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segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Sinais que sua alma reencarnou nesta vida

A reencarnação está se tornando um tema comum. Enquanto pesquisas descobriram que a crença americana em Deus diminuiu, a crença na reencarnação permanece estável em cerca de 25%.

Reencarnação é a crença de que você não nasce, vive, e morre para sempre. É a ideia de que nós nascemos, morremos, e, em seguida, nascemos de novo.

Alguns pensam que a reencarnação tem o  propósito de ensinar nossas almas alguma grande lição, o que lhes permite serem purificadas e chegar aos céus. Outros acreditam que é um processo contínuo e não há como pará-lo.

Com cada vez mais e mais pessoas assumindo a ideia da reencarnação, confira a seguir os sinais de que este não é o primeiro rodeio da sua alma:

1. Você tem o melhor detector de coisas ruins

É aparentemente curiosa a forma como você pode sentir coisas estranhas no ar. Você é inexperiente, mas tem a incrível sensação de que já fez tudo isso antes. Você não tem tempo para isso. Isso porque você já passou pela vida algumas vezes e está familiarizado com coisas estranhas. Estime isso. Nem todo mundo possui esse “dom”.

2. Você não se sente em casa em lugar nenhum

É uma sensação muito estranha não saber exatamente onde sua casa é. Nenhum lugar na Terra realmente te atrai, permitindo-lhe o repouso dos olhos cansados. É como se você estivesse com saudades de sua casa de infância, como se você ainda estivesse lá.

Sua alma pode ter saudade do que alguns chamam de “Paraíso” ou “O Mundo Espiritual”. Talvez o lugar para onde vamos ”entre vidas” seja impressionante… ou talvez seja apenas bonito, maravilhoso e pacífico. Talvez encontremos nossos velhos amigos e parentes lá. É difícil saber quanto tempo podemos passar lá durante o nosso ”intervalo de vidas”.

3. Você está especialmente interessado em lições de vida

Por todos os lados, você parece estar aprendendo alguma grande lição. Você está passando por coisas emocionalmente e sente como se nesta vida estivesse evoluindo muito. Isso pode significar que a sua alma está amadurecendo, que está pronta para embarcar em sua próxima aventura  não-terrestre.

Pensa-se que as almas podem crescer ao longo do tempo e vidas e que as dificuldades que experimentamos também. Se você sente que está aprendendo muitas lições na vida, sua alma está provavelmente crescendo.

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

A evolução, se dá, através do amor

Nosso corpo físico é apenas o corpo mais denso dentre os corpos que possuímos.

Nossa meta aqui é aprendermos, através de diversas encarnações e experiências diferentes, a nos desapegarmos da ilusão da matéria e dos sentimentos ruins que esse apego proporciona.

Somente o amor nos mostrará a nossa verdadeira essência, que no íntimo já sabemos e sentimos, essência esta que é a Luz.

Aos poucos, então, iremos nos livrando dos corpos mais densos e nos aproximando um pouco mais de Deus.

"A maior festa é aquela que acontece nos salões do coração.
É a festa do Amor. E o traje não é a rigor, é de Luz.
Quem ama, sabe."

Fonte: https://www.instagram.com/p/-JwZaJHSru/

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

A religião e seu papel no "Despertar de uma Nova Consciência"

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Qual é o papel das religiões estabelecidas no surgimento da nova consciência?


"Muitas pessoas já reconhecem a diferença entre espiritualidade e religião. Elas compreendem que ter um sistema de crenças – um conjunto de pensamentos entendido como a verdade absoluta – não torna ninguém espiritualizado, não importa qual seja a natureza dessas convicções.Na realidade, quanto mais um indivíduo faz de seus pensamentos (crenças) sua própria identidade, mais se distancia da dimensão espiritual que existe dentro dele.

Muitas pessoas “religiosas” estão presas nesse nível. Para elas, a verdade equivale ao pensamento. Como estão completamente identificadas com o pensamento (sua mente), consideram-se detentoras exclusivas da verdade, o que é uma tentativa inconsciente de proteger a própria identidade. Elas não compreendem as limitações do pensamento. A seus olhos, qualquer indivíduo que acredite (pense) de modo diferente está errado. Num passado não muito distante, isso lhes serviria de justificativa para matar alguém. E ainda há quem faça isso hoje em dia.

A nova espiritualidade, a transformação da consciência, está surgindo em grande parte fora das estruturas das religiões institucionalizadas. Sempre houve bolsões de espiritualidade, até mesmo nas religiões dominadas pela mente, embora as hierarquias formais tentassem eliminá-los por considerá-los uma ameaça. O fato de que a espiritualidade está aparecendo em larga escala fora das estruturas religiosas é algo inteiramente novo.

No passado, isso teria sido inconcebível, sobretudo no Ocidente, terra das culturas mais controladas pela mente, onde a Igreja Cristã detinha uma franquia virtual da espiritualidade. Ninguém podia falar a uma platéia sobre esse tema nem publicar um livro sobre o assunto sem a autorização da Igreja, caso contrário seria silenciado.

Hoje em dia, porém, mesmo dentro de determinadas crenças e religiões, há sinais de mudança. Isso é confortador, e qualquer pessoa se sente grata pelos sinais de abertura, como foram as visitas do Papa João Paulo II a uma mesquita e a uma sinagoga.

Em parte como resultado dos ensinamentos espirituais que surgiram fora das religiões estabelecidas, mas também em decorrência da influência da antiga sabedoria do Oriente, um número cada vez maior de seguidores das religiões tradicionais tem sido capaz de deixar de lado a identificação com a forma, o dogma e um sistema de crenças rígido. 

Essas pessoas têm descoberto a profundidade original que está oculta em sua própria tradição espiritual ao mesmo tempo que encontram a profundidade dentro de si mesmas. Elas compreendem que seu “grau de espiritualidade” não está absolutamente relacionado com aquilo em que acreditam, porém que ele tem tudo a ver com seu estado de consciência. Isso, por sua vez, determina como alguém age no mundo e interage com os outros.

Aqueles que não são capazes de ver além da forma ficam mais arraigados a suas crenças, isto é, a seus próprios pensamentos.

Hoje em dia, estamos testemunhando não apenas uma influência sem precedentes da consciência como também uma resistência e uma intensificação do ego. Há instituições religiosas abertas à nova consciência, enquanto outras endurecem suas posições doutrinárias e se tornam parte de todas aquelas estruturas artificiais que o ego coletivo usa para se defender e “revidar”.

Algumas Igrejas e seitas, assim como determinados cultos ou movimentos religiosos, são em essência entidades egóicas coletivas, uma vez que se identificam rigidamente com suas convicções mentais, a exemplo do que fazem os adeptos de qualquer ideologia política fechada a todo tipo de interpretação alternativa da realidade.

Mas o ego está destinado a se dissolver, e todas as suas estruturas rígidas – sejam elas instituições religiosas, corporações, governos ou entidades de outro tipo – irão se desintegrar de dentro para fora, mesmo que pareçam estar profundamente protegidas.

As estruturas mais inflexíveis, as mais impermeáveis à mudança, serão as primeiras a desmoronar. Isso já aconteceu no caso do comunismo soviético. Por mais resguardado, por mais sólido e monolítico que se mostrasse, em poucos anos esse sistema se decompôs de dentro para fora. Ninguém tinha previsto esse fato. Todos foram surpreendidos. E há muito mais surpresas aguardando por nós."

por Eckhart Tolle,
Trecho do livro “Um Novo Mundo – O Despertar de uma Nova Consciência”

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Dia de Omolu, Obaluaê

Obaluaê quer dizer “Rei e Senhor da terra” sua veste é palha e esconde o segredo da vida e da morte.  Está relacionado à terra quente e seca, como o calor do fogo e do sol – calor que lembra a febre das doenças infecto-contagiosas.  Conta-se em Ibadã que Obaluaê teria sido antigamente o Rei dos Tapás. Uma lenda de Ifá confirma esta última suposição.   Obaluaê era originário de Empê – Tapá e havia levado seus guerreiros em expedição aos quatros cantos da terra. Uma ferida feita por suas flechas tornava as pessoas cegas, surdas ou mancas.  Obaluaê representa a terra e o sol, aliás, ele é o próprio sol, por isso usa uma coroa de palha (azê) que tampa seu rosto, porque sem ela as pessoas não poderiam olhar para ele.  Ninguém pode olhar o sol diretamente. Está fortemente relacionado os troncos e os ramos das árvores e transporta o axé preto, vermelho e branco.  Sua matéria de origem é a terra e, como tal, ele é o resultado de um processo anterior. Relaciona-se também com os espíritos contidos na terra.  Seu poder está extraordinariamente ligado à morte. Oba significa Rei (Oni), Ilu espíritos e Aiyê (significa terra), ou seja, Rei de Todos os Espíritos do Mundo.  Ele lidera e detém o poder dos espíritos e dos ancestrais, os quais o seguem. Oculta sob o saiote o mistério da morte e do renascimento (o mistério do gênesis).  Ele é a própria terra que recebe nossos corpos para que vire pó.  Atotô Abaluaiê! Saravá nosso pai Omolú! Atotô Babá!  Hoje, Dia de Omolú, saúdo meus ancestrais! Saravá! Atotô Babá!

Obaluaê (ou Obaluaiê) quer dizer “Rei e Senhor da terra” sua veste é palha e esconde o segredo da vida e da morte.

Está relacionado à terra quente e seca, como o calor do fogo e do sol – calor que lembra a febre das doenças infecto-contagiosas.

Conta-se em Ibadã que Obaluaê teria sido antigamente o Rei dos Tapás. Uma lenda de Ifá confirma esta última suposição. 

Obaluaê era originário de Empê – Tapá e havia levado seus guerreiros em expedição aos quatros cantos da terra. Uma ferida feita por suas flechas tornava as pessoas cegas, surdas ou mancas.

Obaluaê representa a Terra e o Sol, aliás, ele é o próprio sol, por isso usa uma coroa de palha (azê) que tampa seu rosto, porque sem ela as pessoas não poderiam olhar para ele.

Ninguém pode olhar o sol diretamente. Está fortemente relacionado os troncos e os ramos das árvores e transporta o axé preto, vermelho e branco.

Sua matéria de origem é a terra e, como tal, ele é o resultado de um processo anterior. Relaciona-se também com os espíritos contidos na terra.

Seu poder está extraordinariamente ligado à morte. Oba significa Rei (Oni), Ilu espíritos e Aiyê (significa terra), ou seja, Rei de Todos os Espíritos do Mundo.

Ele lidera e detém o poder dos espíritos e dos ancestrais, os quais o seguem. Oculta sob o saiote o mistério da morte e do renascimento (o mistério do gênesis).

Ele é a própria terra que recebe nossos corpos para que vire pó.

Atotô Abaluaiê! Saravá nosso pai Omolú! Atotô Babá!

Hoje, Dia de Omolú, saúdo meus ancestrais! Saravá! Atotô Babá!

Saiba mais sobre o "Médico dos Orixás": Saravá Seo Omolú! Atotô Obaluaiê! 

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sexta-feira, 30 de outubro de 2015

EVIDÊNCIAS DA REENCARNAÇÃO



A reencarnação se impõe naturalmente pela força de suas evidências e pela clareza das explicações. O ser humano pode retornar à Terra para refazer aquilo que não conseguiu completar numa vida.


Existem nove evidências principais, tais como foram assinaladas pelos maiores pesquisadores da área, as quais julgamos por bem resumi-las aqui:
Vejamos algumas das maiores evidências da existência da reencarnação:
Doenças e sintomas congênitos: Como explicar pessoas que nasceram com doenças ou sintomas congênitos e aliar isso a justiça divina? Esses são doenças e fatores congênitos, ou seja, nascidos com a pessoa, que causam uma série de transtornos ao longo de sua vida. Por que algumas pessoas nascem com uma doença congênita e outras nascem sadias? Qual seria a lógica que cria a doença em pessoas logo no seu nascimento? Esse mecanismo da formação de doenças, malformações e sintomas congênitos é perfeitamente explicado pela reencarnação. Muitos indivíduos nascem com uma patologia de nascença em consequência de suas ações, traumas e escolhas em vidas passadas.
Sonhos repetidos: Os sonhos repetidos são resquícios de vidas passadas que brotam à consciência quando a mente objetiva em estado de vigília se retira e a consciência fica mais livre para percor­rer todos os seus arquivos espirituais. Os sonhos repetidos revelam situações e experiências de vidas passadas. As características des­ses sonhos são a vivacidade da experiência, a sucessão ordenada e coerente de acontecimentos e as relações íntimas entre o conteúdo do sonho e as situações da vida atual (o sonho explica muitas coisas que vivemos hoje, se encaixa muito bem na trama de nossa vida atual).
A genialidade, os meninos prodígio e as vocações: crianças superdotadas que manifestam desde cedo uma incrível facilidade de aprendizado, inteligência e dons incomuns, sem o aprendizado e o desenvolvimento comumente necessário. De onde viriam certas ideias inatas, certos talentos, algumas aptidões e habilidades senão de reminiscências de outras existências corporais? Algumas voca­ções precoces que são observadas em crianças em tenra idade devem ter vindo, provavelmente, de um desenvolvimento anterior prévio, realizado e muito bem assentado em outras encarnações, quando a alma teve tempo de treinar exaustivamente e de desenvol­ver-se em algum campo da instrumentalidade do conhecimento humano.
Marcas de nascença: É comum encontrar marcas de nascimento em crianças ou adultos e estabelecer uma relação com uma vida pas­sada. De onde viriam certas marcas se não houvesse uma base orgânica ou genética que justificasse seu aparecimento? Muitos estigmas, como sinais, manchas, vermelhidão, etc, só podem ser explicados satisfatoriamente com a hipótese da reencarnação.
Traumas, fobias e outros sintomas psíquicos sem causa apa­rente: Esses são mais comuns do que se imagina. Muitos não pos­suem uma explicação orgânica na vida atual. Que dizer de pessoas que sentem dores fortes no estômago, sem que nenhuma anomalia seja verificada após exames médicos? Que dizer de medos inexplicá­veis? Ou mesmo de fobias que chegam a atrapalhar consideravel­mente a vida de alguém, como por exemplo, a fobia social em indiví­duos que nunca passaram por situações traumáticas graves, vexató­rias ou humilhantes? Muitos sintomas físicos e psíquicos não são explicáveis pela etiologia médica e, muitas vezes, têm sua origem em circunstâncias que somente são encontradas se voltarmos nossos olhares a um período anterior ao nascimento.
Afinidades e antipatias não explicadas: Pessoas que mal se co­nhecem, ou que acabaram de iniciar uma relação, expressam simpa­tias ou antipatias gratuitas, sem nenhuma causa aparente, sem que uma não tenha feito ou dito qualquer coisa hostil a outra. Que dizer dos casos do famoso “amor à primeira vista”? Ou da sensação extre­mamente comum de quando parece que conhecemos uma pessoa há muito tempo, mesmo tendo a conhecido há alguns dias? Ou mesmo da repulsa involuntária que sentimos de alguém? Algumas dessas reações podem ser explicadas dentro de um padrão de similaridade de comportamentos e ideias, ou da energia emanada pelas pessoas, mas em outras situações podem vir de afetos ou desafetos provoca­dos por experiências pretéritas.
Recordação de vidas passadas em crianças: As crianças se recor­dam com muita facilidade e naturalidade de suas vidas passadas. Há todo um estudo relacionado à reencarnação em crianças. Durante as últimas quatro décadas, pesquisadores como Ian Stevenson, Hemen­dra Banerjee e Jim Tucker coletaram dados de milhares de casos que sugerem a existência de memórias espontâneas de vidas passadas em crianças.
Recordação de vidas passadas espontânea ou provocada (ver Recordação de Vidas Passadas no blog de Hugo Lapa)
O testemunho de sábios e videntes: Edgar Cayce é, provavel­mente, o maior vidente do mundo contemporâneo. Ele revelou uma quantidade de material imensa sobre vidas passadas de milhares de pessoas ao longo de muitos anos. As visões de Cayce puderam lançar nova luz sobre a natureza da lei de causa e efeito e da reen­carnação, ajudando pesquisadores do mundo inteiro. Cayce era capaz de entrar em estados de consciência elevados e ver clara­mente as vidas passadas de outras pessoas, além de fazer diagnósti­cos médicos e prescrever seus respectivos tratamentos. Outro exem­plo é Joan Grant, uma romancista e terapeuta de regressão que consegue captar psiquicamente suas vidas passadas e as vidas passadas de outras pessoas. Ela atribui sua capacidade ao desenvol­vimento realizado na época do antigo Egito, quando participou de exercícios psicoespirituais e despertou sua sensibilidade. Além de Edgar Cayce e Joan Grant, muitos videntes e místicos podem revelar as vidas passadas de outras pessoas e trazer esclarecimento sobre o processo do nascimento e morte, assim como as leis envolvidas.
Autor: Hugo Lapa / Fonte: Espiritualidade é amor

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Krishnamurti - A Educação e o Verdadeiro Significado da Vida

PARA MEDITAR...

SOBRE RELIGIÃO


Jiddu Krishnamurti

"Aquilo a que chamamos religião não passa de crença organizada, com dogmas, ritos, mistérios e superstições. Cada religião tem seu livro sagrado, seu intermediário, seus sacerdotes e seus métodos próprios de ameaçar as pessoas e mantê-las sob seu domínio. Quase todos nós fomos condicionados para aceitar tudo isso - e tal condicionamento se chama educação religiosa, cujo resultado é por o homem contra homem, criar antagonismo não só entre os crentes mas também entre aqueles de crenças diversas. 

Embora todas as religiões protestem adorar a Deus e ensinam o amor mútuo, todas elas instilam temor, com suas doutrinas de recompensa e punição e com a rivalidade de seus dogmas perpetuam a desconfiança e o antagonismo.

Dogmas, mistérios e ritos não conduzem à vida espiritual...

A chamada educação religiosa, tal como é ensinada, desaconselha a investigação e a dúvida, porém só quando investigamos o significado dos valores que a sociedade e a religião colocaram ao redor de nós é que começamos a descobrir o verdadeiro...

A maioria das pessoas com inclinações religiosas, que fala de Deus e da imortalidade, não crê fundamentalmente na liberdade e na integração individual; entretanto, religião é o cultivo da liberdade, a busca do autêntico.

A liberdade não admite meias medidas. Liberdade parcial para o indivíduo não é liberdade, em absoluto. Qualquer espécie de condicionamento, político ou religioso, não é liberdade e nunca trará a paz.

A religião não é um meio de condicionamento. É um estado de quietude em que reina a realidade, Deus; mas esse estado criador só pode manifestar-se quando há autoconhecimento e liberdade. A liberdade traz virtude, e sem a virtude não pode haver tranquilidade.

Mente tranquila não é mente condicionada, não é mente disciplinada ou exercitada para estar tranquila. Só vem a tranquilidade quando a mente compreende seus próprios movimentos, que são os movimentos do "eu".

Religião organizada é pensamento que se congelou e sobre o qual o homem construiu seus templos e suas igrejas; e que se tornou um consolo para os tímidos, e um narcótico para os que sofrem. Mas Deus ou a Verdade estão muito além do pensamento e das necessidades emocionais."

Jiddu Krishnamurti - A Educação e o Verdadeiro Significado da Vida (visualização ou download gratuito .PDF)

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A Educação e o Significado da Vida (Português) 
(Capa comum), por J. Krishnamurti (Autor)

sábado, 17 de outubro de 2015

A reza, sempre elucidando...



"Eu rezei para a mudança, então eu mudei de ideia.

Orei por orientação e aprendi a confiar em mim.

Eu rezei para a felicidade e percebi que não sou o meu ego.

Eu rezei pela paz e aprendi a aceitar todos incondicionalmente.

Orei por riqueza e percebi que é a minha saúde.

Rezei por um milagre e percebi que sou o milagre.

Orei por uma alma gêmea e percebi que sou único.

Rezei para o amor e percebi que está sempre batendo, mas eu que tenho que permiti-lo entrar."

— Mitologia Celta


quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Manuscrito egípcio afirma que Jesus podia mudar de Aparência



clique na imagem para ampliar
Decifrado recentemente, um texto egípcio de 1,2 mil anos conta que Jesus teria celebrado a Santa Ceia com Pôncio Pilatos (o juiz que autorizou sua crucificação, de acordo com os Evangelhos Canônicos), numa terça-feira e não numa quinta, e que Jesus era capaz de mudar sua aparência (uma explicação para a maneira que Judas teria usado para ajudar soldados romanos a identificá-lo na hora da prisão).
  
De acordo com o pesquisador Roelof van den Broek, que publicou a tradução em seu livro “Pseudo-Cyril of Jerusalem on the Life and the Passion of Christ” (“Pseudo Cirilo de Jerusalém sobre a Vida e a Paixão de Cristo”, sem edição no Brasil), é importante ressaltar que, embora a existência do relato não possa garantir que as coisas ocorreram dessa maneira, poderia haver pessoas na época que acreditavam nele.
   
Há pelo menos duas cópias do texto, escrito na linguagem copta (do povo egípcio do período helenístico e do período sob dominação romana): um na Biblioteca e Museu Morgan em Nova York e outro no Museu da Universidade da Pensilvânia (ambos nos EUA). Boa parte da tradução foi feita a partir da cópia que se encontra em Nova York, mais conservada.

Café com Pilatos

“Sem maior tumulto, Pilatos preparou a mesa e comeu com Jesus no quinto dia da semana. E Jesus abençoou Pilatos e toda a sua casa (…) [depois, Pilatos disse a Jesus] bem, observe, a noite chegou, levante-se e bata em retirada, e quando a manhã chegar e eles me acusarem por sua causa, eu devo dar a eles o único filho que tenho para que eles possam matá-lo em seu lugar”.
   
De acordo com o texto, Jesus teria agradecido a Pilatos por sua boa vontade, mas recusado a oferta e mostrado que, se desejasse, poderia escapar de outras formas, desaparecendo em seguida.


Van den Broek lembra que, na Igreja Copta e em igrejas da Etiópia, Pilatos é considerado um santo, e isso explicaria o retrato mais amigável que ele recebeu nesse e em outros textos.

Jesus metamorfo
“Então os judeus disseram a Judas: como vamos prendê-lo [Jesus], pois ele não tem uma única forma, sua aparência muda. Às vezes ele é corado, às vezes ele é branco, às vezes ele é vermelho, às vezes ele tem cor de trigo, às vezes ele é pálido como um asceta, às vezes ele é um jovem, às vezes um velho…”
Se Jesus era capaz de mudar radicalmente de aparência, uma simples descrição física não bastaria para que os guardas romanos o identificassem, o que teria motivado Judas a escolher um sinal (um beijo no rosto, de acordo com os Evangelhos Canônicos).
  
Embora muitos leitores possam ter achado a ideia curiosa, ela é ainda mais antiga do que o texto egípcio. “Essa explicação do beijo de Judas foi encontrada primeiro em Orígenes [um teólogo que viveu de 185 a 254]”, explica o pesquisador. Na obra Contra Celsum, Orígenes escreveu que “para aqueles que o viam, [Jesus] não aparecia da mesma forma para todos”.
  
(Tipo) São Cirilo

O autor do texto assina como São Cirilo de Jerusalém, um santo que viveu no Século 4 – da mesma forma que ocorre com diversos outros textos antigos, segundo van den Broek. Além disso, o autor alega que teria encontrado em Jerusalém (atualmente no território de Israel) um livro com relatos feitos pelos apóstolos sobre a vida e a morte de Jesus.
  
Van den Broek considera que essa alegação seria um recurso para “aumentar a credibilidade das visões peculiares e dos fatos não canônicos que ele vai apresentar, atribuindo-os a uma fonte apostólica”, estratégia que seria encontrada “frequentemente” na literatura copta.
  
Outro aspecto intrigante do texto é o fato de ele apontar que a “Última Ceia” teria ocorrido com Pilatos e, além disso, em um dia da semana diferente do que é celebrado há quase dois mil anos. 
“[…] É fora do comum que Pseudo-Cirilo relate a história da prisão de Jesus na noite de terça-feira, como se a história canônica de sua prisão na noite de quinta não existisse”, diz van den Broek.

Van den Broek explicou que “no Egito, a Bíblia já havia se tornado canônica no quarto/quinto século, mas histórias apócrifas e livros permaneceram populares entre cristão egípcios, especialmente entre monges”.


segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Umbanda, espírito são, mente sã

"A cura do corpo depende de se curar primeiro a alma,
Pois só remédio não resolve pra quem não conhece a calma...

Aflição e desespero semeiam a insatisfação:
Um coração aflito acolhe a dor e a revolta
E mesmo que o Sol brilhe, ele nada enxerga à sua volta...

A cabeça é tomada de angústia,
Não há pensamento bom;
Da maldade nasce a crença negativa
Que lança raízes dentro do Ser
E a Luz que mora nele não se consegue mais ver...

De repente ―é o que parece―, a vida fica ruim:
Nada serve, nada vale, é um sofrimento sem fim...
Quando se adoece na alma, é preciso muita calma...
Fazer o caminho da volta, pra alcançar a Redenção:
Abandonar a ilusão, sair da escuridão que se formou,
Clareando o entendimento na Luz que Zâmbi emanou.

Lembrar que é filho de Zâmbi,
O Pai que nos criou por Amor,
E amar a si mesmo sem rejeição,
Pois olhar-se com respeito é contemplar a Criação...

Ver a Luz dentro de si,
Ficar consciente,
Pra compreender o instante que passa,
Pois tudo passa...

Não vale perder-se da alma, não vale adoecer!...
Mais vale buscar pela calma, pra sentir e perceber
"Que os muros de dentro não bastam,
Que é preciso buscar a Luz por inteiro
―Por fora e por dentro―,
Porque tudo é Um, tudo é Zâmbi!...

Quem se fecha, porém, se afasta e fica à parte,
Entregue à própria sorte, nos caminhos que traçou
E, como ilha, não percebe o Todo:
Não percebe o “nós”, fica vazio e sem rumo,
Perdido num mar de tempestades,
Como um navio batido por ventos sombrios...

Abandonar essa trilha de dor e de solidão,
Eis a resposta segura pra se ter a libertação:
Acordar e fazer brilhar a própria Luz
―De dentro pra fora―
E abrir com Amor, sem esforço ou lamento,
Um caminho de retorno da Luz,
Pra que a Luz de Zâmbi possa vir
―Por fora e por dentro―
Preencher nossos vazios...
É assim que acontece a cura
E toda a dor vai-se embora..."

via Intaumbanda
Saravá!

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