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domingo, 5 de novembro de 2017

Velas: Simbolismo das Cores das Velas

Cores das Velas Mágicas


Antes de fazer feitiços ou executar qualquer tipo de magia, a cor da vela deve ser escolhida com cuidado, segundo seu propósito, pois cada cor possui uma vibração energética diferente e atrai certas influências.  A lista que se segue contém as cores das velas e suas propriedades mágicas...

Antes de fazer feitiços ou executar qualquer tipo de magia, a cor da vela deve ser escolhida com cuidado, segundo seu propósito, pois cada cor possui uma vibração energética diferente e atrai certas influências.

A lista que se segue contém as cores das velas e suas propriedades mágicas:

AMARELO: Feitiços que envolvam segredo, atracção, sedução e persuasão.

AZUL: Magia que envolva honra, lealdade, paz, tranquilidade, verdade, sabedoria, protecção durante o sono, projecção astral e feitiços que induzam sonhos proféticos.

BRANCO: Rituais de consagração, meditação, vidência, exorcismo e feitiços que envolvam cura, clarividência, verdade, paz, força espiritual e energia lunar.

CINZA: Feitiços que neutralizem influências negativas.

DOURADO: Feitiços que atraiam o poder das influências cósmicas e rituais de louvor às deidades solares.

LARANJA: Feitiços que estimulem a energia.

MARROM: Feitiços que localizem objectos perdidos e acentuem os poderes de concentração e telepatia, protecção dos familiares e dos animais domésticos.

PRATEADO: Feitiços e rituais para remoção de negatividade para incentivar a estabilidade e atrair a influência da Deusa.

PRETO: Rituais de meditação, feitiçaria e de descruzamento e feitiços para banir o mal e a negatividade.

ROSA: Feitiços amorosos e rituais que envolvam amizade e feminilidade.

ROXO: Manifestações psíquicas, curas e feitiços que envolvam poder, sucesso, independência e protecção doméstica.

VERDE: Feitiços que envolvam fertilidade, sucesso, boa sorte, prosperidade, dinheiro, rejuvenescimento e ambição e rituais para combater ganância e ciúme.

VERMELHO: Ritos de fertilidade, afrodisíacos e feitiços que envolvam paixão sexual, amor, saúde, força física, vingança, raiva, força de vontade, coragem e magnetismo.

Cores das Velas do Sabbat

CANDLEMAS: Vermelho, rosa, marrom.

EQUINÓCIO DE PRIMAVERA: Verde, amarelo, dourado.

BELTANE: Verde-escuro.

SOLSTÍCIO DE VERÃO: Verde, azul.

LAMMAS: Amarelo, laranja.

EQUINÓCIO DE OUTONO: Laranja, marrom, amarelo.

SAMHAIN: Preto, laranja.

YULE: Vermelho, verde, branco.


Cores das Velas Zodiacais

Cada um dos doze signos astrológicos é governado por uma cor. Ao fazer horóscopos ou executar magias relacionadas ao zodíaco, é importante que as cores das velas usadas correspondam à cor zodiacal adequada:

ÁRIES: Vermelho

TOURO: Verde

GÊMEOS: Amarelo ou prateado

CÂNCER: Branco

LEÃO: Dourado ou amarelo

VIRGEM: Cinza

LIBRA: Azul-real

ESCORPIÃO: Preto ou vermelho

SAGITÁRIO: Azul-escuro ou roxo

CAPRICÓRNIO: Preto ou marrom-escuro

AQUÁRIO: Azul-claro

PEIXES: Água-marinha

Cores dos Dias da Semana

Cada dia da semana é governado por sua própria cor mágica. Velas usadas em rituais de meditação diária devem ter as seguintes cores:

DOMINGO: Amarelo

SEGUNDA-FEIRA: Branco

TERÇA-FEIRA: Vermelho

QUARTA-FEIRA: Roxo

QUINTA-FEIRA: Azul

SEXTA-FEIRA: Verde

SÁBADO: Preto

Fonte: A Magia das Velas, de Gerina Dunwich

As velas têm sido usadas, através dos tempos, como um instrumento indispensável para a criação de uma atmosfera propícia a feitiços, vidência, meditação, além de serem altamente eficazes na comunicação com os mortos. Em A Magia das Velas - Da Manufatura aos Rituais Sagrados de Wicca, Gerina Dunwich revela os poderes místicos das velas, o simbolismo das cores consagradas a cada deus e deusa, sua consagração e a utilização em rituais sabáticos. Cristais, pedras preciosas e óleos sagrados são ingredientes indispensáveis ao preparo de velas destinadas à magia, cura e rituais iniciáticos, e sua utilização é minuciosamente descrita no livro por uma das bruxas mais famosas da Nova Inglaterra. A Magia das Velas contém instruções fáceis de seguir para a manufatura e consagração de vários tipos de vela - mágica, de runas, de ervas curativas do vodu e de símbolos sagrados. A autora dedica ainda todo um capítulo a presságios, feitiços poderosos e encantamentos populares para quase todos os propósitos.
As velas têm sido usadas, através dos tempos, como um instrumento indispensável para a criação de uma atmosfera propícia a feitiços, vidência, meditação, além de serem altamente eficazes na comunicação com os mortos.

Em A Magia das Velas - Da Manufatura aos Rituais Sagrados de Wicca, Gerina Dunwich revela os poderes místicos das velas, o simbolismo das cores consagradas a cada deus e deusa, sua consagração e a utilização em rituais sabáticos.

Cristais, pedras preciosas e óleos sagrados são ingredientes indispensáveis ao preparo de velas destinadas à magia, cura e rituais iniciáticos, e sua utilização é minuciosamente descrita no livro por uma das bruxas mais famosas da Nova Inglaterra.

A Magia das Velas contém instruções fáceis de seguir para a manufatura e consagração de vários tipos de vela - mágica, de runas, de ervas curativas do vodu e de símbolos sagrados. A autora dedica ainda todo um capítulo a presságios, feitiços poderosos e encantamentos populares para quase todos os propósitos.


quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

FUNÇÃO ENERGÉTICA DAS ERVAS




Alecrim - Ajuda a perdoar mágoas

Alfazema - Aumenta a autoconfiança

Anis-estrelado - Ajuda com os sentimentos e na liberação de emoções

Arnica - Promove a concentração de pensamentos

Artemísia - Estimula a ação e a manifestação das idéias

Arruda - Limpa a aura das sujeiras astrais

Babosa - Ajuda no desligamento mental

Camomila - Ajuda a cultivar a paciência e a confiança

Cânfora - Promove o desprendimento material

Capuchinha - Promove o sentimento de integridade e equilíbrio

Carqueja - Limpa o corpo das velhas emoções

Confrei - Estimula o sentimento de segurança pessoal

Dente-de-leão - Traz coragem para enfrentar os obstáculos

Erva-cidreira - Ajuda na tomada de decisões importantes da vida

Guiné - Limpa o corpo de energias negativas

Mil-folhas - Purifica o corpo de traumas e sentimentos negativos

Sabugueiro - Ajuda na tomada de rápidas decisões

Sálvia - Dá ânimo para colocar em movimento todas as energias do corpo

Tanchagem - Estimula a iniciativa




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Manual de Magia Com As Ervas



Imagine a liberdade e a alegria em saber exatamente o que fazer para ajudar o seu filho que vive com uma dor aqui, outra ali. 

Ou ainda a sua mãe que sofre com a insônia. Imagine poder enviar energias a distância para alguém que você quer ajudar ou até mesmo saber o que fazer para ativar a sua autoestima e abrir seus caminhos de prosperidade. 

Você verá o segredo revelado e terá em suas mãos o real método, testado e aprovado, passo a passo, da magia das ervas. Aprenderá a usar benzimentos, mandalas, incensos, chás, sachês, amuletos, patuás, sprays e muitas outras técnicas poderosíssimas para você transformar profundamente a sua vida e a das pessoas ao seu redor.



quarta-feira, 22 de julho de 2009

Fumo e bebida nos Terreiros - Incorporou, bebeu, não dirija

Finalmente encerrou-se o impasse quanto ao uso de fumo em Terreiros de Umbanda, Candomblé, rituais afro-descendentes e xamanismo. O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, mostrou atitude de respeito para com a Umbanda, alterando o texto da Lei que proibiria o fumo em "Casas de Culto". Na Umbanda o fumo é elemento indissociável da prática ritual. Assim ficou assegurado o direito de liberdade religiosa dos Umbandistas e Candomblecistas, pois a lei antitabagista, ou qualquer outra que venha a ser criada, não pode ferir a integridade da liturgia ritual destas religiões.

Tem gente que ainda discute o uso de fumo e bebida nos rituais de Umbanda, particularmente não vejo motivo para tal. Parece simples... a entidade pede aqueles elementos para trabalhar, a entidade terá estes ao seu dispor. Trabalho com entidades que bebem e outras não, meu Ogum sempre bebeu agua, mas não dispensa o charuto. Quando comecei a trabalhar com Exu, meu compadre bebia uma garrafa de conheque e outra de marafo, as duas numa Gira só; hoje quando trabalhamos juntos ele costuma pedir um copo d'agua no qual derrama apenas um puquinho de cachaça. Não que pense ser questão evolutiva do médium ou muito menos do Orixá, creio sim que a questão depende da demanda. Exu também não dispensa o charuto e usa bebida alcólica forte, nem sempre para ingestão, em alguns trabalhos, depende o caso e cada um tem sua particularidade.

Não são poucos os médiuns que não bebem e nem fumam, mas que seus guias bebem e fumam. Existem também aparelhos que param de beber e de fumar por orientação espiritual, mas continuam a fazer uso destes elementos enquanto incorporados. A questão quanto a bebida nos Terreiros vem de encontro a Lei Seca, como esta norma social vale para quem está dirigindo automóveis os espíritos devem entendê-la perfeitamente. Cabe, creio, ao cambone ou pessoal do meio, avisar as entidades quando estas incorporam em médiuns que precisam voltar para casa dirigindo. Geralmente, numa incorporação bem sucedida, os espíritos levam o álcool consigo quando sobem, mas não podemos abusar ou correr o risco de termos a carteira de motorista apreendida. Não são poucos os que afirmam que seus guias levam tudo, não deixam nenhuma gota de álcool no sangue, nem resquício de nicotina em seu organismo, muito menos hálito ou cheiro de fumaça em seu corpo. Porém, ao menos enquanto a lei não prevê tolerância para o uso ritual da bebida antes da condução de veículos, devemos optar por pegar um taxi, uma carona, ou pedir que outra pessoa conduza o veículo automotor, afinal umbandista não é contraventor.

Como é de conhecimento histórico geral, tudo o que é sagrado quando profanado traz sofrimento e doença, aconteceu assim com conhecidas ervas sagradas e de poder, das quais podemos citar: "maconha", "cocaína", "fumo", "café", "mescalina", dentre outras. No caso do uso sagrado e terapêutico do álcool e do fumo, elementos de magia por excelência, acontece o mesmo. Não devemos profanar estes elementos que são de uso ritual nos trabalhos. Para quem não sabe, o fumo traz em si os elementos: vegetal, terra (sua origem), fogo (quando aceso), ar (onde expende a fumaça) e água (sua umidade relativa); o álcool também traz os mesmos elementos: vegetal (de sua origem na cana), terra (que sustenta a cana), fogo (sua potencialidade para combustão), ar (por ser um tanto volátil) e água (pois se trata de um liquido). Estas propriedades mágicas agem diretamente no éter, trazendo maior poder à canalização da sutil energia cósmica usada pelos espíritos na interação com a matéria.

Se as entidades zelam por nossa saúde, com certeza estão cientes em estar fazendo o bem, ou não, enquanto fumam e bebem utilizando nosso corpo como aparelho. As entidades espirituais, algumas vezes, parecem aos leigos estar fumando e bebendo de forma profana, mas não, estes guias fazem uso do fumo e da fumaça para fazer uma defumação direcionada, unindo o sopro, intenção e elemento para alcançar certo resultado mágico. Com o uso da bebida é sua volatilidade que empresta ao espírito o elemento de que necessita para trabalhar, também por várias vezes as propriedades farmacológicas do álcool são aproveitadas. Tendo em vista o já exposto, não vejo nem sinto necessidade em tragar o fumo manipulado nem de beber algo além de um ou dois copos ou doses durante todo um trabalho.

Os excessos devem ser evitados sempre, dentro e fora dos Terreiros. A Sagrada Lei de Umbanda fala na consciência de cada um de nós, a ética e o bom senso devem ser a meta e a regra para o bom desenvolvimento espiritual, buscando um computo final positivo nos trabalhos de magia. A observancia das leis do homem também se faz relevente, não podemos desrespeitá-las, menores de idade não devem fumar nem beber, incorporados ou não. Imperando o bom senso, sem duvidar da fé, mesmo quando sentir que seu guia "levou tudo", lembre-se: podemos ter esta sensação, onde realmente uma entidade pode levar boa parte do etílico, no entanto quimicamente, salvo exceções de fenômenos da desmaterialização, podem ficar resquícios químicos no corpo. Assim sendo: "Se incorporou e bebeu, não dirija". Lembre-se sempre que Umbanda é coisa séria pra gente séria.

Abaixo o trecho da lei anti-fumo, aprovada em São Paulo, na qual são isentos os locais de culto:

fonte: GABINETE DO PREFEITO

Prefeito: GILBERTO KASSAB

LEI Nº 14.893, DE 28 DE JANEIRO DE 2009

(Projeto de Lei nº 497/08, da Vereadora Claudete Alves – PT)

Acrescenta parágrafo único ao art. 1º da Lei nº 14.805, de 4 de julho de 2008, e dá outras providências.

GILBERTO KASSAB, Prefeito do Município de São Paulo, no uso das atribuições que lhe são conferidas por lei, faz saber que a Câmara Municipal, em sessão de 16 de dezembro de 2008, decretou e eu promulgo a seguinte lei:

Art. 1º Fica acrescido parágrafo único ao art. 1º da Lei nº 14.805, de 4 de julho de 2008, com a seguinte redação:

“Art. 1º……………………….………………………..

Parágrafo único. “Excetua-se do inciso XVII o compartimento do templo ou casa de culto em que sejam realizados rituais que utilizem produtos fumígenos oriundos do tabaco.”

Art. 2º O Poder Executivo regulamentará a presente lei no prazo de 60 (sessenta) dias, contados da data de sua publicação.

Art. 3º As despesas com a execução desta lei correrão por conta das dotações orçamentárias próprias, suplementadas se necessário.

Art. 4º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

leia a lei na integra : http://www.umbandaemfoco.com.br/modules.php?name=News&file=article&sid=31

E o Paraná segue o exemplo de São Paulo adotando as seguintes medidas:

Proibido: Fica proibido fumar em recintos coletivos fechados por paredes ou divisórias.

Vetados: Bares; boates; restaurantes; casas de espetáculos; praças de alimentação; hotéis; pousadas; táxis; veículos de transporte coletivo e viaturas oficias; centros comerciais; igrejas; supermercados; padarias; açougues; padarias; farmácias; áreas comuns de condomínios; ambientes de trabalho, estudo, lazer ou esporte; repartições públicas; hospitais; escolas; museus; e bibliotecas.

Liberado: Na rua; dentro da própria casa; centros religiosos nos quais o fumo faça parte do rito; instituições de saúde nos quais o cigarro for autorizado por médicos; em estabelecimentos destinados exclusivamente ao consumo de produtos fumígenos, como tabacarias.

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