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terça-feira, 11 de setembro de 2018

Por quê o Caboclo gira?




Considerações sobre o acoplamento espiritual - por Ramatís, entidade, de origem oriental, que psicografava por Hercílio Maes, tinha uma proposta espírita/kardecista, no entanto por abordar questões como a Magia (Magia de Redenção), a Vida no Planeta Marte, a Vida de Jesus (O Sublime Peregrino) e a Umbanda tornou-se um autor polêmico no meio espírita, aceito apenas por adeptos menos ortodoxos. 

"Umbanda tem fundamento, mas é preciso estudar!"

"Nos estados acentuados de transe com os Caboclos, os médiuns assumem posturas de grande segurança, altivez, destreza e mobilidade. 

Durante as danças rituais aos sons dos atabaques conjugados com a entonação dos pontos cantados, que são mantras de fundamentos mágicos propiciatórios e indutores de estados alterados de consciência, as entidades do lado de lá, muitas de grande beleza entre cores iridescentes, momentos em que os médiuns se acoplam num mesmo espaço sagrado com estes guias, giram em torno de seu próprio eixo, havendo um perfeito entrosamento e encaixe vibratório entre o perispírito do medianeiro e da entidade comunicante - plexos nervosos e chacras dos médiuns ficam justapostos interpenetrados com os chacras e corpo astral do espírito que o "toma" tornando-se ambos um só a nossa clarividência.

É incorporado no médium com os pés no chão, que o Caboclo realiza um "giro" espontâneo e natural em torno da medula espinal que forma o eixo de chacras que liga o corpo físico com o corpo astral através dos milhares de circuitos eletromagnéticos localizados no duplo etéreo do medianeiro. 

Os vórtices energéticos do corpo astral do espírito do lado de lá tem força centrífuga e centrípeta que harmoniosamente mantém a integridade da entidade quando se aproxima do plano material através de um intenso rebaixamento vibratório imposto. 

Imaginemos um escafandrista em profundas águas lodosas que não tivesse a sua aparelhagem de mergulho precisamente calibrada para o mesmo suportar as grandes profundidades. Assim ocorre com o espírito comunicante que se não tiver adequadamente "acoplado" em seu médium pode danificar em certos pontos sensíveis o seu corpo mais sutil que é o astral e até causar danos ao medianeiro.

O giro provocado em torno do eixo da medula espinal é um ajustamento de sintonia fina entre os movimentos de forças que convergem interpenetrando-se - chacras com chacras -, mantendo-se assim a perfeita inviolabilidade do sistema orgânico do aparelho mediúnico, dos seus gânglios, plexos e glândulas endócrinas."
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Fonte: Pérolas de Ramatís, no Facebook (reprodução) - do livro MEDIUNIDADE DE TERREIRO

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