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segunda-feira, 25 de junho de 2018

Para ser um verdadeiro Martinista


Nosso Muito lembrado e Amado Irmão Dr. Gérard Encausse (Papus), traçou a síntese dos princípios fundamentais do Martinismo, para entregá-la à meditação dos Homens de Desejo que aspiram à Iniciação Martinista. Ainda Hoje constituem a doutrina fundamental da Ordem:

1º) Escolher sempre um local onde a oração se pratique, qualquer que seja o culto.

2º) Recordar que nem sempre os Verdadeiros Mestres são excessivamente aficionados aos livros e que colocam a sensibilidade e a humildade acima de toda ciência. Desconfiar dos Pontífices e dos homens que se dizem perfeitos.

3º) Não alienar jamais a liberdade por um juramento que a prenda, provenha ele do clero ou de uma sociedade secreta; só Deus tem direito a receber um juramento de obediência passiva.

4º) Recordar que todo poder invisível vem do Cristo, Deus encarnado através de todos os planos. No invisível, não ficar jamais em relação com um ser astral ou espiritual que não reconheça desta maneira Cristo. Não buscar a obtenção de “poderes”, mas aguardar que o Céu decida se sois dignos deles.

5º) Não julgar as ações dos outros e não condenar o próximo. Todo espiritualista, em razão das provas que a vida vai colocando em seu caminho por causa dos sofrimentos que deve enfrentar ou em virtude de sua filosofia, seja cristão, israelita, muçulmano, budista ou livre pensador e, em geral todo ser humano, conta com as faculdades necessárias para evoluir ao Plano Divino. Julgar é próprio do Pai e não dos homens...

6º) Ter a certeza de que o ser humano jamais é abandonado pelo Alto, mesmo em seus momentos de negação e de dúvida. Lembrar que nos encontramos no plano físico com a finalidade de servir os demais e não para satisfazer nossos próprios fins egoístas.

7º) Recordar que a purificação física, recorrendo a um regime especial, constitui uma atitude infantil se não se apoiar na purificação astral, na caridade, no silêncio, na purificação espiritual e no esforço perseverante de não pensar nem falar mal do próximo. Saber muito bem que a Oração, que proporciona Paz ao Coração, é preferível a toda magia que somente traz orgulho.

8º) O homem deve optar entre dois mestres. Deixando de lado o príncipe deste mundo, o Martinismo elegeu e quis consagrar-se a Cristo, por cima de toda classe de clerezias. É como uma Cavalaria Laica do Homem-Deus. Sua finalidade: desenvolver, em quem vem à Ordem Martinista, o coração e os sentimentos para que aprenda a amar. São seus meios de ação: a pobreza, o silêncio, a paciência, a Fé .

9º) O Deus em que crêem os Martinistas é o Senhor dos Tempos. Os que quiserem ver, verão. Os que chamarem poderão entrar. O Martinismo abre suas portas a todos os homens e mulheres de boa vontade. E ... como presente de boas vindas, lhes dá o que há de mais precioso em meio dos tormentos, dos infortúnios e das desgraças: A PAZ DO CORAÇÃO!

Mais informações, visite: http://ordemmartinistabrasilsp.org/
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Fonte (texto e imagem): Facebook | Para ser um verdadeiro Martinista (reprodução)





sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Origem e desenvolvimento histórico da Umbanda


"Em fins do Século XIX, existiam, no Rio de Janeiro, várias modalidades de cultos que denotavam, nitidamente, a origem africana, embora já bem distanciadas da crença trazida pelos escravos. A magia dos velhos africanos, transmitida oralmente, através de gerações, desvirtuara-se mesclada com as feitiçarias provindas de Portugal onde, existiram sempre os feitiços, as rezas e as superstições.

As “macumbas” – mistura de catolicismo, feiticismo  negro e crenças nativas – multiplicavam-se; tomou vulto a atividade remunerada do feiticeiro; o “trabalho feito” passou a ordem do dia, dando motivo a outro, para lhe destruir os efeitos maléficos; generalizaram-se os “despachos”, visando obter favores para uns e prejudicar terceiros; aves e animais eram sacrificados, com as mais diversas finalidades; exigiam-se objetos raros para homenagear entidades ou satisfazer elementos da baixo astral. Sempre porém, obedecendo aos objetivos primordiais: aumentar a renda do feiticeiro ou “derrubar” os que não se curvassem ante os seus poderes ou pretendessem fazer-lhe concorrência. 

Os Mentores do Astral Superior, porém, estavam atentos ao que se passava. Organizava-se um movimento destinado a combater a magia negativa que se propagava assustadoramente; cumpria atingir, de início, as classes humildes, mais sujeitas às influências do clima de superstições que reinava na época.
“Enquanto isto, no plano terreno surge, no ano de 1904, o livro Religiões do Rio, elaborado por "João do Rio", pseudônimo de Paulo Barreto, membro emérito da Academia Brasileira de Letras. No livro, o autor faz um estudo sério e inequívoco das religiões e seitas existentes no Rio de Janeiro, àquela época, capital federal e centro socio-político-cultural do Brasil. O escritor, no intuito de levar ao conhecimento da sociedade os vários segmentos de religiosidade que se desenvolviam no então Distrito Federal, percorreu igrejas, templos, terreiros de bruxaria, macumbas cariocas, sinagogas, entrevistando pessoas e testemunhando fatos. Não obstante tal obra ter sido pautada em profunda pesquisa, em nenhuma página desta respeitosa edição cita-se o vocábulo Umbanda, pois tal terminologia era desconhecida.”
Formaram-se então, as falanges de trabalhadores espirituais, que se apresentariam na forma de Caboclos e Pretos Velhos, para mais facilmente serem compreendidos  pelo povo. Nas sessões espíritas, porém, não foram aceitos: identificados sob essas formas, eram considerados espíritos atrasados e suas mensagens não mereciam nem mesmo uma análise. Acercaram-se também dos Candomblés e dos cultos então denominados “baixo espiritismo”, as macumbas. É provável que, nestes, como nos Batuques do Rio Grande do Sul, tenham encontrado acolhida, com a finalidade de serem aproveitados nos trabalhos de magia, como elementos novos no velho sistema de feitiçaria.

A situação permanecia inalterada, ao iniciar-se o ano de 1900...

As determinações do Plano Astral, porém, deveriam cumprir-se:

Em 15 de novembro de 1908, compareceu a uma sessão da Federação Espírita, em Niterói, então dirigida por José de Souza, um jovem de 17 anos de tradicional família fluminense. Chamava-se ZÉLIO FERNANDINO DE MORAES. 

Casa aonde foi fundada a Umbanda no Brasil, situada no número 30 da Rua Floriano Peixoto, em Neves, São Gonçalo. Demolida em 2011.

Restabelecera-se, no dia anterior, de moléstia cuja origem os médicos haviam tentado, em vão, identificar. Sua recuperação inesperada por um espírito causara enorme supressa. Nem os doutores que o assistiam nem os tios, sacerdotes católicos, haviam encontrado explicação plausível. A família atendeu, então, à sugestão de um amigo, que se ofereceu para acompanhar o jovem Zélio à Federação.

Zélio foi convidado a participar da Mesa. Zélio sentiu-se deslocado, constrangido, em meio àqueles senhores. E causou logo um pequeno tumulto. Sem saber por que, em dado momento, ele disse: “Falta uma flor nesta casa: vou buscá-la”. E, apesar da advertência de que não poderia afastar-se, levantou-se, foi ao jardim e voltou com uma flor que colocou no centro da mesa. Serenado o ambiente e iniciados os trabalhos, manifestaram-se espíritos que se diziam de índios e escravos. O dirigente advertiu-os para que se retirassem. 

Nesse momento, Zélio sentiu-se dominado por uma força estranha e ouviu sua própria voz indagar por que não eram aceitas as mensagens dos negros e dos índios e se eram eles considerados atrasados apenas pela cor e pela classe social que declinavam. Essa observação suscitou  quase um tumulto. Seguiu-se um diálogo acalorado, no qual os dirigentes dos trabalhos procuravam doutrinar o espírito desconhecido que se manifestava e mantinha argumentação segura. 

Afinal um dos videntes pediu que a entidade de identificasse, já que lhe aparecia envolta numa aura de luz. Se querem um nome – respondeu Zélio inteiramente mediunizado – que seja este: "eu sou o CABOCLO DAS SETE ENCRUZILHADAS, porque para min não haverá caminhos fechados."

E, prosseguindo, anunciou a missão que trazia: estabelecer as bases de um culto, no qual os espíritos de índios e escravos viriam cumprir as determinações do Astral. No dia seguinte, declarou ele, estaria na residência do médium, para fundar um templo, que simbolizasse a verdadeira igualdade que deve existir entre encarnados e desencarnados.

"Levarei daqui uma semente e vou plantá-la no bairro de Neves, onde ela se transformará em árvore frondosa." 

Centro Espírita Nossa Senhora da Piedade, em São Gonçalo, RJ. Local aonde foi fundada a Umbanda no Brasil, em 15 de novembro de 1908.

No dia seguinte, 16 de novembro de 1908, na residência da família do jovem médium, na Rua Floriano Peixoto, 30 em Neves, bairro de Niterói, a entidade manifestou-se pontualmente no horário previsto – 20 horas. Ali se encontravam quase todos os dirigentes da Federação Espírita, amigos da família, surpresos e incrédulos, e grande número de desconhecidos que ninguém poderia dizer como haviam tomado conhecimento do ocorrido. Alguns aleijados aproximaram-se da entidade, receberam passes e, ao final da reunião, estavam curados. Foi essa uma das primeira provas da presença de uma força superior.

Nessa reunião, o CABOCLO DAS SETE ENCRUZILHADAS estabeleceu as normas do culto, cuja prática seria denominada “sessão” e se realizaria à noite, das 20 às 22 horas, para atendimento público, totalmente gratuito, passes e recuperação de obsedados. O uniforme a ser usado pelos médiuns seria todo branco, de tecido simples. Não se permitiria retribuições financeiras pelo atendimento ou pelos trabalhos realizados. Os cânticos não seriam acompanhados de atabaques nem de palmas ritmadas.

A esse novo culto, que se alicerçava nessa noite, a entidade deu o nome de UMBANDA, e declarou fundado o primeiro templo para sua prática, com a denominação de tenda Espírita Nossa Senhora da Piedade, porque: “assim como Maria acolhe em seus braços o Filho, a Tenda acolheria os que a ela recorressem, nas horas de aflição”.

Através de Zélio manifestou-se, nessa mesma noite, um Preto Velho, Pai Antônio, para completar as curas de enfermos iniciadas pelo Caboclo. E foi ele quem ditou este ponto, hoje cantado no Brasil inteiro:

“Chegou, chegou, chegou com Deus,
Chegou, chegou, o Caboclo das sete Encruzilhadas”.

A partir desta data, a casa da família de Zélio tornou-se a meta enfermos, crentes, descrentes e curiosos. Os enfermos eram curados; os descrentes assistiam as provas irrefutáveis; os curiosos constatavam a presença de uma força superior; e os crentes aumentavam dia a dia.

Cinco anos mais tarde, manifestou-se o Orixá Malé, exclusivamente para a cura de obsedados e o combate aos trabalhos de magia negra.

Passados dez anos, o CABOCLO DAS SETE ENCRUZILHADAS anunciou a Segunda etapa de sua missão: a fundação de sete templos, que deveriam constituir o núcleo central para a difusão da UMBANDA.

A Tenda da Piedade trabalha ativamente, produzindo curas, principalmente a recuperação de obsedados, considerados loucos, na época. Já então se contavam às centenas as curas realizadas pela entidade, comentadas em todo o Estado e confirmadas pelos próprios médicos, que recorriam a Tenda, em busca da cura dos seus doentes. E o Caboclo indicava, nas relações que lhe apresentavam com nome dos enfermos, os que poderia curar: eram os obsedados, portadores de moléstias de origem psíquica; os outros, dizia ele, competia à medicina curá-los. 


Zélio, já então casado, por determinação da entidade, recolhia os enfermos mais necessitados em sua residência, até o término do tratamento astral. E muitas vezes, as filhas, Zélia e Zilmeia, crianças ainda, cediam o seu aposento e dormiam em esteiras, para que os doentes fixassem bem acomodados.


Nas reuniões de estudo que se realizavam às quintas-feiras, a entidade preparava os médiuns que seriam indicados, posteriormente, para dirigir os novos templos. Fundaram-se, as Tendas Nossa Senhora da Guia, Nossa Senhora da Conceição, Santa Bárbara, São Pedro, Oxalá, São Jorge e São Jerônimo.

Pouco depois, a UMBANDA começou a expandir-se pelos Estados. Em São Paulo, fundaram-se, na Capital, 23 tendas e 19 em Santos. E, a seguir, em Minas Gerais, Espírito Santo, Rio Grande do Sul e Paraná. Em Belém, fundou-se a Tenda Mirim de São Benedito.

Confirmava-se a frase pronunciada na Federação Espírita: “Levarei daqui uma semente e vou plantá-la no bairro de Neves, onde ela se transformará em árvore frondosa”.

Em 1937, os templos fundados pelo CABOCLO DAS SETE ENCRUZILHADAS  reuniram-se, criando a Federação Espírita de Umbanda do Brasil, posteriormente denominada União Espiritualista de Umbanda do Brasil. E em 1947, surgiu o JORNAL DE UMBANDA que, durante mais de vinte anos, foi um órgão doutrinário de grande valor. Zélio de Moraes instalou federações umbandistas em São Paulo e Minas Gerais.

SEUS PRINCIPAIS ACONTECIMENTOS:

- 15 de novembro de 1908 – Zélio de Moraes, então com dezessete anos, mediunizado com uma entidade que deu o nome de Caboclo das Sete Encruzilhadas, funda, em Neves, subúrbio de Niterói, o primeiro terreiro de Umbanda. Usa pelo primeira vez o vocábulo UMBANDA, e define o movimento religioso como: “Uma manifestação do espírito para a caridade”.

- Novembro de 1918 – O Caboclo das Sete Encruzilhadas dá início à fundação de sete Tendas de Umbanda. Todas as Tendas foram fundadas no Rio de Janeiro.

- Ano de 1920 – A Umbanda espalha-se pelos Estados de São Paulo, Pará e Minas Gerais. 

- Em 1926 chega ao Rio Grande do Sul e em 1932 em Porto Alegre.

- Ano de 1939 – Os Templos fundados pelo Caboclo das Sete encruzilhadas reuniram-se, criando a federação Espírita de Umbanda do Brasil, posteriormente denominada União Espiritualista de Umbanda do Brasil, incorporando dezenas de outros terreiros fundados por inspiração de “entidades” de Umbanda que trabalhavam ativamente no astral sob a orientação do fundador da Umbanda.

- Outubro de 1941 – Reúne-se o Primeiro Congresso de Espiritismo de Umbanda. Outros Congressos havido posteriormente retiraram acertadamente o nome espiritismo que, de fato, pertence aos espíritas brasileiros, os quais seguem a respeitável doutrina codificada por Alan Kardec. Em suma, o espírita pratica o espiritismo; na Umbanda pratica-se o Umbandismo.

- Dia 12 de setembro de 1971 – Criado na cidade do Rio de Janeiro o primeiro organismo de caráter nacional. Tomou nome de CONDU – Conselho Nacional Deliberativo de Umbanda – que contam-se atualmente mais de 46 Federações, de norte a sul do país, reunindo representantes de mais de 40.000 Terreiros de Umbanda.

- Novembro de 1978 – Surge o livro Fundamentos de Umbanda, Revelação Religiosa – portador de mensagens do astral, trazendo, por fim, após 70 anos de existência da Umbanda, as bases teológicas e norteadoras da doutrina umbandista, com fundamentos integrais da nova religião e sua verdadeira origem. O livro expõe a estrutura básica do movimento religioso, no sentido de elevar a Umbanda à justa posição de RELIGIÃO eminentemente brasileira.

- Decorridos setenta anos de existência da Umbanda no Brasil, compreendidos entre 1098 / 1978, passou este curto espaço de tempo, porém significativo, a ser conhecido entre os estudiosos da causa como Período - Propagação da única e genuína força de credo, nascido neste século, em terras brasileiras.

Certamente que Zélio de Moraes, famoso médium já desencarnado, não iria supor que passadas menos de seis décadas, aquela crença, nascida no modesto bairro de Neves, fosse classificada, entre as religiões existentes, como a Segunda do país, comportando mais de vinte milhões de seguidores, num crescendo espantoso de fiéis, apesar das perseguições policiais a que foi submetida, das intrigas da religião majoritária, além do completo descaso de todos os governos até a data atual, mesmo tratando-se de uma preferência natural, espontânea, de mais de um sexto da população. 

Hoje, o movimento mágico e religioso da Umbanda estende-se por todo o Brasil, professado como pobreza e humildade, sem proselitismo, sem explorações na magra bolsa do povo, sem  dízimo compulsórios, mistérios mistificantes e regular envio a “royalties da fé” para o exterior.

Embora a Umbanda se apresente, muitas vezes, uma tanto desfigurada, com nuanças religiosas, reconhecemos que isso decorre desse período-propagação, no afã de conquistar almas, ainda que respeitando ambientes regionais. E nunca deixou, através das verdadeiras guias, de oferecer amparo prático, ajuda, orientação e, sobretudo, de inspirar o desejo de reascendimento dos corações que dela se socorrem, apontando sempre a eterna chama da esperança de dias melhores, calcados, naturalmente, na ação correta de cada instante, na cordura, no companheirismo e na fraternidade.

Os mentores da Umbanda, sediados na Aruanda (cidade localizada no plano astral), já determinaram sabiamente o procedimento normativo, religioso para os setenta anos vindouros, 1979/2049, como sendo o período de Afirmação Doutrinária. Obviamente, a doutrina de Umbanda ficará como ponto essencial para a estabilidade e perpetuação desse movimento, na forma digna, ensejada pelo estudo constante, a par do esforço sincero de cada devoto, no sentido de conduzir a Umbanda, no plano físico, a um merecido status de religião organizada, a serviço da comunidade religiosa nacional.

No imenso campo místico da nossa terra, onde proliferam, abundantemente, conceituações religiosas diversas, algumas das quais exóticas, cheias de superstições, interpretações confusas e duvidosas, mercantilismo, fanatismo, mistificações, “curas divinas” e desonesto profissionalismo pastoral, a Umbanda, sobranceira, erguerá seu edifício religioso, tendo como obreiros da primeira e da undécima hora, devotos excepcionais, médiuns sinceros, babalorixás e ialorixás honestos que, há muito, já assumiram posição na hierarquia de responsabilidade e trabalho, côncios de que a quantidade será relegada a segundo plano, em proveito da qualidade, e convictos de que, em matéria doutrinária, não pode nem deve haver transigências oportunistas, confirmando-se, desse modo, que “Umbanda é coisa séria para gente séria".

Umbanda, sendo a única religião criada no Brasil, não pode ser dividida. Quem tiver esta pretensão cairá no ridículo. A nossa religião deve ser tratada com todo carinho, amor, serenidade e estudo, sobretudo com a renovação de caráter dos que a professam para que a mesma possa espelhar a grandeza de sua doutrina. A Umbanda se sente desmerecida com o tratamento que lhe dispensam boa parte de terreiros onde se vê mais animismo do que mediunismo; mais interesses cúpidos do que magias; mais deslealdades do que autenticidades; mais personalismo do que espiritismo.

O sacrifício de animais (oferenda de sangue) nunca foi, não é e nem será ritual de Umbanda. Não cobrar, não matar, usar o branco, evangelizar e utilizar as forças da natureza são rituais de Umbanda. Portanto, podemos afirmar que a Umbanda é produto da evolução espiritual ou religiosa. Suas origens estão contidas nas filosofias orientais, fonte inicial de todos os cultos do mundo civilizado, que implantada em nossa terra, reuniu-se as práticas dos conceitos e crenças do índio, branco e negro.

Cavalcante Bandeira reporta-se aos mestres do idioma africano, citando o vocábulo umbanda como: “Arte de curar”, “Magia”, “Faculdade de curar por meio da medicina natural ou sobrenatural”; ou ainda “Os sortilégios que, segundo se presume, estabelecem e determinam a ligação entre os espíritos e o mundo físico”. O vocábulo “Umbanda” só pode ser identificado dentro das qualificadas línguas mortas. Todavia, entre os angolenses existe o termo “Quimbanda”, que significa “sacerdote, invocador de espíritos”, firmado no radical  mbanda , conservado através de milênios, legado de tradição oral da raça africana, o qual é uma corruptela do original u-banda ou aum-bandhã.
“Toda essa complexa Mistura, que o leigo chama de macumba, baixo espiritismo, magia negra, envolvendo práticas fetichistas e barulhentas... era a situação existente, quando surgiu um vigoroso movimento de luz, ordenado pelo astral superior, feito pelos espíritos que se apresentavam como Caboclos, Pretos Velhos e Crianças. Surgiram práticas as mais confusas e desordenadas, envolvendo oferendas com sacrifício de animais, sangue, etc., e por isso tudo fez-se imprescindível um novo movimento dentro desses cultos ou de sua massa de adeptos, feito pelos espíritos carminantes afins a essa massa e pelos que, dentro de afinidades mais elevadas, se aplicam no amor e na renúncia em prol da evolução de seus semelhantes, o qual foi lançado através da mediunidade de uns e outros pelos Caboclos e Pretos Velhos, com o nome de Umbanda. O termo umbanda que eles implantaram no meio para servir de bandeira a essa poderosa corrente (ensinaram que) é um termo litúrgico, sagrado, vibrado, que significa, num sentido mais profundo, o conjunto das leis de Deus”.
A Umbanda é um “movimento mágico religioso”, genuinamente brasileiro, e a sua finalidade primordial como religião é a de despertar anseios de espiritualidade na criatura humana. Para que esse despertamento se faça, torna-se necessário um permanente estado de religiosidade, onde toda vivência é baseada na compreensão e plena sensibilidade (não sentimentalismo), para com tudo e todos que nos cercam e compõem a humanidade.

A Umbanda é uma doutrina espiritualista como o Espiritismo, o Catolicismo, o Esoterismo, etc... o que não impede de haver entre elas diferenças essenciais que lhe dão características próprias. É resultante natural da fusão espiritual das raças branca, índia e negra.

Sua lei principal é resumida numa só palavra: CARIDADE – no sentido do amor fraterno em benefício dos seus irmãos encarnados, qualquer que fosse a cor, a raça, o credo e a condição social, não podendo haver ambicioso, vaidoso, mistificadores, pois estes, mais cedo ou mais tarde, são afastados da Umbanda pelos espíritos de luz.

Seu Mestre Supremo: JESUS (Filho de Deus)

Suas Normas: Sessões – Assim se chamariam os períodos de trabalhos espirituais;

Vestes – Os participantes estariam uniformizados de Branco

Sacrifícios – Os sacrifícios de aves e animais é totalmente alheio à Umbanda;

Fundamento básico – É a crença ou culto aos espíritos evoluídos;

Atendimento – GRATUITO

Origem da palavra "UMBANDA"


Oriunda do Sânscrito (a mais antiga língua da Terra-raiz mestra dos demais idiomas existentes no mundo), que se pode traduzir por “DEUS AO NOSSO LADO” ou “O LADO DE DEUS”.

ou

UM – Deus (único) – Deus, o supremo espírito.
BANDA – Povo da Terra – Grupo ou Facção."

Fonte:
Texto de Solano de Oxalá e Maria de Omolu; enviado a nós por Maria das Graças (Maria de Omolu) e todos os documentos relativos a este texto encontram-se na:
CASA BRANCA DE OXALÁ TEMPLO UMBANDISTA
Rua Barbacena, 35 – Lagoa Santa – Minas Gerais CEP 33400-000




terça-feira, 22 de junho de 2010

As Sociedades Secretas através dos tempos




Cronologia

A seguinte lista não pretende ser uma cronologia exaustiva da influência da tradição ocultista e das sociedades secretas sobre a história do mundo. Ela destaca eventos-chave que podem ser remontados a essas fontes desde tempos antigos.

40000 a.C.

Estabelecimento inicial das escolas de Mistérios, conforme representado nas pinturas da caverna de Lascaux. (imagem 1, 2 e 3)

30000 a.C.

De acordo com algumas tradições ocultistas, esse período viu a colonização da Ásia e Australásia pelos habitantes do continente perdido da Lemúria ou Mu. Adoração da Deusa e culturas matriarcais estabelecidas mundialmente.

10000 a.C.

Indícios sugestivos de contatos prematuros entre extraterrestres e tribos da Idade da Pedra no Tibete.

9000-8000 a.C.

Data estimada da destruição de Atlântida, de acordo com algumas tradições ocultistas. A primeira menção histórica à Atlantida remonta as obras de Platão. Os sacerdotes atlantes fugiram e estabeleceram colônias nas Ilhas Britânicas, na Europa Ocidental, no norte da África e na América do Sul. (imagem 4)

Surgimento da Tradição dos Mistérios do Norte, centrada na ilha de Tule, e da cultura ariana.

Invenção do alfabeto rúnico.

5000 a.C.

Estabelecimento das primeiras cidades primitivas no Oriente Médio. Início da agricultura, com a domesticação de animais como carneiros e cabras.

Possível contacto entre extraterrestres e a cultura sumeriana primitiva.

5000-3000 a.C.

Formação das duas nações, no Egipto pré-dinástico, governadas por forasteiros (Ísis e Osíris). (imagem 5)

Estabelecimento do panteão de deuses egípcios, incluindo Horus, Tot, Set, Rá, Ptah e Hator. Faraós considerados representantes divinos dos deuses.

3000-2000 a.C.

Construção de montes funerários e câmaras mortuárias na Europa ocidental e na área do Mediterrâneo; a esfinge e as grandes pirâmides de Gizé e Queóps, no Egito, e os ziggurats (Torres de Babel), em Ur.

Fundação da Fraternidade Sarmoung na Babilônia.

2000-1000 a.C.


Reinado de Tutmés III, no Egito (c. 1480). Fundação da Ordem Rosa-cruz. Reinado de Akenaton (c. 1370 a.C.), que fundou a fraternidade mística de Aton, dedicada à adoração do Sol como um símbolo do Supremo Criador.

Construção de Stonehenge e outros círculos de pedra megalíticos, nas Ilhas Britânicas. (imagem 6)

Reinado do filho de Akenaton, Tutancâmon, que restabeleceu o antigo panteão de deuses e deusas egípcios.

Moisés liberta os filhos de Israel da escravidão no Egipto, durante o reinado de Ramsés I, conduzindo-os à Terra Prometida de Canaã.

1000-500 a.C.

Fundação dos Artífices de Dionisio.

Construção do templo de Salomão (c. 950). (imagem 7)

Estabelecimento das cidades-estados da Grécia e do panteão olímpico dos deuses, em substituição ao culto anterior da natureza.

Primeiros templos erigidos no México, Peru e sudoeste norte-americano.

Celtas invadem a Europa ocidental.

Declínio do culto à Deusa e ascensão dos deuses celestes patriarcais, personificados pelos reis-sacerdotes.

Fundação de Roma (750 a.C.).

500 a.C.-1 d.C.

Cultura celta estabelecida na Grã-Bretanha. Fundação de colégios de sabedoria druida na Gália (França) e nas Ilhas Britânicas.

Odim é reconhecido como o principal deus dos Mistérios nórdicos, substituindo a Deusa Mãe, creditando-se-lhe a invenção das runas.

Buda, Lao Tsé, Confúcio, Pitágoras, Platão e Zoroastro pregam as suas novas religiões e filosofias.

Cultura maia na América Central.

Estabelecimento dos cultos de Mistérios de Elêusis.

Surgimento da seita dos essênios na Palestina e Judéia. Nascimento de Jesus de Nazaré, O Cristo. (imagem 8)

1-400 d.C.

Possível viagem de Jesus à Índia, Tibete e Grã-Bretanha para ser iniciado nas tradições esotéricas orientais e ocidentais. Ele é crucificado por suas idéias religiosas e políticas radicais (c. 33).

José de Arimatéia estabelece a primeira igreja celta em Glastonbury (c. 37).

Invasão da Grã-Bretanha pelas legiões romanas e supressão dos druidas (40-60).

Paulo percorre a Ásia Menor e Grécia pregando a sua versão do evangelho (50).

Revolta judaica contra o governo romano liderada pelos zelotes (66).

Repressão aos essênios e ocultamento em cavernas dos manuscritos do Mar Morto. Templo de Jerusalém destruído pelos romanos (70).

Redação do Novo Testamento. Os nazarenos rompem com o judaísmo e fundam a igreja cristã (c. 80).

Ormus é convertido ao cristianismo esotérico por Marcos. Mitraísmo e Mistérios de Ísis competem com o cristianismo no Império romano. Mani, um sumo sacerdote persa do zoroastrismo, é crucificado (276).

O imperador Constantino declara o cristianismo a religião oficial do Império romano. 

O Concílio de Nicéia define a heresia, condena o paganismo e estabelece os fundamentos teológicos da Igreja Católica ou universal (325). (imagem 9)

O sucessor de Constantino, Juliano, o Apóstata (361-363), por um breve período, restabelece a antiga religião pagã. O imperador Teodósio proibe a adoração dos deuses pagãos em Roma e fecha os templos pagãos (378).

Invasão de Roma, Grécia e Europa pelos bárbaros liderados pelo anão Átila, o Huno (395-480).

Retirada das legiões romanas da Grã-Bretanha (395).

Fundação da Ordem de Comacine por ex-membros do Colégio Romano de Arquitetos.

500-1000 d.C.

Maomê funda o Islã (morre em 632). (imagem 10)

Igreja Celta proscrita pelo Concílio de Whitby (664).

Fundação das primeiras sociedades secretas sutis (c. 700).

Primeira tradução escrita da Tábua de Esmeralda de Hermes Trimegisto. Carlos Magno supostamente funda a primeira loja rosa-cruz em Toulouse (898).

Surgimento dos cátaros, drusos e yezedi (900).

Monges católicos heréticos fundam o primeiro colégio rosa-cruz (1000).

1000-1400 d.C.

Fundação da Ordem dos Devotos dos Assassinos, por Hassan-ibn-Sabá (1034-1124) e da Ordem de São João (1050).

Primeira Cruzada para a Terra Santa (1095).

Captura da cidade de Jerusalém por Godofredo de Bulhão, fundador do Priorado de Sião (1099).

Assassinos se infiltram no culto tugue, na Índia. Fundação da Ordem dos Cavaleiros do Templo de Salomão, em Jerusalém (1118).

Carta de autorização concedida ao Priorado de Sião pelo papa Alexandre II (1178).

Cruzada lançada contra os cátaros (1208).

Inquisição criada para combater a heresia (1215).

Massacre dos cátaros em Montsegur, no sul da França (1241).

Trovadores praticam o seu culto do amor cortas. Escolas ocultistas ensinam a cabala e alquimia estabelecidas na Espanha pelos mouros. Conde Rodolfo de Habsburgo coroado sacro imperador romano (1273).

Cavaleiros Templários (imagem 11) detidos pelo rei francês Filipe, acusados de culto ao diabo, heresia e perversão sexual (1307).

Ordem Templária dissolvida por decreto papal (1313).

Último grão-mestre oficial dos templários, Jacques de Molay, queimado na fogueira e a Ordem se torna clandestina (1314).


1400-1600 d.C.

Suposta vida de Christian Rosenkreutz (1379-1482).

Fundação da Ordem da Jarreteira, por Eduardo III (1348).

Primeira publicação do Corpus Hermeticum pela família Médici da Itália (1460).

Publicação do Malleus Maleficarum e da bula do papa Inocêncio que desencadeou a histeria da caça às bruxas (1484 e 1486). (imagem 12)

Martinho Lutero inicia a Reforma (1521).

Henrique Agrippa refere-se aos templários como gnósticos e adoradores do deus fálico Príapo (1530).

Vida do Dr. John Dee (1527-1608).

Fundação do serviço secreto britânico por Sir Francis Walsingham. Nascimento de Johann Valenti Andrea (1586).

Vida de Sir Francis Bacon (1561-1626).

Derrota da Invencível Armada espanhola, com a ajuda mágica das bruxas de New Forest (1588).

1600-1700 d.C.

Fundação da Companhia da Virgínia, por Jaime I (1606).

Os Romanov tornam-se czares da Rússia (1613).

Publicação do manifesto rosa-cruz (1614). (imagem 13)

Vida de Elias Ashmole (1617-1692).

Viagem do Mayflower para a Nova Inglaterra e publicação da obra de Sir Francis Bacon, A Nova Atlântida (1620).

Estabelecimento da comunidade pagã de Merrymount, em Massachusetts, por Thomas Morton. Início da Guerra Civil inglesa (1642).

Primeira guilda maçónica inglesa aceita não-pedreiros em suas reuniões (1646?).

Carlos I condenado por traição e decapitado (1649).

Oliver Cromwell presumivelmente faz um pacto com o Diabo para se manter no poder. Introdução da franco-maçonaria por colonos holandeses nas colónias norte-americanas (1658).

Ordem dos Pietistas fundada na Pensilvânia (1694).

1700-1800 d.C.

Nascimento do conde de Saint-Germain (1710).

Fundação da Grande Loja Maçonica da Inglaterra e da Ordem Druida (1717). (imagem 14)

Fundação da primeira loja maçónica na França (1721).

Benjamin Franklin iniciado como maçom (1731).

Cavaleiro Andrew Ramsay informa aos maçons franceses serem herdeiros da tradição templária (1736).

Igreja Católica condena a maçonaria (1738).

Nascimento do conde Cagliostro. Conde de Saint-Germain envolvido na conspiração jacobita para restaurar a dinastia Stuart no trono inglês (1743).

Sociedade dos Flagelantes e Skopski fundadas na Rússia (1750).

George Washington iniciado como maçom (1752).

Sir Francis Dashwood funda o Clube do Fogo do Inferno. Franklin visita a Inglaterra para discutir o futuro das colônias norte-americanas com Dashwood (1758).

Fundação do Rito da Observação Estrita, pelo barão von Hund, baseado na tradição templária. Frederico da Prússia funda a Ordem dos Arquitetos da Africa e usa o título de Illuminati para descrever as suas lojas neomaçônicas (1768).

Franklin eleito grão-mestre da loja das Nove Irmãs, em Paris (1770).

Grão-Oriente fundado na França (1771).

Boston Tea Party, revolta de colonos norte-americanos contra o monopólio britânico no fornecimento de chá (1773).

Washington nomeado comandante-em-chefe do novo exército norte-americano (1775).

Fundação da Ordem dos Perfectibilistas ou Illuminati. Revolução Americana (1776).

Czar Pedro I funda o Circulo Secreto (1778).

Suposta morte do conde de Saint-Germain (1784). (imagem 15)

Grande Congresso Maçónico supostamente planeja a Revolução Francesa. Cagliostro envolvido no caso do anel de diamantes. Illuminati banidos da Baviera, tornando-se clandestinos (1785).

Revolução Francesa (1789).

Conspiração iluminista para derrubar os Habsburgo (1794).

1800-1900 d.C.

Conde Grabinka funda sociedade secreta em São Petersburgo baseada no martinismo e na doutrina rosa-cruz (1803).

Republicanos franceses, liderados por Fabre d’Olivet, tramam o assassinato de Napoleão Bonaparte, colocando uma bomba sob a sua carruagem. Imperador Napoleão assume o controle da maçonaria francesa (1805).

Ordem dos Templários, ressurgida na França, celebra o martfrio de Jacques de Molay com um réquiem público (1808).

Fundação da Ordem dos Sublimes Perfeitos (1809).

Eliphas Levi (1810-1875) revela o simbolismo secreto do ídolo templário Baphomet. (imagem 16)

Czar Alexandre 1 e imperador Francisco de Habshurgo se unem para derrotar a revolução italiana incitada pelas sociedades secretas.

John Quincy Adams, iniciado da Sociedade do Dragão, é eleito presidente norte-americano (1820).

Czar Alexandre proscreve a maçonaria na Rússia (1822).

Sociedade secreta dezembrista tenta um golpe, após a morte - suposta - de Alexandre (1825).

Partido Antimaçônico fundado nos EUA para combater as sociedades secretas na política norte-americana (1828).

Wagner adere à Vaterlandsverein, uma sociedade secreta dedicada à formação de uma federação pan-européia de nações. Convenção maçônica em Strasburgo supostamente planeja uma segunda Revolução Francesa (1848).

Napoleão III condena o Grão-Oriente por se meter com política radical (1850).

Paschal Randoph funda a Fraternidade Hermética da Luz (1858).

Abraham Lincoln é assassinado (1865).

Fundação da Ku Klux Klan (1866).

Fundação da Sociedade dos Rosa-cruzes de Anglia (1867).

Fundação da Sociedade Teosófica, por Madame Blavatsky, instruída pela Grande Fraternidade Branca. Nascimento de Aleister Crowley (1875).

Suicídio misterioso do arquiduque Rodolfo de Habsburgo em um alojamento de caça em Mayerling (1889).

Fundação da Ordem Hermética da Alvorada Dourada (1888).

Assassinato da imperatriz Elisabeth de Habsburgo pelos anarquistas (1898).

A partir de 1900

Fundação da Ordo Templi Orientis (1900). (imagem 17)

Fundação da Ordem Internacional da Co-Franco-maçonaria (1902).

Publicação dos Protocolos dos Sábios de Sião, na Rússia (1905).

Fundação da Antiga e Mística Ordem Rosa-cruz (1909).

Fundação da Sociedade da Mão Negra (1911).

Aleister Crowley aceito como líder da seção britânica da OTO. Fundação da Ordem do Templo da Rosa-cruz (1912).

Assassinato do arquiduque Francisco Ferdinando e da arquiduquesa Sofia de Habsburgo. Tentativa de assassinato de Rasputin. Início da Primeira Guerra Mundial (1914).

Kaiser Guilherme abdica. Dinastia Habsburgo derrubada. Revolução Bolchevista Russa (1917-18).

Fundação do Partido dos Trabalhadores Alemães pela Sociedade de Thule (1919).

Hitler adere ao PTA e muda o seu nome para Partido Nacional-socialista (1920).

Crowley empregado pelo serviço secreto britânico. Cardeal Roncalli, futuro papa João XXIII, supostamente adere à Ordem Rosa-cruz. Hitler torna-se o primeiro chanceler do Terceiro Reich (1933).

Roosevelt introduz o símbolo iluminista do olho dentro do triângulo na nota de um dólar (1935). (imagem 18)

Invasão nazista da Inglaterra impedida pelas bruxas de New Forest (1940).

Rudolf Hess atraído para uma missão de paz na Grã-Bretanha por dados astrológicos falsos (1914).

Ordem do Templo revivida na França (1952).

Primeiro encontro do Grupo Bilderberg (1954).

Fundação da loja P2 (1960).

Morte do papa Paulo VI, eleição e suposto assassinato do papa João Paulo I, e eleição do papa João Paulo II (1978).

Revelação da conspiração da loja P2. Tentativa de assassinato de João Paulo II (1981).

Ordem Internacional Cavalheiresca da Tradição Solar fundada a mando da revivida Ordem do Templo, na França (1984).

Bibliografia: Michael Howard, A Conspiração Ocultista. Editora Campus, Rio de Janeiro, 1994. Imagens: Google images

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