da tribo de Levi. Fez com ele uma aliança eterna. Deu-lhe o sacerdócio do seu povo. E cumulou-o de felicidade e de glória" (45,7-8)
2. São Bernardino Realino, Confessor (+ Lecce, Itália, 1616)

Nascido em Capri, de nobre família, doutorou-se em Direito e iniciou uma brilhante carreira literária e administrativa. Tinha 28 anos quando faleceu sua noiva. Desiludido das coisas do mundo, resolveu consagrar-se inteiramente a Deus. Ingressou na Companhia de Jesus e foi ordenado sacerdote, progredindo rapidamente nas vias da perfeição cristã. Recebia graças místicas, lia segredos dos corações, profetizava, tinha o dom de curar doentes com sua bênção.

Apóstolo do confessionário, tinha também o dom do conselho, sendo procurado até por bispos e príncipes que desejavam sua orientação. O Papa Paulo V e diversos soberanos lhe escreviam, pedindo orações. Quando São Roberto Belarmino o encontrou pela primeira vez, colocou-se de joelhos diante dele, embora fosse superior a São Bernardino na hierarquia da Companhia de Jesus. Morreu aos 86 anos, com a mais sólida fama de santidade.

3. São Tomé, Apóstolo e Mártir (+ Índia, séc. I)

De acordo com a tradição, São Tomé pregou a Boa Nova do Evangelho em várias partes do Oriente, e foi receber na Índia a graça do martírio. Teria também estado no Brasil. Narram as Escrituras que duvidou da Ressurreição de Nosso Senhor e por isso teve o misericordioso privilégio de tocar com seu dedo as chagas do Corpo glorioso de Jesus Cristo.

4. Santa Isabel de Portugal, Viúva (+ Estremoz, 1336)

Era filha do rei Pedro III, de Aragão, e da rainha Beata Constança. Era sobrinha-neta de Santa Isabel da Hungria. Foi a neta preferida de Jaime I, o Conquistador, grande rei de Aragão. Casou, aos 12 anos de idade, com D. Diniz, que foi rei de Portugal. É conhecida em Portugal como a Rainha Santa. Sofreu muito com as infidelidades e ciúmes do marido, e teve papel decisivo na pacificação das freqüentes contendas familiares.

Exerceu também papel muito importante na pacificação de conflitos entre reinos cristãos, na intrincada política peninsular da Idade Média. Viúva, passou a viver em pobreza voluntária, na fidelidade ao espírito da Ordem Terceira de São Francisco. Era inesgotável sua caridade. Morreu em Estremoz e teve seu corpo conduzido para Coimbra, onde a sepultaram no Convento de Santa Clara, cuja construção dirigira pessoalmente.

5. Santo Antônio Maria Zaccaria, Confessor (+ Cremona, Itália, 1539)

Foi médico e depois sacerdote, tendo fundado a Congregação dos Clérigos Regulares de São Paulo, conhecidos como Barnabitas, com a finalidade de restaurar o fervor do Clero e do laicato. Destacou-se pela piedade eucarística, atribuindo-se a ele a instituição das Quarenta Horas de adoração ao Santíssimo Sacramento. Faleceu com apenas 36 anos.

6. Santa Maria Goretti, Virgem e Mártir (+ Ferrieri di Conca, Itália, 1902)

Menina de 12 anos, pobre e analfabeta, preferiu morrer cruelmente a consentir no pecado. Rejeitou com decisão todas as propostas do tarado que a assediava, dizendo: "Não, não! Deus não quer! Isso é pecado!". Foi morta com catorze punhaladas e antes de expirar perdoou o agressor. Foi canonizada por Pio XII, em 1950. O assassino ficou 27 anos preso e assistiu, arrependido, à canonização da angélica virgem e mártir, morrendo penitente num convento de capuchinhos.

7. São Vilibaldo, Confessor (+ Alemanha, 790)

Era príncipe saxão, filho do rei São Ricardo. Depois de passar alguns anos no mosteiro beneditino de Montecassino, acompanhou São Bonifácio, que segundo a tradição era seu tio, na evangelização da Germânia. Foi ordenado sacerdote e sagrado bispo de Eichstadt, na Baviera, por São Bonifácio.

8. São Quiliano, Bispo e Mártir (+ Wurtzburg, Alemanha, 689)

Nascido na Irlanda, era monge e partiu como missionário para a Baviera, que então ainda era pagã. Foi bem acolhido pelo duque de Wurtzburg, que se dispôs a receber o batismo, mas precisou antes regularizar sua situação conjugal, pois vivia maritalmente com a mulher de seu irmão. São Quiliano, depois de consultar o Papa, impôs que o duque despedisse a mulher, mas esta mandou assassinar o missionário e ocultar seu corpo. Devido a esse episódio, somente 50 anos mais tarde se deu, com São Bonifácio, a evangelização da Baviera.

9. Santa Paulina, Virgem (+ São Paulo, 1942)

Santa Paulina do Coração Agonizante de Jesus, teve o nome civil de Amábile Lúcia Visintainer. Nasceu no norte da Itália, em 1865, e com dez anos acompanhou seus pais, que emigraram para o Brasil e se instalaram no Estado de Santa Catarina. Fundou, com finalidades educativas e assistenciais, a Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição, da qual foi eleita superiora geral vitalícia.

Anos depois, em São Paulo, para onde se havia transferido a casa-mãe da congregação, foi injusta e precipitadamente punida pelo arcebispo de São Paulo, que a demitiu das funções de superiora e a proibiu de, no futuro, exercer qualquer cargo de mando na Congregação. Aceitou com virtude heróica essa punição abusiva e irregular do ponto de vista do Direito Canônico, e passou mais de trinta anos como simples religiosa, modelo de obediência e humildade, sem nunca exercer qualquer função diretiva na obra da qual era fundadora. Faleceu pronunciando o que sempre foi o lema de sua vida: "Faça-se a vontade de Deus!"

Foi beatificada por João Paulo II, em 1991. Posteriormente, em 19 de maio de 2002 foi canonizada, pelo  mesmo Papa que a beatificou.


10. Santa Felicidade e seus 7 Filhos, Mártires (+ Roma, séc. II)

Santa Felicidade foi martirizada em Roma durante o reinado de Marco Aurélio, depois de ter animado e exortado ao martírio seus sete filhos, Santos Januário, Félix, Filipe, Silvano, Alexandre, Vital e Marcial. A respeito da heróica matrona, assim escreveu São Pedro Crisólogo: "No meio dos cadáveres mutilados e sangrentos daquelas ofertas queridas, passava mais alegre do que antigamente ao lado dos seus berços, porque via com os olhos da fé uma palma em cada ferida, em cada suplício uma recompensa e sobre cada vítima uma coroa".

 
11. São Bento Abade, Confessor (+ Montecassino, Itália, 547)

Nascido em Núrsia, Itália, ainda adolescente deixou sua nobre família e os estudos e se dirigiu para a solidão, a fim de viver no temor de Deus. Foi o fundador da Ordem beneditina, a qual desempenhou um papel fundamental na Idade Média, evangelizando e civilizando os pagãos, preservando, nos tempos piores das invasões bárbaras, o que havia de melhor na cultura e na ciência, fundando inúmeras nações. O humilde monge estava na raiz de uma obra civilizadora e evangelizadora colossal. O Papa Pio XII chamou-lhe, a justo título, "Pai da Europa". Foi também chamado "Patriarca dos Monges do Ocidente".


12. São João Gualberto, Confessor (+ Itália, 1073)

Pertencia a uma família nobre e considerou um dever vingar-se do assassino de seu irmão. Depois de o ter longamente procurado, foi encontrá-lo numa Sexta-Feira Santa. Tocado pela graça, perdoou o inimigo e se fez monge. Fundou em Vallombrosa um ramo novo da Ordem de São Bento e combateu, pelo exemplo e pela pregação, a decadência do Clero de sua época.

13. Santo Henrique e Santa Cunegundes (+ Alemanha, 1024 e 1033)

Santo Henrique, duque da Baviera e imperador do Sacro Império, foi educado por São Volfgango. Modelo de governante católico, empenhou-se na propagação da Fé, tendo papel de grande importância para a conversão de seu cunhado Santo Estêvão, rei da Hungria. Procurou restaurar, conforme a espiritualidade de Cluny, o espírito monástico então decadente, sendo nesse ponto aconselhado por Santo Odilon, abade de Cluny. Foi casado com Santa Cunegundes, vivendo ambos em perfeita continência. Depois do falecimento de Santo Henrique, ela foi terminar seus dias num mosteiro que havia fundado.

14. São Camilo de Lellis, Confessor (+ Roma, 1614)

Pertencia a uma nobre família mas, infelizmente, não se portou bem no início da vida. Foi militar e revelou mau caráter, sendo expulso da tropa. Viciado em jogo, perdeu todos os bens e decaiu até à condição de mendigo. Foi nesse ponto que a graça o tocou. Arrependeu-se profundamente de seus pecados e passou a servir, por espírito de caridade, aos doentes pobres em hospitais. Fundou a Companhia dos Servidores dos Enfermos, conhecidos como Camilianos. Foi declarado por Leão XIII patrono dos enfermos e hospitais, juntamente com o português São João de Deus.

☞ Veja também: Santa Catarina Tekakwitha, padroeira do Meio Ambiente (Festa: 14 de julho)

15. São Boaventura, Bispo (+ Lyon, França, 1274)

Conta-se que, quando chegaram os emissários do Papa Gregório X para entregar o chapéu de cardeal a Frei Boaventura, superior geral da Ordem franciscana e mestre respeitado em toda a Europa, o encontraram na cozinha do seu convento, despretensiosamente ocupado em lavar louça. Italiano de origem, São Boaventura ingressou aos 17 anos na Ordem franciscana. Foi uma das mais poderosas inteligências de seu tempo e de toda a História da Igreja.

Discípulo de Alexandre de Hales, era amigo e companheiro de lutas do dominicano São Tomás de Aquino. Tiveram ambos carreiras paralelas, juntos combateram os erros de doutores de Paris inimigos das Ordens mendicantes e faleceram ambos ainda relativamente jovens, no mesmo ano. São Boaventura teve, diferentemente de São Tomás, uma vida muito ativa que não lhe permitiu dedicar todo o seu tempo ao estudo. Além de superior geral de sua Ordem, foi bispo e cardeal. É cognominado o "Doutor Seráfico".

16. Nossa Senhora do Carmo

Neste dia se comemora a Festa de Nossa Senhora do Carmo, ou do Monte Carmelo. A Ordem carmelitana considera seus fundadores o Profeta Santo Elias - que viveu no Monte Carmelo, na Terra Santa, e que séculos antes da vinda ao mundo de Nosso Senhor já vira sua Santa Mãe simbolizada numa nuvenzinha - e seu discípulo Santo Eliseu. O Escapulário de Nossa Senhora do Carmo, dado pela Santíssima Virgem a São Simão Stock no século XIII da Era Cristã, é ao mesmo tempo o privilégio maior e o sinal distintivo da espiritualidade carmelitana.

☞ Veja também: Viva Nossa Senhora do Carmo!

17. Beato Inácio de Azevedo e seus 39 Companheiros, Mártires (+ 1570)

Em junho de 1570 partiu de Lisboa para o Brasil o Beato Padre Inácio de Azevedo, acompanhado de 70 sacerdotes e irmãos jesuítas. Quis a Providência que essa gloriosa coorte de apóstolos não chegasse ao Brasil, pois a maior parte deles encontrou o martírio, por mãos de hereges protestantes, no Oceano Atlântico.

Em 15 de julho de 1570 a nau Santiago, no qual viajavam o Padre Inácio e numerosa leva de jesuítas, viu-se cercada por várias naus de piratas protestantes de origem francesa. Após longa luta em que os católicos, inferiores em número e em armamento, causaram consideráveis estragos aos atacantes, afinal sucumbiu a nau portuguesa. Foram martirizados, por ódio à Fé católica, juntamente com o Padre Inácio, 39 outros jesuítas, sendo 31 portugueses e 8 espanhóis. São venerados como os Quarenta Mártires do Brasil.

18. São Frederico, Bispo e Mártir (+ Holanda, 838)

Bispo de Utrecht, na Holanda, esforçou-se para eliminar os restos de paganismo e idolatria ainda existentes na região. Censurou publicamente os escândalos dados pela imperatriz Judite, segunda esposa do imperador Luís, o Bonacheirão. Consta ter sido ela que, rancorosa, encarregou dois assassinos de apunhalar o Santo.

19. Santo Arsênio, Confessor (+ Egito, 445)

Romano de nobre família, foi anacoreta no deserto, ali vivendo quase 50 anos. Tanto amava o isolamento e temia os perigos do convívio com seculares que, certa vez, foi visitado em sua solidão por uma senhora romana de idade já madura, que desejava aconselhar-se com ele e pedir-lhe orações. - "Volte para sua terra e deixe-me em paz!", gritou o Santo do fundo de sua gruta. - "Prometa-me ao menos lembrar-se de mim em suas orações", suplicou a dama. - "Pelo contrário, prometo esquecê-la", respondeu o Santo.



20. Santo Elias, Profeta (+ séc. IX A. C.)
Ardente de zelo pelo Senhor Deus, cujo culto era conspurcado em Israel pelos idólatras, Santo Elias não hesitou em degolar 450 sacerdotes de Baal. É considerado pai espiritual da Ordem carmelitana e precursor da devoção à Santíssima Virgem séculos antes de Ela ter nascido (ver 16 de julho). Estava em companhia de Santo Eliseu, seu discípulo perfeito e continuador, quando um carro de fogo, puxado por cavalos também de fogo, o arrebatou aos céus. Deverá voltar no fim do mundo para enfrentar o Anticristo.

21. São Lourenço de Bríndisi (+ Lisboa, 1619)

Nascido na Itália, já aos seis anos de idade repetia com tanta candura e unção os sermões que ouvira, e produzia assim tanto bem às almas, que foi encarregado pelo seu bispo de "pregar" na catedral. Foi religioso capuchinho e superior geral de sua Ordem. Pregador inspirado, lutou arduamente contra os erros protestantes e desempenhou missões diplomáticas importantes a serviço da Igreja e do Papado. Possuía grande erudição e dominava perfeitamente os idiomas grego e hebraico, tendo grande autoridade em Escriturística. Deixou obras escritas de polêmica antiprotestante e de exegese bíblica.

22. Santa Maria Madalena, Penitente (+ séc. I)

Arrependida sinceramente de suas faltas passadas, esteve ao lado de Nossa Senhora aos pés da Cruz, no alto do Calvário. Mereceu a graça de ser a primeira a reconhecer Nosso Senhor no Domingo de Aleluia e anunciou ao Apóstolos a Ressurreição. Segundo antiga tradição, foi morrer no sul da França, com seus irmãos São Lázaro e Santa Marta.

23. Santa Brígida da Suécia, Viúva (+ Roma, 1373)
Grande mística medieval, pertencia à Família Real sueca. Casou com o virtuoso príncipe Wulfon, com quem teve oito filhos. Após algum tempo de casados, de comum acordo os dois esposos se separaram. Wulfon tornou-se cisterciense e Santa Brígida foi, em companhia de sua filha Santa Catarina, para Roma, onde veio a falecer.

24. Santa Cristina, a Admirável (+ Bélgica, 1224)

Tinha pouco mais de 20 anos quando faleceu, mas ressuscitou durante a Missa de corpo presente. Segundo Tiago de Vitry, cronista sério que a conheceu pessoalmente, "já estava morta havia muito tempo, mas conseguiu a graça de retomar o corpo, a fim de sofrer o seu Purgatório cá na terra". Sua vida, depois desse maravilhoso episódio, foi repleta de milagres e fenômenos misteriosos. Morreu pela segunda vez com mais de 70 anos de idade, num convento no qual levou sempre vida exemplar.


25. São Tiago o Maior, Apóstolo e Mártir (+ séc. I)

Era irmão de São João Evangelista e foi particularmente privilegiado entre os Apóstolos, pois esteve presente na Transfiguração de Nosso Senhor e na Agonia do Horto. Foi o primeiro dos doze Apóstolos a sofrer o martírio, no ano 44 de nossa Era. Seu sepulcro, em Compostela, norte da Espanha, é até hoje centro de peregrinação mundialmente famoso.

26. São Joaquim e Santa Ana, pais da Santíssima Virgem

É muito antiga a devoção a São Joaquim e Santa Ana, sobretudo no Oriente. A liturgia de São João Crisóstomo refere-se a eles como " os santos Avós de Deus Joaquim e Ana". Grande deve ter sido a santidade dos dois esposos, para que deles nascesse a Virgem Imaculada, a Mãe de Deus!


27. São Pantaleão, Mártir (+ Nicomédia, Ásia Menor, séc. III)

Era médico e, tendo-se convertido à Religião católica, passou a operar curas milagrosas, com o que despertou inveja de médicos pagãos que o denunciaram ao imperador Maximiano. São Pantaleão, depois de sofrer tormentos vários, deu a vida por amor a Jesus Cristo.

28. Santos Mártires da Tebaida (+ Tebaida, Egito, séc. III)
Houve muitos mártires na Tebaida, nos reinados de Décio e Valeriano. O Martirológio Romano registra o caso de um que foi amarrado sobre um leito de flores; aproximou-se dele uma prostituta para induzi-lo ao pecado, mas ele cortou com os dentes a própria língua e cuspiu-a no rosto da rameira, que fugiu apavorada.

29. Santa Marta, Virgem (+ séc. I)

Era irmã de São Lázaro e de Santa Maria Madalena, e recebeu mais de uma vez a visita de Nosso Senhor em sua casa, esforçando-se por atendê-Lo com o máximo zelo. É por isso honrada como padroeira das cozinheiras e das donas de casa. Segundo antiga tradição, foi com seus irmãos para o sul da França, onde faleceu.

30. São Pedro Crisólogo (+ Ímola, Itália, séc. V)

Bispo de Ravena, faleceu por volta do ano 450. Foi chamado Crisólogo, ou seja, palavra de ouro, devido a sua eloqüência e segurança de doutrina. Parece ter tido relacionamento muito íntimo com o Papa São Leão Magno. Negou-se terminantemente a apoiar o herege Êutiques, que fora condenado no Concílio de Constantinopla e pedira apoio ao bispo de Ravena. Conservam-se até hoje 176 sermões de São Pedro Crisólogo.

31. Santo Inácio de Loyola, Confessor (+ Roma, 1556)

Nobre espanhol, converteu-se aos 30 anos de idade, depois de uma breve mas brilhante carreira nas armas, e fundou a Companhia de Jesus. Alma profundamente militar, quis dotar a Igreja de uma milícia nova, aguerrida e disciplinada, para a defesa da glória de Deus e a conquista das almas. No século em que o protestantismo arrebatou à verdadeira Religião um terço da Europa, Santo Inácio foi sem dúvida o lutador suscitado pela Providência para atender de modo pleno às necessidades da Igreja.


sábado, 30 de junho de 2018

Oração para pedir chuva

"Deus, nosso Pai, Senhor do Céu e da Terra (Mt 11,21) Tu és para nós existência, energia e vida (Act 17, 2) Criaste o homem à Tua imagem (Gn 1, 27-28) a fim de que com o seu trabalho ele faça frutificar as riquezas da terra colaborando assim na Tua criação  Temos consciência da nossa miséria e fraqueza: nada podemos fazer sem Ti (Jo 15, 5)  Tu, Pai bondoso, que sobre todos fazes brilhar o sol (Mt 5, 45) e fazes cair a chuva, tem compaixão de todos os que sofrem duramente pela seca que nos ameaça nestes dias  Escuta com bondade as orações que Te são dirigidas com confiança pela Tua Igreja (Lc 4, 25), como satisfizeste súplicas do profeta Elias (1Rs 17, 1) que intercedia em favor do Teu povo (Tgo 5, 17-18)  Faz cair do céu sobre a terra árida a chuva desejada a fim de que renasçam os frutos (Tg 5, 18) e sejam salvos homens e animais (Sl 35, 7)  Que a chuva seja para nós o sinal da Tua graça e da Tua bênção: assim, reconfortados pela Tua misericórdia (cf. Is 55, 10-11), dar-te-emos graças por todos os dons da terra e do céu, com os quais o Teu Espírito satisfaz a nossa sede (Jo 7, 37-38)  Por Jesus Cristo, Teu Filho, que nos revelou o Teu amor, fonte de água viva, que brota para a vida eterna (Jo 4, 14)  Amém"  (Papa Paulo VI)


"Deus, nosso Pai, Senhor do Céu e da Terra (Mt 11,21)
Tu és para nós existência, energia e vida (Act 17, 2)
Criaste o homem à Tua imagem (Gn 1, 27-28)
a fim de que com o seu trabalho ele faça frutificar
as riquezas da terra
colaborando assim na Tua criação

Temos consciência da nossa miséria e fraqueza:
nada podemos fazer sem Ti (Jo 15, 5)

Tu, Pai bondoso, que sobre todos fazes brilhar o sol (Mt 5, 45)
e fazes cair a chuva,
tem compaixão de todos os que sofrem duramente
pela seca que nos ameaça nestes dias

Escuta com bondade as orações que Te são dirigidas
com confiança pela Tua Igreja (Lc 4, 25),
como satisfizeste súplicas do profeta Elias (1Rs 17, 1)
que intercedia em favor do Teu povo (Tgo 5, 17-18)

Faz cair do céu sobre a terra árida
a chuva desejada
a fim de que renasçam os frutos (Tg 5, 18)
e sejam salvos homens e animais (Sl 35, 7)

Que a chuva seja para nós o sinal
da Tua graça e da Tua bênção:
assim, reconfortados pela Tua misericórdia (cf. Is 55, 10-11),
dar-te-emos graças por todos os dons da terra e do céu,
com os quais o Teu Espírito satisfaz a nossa sede (Jo 7, 37-38)

Por Jesus Cristo, Teu Filho,
que nos revelou o Teu amor,
fonte de água viva, que brota para a vida eterna (Jo 4, 14)

Amém"

(Papa Paulo VI) - Imagem: Pixabay (CC0)


quarta-feira, 27 de junho de 2018

Oração do Apóstolo Paulo




A Prece do apóstolo Paulo é o primeiro manuscrito do Codex I da Biblioteca de Nag Hammadi  - coleção de textos gnósticos do cristianismo primitivo, descoberta na região do Alto Egito, perto da cidade de Nag Hammadi em 1945.

Embora o texto, assim como nos demais códices, ter sido escrito em cóptico, o título está em grego, que era sua língua original. 

Estão faltando aproximadamente duas linhas no início do texto.

O texto foi claramente escrito por um pseudônimo e não é de autoria do apóstolo Paulo. Ele tem um claro apelo gnóstico ao contrário das epístolas reconhecidamente de Paulo. Muitos especialistas o atribuem como um texto valetiniano por causa de frases típicas como Pleroma e Arconte - o que indicaria que o texto tenha sido composto entre 150 e 300 d.C. 

Especialistas encontraram paralelos com outros trabalhos encontrados nos outros códices em Nag Hammadi, inclusive o Discurso sobre o oitavo e o nono e a Prece de ação de graças (ambos da Hermética), As três estelas de Seth, o Evangelho de Filipe e as Exposições Valentinianas.

Oração

… tua luz, dá-me tua misericórdia, Meu Redentor, redime-me, pois sou teu; aquele que veio de tí.

Tú és minha Mente; cultiva-me!
Tu és meu tesouro: abre-te para mim!
Tu és minha perfeição; leva-me para tí!
Tú és minha confiança; dá-me a Coisa Perfeita que não pode ser apreendida!

Eu te invoco, aquele que é, e que pré-existiu no nome, que é exaltado acima de qualquer outro nome, Jesus Cristo, o Senhor dos Senhores, o Rei dos aeons; dá-me as dádivas, das quais não te arrependas, através do Filho do Homem, do Espírito, do Paráclito da verdade.

Dá-me, através do Evangelista, autoridade quando te pedires; e cura para meu corpo quando te pedires, redime minha eterna alma luminosa e meu espírito revela em minha mente, o Filho-Primeiro do Pleroma da graça!

Concede-me o que nenhum olho de anjo jamais viu, e o que nenhum ouvido de arconte jamais ouviu, e o que não entrou no coração do homem, e que veio para ser angelical, e que foi modelado segundo a imagem do Deus psíquico, quando foi formada no princípio, pois eu tenho fé e esperança.

E coloca sobre mim o teu amado, eleito, e abençoada grandeza, o Filho-Primeiro, o Criado-Primeiro, e o maravilhoso mistério de tua casa; pois teus são o poder e a glória, o louvor e a grandeza, para sempre e sempre.

Amém!
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Fonte: Com informações de Wikipédia | Nag Hammadi Codex I | Biblioteca de Nag Hammadi - Imagem: Apóstolo São Paulo, por Almeida Júnior  (1850–1899) | Óleo sobre tela, de 1869 | Acervo da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Candelária (Itu, São Paulo, Brasil) - Enciclopédia Itaú Cultural de Artes Visuais. (Domínio Público)


segunda-feira, 25 de junho de 2018

Para ser um verdadeiro Martinista


Nosso Muito lembrado e Amado Irmão Dr. Gérard Encausse (Papus), traçou a síntese dos princípios fundamentais do Martinismo, para entregá-la à meditação dos Homens de Desejo que aspiram à Iniciação Martinista. Ainda Hoje constituem a doutrina fundamental da Ordem:

1º) Escolher sempre um local onde a oração se pratique, qualquer que seja o culto.

2º) Recordar que nem sempre os Verdadeiros Mestres são excessivamente aficionados aos livros e que colocam a sensibilidade e a humildade acima de toda ciência. Desconfiar dos Pontífices e dos homens que se dizem perfeitos.

3º) Não alienar jamais a liberdade por um juramento que a prenda, provenha ele do clero ou de uma sociedade secreta; só Deus tem direito a receber um juramento de obediência passiva.

4º) Recordar que todo poder invisível vem do Cristo, Deus encarnado através de todos os planos. No invisível, não ficar jamais em relação com um ser astral ou espiritual que não reconheça desta maneira Cristo. Não buscar a obtenção de “poderes”, mas aguardar que o Céu decida se sois dignos deles.

5º) Não julgar as ações dos outros e não condenar o próximo. Todo espiritualista, em razão das provas que a vida vai colocando em seu caminho por causa dos sofrimentos que deve enfrentar ou em virtude de sua filosofia, seja cristão, israelita, muçulmano, budista ou livre pensador e, em geral todo ser humano, conta com as faculdades necessárias para evoluir ao Plano Divino. Julgar é próprio do Pai e não dos homens...

6º) Ter a certeza de que o ser humano jamais é abandonado pelo Alto, mesmo em seus momentos de negação e de dúvida. Lembrar que nos encontramos no plano físico com a finalidade de servir os demais e não para satisfazer nossos próprios fins egoístas.

7º) Recordar que a purificação física, recorrendo a um regime especial, constitui uma atitude infantil se não se apoiar na purificação astral, na caridade, no silêncio, na purificação espiritual e no esforço perseverante de não pensar nem falar mal do próximo. Saber muito bem que a Oração, que proporciona Paz ao Coração, é preferível a toda magia que somente traz orgulho.

8º) O homem deve optar entre dois mestres. Deixando de lado o príncipe deste mundo, o Martinismo elegeu e quis consagrar-se a Cristo, por cima de toda classe de clerezias. É como uma Cavalaria Laica do Homem-Deus. Sua finalidade: desenvolver, em quem vem à Ordem Martinista, o coração e os sentimentos para que aprenda a amar. São seus meios de ação: a pobreza, o silêncio, a paciência, a Fé .

9º) O Deus em que crêem os Martinistas é o Senhor dos Tempos. Os que quiserem ver, verão. Os que chamarem poderão entrar. O Martinismo abre suas portas a todos os homens e mulheres de boa vontade. E ... como presente de boas vindas, lhes dá o que há de mais precioso em meio dos tormentos, dos infortúnios e das desgraças: A PAZ DO CORAÇÃO!

Mais informações, visite: http://ordemmartinistabrasilsp.org/
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Fonte (texto e imagem): Facebook | Para ser um verdadeiro Martinista (reprodução)





quinta-feira, 21 de junho de 2018

Jesus Cristo ✝︎ Inspire-se nos milagres do Salvador e fortaleça sua fé

Christus Rex Emperor et Redemptor Mundi, intercedere pro nobis


"Judeu da Galiléia, Jesus foi o fundados do Cristianismo e o responsável por difundir a religião pelo mundo. Filho adotivo de José e da Virgem Maria, nasceu em Belém, nos últimos anos do reinado do rei Herodes. 


Encarregado pelo Papa, no século V, o monge Dionísio organizou o calendário cristão e determinou a data de 25 de dezembro, do ano considerado zero, como sendo o dia do nascimento de Cristo, com a finalidade de cristianizar a festa pagã realizada naquele dia.

Uma vida de fé e esperança

Segundo o evangelho de Lucas, sua primeira aparição ao povo foi aos 12 anos, quando a família visitava Jerusalém. José e Maria viram Jesus pregando entre os doutores do Templo. Quando atingiu a idade de 30 anos, encontrou-se, na Judéia, com seu primo João Batista, famoso por pregar o batismo como sacramento de penitência dos pecados. Ele pediu para o primo batizado-lo e iniciou Sua pregação, falando das profecias sobre o Messias e estabelecendo o reino de Deus sobre o mundo, a partir de Israel.

Desde então, começaram a acontecer fatos impressionantes, como Seu Jejum no deserto, durante 40 dias e 40 noites, as bodas de Caná, na qual ocorreu a primeira manifestação de Seu poder Divino, através do milagre de transformar a água da festa em vinho, a expulsão dos mercadores do Templo, a prisão de João Batista e o episódio da mulher samaritana.

A Bíblia conta que, um dia, essa mulher foi pegar água em um poço, em um horário em que não pudesse encontrar ninguém, já que tinha medo e vergonha, pois considerava-se pecadora e era muito odiada pelo povo. Jesus, deixando a Judéia para ir à Galiléia, passa pelo poço e pede algo para beber. A samaritana se assusta, pois sabia que judeus e samaritanos eram inimigos. Tocada pelo Salvador, ela se torna a portadora das Boas Novas ao povo de Samaria, transformando seu passado em esperança, honra e vida cristã.

Aos 31 anos, reuniu 12 apóstolos, seguidores de Suas palavras, e realizou o sermão da montanha, como qual divulgava e pregava Suas mensagens ao povo.

O julgamento

Quando Jesus nasceu, a Galiléia era sinônimo de resistência judia contra Roma. Por conta disso, os judeus esperavam por um salvador revolucionário, que trouxesse de volta a independência política, perdida desde o fim do século VI a.C. (antes de Cristo). Dessa forma, a pregação de Cristo, para muitos judeus, não era coerente com Sua missão Divina de ser o rei daquele povo.

Aos 33 anos, Jesus foi acusado de traidor e de conspirar contra César, quando Tibério era imperador de Roma. Sua sentença, segundo as leis romanas, foi carregar uma cruz até a Colina do Calvário, no monte Gólgota e crucificado, até a morte.

Um exemplo de humildade e caridade

Na última Ceia, Jesus, em seu maior gesto de virtude humana, tirou Seu manto, pegou uma bacia com água e lavou os pés dos apóstolos (Jo 13:4). Os discípulos presenciaram o Mestre se inclinando a uma posição modesta para servir à humanidade. Pedro ficou tão constrangido com o ato do Senhos que não queria permitir que Ele lavasse seus pés. Cristo pretendia que eles pregassem a humildade a outras pessoas, assim como ele fazia naquele momento. O Filho de Deus lavou os pés, um a um."


terça-feira, 19 de junho de 2018

Salmo LIV: "Contra opressão e injustiças. Para obter o perdão."




Poesia de Davi. Ao regente do coro: para instrumentos de cordas. Escrita por Davi quando os moradores da cidade de Zife foram contar a Saul que Davi estava escondido na terra deles. Recite o Salmo 54 para se proteger contra as perseguições de inimigos visíveis e invisíveis, medos, perda de memória, fraudes e mentiras. 

Este salmo também é muito eficiente quando precisamos da obtenção do perdão.

Salmo 54

1. Salva-me, ó Deus, pelo teu nome, e faze-me justiça pelo teu poder.

2. Ó Deus, ouve a minha oração, dá ouvidos às palavras da minha boca.

3. Porque homens insolentes se levantam contra mim, e violentos procuram a minha vida; eles não põem a Deus diante de si.

4. Eis que Deus é o meu ajudador; o Senhor é quem sustenta a minha vida.

5. Faze recair o mal sobre os meus inimigos; destrui-os por tua verdade.

6. De livre vontade te oferecerei sacrifícios; louvarei o teu nome, ó Senhor, porque é bom.

7. Porque tu me livraste de toda a angústia; e os meus olhos viram a ruína dos meus inimigos.

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Fonte: Bíblia Sagrada | Livro dos Salmos | Salmo 54 - Imagem: floresemcasa.blogspot.com


segunda-feira, 18 de junho de 2018

Oração para melhora financeira


"Senhor, que a falta de dinheiro ou seu excesso, não nos seja nunca causa de perturbação, pois não deixais faltar o necessário para os que Vos buscam com sinceridade. Que não nos inquietemos, nos enchamos de ansiedade pelo dia de amanhã, lembrando-nos sempre de que Vós cuidais de nós como um Pai que realmente nos ama. 

Que vivamos dentro e nunca aquém de nossas possibilidades econômicas (Ecl 4, 9-10)*, e nunca negligenciemos os que buscam nossa ajuda. 

Dai-nos um espírito cooperador, um leal e amoroso companheirismo para que nunca nos mostremos desatenciosos ou preguiçosos um para com o outro. Que sempre outorguemos a nossos filhos e às pessoas em geral, exemplos de gratuidade no amor. 

Diante de nossos conflitos possamos resolvê-los todos pacificamente, em nosso trabalho nos comportemos como cristãos, quer sejamos patrões ou funcionários, e tenhamos sempre como prioridade, nossa família e nossos filhos. 

Que sejamos verdadeiros cooperadores atenciosos e gentis para que não nos tornemos pesados ao outro, sobrecarregando a quem dizemos amar. 

Senhor, conheceis as dificuldades pelas quais passamos: ajudai-nos a superar todos nossos problemas para que felizes, possamos ser verdadeiras testemunhas de Vosso santo amor no mundo.

Em nome de Jesus, ✝︎ Amém"

"Senhor, que a falta de dinheiro ou seu excesso, não nos seja nunca causa de perturbação, pois não deixais faltar o necessário para os que Vos buscam com sinceridade. Que não nos inquietemos, nos enchamos de ansiedade pelo dia de amanhã, lembrando-nos sempre de que Vós cuidais de nós como um Pai que realmente nos ama.   Que vivamos dentro e nunca aquém de nossas possibilidades econômicas (Ecl 4, 9-10)*, e nunca negligenciemos os que buscam nossa ajuda.   Dai-nos um espírito cooperador, um leal e amoroso companheirismo para que nunca nos mostremos desatenciosos ou preguiçosos um para com o outro. Que sempre outorguemos a nossos filhos e às pessoas em geral, exemplos de gratuidade no amor.   Diante de nossos conflitos possamos resolvê-los todos pacificamente, em nosso trabalho nos comportemos como cristãos, quer sejamos patrões ou funcionários, e tenhamos sempre como prioridade, nossa família e nossos filhos.   Que sejamos verdadeiros cooperadores atenciosos e gentis para que não nos tornemos pesados ao outro, sobrecarregando a quem dizemos amar.   Senhor, conheceis as dificuldades pelas quais passamos: ajudai-nos a superar todos nossos problemas para que felizes, possamos ser verdadeiras testemunhas de Vosso santo amor no mundo.  Em nome de Jesus, ✝︎ Amém"


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Fonte: Fonte-web:www.oracoes.com.br / Bíblia Sagrada (Ecl 4, 9-10) - Imagem: Max Pixel (CC0)


        


quinta-feira, 14 de junho de 2018

Oração do Jogador de Futebol

"Jesus, meu Senhor e Mestre, conceda-me o que vou pedir:  Quero assumir a minha posição com categoria e responsabilidade. Jogar com entusiasmo, esperança e energia inesgotável.   Estar bem situado em campo nas diferentes jogadas. Ter espírito de equipe, tranquilidade e lucidez, para executar as jogadas ensaiadas.   Reflexo e firmeza na hora de defender e proteção contra os lances violentos.  Que eu respeite o adversário, juiz e a torcida, dai-me coragem para arriscar jogadas extraordinárias e olímpicas.  Que a bola venha ao meu encontro na hora certa da decisão.  Que o meu time jogue com garra e confie na capacidade de fazer gols.  Que nosso técnico faça alterações com sabedoria, que a torcida se encante com o nosso futebol, e ao mesmo tempo conviva em paz com as outras torcidas.  Senhor, que eu realize como pessoa, minha potencialidade e dons, e que meu time seja merecedor de muitas vitórias e títulos." Amém! Que assim seja!
"Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração." (Mateus 6:21)
"Jesus, meu Senhor e Mestre, conceda-me o que vou pedir:

Quero assumir a minha posição com categoria e responsabilidade. Jogar com entusiasmo, esperança e energia inesgotável. 

Estar bem situado em campo nas diferentes jogadas. Ter espírito de equipe, tranquilidade e lucidez, para executar as jogadas ensaiadas. 

Reflexo e firmeza na hora de defender e proteção contra os lances violentos.

Que eu respeite o adversário, juiz e a torcida, dai-me coragem para arriscar jogadas extraordinárias e olímpicas.

Que a bola venha ao meu encontro na hora certa da decisão.

Que o meu time jogue com garra e confie na capacidade de fazer gols.

Que nosso técnico faça alterações com sabedoria, que a torcida se encante com o nosso futebol, e ao mesmo tempo conviva em paz com as outras torcidas.

Senhor, que eu realize como pessoa, minha potencialidade e dons, e que meu time seja merecedor de muitas vitórias e títulos."

Amém, que assim seja!
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Fonte: Orações cristãs para o futebol - Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil - Versículo: Bíblia Sagrada (acf)



        

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