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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Onde Estão os Valores Morais da Sociedade Contemporânea?

Onde se Encontram os Valores Morais da Sociedade Contemporânea?


por Jorge Hessen


Onde se Encontram os Valores Morais da Sociedade Contemporânea?


"Os países lutam para ter ou manter o controle de matérias primas, fontes de energia, terras, bacias fluviais, passagens marítimas e outros recursos ambientais básicos. 

Nessa luta, surgem conflitos que tendem a aumentar à medida que os recursos escasseiam e aumenta a competição por eles.

Estamos na iminência de desastres ecológicos de consequências imprevisíveis, em face da rota de colisão do homem com a Natureza. Nos EUA, os furacões vão estremecendo as estruturas da sociedade americana; no Japão, tsunamis e terremotos desencadearam o pavor no povo nipônico; no Chile, o vulcão cuspiu sua força incandescente; no Rio de Janeiro e no Nordeste brasileiro, as tempestades destruíram milhares de vidas e bens.

Na época de Kardec existia cerca de 1,5 bilhão de habitantes na Terra e estima-se que atingiremos, pelo menos, 11 bilhões daqui a poucas dezenas de anos. Daqui a três anos haverá cerca de 600 milhões de bocas a mais para se alimentar. A Fome já castiga mais de 1 bilhão de pessoas.

Para os Espíritos, “a Terra produziria sempre o necessário, se com o necessário soubesse o homem contentar-se. Se o que ela produz não lhe basta a todas as necessidades, é que ele a emprega no supérfluo o que poderia ser empregado no necessário”.(1)

A questão é que, em uma sociedade consumista, poucos se contentam com o necessário, por isso não há distinção entre consumismo e materialismo. Na questão 799 de 'O Livro dos Espíritos', Kardec indaga: “de que maneira pode o Espiritismo contribuir para o progresso?”. A resposta é categórica: “Destruindo o materialismo, que é uma das chagas da sociedade (...)”.(2)

Neste mundo contraditório, temos o cinismo de divulgar a paz produzindo as ogivas de guerra; ansiamos resolver os enigmas sociais intensificando a edificação das penitenciárias, bordeis e motéis. Cerca de 100 milhões de pessoas passaram à condição de pobreza extrema devido à recessão mundial resultante da crise financeira internacional de 2009.

A cada cinco segundos morre uma criança na Terra em consequência da desnutrição. Segundo dados do UNICEF (3), 55% das mortes de crianças no mundo estão associadas à falta de comida. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima existirem 100 milhões de crianças vivendo nas ruas do mundo subdesenvolvido ou em desenvolvimento, das quais mais de 10 milhões vivem no Brasil.

Onze anos se passaram neste novo milênio, porém o resultado da larga arena de lutas fratricidas do século XX ainda ecoa nos vagidos de cada criança que renasce. As atuais teorias sociais permanecem em sua trajetória equivocada, tangendo não raro a linha tenebrosa do extremismo. É urgente que novas propostas teóricas interpretem a paz social em termos de valores mais transcendentes. Tais teses comprovarão a assertiva dos Espíritos e do Evangelho de que os bens materiais não trazem felicidade.

Tempos de combates sinistros, desde os primeiros anos do século XX, a guerra se instalou com caráter permanente em quase todas as regiões do planeta. Todos os pactos de segurança da paz oriundos das convenções internacionais após a I Guerra Mundial, não foram senão fenômenos da própria guerra, que culminaram com o apogeu da II Guerra Mundial.

A Europa e o Oriente constituem ainda hoje um campo vasto de agressão e terrorismo. Por isso, “a América recebeu o cetro da civilização e da cultura, na orientação dos povos porvindouros. Nos campos exuberantes do continente americano estão plantadas as sementes de luz da árvore maravilhosa da civilização do futuro”, segundo Emmanuel.(4)


Onde se encontram os valores morais da sociedade contemporânea? Muitas religiões estão amordaçadas pelas injunções de ordem econômica e política. Somente a Doutrina dos Espíritos tem efetuado o esforço hercúleo de sustentar acesa a luz da crença nas plagas iluminadas da razão, da cultura e do direito. Embora, seja “o esforço do Espiritismo quase superior às suas próprias forças, mas o mundo não está à disposição dos ditadores terrestres. Jesus é o seu único diretor no plano das realidades imortais.”(5)

Os Benfeitores, que guiam os destinos da Humanidade, se movimentam a favor do restabelecimento da verdade e da paz, a caminho de uma nova era. Emmanuel faz menção sobre “uma nova reunião da comunidade das potências angélicas do sistema solar (da qual é Jesus um dos membros divinos) e que planejam reunirem-se, novamente, pela terceira vez, na atmosfera terrestre (desde que o Cristo recebeu a sagrada missão de abraçar e redimir a nossa Humanidade), deliberando novamente sobre os destinos da Terra. Que resultará dessa reunião dos espíritos superiores? Deus o sabe. Nas grandes transições do século que passa, aguardemos o seu amor e a sua misericórdia.”(6)

Não desconsideramos, nessas reflexões, a rejeição que padecem os excluídos da sociedade, porquanto a ganância pelo dinheiro atinge patamares surrealistas. Estarrece-nos a avidez dos adolescentes pelo sexo, quase sempre remetidos aos pântanos da indigência moral. Hoje em dia, as pessoas vacilam em sair às ruas, defronte dos assaltos e sequestros relâmpagos que têm ocorrido a todo o momento. São ocasiões de muita inquietude e de grande volubilidade emocional.

Ainda sofremos os ressaibos amargosos dos contrastes de uma suprema tecnologia no campo da informática, das telecomunicações, da genética, das viagens espaciais, dos supersônicos, dos raios laser, do mesmo modo em que ainda temos que coexistir com a febre amarela, a tuberculose, a aids, e com todos os tipos de droga (cocaína, heroína, skanc, ecstasy, o crack, oxi etc).

Nesse cenário fatídico, a mensagem do Cristo é um elixir poderoso, o mais confiável para a redenção social, que haverá de entranhar em todas as consciências humanas, como um dia penetrou no altruísmo de Vicente de Paulo, na solidariedade de irmã Dulce, na amabilidade de Francisco de Assis, na suprema ternura de Teresa de Calcutá, na humildade de Chico Xavier.

Aprendamos a dilatar a misericórdia sem pieguismos, desenvolver generosidade que começa no procedimento de dar coisas, para culminar no dom de doarmo-nos, decididamente, ao próximo. Fazer algo de bom, e que ninguém saiba, especialmente por um desafeto qualquer. Nesse desempenho, podermos enunciar o sereno brado como o fez o Convertido de Damasco: "Já não sou quem vive, mas o Cristo é quem vive em mim..." (7)

Para Emmanuel, “as revelações do além-túmulo descerão às almas, como orvalho imaterial, preludiando a paz e a luz de uma nova era. Numerosas transformações são aguardadas e o Espiritismo esclarecerá os corações, renovando a personalidade espiritual das criaturas para o futuro qu e se aproxima.”(8) “Então, perguntar-lhe-ão os justos: Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer, ou com sede e te demos de beber? - Quando foi que te vimos sem teto e te hospedamos; ou despido e te vestimos? - E quando foi que te soubemos doente ou preso e fomos visitar-te? - O Rei lhes responderá: Em verdade vos digo, todas as vezes que isso fizestes a um destes mais pequeninos dos meus irmãos, foi a mim que o fizestes.”(9)"

Jorge Hessen


Referência bibliográfica:

(3) O Fundo das Nações Unidas para a Infância (em inglês United Nations Children's Fund – UNICEF) é uma agência das Nações Unidas que tem como objectivo promover a defesa dos direitos das crianças, ajudar a dar resposta às suas necessidades básicas e contribuir para o seu pleno desenvolvimento.
(5) idem
(6) idem
(7) Galatas.2, 20
(8) Xavier, Francisco Cândido. A Caminho da Luz, Ditado pelo Espírito Emmanuel, Rio de Janeiro: Ed FEB, 1976



sexta-feira, 3 de junho de 2011

Livro espírita não deve ser recolhido, decide juiz



Os exemplares do livro “Obras Póstumas de Allan Kardec”, editado pelo Instituto de Difusão Espírita, não devem ser recolhidos. O juiz federal Marcelo Freiberger Zandavali, substituto da 3ª Vara Federal de Bauru, negou pedido de liminar feito em Ação Popular.

Pedro Valentim Benedito entrou com a ação, com pedido de antecipação de tutela, sob o argumento da obra ser lesiva ao patrimônio histórico e cultural e por veicular conteúdo racista. Ele baseou o pedido, dentre outros documentos, na Convenção Internacional Sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial, tratado internacional cujo cumprimento, em território nacional, foi objeto do Decreto nº 65.810/69.

O juiz Marcelo Zandavali destacou trecho da convenção sobre discriminação racial. “Entende-se discriminação racial qualquer distinção, exclusão, restrição ou preferência fundadas na raça, cor, descendência ou origem nacional ou étnica que tenha por fim ou efeito anular ou comprometer o reconhecimento, o gozo ou o exercício, em igualdade de condições, dos direitos humanos e das liberdades fundamentais nos domínios político, econômico, social, cultural ou em qualquer outro domínio da vida pública”.

De acordo com o juiz, o Instituto não teve a intenção específica de anular ou comprometer o reconhecimento, o gozo ou o exercício dos direitos humanos e liberdades fundamentais dos negros. Ao contrário, em “nota explicativa”, ao final do livro, expressa o “mais absoluto respeito à diversidade humana, sem preconceito de nenhuma espécie”. Ele ressaltou, ainda, que a obra traz a opinião de uma pessoa que viveu no século XIX, época em que era comum este tipo de pensamento com relação aos negros, tanto que em boa parte dos países ainda havia a escravidão.

Assim, de acordo com ele, “fica clara como água da rocha a intenção dos editores de divulgar, sem mutilações, o pensamento kardecista, sem, para tanto, elevar a distinção baseada na cor da pele em ideologia discriminatória”. Com informações do Núcleo de Comunicação Social da Justiça Federal de primeiro grau em São Paulo.

Ação Popular nº 0003015-78.2011.403.6108
Clique aqui para ler a decisão



Kardec, racismo e espiritismo - Uma reflexão
por Jorge Hessen

Não fales e nem escrevas
Algo que fira ou degrade;
Racismo é uma chaga aberta
No corpo da Humanidade
~Cornélio Pires

O racismo é um tema pouco abordado nas hostes doutrinárias. A bibliografia é escassa. Os escritores e estudiosos espíritas brasileiros ainda não se debruçaram com maior profundidade sobre o assunto. Para alguns, as poucas análises sobre a questão do segregacionismo e da escravidão do negro, no Espiritismo deixam transparecer as influências da teoria arianista , da visão positivista e idealista da história, desconsiderando os fatos nos seus relativismos e contradições.

Para a investigação kardequiana, a respeito do negro, torna necessário ser considerado o contexto histórico em que foi discutida a temática. Incidiria em erro, sob o ponto de vista histórico, considerar Allan Kardec contaminado de preconceitos ou de índole racista. Essa palavra detém uma carga semântica muito forte, inadequada para definir os ideais do mestre lionês.

Não há nenhum indício de que ele tenha discriminado algum indivíduo ou grupo de origem negra ou quaisquer indivíduos, sejam no movimento espírita ou fora dele. A jornalista Dora Incontri, com mestrado e doutorado em Educação, pela USP, em seu livro Para entender Kardec, nos trás um fato interessante que muito bem nos dará uma idéia de quem era o senhor Rivail. Vejamos:

"É bom lembrar que, na Sociedade de Estudos Espíritas de Paris, havia um Camille Flammarion, astrônomo, e um calceteiro (operário braçal que fazia as calçadas de Paris, de quem Kardec noticia a morte) e ambos eram membros da Sociedade"... Clique aqui para ler esta postagem na íntegra...

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quarta-feira, 22 de julho de 2009

Fumo e bebida nos Terreiros - Incorporou, bebeu, não dirija

Finalmente encerrou-se o impasse quanto ao uso de fumo em Terreiros de Umbanda, Candomblé, rituais afro-descendentes e xamanismo. O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, mostrou atitude de respeito para com a Umbanda, alterando o texto da Lei que proibiria o fumo em "Casas de Culto". Na Umbanda o fumo é elemento indissociável da prática ritual. Assim ficou assegurado o direito de liberdade religiosa dos Umbandistas e Candomblecistas, pois a lei antitabagista, ou qualquer outra que venha a ser criada, não pode ferir a integridade da liturgia ritual destas religiões.

Tem gente que ainda discute o uso de fumo e bebida nos rituais de Umbanda, particularmente não vejo motivo para tal. Parece simples... a entidade pede aqueles elementos para trabalhar, a entidade terá estes ao seu dispor. Trabalho com entidades que bebem e outras não, meu Ogum sempre bebeu agua, mas não dispensa o charuto. Quando comecei a trabalhar com Exu, meu compadre bebia uma garrafa de conheque e outra de marafo, as duas numa Gira só; hoje quando trabalhamos juntos ele costuma pedir um copo d'agua no qual derrama apenas um puquinho de cachaça. Não que pense ser questão evolutiva do médium ou muito menos do Orixá, creio sim que a questão depende da demanda. Exu também não dispensa o charuto e usa bebida alcólica forte, nem sempre para ingestão, em alguns trabalhos, depende o caso e cada um tem sua particularidade.

Não são poucos os médiuns que não bebem e nem fumam, mas que seus guias bebem e fumam. Existem também aparelhos que param de beber e de fumar por orientação espiritual, mas continuam a fazer uso destes elementos enquanto incorporados. A questão quanto a bebida nos Terreiros vem de encontro a Lei Seca, como esta norma social vale para quem está dirigindo automóveis os espíritos devem entendê-la perfeitamente. Cabe, creio, ao cambone ou pessoal do meio, avisar as entidades quando estas incorporam em médiuns que precisam voltar para casa dirigindo. Geralmente, numa incorporação bem sucedida, os espíritos levam o álcool consigo quando sobem, mas não podemos abusar ou correr o risco de termos a carteira de motorista apreendida. Não são poucos os que afirmam que seus guias levam tudo, não deixam nenhuma gota de álcool no sangue, nem resquício de nicotina em seu organismo, muito menos hálito ou cheiro de fumaça em seu corpo. Porém, ao menos enquanto a lei não prevê tolerância para o uso ritual da bebida antes da condução de veículos, devemos optar por pegar um taxi, uma carona, ou pedir que outra pessoa conduza o veículo automotor, afinal umbandista não é contraventor.

Como é de conhecimento histórico geral, tudo o que é sagrado quando profanado traz sofrimento e doença, aconteceu assim com conhecidas ervas sagradas e de poder, das quais podemos citar: "maconha", "cocaína", "fumo", "café", "mescalina", dentre outras. No caso do uso sagrado e terapêutico do álcool e do fumo, elementos de magia por excelência, acontece o mesmo. Não devemos profanar estes elementos que são de uso ritual nos trabalhos. Para quem não sabe, o fumo traz em si os elementos: vegetal, terra (sua origem), fogo (quando aceso), ar (onde expende a fumaça) e água (sua umidade relativa); o álcool também traz os mesmos elementos: vegetal (de sua origem na cana), terra (que sustenta a cana), fogo (sua potencialidade para combustão), ar (por ser um tanto volátil) e água (pois se trata de um liquido). Estas propriedades mágicas agem diretamente no éter, trazendo maior poder à canalização da sutil energia cósmica usada pelos espíritos na interação com a matéria.

Se as entidades zelam por nossa saúde, com certeza estão cientes em estar fazendo o bem, ou não, enquanto fumam e bebem utilizando nosso corpo como aparelho. As entidades espirituais, algumas vezes, parecem aos leigos estar fumando e bebendo de forma profana, mas não, estes guias fazem uso do fumo e da fumaça para fazer uma defumação direcionada, unindo o sopro, intenção e elemento para alcançar certo resultado mágico. Com o uso da bebida é sua volatilidade que empresta ao espírito o elemento de que necessita para trabalhar, também por várias vezes as propriedades farmacológicas do álcool são aproveitadas. Tendo em vista o já exposto, não vejo nem sinto necessidade em tragar o fumo manipulado nem de beber algo além de um ou dois copos ou doses durante todo um trabalho.

Os excessos devem ser evitados sempre, dentro e fora dos Terreiros. A Sagrada Lei de Umbanda fala na consciência de cada um de nós, a ética e o bom senso devem ser a meta e a regra para o bom desenvolvimento espiritual, buscando um computo final positivo nos trabalhos de magia. A observancia das leis do homem também se faz relevente, não podemos desrespeitá-las, menores de idade não devem fumar nem beber, incorporados ou não. Imperando o bom senso, sem duvidar da fé, mesmo quando sentir que seu guia "levou tudo", lembre-se: podemos ter esta sensação, onde realmente uma entidade pode levar boa parte do etílico, no entanto quimicamente, salvo exceções de fenômenos da desmaterialização, podem ficar resquícios químicos no corpo. Assim sendo: "Se incorporou e bebeu, não dirija". Lembre-se sempre que Umbanda é coisa séria pra gente séria.

Abaixo o trecho da lei anti-fumo, aprovada em São Paulo, na qual são isentos os locais de culto:

fonte: GABINETE DO PREFEITO

Prefeito: GILBERTO KASSAB

LEI Nº 14.893, DE 28 DE JANEIRO DE 2009

(Projeto de Lei nº 497/08, da Vereadora Claudete Alves – PT)

Acrescenta parágrafo único ao art. 1º da Lei nº 14.805, de 4 de julho de 2008, e dá outras providências.

GILBERTO KASSAB, Prefeito do Município de São Paulo, no uso das atribuições que lhe são conferidas por lei, faz saber que a Câmara Municipal, em sessão de 16 de dezembro de 2008, decretou e eu promulgo a seguinte lei:

Art. 1º Fica acrescido parágrafo único ao art. 1º da Lei nº 14.805, de 4 de julho de 2008, com a seguinte redação:

“Art. 1º……………………….………………………..

Parágrafo único. “Excetua-se do inciso XVII o compartimento do templo ou casa de culto em que sejam realizados rituais que utilizem produtos fumígenos oriundos do tabaco.”

Art. 2º O Poder Executivo regulamentará a presente lei no prazo de 60 (sessenta) dias, contados da data de sua publicação.

Art. 3º As despesas com a execução desta lei correrão por conta das dotações orçamentárias próprias, suplementadas se necessário.

Art. 4º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

leia a lei na integra : http://www.umbandaemfoco.com.br/modules.php?name=News&file=article&sid=31

E o Paraná segue o exemplo de São Paulo adotando as seguintes medidas:

Proibido: Fica proibido fumar em recintos coletivos fechados por paredes ou divisórias.

Vetados: Bares; boates; restaurantes; casas de espetáculos; praças de alimentação; hotéis; pousadas; táxis; veículos de transporte coletivo e viaturas oficias; centros comerciais; igrejas; supermercados; padarias; açougues; padarias; farmácias; áreas comuns de condomínios; ambientes de trabalho, estudo, lazer ou esporte; repartições públicas; hospitais; escolas; museus; e bibliotecas.

Liberado: Na rua; dentro da própria casa; centros religiosos nos quais o fumo faça parte do rito; instituições de saúde nos quais o cigarro for autorizado por médicos; em estabelecimentos destinados exclusivamente ao consumo de produtos fumígenos, como tabacarias.

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