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terça-feira, 18 de novembro de 2014

Vamos todos juntos rezar o ANGELUS

Oração do meio-dia - "compartilhe" com seus amigos.


O Anjo do Senhor anunciou a Maria.
E Ela concebeu do Espírito Santo.

Ave Maria cheia de graça, o Senhor é convosco. Bendita sois vós entre as mulheres, e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus.

Santa Maria, mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora da nossa morte. 

Amém.

Eis aqui a serva do Senhor.

Faça-se em mim segundo a vossa palavra.

Ave Maria…

E o Verbo de Deus se fez carne ou então E o Verbo divino encarnou.

E habitou entre nós.

Ave Maria…

Rogai por nós, Santa Mãe de Deus.
Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

Oremos: 

Infundi, Senhor, a vossa graça em nossas almas para que, conhecendo pela anunciação do Anjo a encarnação de vosso Filho Jesus Cristo, cheguemos por sua paixão e cruz, à glória da ressurreição.

Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco, na unidade do Espírito Santo. Amém.

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, como era no princípio, agora e sempre, por todos os séculos dos séculos. Amém. (3x)

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Fitoterapia :: O Poder do Alho Medicinal

Allium sativum

Além das propriedades nutricionais, o Alho é um poderosos antibiótico natural, essa planta de cultivo milenar veio da europa, trazida pelos colonizadores da américa e é consumido em grande escala na culinária brasileira. Sendo considerado por médicos e profissionais de saúde uma das plantas medicinais mais versáteis e eficazes. 


Descrição

Da famíliaLiliaceae, também conhecido como alho-comum, alho-da-horta, alho-hortense, alho-manso. Herbácea com raiz constituída de pequenos dentes ou bulbinhos, de flores brancas, amarelas ou vermelhas. Aroma forte, folhas estreitas e raízes profundas. O alho é uma planta perene, com um caule florido, ereto e alto que pode chegar a quase 1 metro de altura. A planta produz flores de cores rosa-clara até a roxa, que florescem no início do verão. 

A colheita do alho é geralmente feita no final do verão. O bulbo do alho é composto por folhas escamiformes (os 'dentes' de alho) que contém o odor característico do alho e é a parte comestível da planta - usado na culinária e para fins medicinais.

Uma das plantas medicinais mais importantes do mundo, o alho é também uma das mais investigadas, havendo mais de 1000 documentos publicados sobre a sua actividade terapêutica. É crença popular que o alho protege contra o diabo e os vampiros, o que atesta o seu poder enquanto medicamento, sobretudo contra infecções.

Indicações 

Acne, afecções da pele, afecções nervosa e histérica, ácido úrico, afecções genitourinárias (cistite, ureterite, uretrite, pielonefrite, urolitíase), afecções respiratórias (abscessos pulmonares, asma, bronquite, coqueluche, defluxo, enfisema, faringite, gripe, pneumonia, resfriado, tuberculose), angina, arteriopatias, arteriosclerose, artrite, calcificação das artérias, cálculo na bexiga, calos, caspa, catarro, coadjuvante em tratamentos de diabetes, cólera, colesterol alto, dermatomicose, diabetes, diarréia, difteria, distúrbios intestinais, doenças cardíacas, dores de cabeça, dores de dente, dores de ouvido (+surdez), edemas; enfermidades do fígado, dos rins e da bexiga, enxaqueca, escorbuto, esgotamento, estimulação do sistema imunológico, falta de apetite, febre, ferimentos (prego enferrujado, espinho, madeiras, vidros e materiais plásticos), gangrena pulmonar, gota, hemoptise, hemorróidas, herpes, hidropisia, hiperglicemia, hiperlipidemias, hiperqueratose, hiperuricemia, hipocondria, histeria, impingem, impurezas na pele, infecções bacterianas, infecções fúngicas, insônia, intoxicação nicotínica, manchas da pele, melancolia, menopausa, micose, nefrite, nervosismo, obesidade, palpitações cardíacas, paralisação do fígado e do baço, parasitose intestinal, paludismo, parodontopatias, picadas de insetos (coceira e dor), pressão alta, pressão baixa, prevenção de disenterias amebianas, prevenção de tromboembolismos, prisão de ventre, problemas circulatórios, retinopatia, reumatismo, rouquidão, sarda, sarnas, sensação de medo, sífilis, sinusite, tifo, tinha, tosse, triglicerídeos altos, tumores, úlceras, varizes, vermes, verrugas.

Modo de Usar

Tempero de carnes, peixes, verduras, legumes; como ingrediente de sopas, suflês, bolos salgados; 

Ungüentos: misturar a polpa do alho amassado em óleo de oliva. Este ungüento de ser aplicado sobre o local, protegendo-o com gaze: calos. - insônia- esmagar um dente de alho em uma xícara de leite quente. Deixar em infusão por 10 minutos e após beber.

Cataplasma: espremer alguns dentes de alho, colocando sobre uma lã quente. Aplicar sobre a região afetada: reumatismo, tumores. Colocado ao longo da coluna espinhal e em cima do tórax de crianças, é muito útil em pneumonia; colocado em cima da região da bexiga, tem demonstrado eficácia na descarga de urina quando a retenção é devido a bexiga paralisada; Colocar sobre verrugas ou calos por 12 noites consecutivas para eliminá-los.

Decocção de alguns dentes de alho amassados em leite açúcarado. Deixar ferver por um minuto. Tomar 2 a 3 colheres ao dia: vermes; - inflamação na garganta: um dente de alho batido, sumo de limão e uma colher de mel de abelha. Mistura-se e aplica-se na região interna da garganta; - óleo e infusão: insônia, hipertensão, tuberculose, resfriados, tosse, bronquite, feridas infecciosas, reduz o colesterol ruim. - maceração de um ou dois dentes de alho amassado em um copo com água. Tomar um copo três vezes ao dia: gripe, resfriado, tosse, rouquidão;

Tintura: moer uma xícara (cafezinho) de alho dentro de um recipiente contendo 5 xícara de álcool 92º GL, deixar em maceração por 10 dias, coar. Tomar 10 gotas em meio copo de água três vezes ao dia, para problemas do aparelho respiratório (gripes, etc.). Para hipertensão utilizar uma colher de chá da tintura em meio copo de água três vezes ao dia ou comer dois dentes de alho pela manhã;

Vermífugo: comer três dentes de alho pela manhã em jejum durante sete dias ou em infusão, com leite. Toma-se três ou quatro vezes ao dia. - amassar um dente de alho em uma colher de sobremesa de azeite de oliva morno. 

Dores de ouvido: pingar três gotas no ouvido e tampar com algodão. Bebido combate a prisão de ventre, estimula a secreção dos sucos gástricos e intestinais, favorecendo a digestão.

Desinfetante de mordeduras ou picaduras de animais, insetos e afecções da pele: molhar a zona afetada com uma gaze molhada em tintura de alho (doze noites consecutivas);



E LEMBRE, SEMPRE CONSULTE UM MÉDICO

sábado, 8 de novembro de 2014

Corpo Fechado † Oração contra feitiço, macumba e bruxaria

Oração de Nosso Senhor Jesus Cristo:

Na quinta-feira santa, encontrou Judas com Jesus,

Judas perguntou a Jesus:
"- O que temes ?"

Jesus disse:
"- Não temo o peso da cruz, porque nela fui crucificado."

Por isto nós dizemos:

"Morra a pólvora, morra o chumbo, morram todos os estandartes de fogo. Se puxar por faca virará em armação de algodão. Se puxar por espada dobrará desde a ponta até o cabo. Se puxar por arma de fogo correrá água desde o cano até o fecho, assim como correu leite de Nossa Senhora Maria Santíssima, na Boca de seu Bendito Filho para mamar. Atire na minha cabeça que atira na cabeça de Jesus Cristo. Atire no meu peito que atira no peito de Maria Santíssima. Atire nos meus braços que atira nos braços da Santa Cruz, onde Cristo expirou por nós os pecadores.

Rezo a cruz (fazer o Sinal da Cruz), cruz eu rezo, rezo a cruz (fazer o Sinal da Cruz),cruz eu rezo, rezo a cruz (fazer o Sinal da Cruz), Cruz eu rezo.

Assim como o Santo Padre não pode dizer sua Santíssima Missa sem a Santa Pedra D'Ara, assim todos meus inimigos e todos os feiticeiros e feiticeiras, não poderão comer e nem beber e nem dormir e não terão sossego enquanto comigo não fizerem as pazes e não terão poder e nem ânimo de me fazer mal nenhum.

Amém."

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Cavalo de santo :: Religiões afro-gaúchas

FICHTNER, Mirian. Cavalo de santo: religiões afro-gaúchas. Porto Alegre, 2010. 168 p.


Mauro Dillmann Tavares*, I; Fernando RipeII / IUniversidade do Vale do Rio dos Sinos - Brasil  / IIMestre em Educação - Brasil



O trabalho da fotógrafa brasileira Mirian Fichtner, que ora se apresenta, demonstra grande sensibilidade desta gaúcha que se dedicou a registrar as religiões de matriz africana do seu estado, num tempo em que a liberdade de expressão religiosa se afirma cada vez mais, embora a intolerância ainda seja uma realidade perceptível em nossa sociedade.

O livro, cuja edição independente recebeu o patrocínio da Fundação Cultural Palmares e do Ministério da Cultura, do governo federal, foi publicado em 2010, depois de quatro anos de trabalho fotográfico, percorrendo em torno de cem terreiros no Rio Grande do Sul, visitando cerca de 30 casas e escolhendo 13 para documentar.

A motivação para a fotógrafa foi o expressivo índice da crença religiosa afro-brasileira apontada pelo Censo 2000, que indicava o Rio Grande do Sul como tendo o maior número de seguidores: 1,62%. Mirian confessou sua perplexidade com esses dados, devido à "invisibilidade" e o "ineditismo do assunto" (p. 29).

A beleza da publicação inicia-se pelo excelente trabalho gráfico; encadernado e com papel de boa qualidade, o livro traz todos os seus escritos também em inglês, assumindo a forma bilíngue, de tal modo a possibilitar um maior alcance social.

Ao apresentar a obra, o antropólogo Ari Pedro Oro explica o título:

As religiões afro-gaúchas [...] são religiões de possessão, isto é, por ocasião das cerimônias, certos indivíduos, em estado de transe, são "possuídos" pelas entidades espirituais, as quais, segundo a terminologia nativa, "se ocupam" da pessoa, em cujo corpo podem cavalgar. Assim, o corpo do iniciado se torna o "cavalo de santo". (p. 25).

A seleção das imagens, resultado do trabalho de escolha pessoal da autora, demonstra plenamente que Mirian não apenas viu, mas experienciou o olhar para as manifestações religiosas que se propôs a fotografar. O olhar, muito mais complexo que o ver, percebe, interpreta, indaga. (Cardoso, 1988). Seu trabalho, a construção imagética, é uma representação que está diretamente relacionada com a subjetividade desse olhar.

O livro apresenta 153 fotografias reveladoras desse olhar da fotógrafa, carregado da sua impressão sobre o "outro", e que revelam também sobre ela própria, sobre o seu contexto e sobre o lugar de onde fotografava. 

Revela a sensibilidade e o envolvimento da artista com seu trabalho, apresenta a força e o vigor das manifestações religiosas africanistas na contemporaneidade e a observação atenta de quem está do lado de fora, de quem tem expectativas com o diferente, com o surpreendente. Suas imagens demonstram um verdadeiro exercício do "olhar", da investigação e da busca da compreensão do "outro".

As manifestações de fé das religiões de matriz africana são o foco da autora, entre elas a umbanda e o batuque (nome dado ao culto aos orixás, chamado de candomblé em outras partes do Brasil, porém com características ritualísticas próprias). Documentar visualmente o sagrado como um forte elemento cultural dos gaúchos e destacar o protagonismo dos religiosos na preservação da sua fé, que é baseada na oralidade e na tradição, parece ter sido um dos objetivos marcantes do trabalho de Mirian.

O trabalho vem contribuir com os poucos estudos dedicados às expressões religiosas africanas no Rio Grande do Sul. As fotografias são devidamente identificadas com legendas ao final do livro, tornando-se fontes de referência e estudo para os interessados na temática.

O livro traz imagens da ritualística, de oferendas, de danças, de objetos sagrados, de apresentações públicas, de festas populares, de espaços considerados sagrados ou sacralizados, de devotos e iniciados, de religiosos "incorporados" e/ou "ocupados", todos, devidamente legendados no "índice de fotos" ao final da obra. 

Mirian traz um glossário, explicando temas como "axé", designado como "poder de realização e transformação ligados aos orixás", até "yorubá", sendo "língua africana oriunda da Nigéria" (p. 160). Por tudo, a obra além de dar visibilidade ao culto afro e aos religiosos, também divulga as manifestações de fé e contribui no combate ao preconceito, ainda existente, sobre essas práticas religiosas.

Com retratos da sensibilidade religiosa, da emoção, do instante de vivências e experiências sagradas, o livro desmistifica e traz imagens da naturalidade dos instantes da ritualística e da magia, das demonstrações públicas e privadas de sentimentos.

O registro dos instantes mágicos, de transe mediúnico, de reverência ao sagrado, de preparação de oferendas e objetos para o domínio religioso e da relação do corpo com o sacrifício de animais contribui para divulgar e para dar a conhecer religiões por muito tempo relegadas socialmente e pejorativamente denominadas, no Rio Grande do Sul, como "macumbas".

O culto, a veneração, a fé, a afeição são registrados por Mirian nas imagens que demonstram as ferramentas de orixás, a culinária africanista e, também, no ritual de entrega de axés. Destacam-se, igualmente, aquelas que mostram a prática do sacrifício de animais sobre a cabeça do "filho de santo", ao realizar "bori" para seu orixá.

Essa intenção de captar a devoção é nítida nas fotografias de Mirian, tanto que o jornal Zero Hora de 16 de abril de 2011, com uma reportagem sob o título "Viagem aos terreiros da querência" (Wagner, 2011), destacou: 

"Ao folhear o livro, o leitor é conduzido para dentro de uma casa de religião." 

É interessante pensar que o leitor é conduzido não apenas para a casa de religião, mas também para todo o universo simbólico das religiões afro-gaúchas.

Dividido em quatro capítulos, "Nação batuque", "Caboclos e pretos-velhos", "Ciganos, exus e pombagiras" e "Festas populares", o livro mostra a dinamicidade cultural dessas religiosidades, as zonas de contato, os encontros culturais, as relações interativas e a originalidade do resultado.

Como o sincretismo - santos católicos que representam orixás, a especificidade local e cultural como a costela assada no espeto servindo como oferenda para Ogum, a imagem de Nossa Senhora da Conceição representando Oxum e o registro do encontro de padres católicos e tamboreiros (alabês) são exemplos de imagens que carregam marcas de construção religiosa em fronteiras culturais diversas.

Envolvida com seu trabalho, Mirian assume uma postura de crença, tamanho o fascínio com seu objeto de estudo artístico: dedica o livro a "todos os orixás e entidades que nos guiaram". Ao destacar o plural, "nos guiaram", a fotógrafa divide e compartilha o seu trabalho com seu parceiro Carlos Caramez e com "uma equipe de produção solidária com os objetivos do projeto" (p. 29).

No dizer do antropólogo Ari Pedro Oro, além de Mirian assinalar visualmente aspectos das religiões afro-gaúchas, capta e evidencia sua dimensão estética, a união do belo e do sagrado (p. 27). De fato, não se pode deixar de destacar a qualidade do trabalho técnico da fotógrafa. Ao olhar atento e sensível de Mirian, aliaram-se suas capacidades de perita em cores, luzes e sombras.

O objetivo da fotógrafa era "realizar um trabalho autoral com olhar em profundidade" (p. 29). Para além do que é simplesmente visto, parece que Mirian alcançou o seu intento, olhou bem, viu o novo e traduziu em imagens bem tratadas em iluminação e composição, dando visibilidade a um aspecto da cultura gaúcha até então invisibilizado.


Referências

CARDOSO, S. O olhar viajante (do etnólogo). In: NOVAES, A. (Org.). O olhar. São Paulo: Companhia das Letras, 1988. p. 347-360.   
WAGNER, C. Viagem aos terreiros da querência. Zero Hora, 16 abr. 2011. Disponível em: <http://zerohora.clicrbs.com.br/especial/rs/segundocaderno/19,1030,3277686,Viagem-aos-terreiros-da-querencia.html>. Acesso em: 20 abr. 2011.  

Fotos: Google Image

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quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Mulher, sim, você merece ser amada!

O pecado original deixou os seus efeitos na afetividade feminina. Enquanto a mulher não assumir uma atitude assertiva e confiante, ela pode ser dominada pela insegurança e pensar que ela não merece ser amada e conquistada. E, por isso, aceita ser tratada sem reverência e torna um entretenimento para a caça dos homens. 

Meninas que não aprenderam a considerar o seu valor por serem amadas no seio de sua família tendem a pensar que elas apenas valem pela atratividade do seu corpo. 

Quando o “Santo dos santos” é violentamente profanado, quando o mistério feminino é tirado à força ou por sedução, a mulher sente-se despojada de sua dignidade e não tem mais nada a oferecer. 

O dom de si não foi dado, mas roubado. Homem e mulher foram violentados e ficaram vazios. 

Para transformar o desespero em amor, é preciso que você se veja pelo olhar de Deus. Um homem que percebe que a mulher se valoriza por se sentir amada por Deus não avança sobre os limites delas, pois sabe que será recusado. 

Deus lhe deu a missão de ser senhora de seu próprio mistério. Os pretendentes ficarão frustrados se não lhe derem o devido respeito. Você merece ser amada e reverenciada no seu mistério. 

Jason Evert, "Theology of her body"

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Amarração e desamarração

Ja nos conta a sabedoria de Alice Bailey:

"As maldições são como as galinhas: à noite, voltam para dormir em casa."

Interferir na liberdade de escolha é um gravíssimo crime astral. Assim, isto se chama "magia negra". A magia negra se difere da branca por não preservar o direito de escolha. Vencer a qualquer custo, subjugar, hipnotizar, pilhar.

Todos os exercícios mentais são utilizados para subjugar a vítima que, se desavisada, sofrerá flagelos até o fim de seus dias. Movida por uma casta numerosa de execráveis seres, a amarração frauda os esforços dos inocentes em tentarem levar uma vida livre.

Se é homem terá vaginas mente...se é mulher, terá luxúria máscula em seus sonhos. Chama-se de por "íncubus" e "sucubus" a esta classe de transferência astral.

Quer ser livre de verdade?

Pratique meditação focada em auto defesa psíquica. A meditação não escraviza, não ataca... apenas rebate. Quanto mais ardilosa for a força dos magos negros...tanto pior será o rebote. Neste caso, tanto o mago negro quanto o contratante sofrerão desgraças terríveis...

Eles perdem bens, tem famílias destroçadas, purgam infelicidades sem conta... e por fim, renascem nos piores lugares do Universo... sofrerão mil vezes o tempo que tenham subjugado cada uma das vítimas.

Vamos criar um mundo melhor. Não precisamos de amarrações. Precisamos de pessoas boas, livres, conscientes. Una-se ao que fortalece... una-se à magia do Bem, magia branca, luz, resplendor, vida eterna. Você se transforma naquilo que acredita com frequência.

Ou: 

Você será produto da sua fé. Cada um colherá os frutos daquilo que plantou... a lei é infalível.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Entregue-se agora mesmo à Virgem Maria


domingo, 2 de novembro de 2014

02 de novembro de 2014 :: Finados

"Nós ossos que aqui estamos pelos vossos esperamos"


Foto: Bea Stresser


DIA DE FINADOS 

O Dia de Finados é o dia da celebração da vida eterna das pessoas queridas que já faleceram. É o Dia do Amor, porque amar é sentir que o outro não morrerá nunca. É celebrar essa vida eterna que não vai terminar nunca. Pois, a vida cristã é viver em comunhão íntima com Deus, agora e para sempre.

Desde o século 1º, os cristãos rezam pelos falecidos; costumavam visitar os túmulos dos mártires nas catacumbas para rezar pelos que morreram sem martírio. No século 4º, já encontramos a Memória dos Mortos na celebração da missa. Desde o século 5º, a Igreja dedica um dia por ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém se lembrava. 

Desde o século XI, os Papas Silvestre II (1009), João XVIII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia por ano aos mortos. Desde o século XIII, esse dia anual por todos os mortos é comemorado no dia 2 de novembro, porque no dia 1º de novembro é a festa de "Todos os Santos". 

O Dia de Todos os Santos celebra todos os que morreram em estado de graça e não foram canonizados. O Dia de Todos os Mortos celebra todos os que morreram e não são lembrados na oração.


"A vida dos mortos habita a memória dos vivos"
                                                                                            ~Cicero 



Oremos...

Pai Santo, Deus eterno e todo-poderoso, nós vos pedimos por (nome do falecido(a)) que chamastes deste mundo. Dai-lhe a felicidade, a luz e a paz. 

Que ele(a), tendo passado pela morte, participe do convívio de vossos santos na luz eterna, como prometestes a Abraão e à sua descendência. Que sua alma nada sofra, e vos digneis ressuscitá-lo(a) com os vossos santos no dia da ressurreição e da recompensa. Perdoai-lhe os pecados para que alcance junto a vós a vida imortal no reino eterno. 

Por Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. 

Rezar: 1 Pai Nosso e 1 Ave-Maria. 

Dai-lhe, Senhor, o repouso eterno e brilhe para ele(a) a vossa luz. 

Amém

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

29 De Outubro :: Santa Anastásia

29 De Outubro: Santa Anastásia, a romana, monja e mártir († séc. IV) 

Nasceu em Roma, de pais nobres, e ficando órfã aos três anos de idade foi levada a um Monastério de mulheres, próximo a Roma, onde a abadessa era uma monja de nome Sofia, uma mulher de vida espiritual de elevado nível. 

Aos dezassete anos a jovem Anastásia, de beleza incomum, já era conhecida pelos cristãos de toda a vizinhança como uma grande asceta, causando admiração aos pagãos. Probo, administrador pagão da cidade, impressionado com sua beleza, enviou soldados com ordem de trazê-la à sua presença. 

A boa abadessa Sofia instruiu Anastásia sobre como perseverar na fé e resistir ao engano adulador e à tortura, ao que a jovem lhe disse: 

«Meu coração está preparado para sofrer por Cristo. Minha alma está pronta para o encontro com meu amado Senhor» 

Comparecendo diante do governador, Anastásia proclamou abertamente sua fé em Cristo, e quando ele tentou dissuadi-la, primeiro com promessas, depois com ameaças, a santa virgem lhe disse: 

«Estou pronta a oferecer minha vida por meu Senhor, não apenas uma vez, mas mil vezes, se assim me fosse possível»

Quando a despiram à força para humilhá-la, Anastásia disse ao juiz: 

«Açoitem-me, firam-me, e batam-me; só assim, meu corpo desnudo será coberto por feridas e minha vergonha será coberta de sangue» 

Assim foi e, por duas vezes, sentindo sede, Anastásia pediu água. Cirilo, um cristão que estava por perto, atendeu seu pedido e lhe trouxe água, pelo que foi abençoado com o martírio, decapitado pelos pagãos. 

O peito e a língua da santa foram cortados, e um anjo do Senhor apareceu-lhe e mantinha-a de pé. Fora da cidade, Anastásia foi finalmente decapitada pela espada. A bem-aventurada Sofia, encontrando mais tarde o seu corpo, providenciou-lhe uma digna sepultura. Anastásia recebeu assim a coroa do martírio sob o imperador Décio (249-251 d. C.).

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Psicologia :: Abraçando a Sombra

Diz Jung, no primeiro século depois de Cristo houve filósofos, como Carpócrates, que sustentavam que o menor de nossos irmãos, o homem inferior, somos nós próprios; logo, esses filósofos leram diretamente o Sermão da Montanha no nível subjetivo. 

Por exemplo, ele (Carpócrates) disse...

"se levares tua oferta ao altar e lá te lembrares de que tens algo contra -ti mesmo-, deixa então tua oferta e vai-te; primeiro reconcilia-te -contigo mesmo- e depois vem e oferece tua dádiva."

"Reconcilia-te com teu adversário enquanto estiveres a caminho" 
                                                                                                                     (Cristo Jesus)

Quem é meu adversário maior? EU MESMO!!

Enquanto continuar culpando, projetando no outro minha própria 'Sombra', minha vida não 'anda'. Nosso Inconsciente, que compõe o arquétipo Sombra, não aceita ser negligenciada, relegada ao esquecimento. Ficaremos presos a um circulo vicioso de auto sabotagem, onde atraímos fatos e pessoas que só alimentaram dor e sofrimento.

Quando começo integrar minha própria Sombra, começo meu Processo de Individuação, de me tornar 'Eu Mesmo', Ser singular e único, o mais inteiro e completo possível.

Primeiro que tudo, o encontro com o 'Self' se constitui, na verdade, em uma derrota para o ego; porém, com perseverança, das trevas nasce a luz. A pessoa depara com a 'Unidade Imortal' que fere e cura, que derruba e ergue, que engrandece e apequena - em uma palavra, com a Unidade que torna a pessoa como um todo." (Edinger – O Encontro com o self).

"Se alguém quiser ser meu seguidor, deixe para trás o seu eu; tome sua cruz e siga-me. Porque aquele que se preocupar com sua própria segurança estará perdido; mas quem se deixar perder por minha causa achará seu verdadeiro eu. Que benefício terá um homem se ganhar o mundo inteiro às custas da perda de seu verdadeiro eu?" (Mateus)

Se for permitido o uso de termos psicológicos, a frase poderia ser "...mas quem perder o ego por minha causa encontrará o Si-mesmo". (Edinger).