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sábado, 2 de junho de 2018

Santos católicos do mês de Junho

Antônio, João e Pedro são os santos mais populares de Junho.
Na tradição brasileira, Junho é mês de muita festa, quentão,
pinhão, quadrilha e comemorar os dias de padroeiros queridos
como São João, Vito, Pedro, Antônio e outros queridos Santos...
1. São Justino, Mártir (+ Roma, 167)

Nascido na Palestina, de família pagã, fez estudos filosóficos profundos e adquiriu grande cultura. O amor à verdade levou-o, pouco a pouco, a rejeitar os sistemas filosóficos pagãos e a converter-se ao Cristianismo. Foi, no seu século, o mais ilustre defensor da verdade católica contra os preconceitos pagãos. 

Embora leigo, é considerado o primeiro dos Padres da Igreja, logo depois dos primitivos Padres Apostólicos. Em Roma, dedicou-se ao apostolado, especialmente nos meios cultos, nos quais se movimentava com desembaraço. Escreveu muitas obras, mas somente três chegaram até nós. Sofreu o martírio por decapitação, depois de ter sido açoitado.

2. São Marcelino e São Pedro, Mártires (+ Roma, 303)

São Marcelino era sacerdote, e São Pedro havia recebido a ordem menor do exorcistado. Durante a perseguição de Diocleciano foram ambos decapitados e tiveram a honra de ter seus nomes inscritos no Cânon tradicional da Santa Missa.

3. S. Carlos Lwanga e 21 Companheiros (+ Uganda, 1886)

Sete anos após a chegada dos primeiros missionários católicos a Uganda, teve início a perseguição religiosa. Cerca de cem católicos foram mortos por sua fidelidade à Fé. Dessas mortes, 22 foram documentadas de modo suficiente para, após rigoroso exame, a Igreja reconhecer que tinham sido verdadeiros martírios. Os 22 Mártires de Uganda foram canonizados em 1964. O principal deles, São Carlos Lwanga, que era pajem do régulo pagão Mwanga, foi queimado vivo porque não quis deixar de ser católico. Outros sofreram diversos gêneros de suplícios.

4. Santa Clotilde, Viúva (+ França, 545)

Esposa de Clóvis, rei dos Francos, graças a suas orações e a seu zelo apostólico conseguiu a conversão do marido e de todo o reino. Santa Clotilde operou vários milagres ainda em vida, como curas, mudança de água em vinho, fez surgir uma fonte em campo árido. Sentindo aproximar-se a morte, mandou chamar seus dois filhos, exortando-os da maneira mais viva a servir a Deus e a guardar sua lei, a proteger os pobres, a viverem juntos em perfeita harmonia, e a tratar seus povos com bondade paternal. Tendo depois feito profissão pública de fé católica e recebido os Sacramentos que a prepararam para a eternidade, entregou docemente sua alma ao Criador.

5. São Bonifácio, Bispo e Mártir (+ Frísia, 754)

Natural da Inglaterra, levou o Catolicismo para a Alemanha. Era monge e por toda parte instalou mosteiros e dioceses, assentando dessa forma as bases para o estabelecimento da Civilização Cristã. Em Hessen, ordenou a derrubada de uma árvore gigantesca cultuada pelos bárbaros, que acreditavam morar ali uma divindade. Grande número de pagãos foi assistir à derrubada da árvore, na certeza de que o deus ofendido se vingaria e Bonifácio seria fulminado. Mas nada aconteceu e houve muitas conversões. Sobre o local, o apóstolo edificou uma igreja dedicada a São Pedro. Foi arcebispo de Mogúncia e sofreu o martírio na Frísia, decapitado por pagãos.

6. São Norberto, Bispo e Confessor (+ Magdeburgo, Alemanha, 1134)

Clérigo mundano e de vida pouco edificante, converteu-se repentinamente porque um raio fulminou o cavalo em que montava e o atirou desmaiado para longe. Quando se recuperou da queda estava transformado. Foi durante algum tempo missionário itinerante, fundou depois a Ordem Premonstratense e foi arcebispo de Magdeburgo, na Saxônia. Combateu os erros de seu tempo e implantou no Clero as salutares reformas ordenadas por São Gregório VII.

7. Santo Antônio Maria Gianelli, Bispo (+ Itália, 1846)

Fundou a Congregação das Filhas de Maria (Irmãs Gianellinas) e a Congregação dos Missionários (ou Oblatos) de Santo Afonso de Ligório. Nomeado bispo de Bobbio, na Itália, reformou completamente essa diocese, afastando sacerdotes indignos e substituindo-os por outros formados segundo seu espírito inteiramente apostólico. Faleceu aos 57 anos de idade.

8. Santo Efrém, Doutor da Igreja (+ Edessa, 373)

Era simples diácono e nunca quis ser ordenado sacerdote. Escreveu a maior parte de sua obra teológica em versos. Devotíssimo da Virgem, parecia dotado de talento profético, pois quase todos os desenvolvimentos que a ciência mariológica viria a ter ao longo dos séculos, Santo Efrém já os tinha antecipadamente previsto e cantado. Lutou contra as heresias do tempo. Foi denominado " Cítara do Espírito Santo" e "Cantor da Virgem".

9. Beato José de Anchieta, Confessor (+ Espírito Santo, 1597)

Grande Apóstolo do Brasil, nasceu no Arquipélago das Canárias, em 1534, e foi estudar em Coimbra, onde ingressou na Companhia de Jesus. Mandado ao Brasil em 1553, tornou-se o braço direito do Padre Manuel da Nóbrega, que já estava no Brasil desde 1549. A vida do Padre Anchieta é um tecido de episódios milagrosos. Tal era o domínio que tinha sobre a natureza e sobre os animais que foi chamado "O Novo Adão". 

Converteu e batizou muitos milhares de indígenas e assentou as bases da civilização cristã na América portuguesa. Ajudou o Padre Nóbrega na fundação e consolidação da cidade de São Paulo. Teve papel eminente na expulsão dos calvinistas franceses da Baía da Guanabara e na fundação da cidade do Rio de Janeiro. É autor de um famoso poema latino dedicado à Imaculada Virgem, além de muitas obras poéticas e teatrais. Faleceu na aldeia de Reritiba, Estado do Espírito Santo e foi beatificado em 1980.

10.   Santa Olívia, Virgem e Mártir (+ séc. IX)

Natural da Sicília, aos 13 anos de idade foi capturada pelos bárbaros vândalos, e por eles conduzida a Túnis, no norte da África. Amira, governador da cidade, fez tudo para seduzir a jovem, mas esta não quis renunciar à virgindade que oferecera a Nosso Senhor. Açoitada com crueldade, foi abandonada no deserto, para que as feras a devorassem. Deus, porém, a preservou da morte. 

Sete anos ela passou isolada, em oração e recolhimento, até que alguns caçadores a encontraram. Convertidos por ela à Fé católica, foram martirizados em Túnis. Outros seguiram o mesmo caminho e o governador Amira, conhecendo o fato, mandou prender Santa Olívia, que recebeu com alguns discípulos a gloriosa palma do martírio.


11. São Barnabé, Apóstolo e Mártir (+ Chipre, séc. I)

Embora não fosse um dos doze Apóstolos, mereceu ser designado como tal pela Escritura Sagrada. Grande amigo de São Paulo, apresentou-o aos cristãos de Jerusalém, quando ainda havia muita desconfiança sobre a sinceridade da sua conversão, e acompanhou-o durante sua primeira viagem apostólica. Segundo a tradição, São Barnabé foi martirizado em Chipre, terra em que nascera.

12. Santo Onofre, Confessor (+ Egito, séc. IV)

Viveu durante 60 anos solitário, no deserto da Tebaida, e só pouco antes de morrer foi encontrado pelo monge Pafnúcio, ao qual narrou sua vida. A devoção a Santo Onofre era muito grande no Oriente e passou para o Ocidente no tempo das Cruzadas.

13. Santo Antônio de Lisboa, Confessor (+ Arcela, Itália, 1231)

Também é conhecido como Santo Antônio de Pádua, por ter vivido nessa cidade italiana. É um dos santos mais populares em todo o mundo. Nasceu em Lisboa, e depois de ser algum tempo agostiniano ingressou na Ordem franciscana, da qual foi um dos maiores expoentes. Pregou na Itália e no sul da França, conseguindo muitos milhares de conversões. 

Combateu arduamente a heresia dos cátaros e patarinos, dominante no seu tempo, pelo que o chamavam de " _incansável martelo dos hereges_ ". Não apenas os combatia no púlpito, pela pregação, mas também por meio de milagres espantosos. 

Sabia de cor quase todas as Escrituras e tinha um dom especial para explicar e aplicar as mais difíceis passagens. Faleceu em 1231, com apenas 36 anos de idade. Sua língua, que tanto pregara a palavra divina, foi preservada da corrupção e até hoje é venerada num relicário, em Pádua. Foi cognominado o "Doutor Evangélico" .

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14. Santo Eliseu, Profeta (+ Palestina, séc. IX A.C.)

Era o discípulo perfeito do Profeta Elias, do qual possuiu, conforme narra a Escritura, o duplo espírito. Ambos, mestre e discípulo, são considerados fundadores da Ordem do Carmo. Eliseu aparece na Bíblia quando Elias é arrebatado e seu carisma passa a Eliseu (2 Rs 1), e conclui com o milagre que teve lugar com o cadáver do profeta já enterrado (2 Rs, 13,21). A maioria das narrações, que semeiam formosas "florzinhas", mostram Eliseu rodeado de uns grupos que recebem o nome de "discípulos (ou filhos) dos profetas."

Sua oração: "Onipotente e sempiterno Deus, que te manifestas admiravelmente na eleição dos profetas; concede-nos, te rogamos, que, assim como duplicaste o espírito de Elias em Eliseu, assim também te dignes duplicar em nós a graça do Espírito Santo, para que possamos realizar obras virtuosas. Amém."

15. São Vito, Mártir (+ Roma, 300)

Segundo as Atas de seu martírio, São Vito (ou Guido) era natural da Sicília e foi martirizado ainda menino, por fidelidade a Jesus Cristo, depois de sofrer tormentos cruéis. Vito foi um dos santos mais populares da Idade Média. Testemunho disso é a sua inserção no limitado grupo dos Santos Auxiliadores (os catorze ou quinze, conforme os lugares), cuja intercessão era considerada particularmente eficaz, por ocasiões de doenças ou necessidades características. 

Como é talvez conhecido, os catorze santos Auxiliadores estavam dispostos em ordem alfabética: Acácio, Bárbara, Brás, Catarina de Alexandria, Ciríaco, Cristóvão, Dionísio, Egídio, Erasmo, Eustáquio, Jorge, Margarida, Pantaleão e Vito. São Vito era invocado, sobretudo para esconjurar a coréia, ou dança de São Vito, a letargia, a mordida de animais venenosos e a hidrofobia.

16. Santa Julita e São Ciro, Mártires (+ Síria, séc. IV)

Santa Julita sofreu o martírio durante a perseguição de Diocleciano. Enquanto estava sendo torturada, seu filho pequeno, de nome Ciro, gritava em alta voz que também era cristão, e foi por isso morto com ela.

17. São Ranieri de Pisa, Confessor (+ 1160)

Era músico e tocava lira em Pisa, quando se converteu graças às orações de Santo Alberto da Córsega. Depois de viver algum tempo recolhido, como solitário, partiu em peregrinação à Terra Santa. Retornando a Pisa e ingressando no Mosteiro de São Guido, transformou-se em pouco tempo no apóstolo e diretor espiritual de Pisa. Possuía o dom dos milagres, lia segredos nos corações, expulsava demônios, realizava curas e conversões. Depois de falecido, continuou operando prodígios por meio da água benzida com sua oração ou colocada sobre sua sepultura.

18. São Gregório Barbarigo, Bispo (+ Itália, 1697)

Proveniente de uma nobre família de Veneza, foi bispo de Bérgamo e depois cardeal e bispo de Pádua. Sobretudo nesta última cidade pôde desenvolver plenamente seu trabalho pastoral, fundando escolas e instituições de caridade. Seu coração é venerado no seminário diocesano de Pádua. 

19. São Romualdo Abade, Confessor (+ Val del Castro, Itália, 1027)

Tinha 20 anos e levava uma vida dissipada e pecadora quando viu seu pai matar um parente em duelo. O choque que recebeu foi a ocasião da graça para convertê-lo. Depois de passar algum tempo na França, em contato com a espiritualidade da Abadia de Cluny, retornou à Itália e iniciou sua obra de fundação de mosteiros. Entre outros, fundou o de Campus Máldoli, berço da Ordem dos Camaldulenses, inaugurando uma nova forma de vida eremítica. Faleceu aos 75 anos. Seu corpo foi preservado da corrupção e se encontrava intacto quatro séculos depois de sua morte.

20. Santo Adalberto de Magdeburgo, Bispo (+ Alemanha, 981)

Foi mandado pelo imperador Oto, o Grande, como chefe de uma missão para evangelizar os eslavos. Foram todos mortos na Rússia, com exceção de Santo Adalberto, que retornou à Alemanha, onde foi abade de Wissemburg e depois primeiro bispo de Magdeburgo, na Saxônia.


21. São Luís Gonzaga, Confessor (+ Roma, 1591)

Pertencia à família dos duques de Mântua e era príncipe do Sacro Império, sendo herdeiro do feudo soberano de Castiglione. A tudo renunciou depois de uma luta árdua para conseguir licença paterna, e ingressou aos 17 anos na Companhia de Jesus. Faleceu em Roma, aos 24 anos, vitimado por uma epidemia à qual se expusera voluntariamente tratando de enfermos. É modelo de pureza e patrono da juventude católica.

22. São João Fisher e São Tomás Morus (+ Inglaterra, 1535)

João Fisher, bispo de Rochester, e Sir Tomás Morus, ex-lorde chanceler do Reino da Inglaterra, foram decapitados porque se opuseram ao divórcio de Henrique VIII e não aceitaram o ato pelo qual aquele monarca rompeu com o Papado.

23. São José Cafasso, Confessor (+ Turim, Itália, 1860)

Era professor de Teologia Moral em Turim. Foi mestre e diretor espiritual de São João Bosco. Deu excelente formação moral ao Clero piemontês, de acordo com a boa escola de São Francisco de Sales e Santo Afonso de Ligório. Deixou em testamento os poucos bens que possuía a seus amigos São João Bosco e São José Benedito Cottolengo.

24. Nascimento de São João Batista

São João Batista, embora concebido no Pecado Original, foi dele purificado antes de nascer, quando sua mãe, Santa Isabel, foi visitada pela Santíssima Virgem, que por sua vez portava no seio o Salvador. Por isso, São João Batista é o único santo cujo nascimento se comemora na Liturgia, além da própria Virgem Maria, que já foi concebida isenta de todo pecado.

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25. São Próspero de Aquitânia (+ séc. IV)

Grande escritor eclesiástico de seu tempo, nascido na Aquitânia, era leigo e foi casado. Conhecia profundamente a Teologia e participou ativamente das controvérsias com os hereges semipelagianos. Correspondeu-se com Santo Agostinho, bispo de Hipona, e consta ter sido secretário do Papa São Leão Magno.

26. São Pelágio, Mártir  (+ Córdoba, 925)

Nascido na Galiza, tinha 13 anos quando foi entregue como refém aos mouros. O emir Abderramão III, torpemente atraído pelo aspecto daquele menino, procurou seduzi-lo. Mas São Pelágio, indignado, respondeu: "Afasta-te, cão! Pensas por acaso que sou um dos teus efeminados lacaios? " Foi cortado em pedaços, tendo os braços e os pés arrancados, e por fim foi decapitado e lançado a um rio.

27. São Cirilo de Alexandria (+ 444)

Patriarca de Alexandria, conseguiu, no Concílio de Éfeso, a condenação dos erros de Nestório e a proclamação da Maternidade Divina de Nossa Senhora.

28. Santo Ireneu, Bispo e Mártir (+ Lyon, França, 202)

Santo Ireneu foi discípulo de São Policarpo de Esmirna, que por sua vez o foi do Apóstolo São João. Nasceu e se formou na Ásia Menor e viveu muitos anos na Gália, onde foi bispo de Lyon. A autoridade muito especial de que ele goza lhe vem da grande proximidade com a tradição apóstólica e do fato de ter conhecido tanto a tradição ocidental quanto a oriental da Igreja. Combateu arduamente os erros gnósticos e assentou as bases sobre as quais se desenvolveria, mais tarde, a ciência da Mariologia. Documentos muito antigos e dignos de todo o crédito afirmam que sofreu o martírio, mas não especificam a forma e o local preciso desse fato. 

29. Comemoração de S. Pedro e S. Paulo  (+ séc. I)

Neste dia a Santa Igreja comemora as duas grandes colunas da Igreja nascente: São Pedro, Príncipe dos Apóstolos e Vigário de Jesus Cristo, e São Paulo, o Apóstolo dos Gentios.

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30. Primeiros Mártires da Igreja de Roma (+ 64-67)

São recordados conjuntamente, neste dia, os inúmeros cristãos que sofreram o martírio em Roma, acusados injustamente pelo imperador Nero de terem incendiado a cidade.

segunda-feira, 29 de junho de 2015

29 de Junho: Dia de São Pedro e São Paulo


O Dia de São Pedro é comemorado no dia 29 de junho desde os primeiros séculos da formação da Europa Cristã. Essa celebração é mais antiga que o próprio Natal.


Nos países predominantemente católicos, em todo dia 29 de junho comemora-se o dia de São Pedro, ou, como é formalmente conhecido: a Festa de São Pedro e São Paulo. A memória dos dois santos apóstolos, Pedro e Paulo, é relembrada e festejada nesse dia – apesar de, na tradição católica popular de alguns países, como o Brasil, o dia 29 de junho ser dedicado eminentemente a São Pedro.

São Pedro e são Paulo, juntos, fizeram ressoar a mensagem do Evangelho no mundo inteiro e o farão para todo o sempre, porque assim quer o Mestre.


Oração a São Pedro


"Ó glorioso São Pedro, Príncipe dos Apóstolos, a quem o SENHOR JESUS escolheu para ser o fundamento da Igreja, entregou as chaves do Reino dos Céus e constituiu Pastor universal dos fiéis, queremos ser sempre vossos súditos e filhos.

Confiantes na Palavra do SENHOR, que vos concedeu o encargo de confirmar os irmãos na fé, nos conceda a graça de, diante da diversidade das opiniões dos homens, saber professar com firmeza a nossa fé em CRISTO, FILHO de DEUS, e permanecer naquele fervoroso amor a JESUS, que por três vezes proclamastes após a ressurreição.

Fazei que sejamos fiéis aos ensinamentos do evangelho, a fim de permanecermos unidos no rebanho do SENHOR, sob a vossa guarda, e no amor ao Santo Padre, o Papa, vosso legítimo sucessor, a fim de que, após o tempo desta vida, possamos nos unir para sempre à Igreja triunfante no céu. 

Amém."


Oração a São Paulo


"Ó gloriso e grande apóstolo São Paulo, mestre dos gentios, corajoso, seguidor de Cristo, destemido evangelizador, fundador de comunidades, dai-nos este espírito de apóstolo de vosso Mestre Jesus, a fim de que possamos dizer a todos - “Já não sou eu quem vivo, mas é o Cristo que vive em mim”.

Iluminai a todos os povos com a luz do Evangelho, que com tanto amor testemunhastes, procurando estabelecer no mundo, o Reino da justiça e de amor do vosso Mestre. Suscitai muitas vocações missionárias, que a vosso exemplo, levam Cristo a todos os povos. São Paulo apóstolo, rogai por nós.

Amém."




sexta-feira, 29 de junho de 2012

Oração a São Pedro e São Paulo


"Ó Santos Apóstolos São Pedro e São Paulo, nós vos bendizemos graças hoje e sempre como especiais protetores e advogados. Ao glorioso São Pedro, por ser a pedra sobre qual Deus edificou sua Igreja; ao bem-aventurado São Paulo, porque foi escolhido por Deus como pregador da verdade em todo o mundo.

Alcança-nos, vós lhes pedimos,
uma viva fé, firme esperança e ardente caridade;
um despojamento total de nós mesmos,
paciência nas adversidades,
humildade nas coisas prósperas,
atenção na oração,
desapego as coisas da matéria,
diligencia no cumprimento das obrigações,
constância nos propósitos,
força para frutificação do trabalho,
tudo em conformidade com vontade de Deus, Criador do Universo, e perseverança na divina graça nesta e em  outras vidas.

Pedimos a intercessão e evocamos teus gloriosos méritos, para poder assim, mais facilmente superar as tentações do mundo que por vezes nos desviam de nosso caminho, nos libertar da influência dos espíritos trevosos e de qualquer intenção que não seja pura de amor. 

Assim pedimos para que sejamos dignos de comparecer diante do supremo e eterno Pastor de almas, Jesus Cristo, Oxalá com o Pai e o Divino Espírito Santo, que vive e reina pelos séculos dos séculos.

E assim é!"



quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

A conversão de São Paulo

São Paulo, rogai por nós!

"O martírio de São Paulo é celebrado junto com o de São Pedro, em 29 de junho, mas sua conversão tem tanta importância para a história da Igreja que merece uma data à parte. Neste dia, no ano 1554, deu-se também a fundação da que seria a maior cidade do Brasil, São Paulo, que ganhou seu nome em homenagem a tão importante acontecimento. Saulo, seu nome original, nasceu no ano 10 na cidade de Tarso, na Cilícia, atual Turquia. À época era um pólo de desenvolvimento financeiro e comercial, um populoso centro de cultura e diversões mundanas, pouco comum nas províncias romanas do Oriente. 

Seu pai Eliasar era fariseu e judeu descendente da tribo de Benjamim, e, também, um homem forte, instruído, tecelão, comerciante e legionário do imperador Augusto. Pelo mérito de seus serviços recebeu o título de Cidadão Romano, que por tradição era legado aos filhos. Sua mãe uma dona de casa muito ocupada com a formação e educação do filho.

Portanto, Saulo era um cidadão romano, fariseu de linhagem nobre, bem situado financeiramente, religioso, inteligente, estudioso e culto. Aos quinze anos foi para Jerusalém dar continuidade aos estudos de latim, grego e hebraico, na conhecida Escola de Gamaliel, onde recebia séria educação religiosa fundamentada na doutrina dos fariseus, pois seus pais o queriam um grande Rabi, no futuro.

Parece que era mesmo esse o anseio daquele jovem baixo, magro, de nariz aquilino, feições morenas de olhos negros, vivos e expressivos. Saulo já nessa idade se destacava pela oratória fluente e cativante marcada pela voz forte e agradável, ganhando as atenções dos colegas e não passando despercebido ao exigente professor Gamaliel.

Saulo era totalmente contrário ao cristianismo, combatia-o ferozmente, por isso tinha muitos adversários. Foi com ele que Estêvão travou acirrado debate no templo judeu, chamado Sinédrio. Ele tanto clamou contra Estevão que este acabou apedrejado e morto, iniciando-se então uma incansável perseguição aos cristãos, com Saulo à frente com total apoio dos sacerdotes do Sinédrio.

Um dia, às portas da cidade de Damasco, uma luz, descrita nas Sagradas Escrituras como "mais forte e mais brilhante que a luz do Sol", desceu dos céus, assustando o cavalo e lançando ao chão Saulo , ao mesmo tempo em que ouviu a voz de Jesus pedindo para que parasse de persegui-Lo e aos seus e, ao contrário, se juntasse aos apóstolos que pregavam as revelações de Sua vinda à Terra. 


Os acompanhantes que também tudo ouviram, mas não viram quem falava, quando a luz desapareceu ajudaram Saulo a levantar pois não conseguia mais enxergar. Saulo foi levado pela mão até a cidade de Damasco, onde recebeu outra "visita" de Jesus que lhe disse que nessa cidade deveria ficar alguns dias pois receberia uma revelação importante. A experiência o transformou profundamente e ele permaneceu em Damasco por três dias sem enxergar, e à seu pedido também sem comer e sem beber.

Depois Saulo teve uma visão com Ananias, um velho e respeitado cristão da cidade, na qual ele o curava. Enquanto no mesmo instante Ananias tinha a mesma visão em sua casa. Compreendendo sua missão, o velho cristão foi ao seu encontro colocando as mãos sobre sua cabeça fez Saulo voltar a enxergar, curando-o. A conversão se deu no mesmo instante pois ele pediu para ser Batizado por Ananias. De Damasco saiu a pregar a palavra de Deus, já com o nome de Paulo, como lhe ordenara Jesus, tornando-se Seu grande apóstolo.

Sua conversão chamou a atenção de vários círculos de cidadãos importantes e Paulo passou a viajar pelo mundo, evangelizando e realizando centenas de conversões. Perseguido incansavelmente, foi preso várias vezes e sofreu muito, sendo martirizado no ano 67, em Roma. Suas relíquias se encontram na Basílica de São Paulo Fora dos Muros, na Itália, festejada no dia de sua consagração em 18 de novembro.

O Senhor fez de Paulo seu grande apóstolo, o apóstolo dos gentios, isto é, o evangelizador dos pagãos. Ele escreveu 14 cartas, expondo a mensagem de Jesus, que se transformaram numa verdadeira "Teologia do Novo Testamento". Também é o patrono das Congregações Paulinas que continuam a sua obra de apóstolo, levando a mensagem do Cristianismo a todas as partes do mundo, através dos meios de comunicação."

Fonte: Site Paulinas ~ via  Blog do Pe. Isaías


sábado, 5 de junho de 2010

A identidade jamais revelada do Espírito de Verdade

A identidade jamais revelada do Espírito de Verdade


MARCELO BORELA DE OLIVEIRA
De Londrina

A primeira manifestação ostensiva do Espírito de Verdade ao professor Hippolyte Léon Denizard Rivail ocorreu em sua casa no dia 25/3/1856 através de pancadas. O relato que se segue se baseia nas próprias palavras do Codificador do Espiritismo.



A 25 de março de 1856 estava Allan Kardec em seu escritório, trabalhando no preparo d' O Livro dos Espíritos, quando ouviu ressoarem pancadas repetidas na parede. Ele procurou, sem sucesso, a causa dos ruídos e voltou ao trabalho. Sua mulher, Amélie, entrando cerca das 10 horas no escritório, ouviu os mesmos ruídos. De novo, procuraram localizar a causa do barulho, sem nenhum resultado, e as coisas foram se repetindo de tal modo que bastava Kardec voltar à tarefa e as pancadas se faziam ouvir em diferentes pontos da sala. 

No dia seguinte, na reunião que se realizava na casa do sr. Baudin, Kardec pediu aos Espíritos explicação para o fato. 

Eis como ele mesmo transcreveu em "Obras Póstumas" o diálogo que então se verificou:

"– Ouvistes o fato que acabo de narrar. Podereis dizer-me a causa dessas pancadas que se fizeram ouvir com tanta insistência?
– Era o teu Espírito familiar.
– Com que fim vinha ele bater assim?
– Queria comunicar-se contigo.
– Podereis dizer-me o que queria ele?
– Podes perguntar a ele mesmo, porque está aqui.
– Meu Espírito familiar, quem quer que sejais, agradeço-vos terdes vindo visitar-me. Quereis ter a bondade de dizer-me quem sois?
– Para ti chamar-me-ei Verdade, e todos os meses, durante um quarto de hora, estarei aqui à tua disposição.
– Ontem, quando batestes, enquanto eu trabalhava, tínheis alguma coisa de particular a dizer-me?
– O que eu tinha a dizer-te era sobre o trabalho que fazias. O que escrevias me desagradava e eu queria fazer-te parar.
– A vossa desaprovação versava sobre o capítulo que eu escrevia, ou sobre o conjunto do trabalho?
– Sobre o capítulo de ontem: faço-te juiz dele. Torna a lê-lo esta noite e reconhecerás os erros e os corrigirás.
– Eu mesmo não estava muito satisfeito com esse capítulo e o refiz hoje. Está melhor?
– Está melhor, mas não muito bom. Lê da 3a à trigésima linha e reconhecerás um grave erro.
– Rasguei o que tinha feito ontem.
– Não importa. Essa inutilização não impede que subsista o erro. Relê e verás."

Jobard e Sanson vêem o Espírito de Verdade – Dois anos depois, Kardec anotaria em uma de suas obras: “Tendo eu interrogado esse Espírito, ele se deu a conhecer sob um nome alegórico (eu soube, depois, por outros Espíritos, que fora o de um ilustre filósofo da Antiguidade).”(Instruções Práticas sobre as Manifestações Espíritas, Edicel, pp. 227 e 228.) 

A respeito do assunto, vale a pena consultar o volume da Revista Espírita de 1862, pp. 72 e 172,  bem como o livroKardec, Irmãs Fox e Outros, de Jorge Rizzini, pp. 11 e 12, após o que será fácil concluir, com apoio no que o próprio Codificador registrou:

1o. O Espírito de Verdade não é Jesus, mas um Espírito familiar de Allan Kardec. Como sabemos, a expressão “Espírito familiar” está definida com clareza na obra da codificação, que nos ensina, na questão 514 d´O Livro dos Espíritos, que o Espírito familiar é alguém da família espiritual, é “o amigo da casa”.

2o. O Espírito de Verdade foi um filósofo na Antiguidade, cujo verdadeiro nome terreno ele não quis declinar, provavelmente porque sua divulgação não traria à obra em curso nenhum proveito. Lembremos também que o Codificador, ao assinar suas obras espíritas, ocultou seu verdadeiro nome, entendendo que usá-lo não traria vantagem ao trabalho e poderia mesmo prejudicá-lo.

3o. O Espírito de Verdade não é uma plêiade, uma falange, uma reunião de Espíritos superiores, mas uma individualidade espiritual, o que pôde ser comprovado quando Jobard e Sanson, então desencarnados, afirmaram tê-lo visto no recinto da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas. Aliás, reportando-se a esse Espírito, Kardec escreveu: “A qualificação de Espírito de Verdade não pertence senão a um só, e pode ser considerada como um nome próprio. Está especificada no Evangelho. Aliás, esse Espírito se comunica raramente e apenas em circunstâncias especiais” (Revista Espírita de 1866, pág. 221)

4o. Kardec jamais entendeu ou deu a entender que esse Espírito fosse o próprio Jesus, um equívoco que tem sido repetido por autores e palestrantes espíritas, sem nenhum fundamento. Para os que duvidam do que ora dizemos convidamos a que leiam o comentário que Kardec fez a propósito da comunicação atribuída a Jesus, inserta no item IX do cap. XXXI d´O Livro dos Médiuns.

O Espírito de Verdade em pessoa na Sociedade Espírita de Paris

Com respeito à individualidade do Espírito de Verdade, tema que jamais foi motivo de dúvida entre Kardec e seus seguidores, é interessante recordar os depoimentos de dois amigos do Codificador, expressos em reuniões realizadas na Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.

Depois de sua desencarnação, o Sr. Jobard, confrade e amigo íntimo de Kardec, comunicou-se várias vezes na Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, de cujas sessões participava então com freqüência, na condição agora de Espírito liberto das vestes físicas.

Em 11 de novembro de 1861, em resposta a uma pergunta de Kardec: “Vedes os Espíritos que aqui estão conosco?”, Jobard, valendo-se da médium Sra. Costel, respondeu o que segue:

“Vejo, principalmente, Lázaro e Erasto; depois, mais afastado, o Espírito de Verdade, planando no espaço; depois uma multidão de Espíritos amigos que vos cercam, agradecidos e benevolentes”. (Revista Espírita de 1862, pág. 72.)

Praticamente seis meses depois, em 2 de maio de 1862, o Sr. Sanson, amigo e companheiro de Kardec na Sociedade Espírita de Paris, recentemente desencarnado, também descreveria, a pedido do Codificador, o ambiente espiritual da Sociedade no momento das reuniões. Eis parte do diálogo que então se registrou:

Kardec: – Entre os Espíritos que aqui se acham vedes o nosso presidente espiritual São Luís?
Sanson: – “Está sempre ao vosso lado e, quando se ausenta, sabe sempre deixar um Espírito superior, que o substitui.”
Kardec: – Não vedes outros Espíritos?
Sanson: – “Perdão: o Espírito de Verdade, Santo Agostinho, Lamennais, Sonnet, São Paulo, Luís e outros amigos que evocais estão sempre nas vossas sessões.” (Revista Espírita de 1862, pág. 172.) (M.B.O.)


O Espírito de Verdade segundo Jorge Rizzini

A competência e a autoridade intelectual do confrade Jorge Rizzini, autor de inúmeras obras de grande importância para os estudiosos da Doutrina Espírita, não é preciso ser aqui lembrada. Dele é o excepcional livro Kardec, Irmãs Fox e Outros, que a EME Editora publicou em 1994.

Composta de 17 capítulos, a obra dedica parte do capítulo primeiro ao assunto de que ora tratamos, que é ali desdobrado em três partes: a questão da denominação da Entidade, a discussão da idéia de que o Espírito de Verdade seja uma falange de Espíritos e, por fim, a identidade do Espírito.

Espírito Verdade ou Espírito de Verdade?

1o. – No tocante ao pseudônimo que o Espírito de Verdade preferiu utilizar por ocasião da codificação do Espiritismo, Jorge Rizzini segue a opinião da maioria, que prefere grafá-lo “Espírito de Verdade”, diferentemente de Canuto Abreu, que lhe chamava simplesmente “Espírito Verdade”, omitindo a preposição “de”, assunto de que já tratamos neste jornal em julho último. É bom lembrar que Kardec também usava a forma preferida por Rizzini: L´Esprit de Vérité, como podemos ver na edição francesa de 1866 d´O Evangelho segundo o Espiritismo, tanto no prefácio como no cap. VI.  

Escreveu então Jorge Rizzini (obra citada, pág. 11): “Preferimos a tradição evangélica: ´Espírito de Verdade´. Além da tradição histórica, acrescentemos este fato decisivo: em uma das mensagens em língua francesa dirigidas a Allan Kardec o pseudônimo da Entidade crística aparece com a preposição, ou seja, Espírito de Verdade, de conformidade com o Novo Testamento”. 

Espírito de Verdade é o nome de uma falange?

2o. – Rizzini não aceita a idéia, que vez por outra ouvimos no meio espírita, de que o Espírito de Verdade seja uma falange, uma plêiade, uma reunião de Espíritos. 

Eis o que ele escreveu (obra citada, pág. 12): “O insigne Espírito de Verdade é uma individualidade! Lembremo-nos de que em sua primeira mensagem (psicografada em 1856 em Paris pelas irmãs Baudin) a Entidade afirmou, dirigindo-se a Allan Kardec: ' – Para ti, eu me chamarei A VERDADE...' 

“Note-se que a Entidade não escreveu: 'Nós' e, sim, conforme se lê em 'Obras Póstumas': 'Eu me chamarei A VERDADE'. 

“Outra prova da sua individualidade está no fato de que seu pseudônimo aparece nos prolegômenos de ´O Livro dos Espíritos` entre os nomes de Sócrates, Platão, Fénelon, Santo Agostinho, Erasto etc. Oferecemos, ainda, outra prova que reputamos, também, inquestionável. Abramos o livro ´O Céu e o Inferno`, edição da Edicel, página 167. Em uma sessão mediúnica dirigida por Allan Kardec e realizada na Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas manifestou-se o Espírito Jobard, o qual fora presidente honorário daquela instituição e amigo particular do próprio Kardec. A certa altura do diálogo com Jobard perguntou Kardec:

– Vedes os Espíritos que aqui se encontram conosco?
– Vejo, sobretudo, Lázaro e Erasto. Depois, mais distanciado, o Espírito de Verdade que paira no espaço.”

Jesus e o Espírito de Verdade são a mesma pessoa?

3o. Com respeito à idéia de que o Espírito de Verdade seja o próprio Cristo, Jorge Rizzini é categórico (obra citada, pág. 12):
“Não. Se fosse, jamais teria dito aos apóstolos: ´... eu rogarei ao Pai e Ele vos enviará outro Consolador, para que fique eternamente convosco: o Espírito de Verdade.”

Os que pensam de forma contrária apóiam-se principalmente na semelhança de linguagem que se nota entre algumas comunicações assinadas pelo Espírito de Verdade e as palavras de Jesus constantes do Evangelho.

Esclarece então Jorge Rizzini:

“A semelhança de personalidade, e até de linguagem (uma é reflexo de outra), explica-se pelo fato de que a evolução de ambos pode apresentar o mesmo nível ou quase o mesmo. Recordemos que Jesus não disse que enviaria o Espírito de Verdade; o que o Mestre disse, e com ênfase, é que rogaria a Deus e o Pai, então, enviaria o Espírito de Verdade à Terra. O Espírito de Verdade foi um ilustre filósofo da Antiguidade. E, por ser puro, é que o insigne Espírito foi porta-voz do Cristo ao trazer para nosso planeta o Espiritismo...”

Com relação à notícia de que a mencionada Entidade fora um ilustre filósofo da Antiguidade, Rizzini faz a seguinte observação: 

“Dissemos que o Espírito de Verdade é um filósofo da Antiguidade. Essa informação encontra-se em uma obra de Kardec publicada em 1858 e que o Codificador jamais reeditou. Refiro-me ao livro 'Instruções Práticas sobre as Manifestações Espíritas'. Examine o leitor as páginas 227-228 do volume 'Iniciação Espírita', das Obras Completas de Allan Kardec (1a edição) lançada pela Edicel Ltda., ou a página 91 da 2a edição de 'Instruções Práticas' publicada pela 'Livraria O Clarim', então sob a direção de Cairbar Schutel. Eis aí a revelação que Allan Kardec nos deu sobre o Espírito de Verdade: 'Tendo eu interrogado esse Espírito, ele se deu a conhecer sob um nome alegórico (eu soube, depois, por outros Espíritos, que fora o de um ilustre filósofo da Antiguidade)'.” 

Marcelo Borela de Oliveira

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Fumo e bebida nos Terreiros - Incorporou, bebeu, não dirija

Finalmente encerrou-se o impasse quanto ao uso de fumo em Terreiros de Umbanda, Candomblé, rituais afro-descendentes e xamanismo. O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, mostrou atitude de respeito para com a Umbanda, alterando o texto da Lei que proibiria o fumo em "Casas de Culto". Na Umbanda o fumo é elemento indissociável da prática ritual. Assim ficou assegurado o direito de liberdade religiosa dos Umbandistas e Candomblecistas, pois a lei antitabagista, ou qualquer outra que venha a ser criada, não pode ferir a integridade da liturgia ritual destas religiões.

Tem gente que ainda discute o uso de fumo e bebida nos rituais de Umbanda, particularmente não vejo motivo para tal. Parece simples... a entidade pede aqueles elementos para trabalhar, a entidade terá estes ao seu dispor. Trabalho com entidades que bebem e outras não, meu Ogum sempre bebeu agua, mas não dispensa o charuto. Quando comecei a trabalhar com Exu, meu compadre bebia uma garrafa de conheque e outra de marafo, as duas numa Gira só; hoje quando trabalhamos juntos ele costuma pedir um copo d'agua no qual derrama apenas um puquinho de cachaça. Não que pense ser questão evolutiva do médium ou muito menos do Orixá, creio sim que a questão depende da demanda. Exu também não dispensa o charuto e usa bebida alcólica forte, nem sempre para ingestão, em alguns trabalhos, depende o caso e cada um tem sua particularidade.

Não são poucos os médiuns que não bebem e nem fumam, mas que seus guias bebem e fumam. Existem também aparelhos que param de beber e de fumar por orientação espiritual, mas continuam a fazer uso destes elementos enquanto incorporados. A questão quanto a bebida nos Terreiros vem de encontro a Lei Seca, como esta norma social vale para quem está dirigindo automóveis os espíritos devem entendê-la perfeitamente. Cabe, creio, ao cambone ou pessoal do meio, avisar as entidades quando estas incorporam em médiuns que precisam voltar para casa dirigindo. Geralmente, numa incorporação bem sucedida, os espíritos levam o álcool consigo quando sobem, mas não podemos abusar ou correr o risco de termos a carteira de motorista apreendida. Não são poucos os que afirmam que seus guias levam tudo, não deixam nenhuma gota de álcool no sangue, nem resquício de nicotina em seu organismo, muito menos hálito ou cheiro de fumaça em seu corpo. Porém, ao menos enquanto a lei não prevê tolerância para o uso ritual da bebida antes da condução de veículos, devemos optar por pegar um taxi, uma carona, ou pedir que outra pessoa conduza o veículo automotor, afinal umbandista não é contraventor.

Como é de conhecimento histórico geral, tudo o que é sagrado quando profanado traz sofrimento e doença, aconteceu assim com conhecidas ervas sagradas e de poder, das quais podemos citar: "maconha", "cocaína", "fumo", "café", "mescalina", dentre outras. No caso do uso sagrado e terapêutico do álcool e do fumo, elementos de magia por excelência, acontece o mesmo. Não devemos profanar estes elementos que são de uso ritual nos trabalhos. Para quem não sabe, o fumo traz em si os elementos: vegetal, terra (sua origem), fogo (quando aceso), ar (onde expende a fumaça) e água (sua umidade relativa); o álcool também traz os mesmos elementos: vegetal (de sua origem na cana), terra (que sustenta a cana), fogo (sua potencialidade para combustão), ar (por ser um tanto volátil) e água (pois se trata de um liquido). Estas propriedades mágicas agem diretamente no éter, trazendo maior poder à canalização da sutil energia cósmica usada pelos espíritos na interação com a matéria.

Se as entidades zelam por nossa saúde, com certeza estão cientes em estar fazendo o bem, ou não, enquanto fumam e bebem utilizando nosso corpo como aparelho. As entidades espirituais, algumas vezes, parecem aos leigos estar fumando e bebendo de forma profana, mas não, estes guias fazem uso do fumo e da fumaça para fazer uma defumação direcionada, unindo o sopro, intenção e elemento para alcançar certo resultado mágico. Com o uso da bebida é sua volatilidade que empresta ao espírito o elemento de que necessita para trabalhar, também por várias vezes as propriedades farmacológicas do álcool são aproveitadas. Tendo em vista o já exposto, não vejo nem sinto necessidade em tragar o fumo manipulado nem de beber algo além de um ou dois copos ou doses durante todo um trabalho.

Os excessos devem ser evitados sempre, dentro e fora dos Terreiros. A Sagrada Lei de Umbanda fala na consciência de cada um de nós, a ética e o bom senso devem ser a meta e a regra para o bom desenvolvimento espiritual, buscando um computo final positivo nos trabalhos de magia. A observancia das leis do homem também se faz relevente, não podemos desrespeitá-las, menores de idade não devem fumar nem beber, incorporados ou não. Imperando o bom senso, sem duvidar da fé, mesmo quando sentir que seu guia "levou tudo", lembre-se: podemos ter esta sensação, onde realmente uma entidade pode levar boa parte do etílico, no entanto quimicamente, salvo exceções de fenômenos da desmaterialização, podem ficar resquícios químicos no corpo. Assim sendo: "Se incorporou e bebeu, não dirija". Lembre-se sempre que Umbanda é coisa séria pra gente séria.

Abaixo o trecho da lei anti-fumo, aprovada em São Paulo, na qual são isentos os locais de culto:

fonte: GABINETE DO PREFEITO

Prefeito: GILBERTO KASSAB

LEI Nº 14.893, DE 28 DE JANEIRO DE 2009

(Projeto de Lei nº 497/08, da Vereadora Claudete Alves – PT)

Acrescenta parágrafo único ao art. 1º da Lei nº 14.805, de 4 de julho de 2008, e dá outras providências.

GILBERTO KASSAB, Prefeito do Município de São Paulo, no uso das atribuições que lhe são conferidas por lei, faz saber que a Câmara Municipal, em sessão de 16 de dezembro de 2008, decretou e eu promulgo a seguinte lei:

Art. 1º Fica acrescido parágrafo único ao art. 1º da Lei nº 14.805, de 4 de julho de 2008, com a seguinte redação:

“Art. 1º……………………….………………………..

Parágrafo único. “Excetua-se do inciso XVII o compartimento do templo ou casa de culto em que sejam realizados rituais que utilizem produtos fumígenos oriundos do tabaco.”

Art. 2º O Poder Executivo regulamentará a presente lei no prazo de 60 (sessenta) dias, contados da data de sua publicação.

Art. 3º As despesas com a execução desta lei correrão por conta das dotações orçamentárias próprias, suplementadas se necessário.

Art. 4º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

leia a lei na integra : http://www.umbandaemfoco.com.br/modules.php?name=News&file=article&sid=31

E o Paraná segue o exemplo de São Paulo adotando as seguintes medidas:

Proibido: Fica proibido fumar em recintos coletivos fechados por paredes ou divisórias.

Vetados: Bares; boates; restaurantes; casas de espetáculos; praças de alimentação; hotéis; pousadas; táxis; veículos de transporte coletivo e viaturas oficias; centros comerciais; igrejas; supermercados; padarias; açougues; padarias; farmácias; áreas comuns de condomínios; ambientes de trabalho, estudo, lazer ou esporte; repartições públicas; hospitais; escolas; museus; e bibliotecas.

Liberado: Na rua; dentro da própria casa; centros religiosos nos quais o fumo faça parte do rito; instituições de saúde nos quais o cigarro for autorizado por médicos; em estabelecimentos destinados exclusivamente ao consumo de produtos fumígenos, como tabacarias.

domingo, 28 de junho de 2009

29 de junho: São Pedro e São Paulo

Oração dos católicos a São Pedro  "Ó glorioso São Pedro , por causa de sua vibrante e generosa fé. sincera humildade e flamejante amor Nosso Senhor o honrou com o singular privilegio e em especial a liderança de toda a Sua Igreja. Obtenha para nós a graça de viver na fé, um sincero amor e lealdade a Igreja , aceitando a todos os seus ensinamentos e obedecendo a todos os seus preceitos. Deixe-nos alegrar e conseguir um paz na terra e uma eterna felicidade no Paraíso. Amém!"  Oração a São Paulo pela Fé   "Ó glorioso São Paulo, que após perseguir a Igreja tornou-se, pela graça de Deus, o mais zeloso dos apóstolos, para levar os ensinamentos de Jesus, nosso Divino Salvador, ao mais longínquo dos rincões da Terra. Você que alegremente enfrentou prisões, apedrejamentos, açoites, naufrágios e todas as formas de perseguições, culminando com o derramamento do seu sangue por Nosso Senhor Jesus Cristo; obtenha para nós a graça de trabalhar sem cessar para levar a fé ao nosso próximo e aceitar todas as tribulações que atravessem nosso caminho.  Nos ajude a inspirar-nos pelas suas Epístolas e ter o seu indomável amor a Jesus, de modo que após terminarmos nossa jornada aqui na Terra, possamos nos encontrar no Paraíso para louvá-LO por toda a eternidade. Assim seja."


São Pedro nasceu no século I a.C., em Betsaida, Galiléia, desencarnou em cerca de 67 d.C. em Roma, Itália.

Ele foi um dos doze apóstolos de Jesus Cristo, como está escrito no Novo Testamento e, mais especificamente, nos quatro Evangelhos. É considerado o primeiro Papa da Igreja Católica.

Segundo está escrito, seu nome original era Simão; nos livros dos Atos dos Apóstolos e na Segunda Epístola de Pedro, aparece ainda uma variante do seu nome original, Simeão. Cristo mudou seu nome para Kepha , כיפא, que em aramaico significa pedra, nome este que foi traduzido para o grego como Petros, Πέτρος, através da palavra πέτρα, petra, que também significa pedra ou rocha, posteriormente passou para o latim como Petrus, Pedro.

A mudança de seu nome por Jesus Cristo, bem como seu significado, ganham importância de acordo com Igreja Católica em Mt 16, 18, quando Jesus diz: "E eu te declaro: tu és Kepha e sobre esta kepha edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão nunca contra ela." Jesus comparava comparava Simão à rocha.

Pedro foi o fundador, junto com São Paulo, da Igreja de Roma, sendo-lhe concedido o título de Príncipe dos Apóstolos e primeiro Papa. Fato descrito um tanto anacronicamente, visto que tal designação só começaria a ser usada cerca de dois séculos mais tarde, Pedro foi o primeiro Bispo de Roma; essa circunstância é importante, pois daí provém a primazia do Papa sobre toda a Igreja Católica.

O apóstolo Paulo de Tarso, São Paulo, cujo nome original era Sha'ul (Saulo), nasceu em Tarso, no ano 9, e desencarnou em Roma, no ano 64. Paulo é considerado por muitos cristãos como o mais importante discípulo de Jesus, sendo depois Deste a figura mais importante no desenvolvimento do Cristianismo.

São Paulo foi um apóstolo diferente dos demais, ele deu maior ênfase aos irmãos gentios, pois seu chamado era destinado a eles que estavam espalhados pelo mundo (Atos 13:47).

Paulo, assim comos os demais Apóstolos, também viu Jesus Cristo como está descrito em Atos 9:17, I Coríntios 15:8, dentre outros textos. Paulo era um homem culto, fariseu, seguidor de rabi Gamaliel, por isto destacou-se entre os outros apóstolos, considerando-se que em sua maioria eram pescadores. A língua materna de Paulo era o grego, porém ele dominava também o aramaico.

Educado em duas culturas, grega e judaica, Paulo fez muito pela difusão do Cristianismo entre os gentios e é considerado uma das principais fontes da doutrina da Igreja. As suas Epístolas formam uma parte fundamental do Novo Testamento. Alguns afirmam que ele foi quem verdadeiramente transformou o cristianismo numa nova religião, e não mais uma seita do Judaísmo.

Foi a mais destacada figura cristã a favorecer a abolição da necessidade da circuncisão e dos estritos hábitos alimentares tradicionais judaicos. Esta opção teve a princípio a oposição de outros líderes cristãos, mas, em consequência desta revolução, a adoção do cristianismo pelos povos gentios tornou-se mais viável, ao passo que os Judeus mais conservadores, muitos deles vivendo na Europa, permaneceram fiéis à sua tradição, que não tem um móbil missionário.

Fonte: Wikipédia - Bíblia Sagrada - Christus Rex

Simpatias para São Pedro


Para proteger a casa e a saúde da família

Na véspera do dia do santo, pegue um copo nunca usado, encha-o de água. Coloque nele a chave da porta da frente de sua casa, dizendo em voz alta: "São Pedro, apóstolo e guardião, envolvei a minha casa e minha família com vossa proteção". Deixe o copo dormir ao relento. No dia seguinte, despeje a água num vazo de planta e repita o pedido de proteção.

Para saber quando virá seu amor

Pegue dois pedaços de carvão, de tamanhos diferentes e coloque-os em uma bacia com água. O primeiro pedaço colocado representa o ano em curso e o segundo pedaço, o ano seguinte. Empurre-a para debaixo da sua cama. No dia seguinte, você saberá se encontrará sua alma gêmea neste ano ou não dependendo do carvão que boiar primeiro na bacia.

Para ter a casa dos seus sonhos

No dia de São Pedro, embrulhe uma chave num papel branco com três pedidos, descreva como você desejaria que fosse sua nova casa. Coloque o embrulho debaixo do seu travesseiro, deite-se mentalizando que São Pedro e seus anjos estarão durante a noite procurando a casa dos seus sonhos.

Para proteger sua casa

No dia de São Pedro, coloque dentro de um copo com água a chave da porta de entrada da sua casa, em seguida, diga: "São Pedro, proteja minha casa, assim como protege de intrusos o céu; afaste todo e qualquer mal da minha casa e com a ajuda do anjo guardião, não deixe entrar nenhum ladrão".

Simpatia dos três copos e a aliança

Você utilizará três copos e a simpatia deverá ser realizada no dia 28/6. Um copo deve estar vazio, o outro com água limpa e o terceiro contendo água com um punhado de terra (que representa dinheiro). Peça para alguém vendar seus olhos. Ela colocará uma aliança em suas duas mãos que estarão fechadas, segurando a aliança. Você será encaminhada(o) para que fique diante dos três copos (a pessoa deve trocar os copos de lugar enquanto você está com os olhos vendados). Ela perguntará: "É neste copo que deseja soltar a aliança? E assim por diante. Se a aliança cair no copo vazio, indica que não encontrará o amor este ano. No copo com água, conhecerá seu namorado e no copo com o punhado de terra, encontrará uma pessoa madura e com posses.


Orações

Oração com simpatia para realizar um pedido a São Pedro

No dia 29 de junho, logo pela manhã, acenda 1 vela branca sobre 1 pires e ofereça-a para São Pedro. rezando:

"São Pedro! Ó glorioso São Pedro , por causa de sua vibrante e generosa fé. sincera humildade e flamejante amor Nosso Senhor o honrou com o singular privilegio e em especial a liderança de toda a Sua Igreja. Obtenha para nós a graça de viver na fé, um sincero amor e lealdade a Igreja , aceitando a todos os seus ensinamentos e obedecendo a todos os seus preceitos. Deixe-nos alegrar e conseguir um paz na terra e uma eterna felicidade no Paraíso. Amém!"

Ao lado do pires, coloque 1 folha de papel com 1 pedido escrito nela. Depois que a vela queimar, embrulhe o resto da vela e o papel numa folha de jornal e jogue no lixo. O pires, depois de lavado, pode ser usado normalmente.

Oração para São Pedro:

"Acordei de madrugada,
Fui varrer a Conceição
Encontrei Nossa Senhora
Com dois livrinhos na mão.
Eu pedi um pra Ela,
Ela me disse que não;
Eu tornei a lhe pedir,
Ela me deu um cordão.
Numa ponta tinha São Pedro,
Na outra tinha São João,
No meio tinha um letreiro
Da virgem da Conceição"

Oração a São Pedro para obter proteção divina
(Fazer no dia do santo, 29 de junho) - por Clara Luz
Fazer esta oração com uma chave na mão direita

"A Chave de São Pedro feche meu corpo de toda inveja, de toda iniquidade, de toda maldade.
A chave de São Pedro feche meu corpo de todo punhal, de todo medo, de todo mal!
A chave de São Pedro feche meu corpo para todos os perigos, para os falsos amigos e para os inimigos.
A chave de São Pedro feche meu corpo para a solidão, para a desilusão e abra minha alma para o dia, para a alegria!
A chave de São Pedro feche meu corpo para o dissabor, para a dor e abra minha alma para o bem, para a luz, para a estrada de Jesus.
Enfim, a chave de São Pedro feche meu corpo para a perdição do mundo e abra minha alma para a luz poderosa do Céu!"

Rezar um Pai-Nosso para o Santo

Oração a São Pedro - Guardião das Chaves do Céu

"Gloriosíssimo São Pedro, creio que vós sois o fundamento da Igreja, o pastor universal de todos os fiéis, o depositário das chaves do céu, o verdadeiro vigário de Jesus Cristo; e eu me glorio de ser vossa ovelha, vosso súdito e filho. Uma graça vos peço com toda a minha alma; guardai-me sempre unido a vós e fazei que antes me seja arrancado do peito o coração do que o amor e plena submissão que vos devo nos vossos sucessores, os Pontífices Romanos.
Viva e morra como filho vosso e filho da Santa Igreja Católica, Apostólica, Romana. Assim seja."

Oração dos católicos a São Pedro

"Ó glorioso São Pedro , por causa de sua vibrante e generosa fé. sincera humildade e flamejante amor Nosso Senhor o honrou com o singular privilegio e em especial a liderança de toda a Sua Igreja. Obtenha para nós a graça de viver na fé, um sincero amor e lealdade a Igreja , aceitando a todos os seus ensinamentos e obedecendo a todos os seus preceitos. Deixe-nos alegrar e conseguir um paz na terra e uma eterna felicidade no Paraíso. Amém!"

Oração a São Paulo pela Fé


"Ó glorioso São Paulo, que após perseguir a Igreja tornou-se, pela graça de Deus, o mais zeloso dos apóstolos, para levar os ensinamentos de Jesus, nosso Divino Salvador, ao mais longínquo dos rincões da Terra. Você que alegremente enfrentou prisões, apedrejamentos, açoites, naufrágios e todas as formas de perseguições, culminando com o derramamento do seu sangue por Nosso Senhor Jesus Cristo; obtenha para nós a graça de trabalhar sem cessar para levar a fé ao nosso próximo e aceitar todas as tribulações que atravessem nosso caminho.

Nos ajude a inspirar-nos pelas suas Epístolas e ter o seu indomável amor a Jesus, de modo que após terminarmos nossa jornada aqui na Terra, possamos nos encontrar no Paraíso para louvá-LO por toda a eternidade. Assim seja."

Oração a São Paulo para superar dificuldades


"Ó São Paulo, vós que cumprindo a vontade de Deus manifestada por vozes de anjos de espada em punho, vós lançastes a luta por Deus e pelo povo hebreu e gentio; ajudai-me a perceber, no meu íntimo, as inspirações de Deus. Com o auxílio da vossa espada, fazei recuar os meus inimigos que atentam contra a minha fé e a minha pátria. São Paulo, ajudai-me a vencer as dificuldades no lar, no emprego, no estudo e na vida diária. Que nem opressões, nem ameaças, nem processos me obriguem a recuar, quando estou com a razão e a verdade. São Paulo, iluminai-me, guiai-me, fortalecei-me, defendei-me. Assim seja."



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