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quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

FUNÇÃO ENERGÉTICA DAS ERVAS




Alecrim - Ajuda a perdoar mágoas

Alfazema - Aumenta a autoconfiança

Anis-estrelado - Ajuda com os sentimentos e na liberação de emoções

Arnica - Promove a concentração de pensamentos

Artemísia - Estimula a ação e a manifestação das idéias

Arruda - Limpa a aura das sujeiras astrais

Babosa - Ajuda no desligamento mental

Camomila - Ajuda a cultivar a paciência e a confiança

Cânfora - Promove o desprendimento material

Capuchinha - Promove o sentimento de integridade e equilíbrio

Carqueja - Limpa o corpo das velhas emoções

Confrei - Estimula o sentimento de segurança pessoal

Dente-de-leão - Traz coragem para enfrentar os obstáculos

Erva-cidreira - Ajuda na tomada de decisões importantes da vida

Guiné - Limpa o corpo de energias negativas

Mil-folhas - Purifica o corpo de traumas e sentimentos negativos

Sabugueiro - Ajuda na tomada de rápidas decisões

Sálvia - Dá ânimo para colocar em movimento todas as energias do corpo

Tanchagem - Estimula a iniciativa




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Manual de Magia Com As Ervas



Imagine a liberdade e a alegria em saber exatamente o que fazer para ajudar o seu filho que vive com uma dor aqui, outra ali. 

Ou ainda a sua mãe que sofre com a insônia. Imagine poder enviar energias a distância para alguém que você quer ajudar ou até mesmo saber o que fazer para ativar a sua autoestima e abrir seus caminhos de prosperidade. 

Você verá o segredo revelado e terá em suas mãos o real método, testado e aprovado, passo a passo, da magia das ervas. Aprenderá a usar benzimentos, mandalas, incensos, chás, sachês, amuletos, patuás, sprays e muitas outras técnicas poderosíssimas para você transformar profundamente a sua vida e a das pessoas ao seu redor.



segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Salmo XLV: "Superar dificuldades e abrir caminhos"


O Salmo 45 nos ajuda a superar as dificuldades, atrair sorte nos campos profissional, emocional e espiritual. 

Ler e recitar este Salmo vai lhe trazer beleza à paz espiritual, a jovialidade, estimulando dons artísticos. Este Salmo ajuda com o carisma e a popularidade.

Salmo 45


1 Com o coração vibrando de boas palavras recito os meus versos em honra do rei; seja a minha língua como a pena de um hábil escritor.

2 És dos homens o mais notável; derramou-se graça em teus lábios, visto que Deus te abençoou para sempre.

3 Prende a espada à cintura, ó poderoso! Cobre-te de esplendor e majestade.

4 Na tua majestade cavalga vitoriosamente pela verdade, pela misericórdia e pela justiça; que a tua mão direita realize feitos gloriosos.

5 Tuas flechas afiadas atingem o coração dos inimigos do rei; debaixo dos teus pés caem nações.

6 O teu trono, ó Deus, subsiste para todo o sempre; cetro de justiça é o cetro do teu reino.

7 Amas a justiça e odeias a iniqüidade; por isso Deus, o teu Deus, escolheu-te dentre os teus companheiros ungindo-te com óleo de alegria.

8 Todas as tuas vestes exalam aroma de mirra, aloés e cássia; nos palácios adornados de marfim ressoam os instrumentos de corda que te alegram.

9 Filhas de reis estão entre as mulheres da tua corte; à tua direita está a noiva real enfeitada de ouro puro de Ofir.

10 Ouça, ó filha, considere e incline os seus ouvidos: Esqueça o seu povo e a casa paterna.

11 O rei foi cativado pela sua beleza; honre-o, pois ele é o seu senhor.

12 A cidade de Tiro trará seus presentes; seus moradores mais ricos buscarão o seu favor.

13 Cheia de esplendor está a princesa em seus aposentos, com vestes enfeitadas de ouro.

14 Em roupas bordadas é conduzida ao rei, acompanhada de um cortejo de virgens; são levadas à tua presença.

15 Com alegria e exultação são conduzidas ao palácio do rei.

16 Os teus filhos ocuparão o trono dos teus pais; por toda a terra os farás príncipes.

17 Perpetuarei a tua lembrança por todas as gerações; por isso as nações te louvarão para todo o sempre.




 

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Reflexão: Quem julga os outros, sem ser juiz?

Julgar os outros: um hábito comum em pessoas frustradas


"As pessoas, seja qual for sua religião, condição social ou procedência, esperam que a justiça seja aplicada na sociedade.  Falar de justiça implica tratar incontáveis questões, mas neste artigo vamos nos centrar em um plano que não tem nada a ver com o direito canônico: falaremos do sentir psicológico de julgar e ser julgado na vida diária. “É muito mais difícil julgar a si mesmo do que julgar os outros” – Antoine do Saint Exupéry – Poderíamos dizer que certas pessoas não julgam situações de forma pontual e isolada, mas assumiram o papel de juízes para os pequenos eventos da existência dos outros, sem que ninguém tenha pedido que fizessem isso.  Por que a sociedade está cheia de falsos juízes? Por que assumem seus julgamentos de valor como válidos para eles e para outros? Como chegaram até esse ponto? “Odeio os julgamentos que só esmagam e não transformam” – Elías Canetti – Será interessante ver algumas características que esses juízes sem toga compartilham, já que exercem como executores das sentenças mais daninhas e tóxicas em relação a todos os que estão ao seu redor.  As pessoas que julgam os outros:  – Costumam detestar grande parte de sua vida e por isso tentam, na medida do possível, conseguir intoxicar a dos outros.  – Não estão satisfeitas com o que fazem e não lidam bem com o fato de que alguém esteja satisfeito.  – Não são fáceis de detectar porque não são pessoas frias ou más, mas estão tremendamente frustradas e a frustração conduz à agressão, que se manifesta de muitas formas diferentes.  – Estão atormentadas pelas decisões que tomaram, possivelmente impostas por outros ou pelas circunstâncias sem terem sido desejadas. Elas mantêm uma relação de conflito psíquico com esse tipo de evento de sua vida.  – Querem justificar a trajetória de sua vida desacreditando a vida dos outros. Em algumas situações aludem ao famoso enunciado: “Não estou tão mal assim, olhe a vida da fulana”.  – Sem dúvida nenhuma, falam de pessoas e não de ideias.  – Dão opiniões em relação aos outros não sob um prisma global que compreenda tanto as falhas quanto os acertos cometidos por essa pessoa. Julgam se apoiando em heurísticos que lhes ancoram no reducionismo, na simplicidade e na subjetividade.  – Costumam ter valores que não são usados para dar calma a eles mesmos e ao seu entorno, a não ser para julgar os outros de forma constante.  – Não possuem hobbies e atividades que considerem interessantes.  – São muito pouco autocríticos com o que eles realizam. Não gostam de se sentirem julgados em uma tarefa que implique demonstrar seu desempenho.  – Irritam-se com facilidade.  – Os sucessos dos outros se devem a causas externas, instáveis e específicas, e os seus a causas internas, não decorrentes da situação. Ou seja, seu sucesso é justificado, mas o dos outros normalmente é produto da sorte.  –Não costumam expressar opiniões na presença de muitas pessoas. Não é interessante para eles como prática, pois pode deixá-los em evidência.  – Suas críticas refletem na maioria das ocasiões o desejo por experimentar o que a vida lhes negou ou que eles não puderam alcançar."

"As pessoas, seja qual for sua religião, condição social ou procedência, esperam que a justiça seja aplicada na sociedade.

Falar de justiça implica tratar incontáveis questões, mas neste artigo vamos nos centrar em um plano que não tem nada a ver com o direito canônico: falaremos do sentir psicológico de julgar e ser julgado na vida diária.
“É muito mais difícil julgar a si mesmo do que julgar os outros”
– Antoine do Saint Exupéry –
Poderíamos dizer que certas pessoas não julgam situações de forma pontual e isolada, mas assumiram o papel de juízes para os pequenos eventos da existência dos outros, sem que ninguém tenha pedido que fizessem isso.

Por que a sociedade está cheia de falsos juízes? Por que assumem seus julgamentos de valor como válidos para eles e para outros? Como chegaram até esse ponto?
“Odeio os julgamentos que só esmagam e não transformam”
– Elías Canetti –
Será interessante ver algumas características que esses juízes sem toga compartilham, já que exercem como executores das sentenças mais daninhas e tóxicas em relação a todos os que estão ao seu redor.

As pessoas que julgam os outros:

– Costumam detestar grande parte de sua vida e por isso tentam, na medida do possível, conseguir intoxicar a dos outros.

– Não estão satisfeitas com o que fazem e não lidam bem com o fato de que alguém esteja satisfeito.

– Não são fáceis de detectar porque não são pessoas frias ou más, mas estão tremendamente frustradas e a frustração conduz à agressão, que se manifesta de muitas formas diferentes.

– Estão atormentadas pelas decisões que tomaram, possivelmente impostas por outros ou pelas circunstâncias sem terem sido desejadas. Elas mantêm uma relação de conflito psíquico com esse tipo de evento de sua vida.

– Querem justificar a trajetória de sua vida desacreditando a vida dos outros. Em algumas situações aludem ao famoso enunciado: “Não estou tão mal assim, olhe a vida da fulana”.

– Sem dúvida nenhuma, falam de pessoas e não de ideias.

– Dão opiniões em relação aos outros não sob um prisma global que compreenda tanto as falhas quanto os acertos cometidos por essa pessoa. Julgam se apoiando em heurísticos que lhes ancoram no reducionismo, na simplicidade e na subjetividade.

– Costumam ter valores que não são usados para dar calma a eles mesmos e ao seu entorno, a não ser para julgar os outros de forma constante.

– Não possuem hobbies e atividades que considerem interessantes.

– São muito pouco autocríticos com o que eles realizam. Não gostam de se sentirem julgados em uma tarefa que implique demonstrar seu desempenho.

– Irritam-se com facilidade.

– Os sucessos dos outros se devem a causas externas, instáveis e específicas, e os seus a causas internas, não decorrentes da situação. Ou seja, seu sucesso é justificado, mas o dos outros normalmente é produto da sorte.

–Não costumam expressar opiniões na presença de muitas pessoas. Não é interessante para eles como prática, pois pode deixá-los em evidência.

– Suas críticas refletem na maioria das ocasiões o desejo por experimentar o que a vida lhes negou ou que eles não puderam alcançar."
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Fonte: http://www.resilienciamag.com/julgar-os-outros-um-habito-comum-em-pessoas-frustradas/

Meditando o aprendido no evangelho...

"Falai e procedei como pessoas que vão ser julgadas pela Lei da liberdade. Pensai bem: O juízo vai ser sem misericórdia para quem não praticou misericórdia; a misericórdia, porém, triunfa do juízo." (Tg. 2,12-13)

"Não faleis mal dos outros, irmãos. Quem fala mal de seu irmão ou o julga, fala mal da Lei e julga-a. Ora... um só é o legislador e juiz: aquele que é capaz de salvar e de fazer perecer. Tu, porém, quem és, para julgares o teu próximo?" (Tg. 4, 11-12)

domingo, 18 de dezembro de 2016

Filosofia: Eduardo Galeano (1940-2015)

“Muita gente pequena, em pequenos lugares, fazendo coisas pequenas podem transformar o mundo.”
“Em 1492, os nativos descobriram que eram índios. Descobriram que viviam num lugar chamado América. Descobriram que estavam nus, que existia o pecado. Descobriram que deviam obediência a um rei e uma rainha de outro mundo, e a um deus de outro céu. E que esse deus havia inventado a culpa e o vestido, e que mandou queimar vivo quem adorasse o sol, a lua, a terra e a chuva que a molha.”
“Os países que dão as ordens no mundo, através dos organismos que criaram para dar as ordens no mundo, ditam as ordens ao mundo mas não as seguem. Sim, porque eles são sádicos, mas não masoquistas.”



“As guerras mentem. Nenhuma tem a honestidade de confessar: eu mato para roubar. As sempre invocam motivos nobres. Matam em nome da paz, em nome da civilização, em nome do progresso, em nome da democracia, e para que não reste dúvidas, se nenhuma dessas mentiras não for suficiente, aparecem os meios de comunicação dispostos a inventar novos inimigos imaginários, para justificar a conversão do mundo em um grande manicômio, e imenso matadouro.”
“Os cientistas dizem que estamos feitos de átomos, mas um passarinho me contou que estamos feitos de histórias.”
“O futebol corre o perigo de se tornar um negócio tão rentável quando o das drogas e das armas. O que vai acabar com o miserável torcedor que vive da sua paixão, que dorme na porta do clube, ou o mendigo do bom futebol, que anda de estádio em estádio, com seu chapéu nas mãos, pedindo “uma jogadinha brilhante pelo amor de Deus.”
“A liberdade do dinheiro é inimiga da liberdade das pessoas.”

"Reunimos acima algumas das facetas de Eduardo Galeano em sete frases suas. A do uruguaio que sonhou com a grande transformação em pequenas proporções, a do historiador da América Latina e suas veias abertas, a do questionador da ordem mundial, a do jornalista que denunciava o saqueamento e a matança dos países pobres, a do mais sensível contador de histórias, a do escritor amante do bom futebol (torcedor do Nacional, para os que tinham alguma dúvida) e a do defensor, através da poesia, da liberdade que interessa a todos, e não a alguns poucos.
Faltou a do autor que soube, como poucos, mesclar a realidade e a ficção, em suas deliciosas narrativas. Mas para isso, convidamos a que busquem o seu legado e leiam seus livros, não este mero blog."

Fonte: Carta Capital: 13 de abril de 2015 em Cultura Latina.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Ayahuasca - Caminho para o interior divino


Vídeo documentário sobre o uso religioso do enteógeno ayahuasca. Um retrato dos que fazem dela sua ferramenta de desenvolvimento espiritual. Produção, filmagem e edição: Beatriz Meira Matos





"Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo
Eu vou limpando e defumando
Todos os seres são bem-vindos pra ajudar
Vamos limpar e harmonizar
Que o salão é da Rainha
E deve ser preparado com carinho
A harmonia começa em cada um
Com paz e amor no coração
Limpando tudo aquilo que não serve mais
Vou colocando cada coisa em seu lugar
Junto ao Cruzeiro, oito rosas pra Iemanjá
E viva a Rainha do Mar!
Seu Sete Flechas e os caboclos curadores
Trazem as essências da floresta
Doces perfumes, fina alfazema
Paz e alegria pra nossa festa
Respiro luz, paz, amor, tranqüilidade
A nossa casa só tem bondade
Pois já estamos na estrada do amor
E falta pouco para chegar"

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Oxum, a Rainha da Água Doce

No sincretismo religioso brasileiro, apenas mudando o nome, Nossa Senhora da Conceição é Oxum. Rainha da água doce, das riquezas subterrâneas, dona dos rios, riachos, nascentes, mananciais, cascatas e cachoeiras... 

Ora Iê Iê Ô!




OXUM: (Oshun, Ọsun ou Oschun) na Mitologia Yoruba, é um Orixá feminino (Yabá), seu nome deriva do rio Ọsun que corre na Iorubalândia, na região nigeriana de Ijexá e Ijebu. 

Na Umbanda Orixá da Água Doce. Guardiã das minas de ouro e riquezas do sub-solo. Sincretiza-se com várias Nossas Senhoras, as representadas em imagens com querubins aos seus pés. 

O sincretizmo mais conhecido é o com Nossa Senhora Aparecida, Santa Luzia, Nossa Senhora dos Navegantes e Nossa Senhora da Conceição. 

SAUDAÇÃO: Orayê-yê mamãe Oxum no Candomblé e Aiê-iê-ô na Umbanda

COR: Amarelo

AMALÁ: (Oferenda para Oxum): 7 velas brancas e 7 amarelo claro, água mineral canjica branca, fitas amarelo claro e branca. Local de entrega na margem de um rio limpo e lajeado, ao lado de uma bela cascata ou cachoeira


ERVAS: (Banho de descarrego): Erva Cidreira – Gengibre – Camomila – Arnica –Trevo Azedo ou grande- Chuva de Ouro – Manjericona – Erva Santa Maria – Gengibre – Calêndula

ORAÇÃO: "Oh Mãe Oxum! Senhora dos rios e cascatas. Orixá das águas claras que lavam os males do mundo.  Deusa do Amor! Que o canto de suas águas embale meus sentimentos alimentando meu coração com as vibrações de paz e perdão. Senhora do ouro, clareia meus caminhos. Ora-ie-iê-Ô mamãe Oxum!"


Clique nos links abaixo para ver mais sobre cada Orixá:
   


quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Intolerância Religiosa

Professor processa livraria e cliente por intolerância religiosa no Rio

via Agência Brasil (EBC)



"O professor de sociologia do Instituto Federal de Educação da Bahia Leonardo Rangel processou a Livraria Vozes, no Rio de Janeiro, e uma cliente do estabelecimento por intolerância religiosa que sofreu dentro da livraria, na Rua Gonçalves Dias, no centro, na sexta-feira passada (2).

Em viagem a trabalho na capital fluminense, o professor baiano lamentou ter sido vítima desse tipo de crime em uma cidade que considera a “mais linda do mundo, com pessoas hospitaleiras e acolhedoras”. Rangel contou que estava na livraria quando uma senhora começou a agredi-lo ao descobrir que era candomblecista. 

“Quando viu minha conta de Ogum no pescoço, ela disse: 'cruz-credo' e saiu de perto de mim. Mas continuou falando por uns 10 minutos que esta religião não prestava, que era coisa do diabo”, contou ele.

Rangel disse que nunca tinha sofrido esse tipo de preconceito e que ficou quieto esperando para pagar o livro que tinha escolhido. "Finalmente, ela disse que gente como eu deveria ser proibida de entrar na loja. Vá ao lugar onde eles ficam para ver como será tratada”, narrou a vítima. 

O professor ressaltou ter informado à senhora que intolerância religiosa é crime. “Ela debochou dizendo que estava morrendo de medo e até tremendo”. 

Leonardo Rangel  destacou que os funcionários da livraria pareciam conhecer a cliente, que os tratava com intimidade, e que em nenhum momento ela foi interpelada por alguém do estabelecimento para que parasse com as agressões. 

Segundo o professor, a decisão de denunciar o crime às autoridades não foi fácil. “No dia, fiquei sem reação. Só fiz o boletim de ocorrência no dia seguinte. Sou tímido, resguardado, mas não poderia me calar."

No sábado (3), ele procurou o advogado Hélio Silva, especialista nesse tipo de crime. Silva solicitou judicialmente que a agressora seja responsabilizada na área penal e que a Livraria Vozes seja cobrada administrativamente, com pedido de cassação do alvará de funcionamento, com base na Lei Estadual 6.483/13, e na área cível, com pedido de indenização por danos morais.

A Polícia vai tentar identificar a cliente acusada de agressão examinando imagens das câmeras de segurança da livraria.

Leonardo espera que seu ato sirva de exemplo para outras vítimas de intolerância religiosa e que as denúncias ajudem a inibir esse tipo de crime. “A intolerância tem crescido muito, inclusive, contra as religiões de matriz afro-brasileira. Se me calasse, estaria compactuando com isso. Estou fazendo minha função social enquanto educador, enquanto adepto do candomblé, e espero que a justiça seja feita para que os culpados arquem com as consequências do crime que cometeram.”

A assessoria de imprensa da Editora Vozes lamentou que o caso tenha ocorrido em loja da empresa, e informou que tomará as devidas providências. “Reforçamos que o nosso trabalho vem sendo pautado pelos propósitos e valores expressos em nossa missão e todos os nossos produtos e serviços estão coerentes com a mesma”, diz a nota de posicionamento da Vozes."

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Diferença entre religião e espiritualidade

6 DIFERENÇAS ENTRE RELIGIÃO E ESPIRITUALIDADE




Dizer às pessoas que você é espiritual, mas não religioso é muitas vezes visto como alguém confuso. As pessoas tendem a pensar na espiritualidade como algo muito estranho e misterioso. Elas ainda fazem um esforço para diferenciá-lo de quem pertence a uma religião, e isto só acontece porque boa parte das pessoas na sociedade moderna tem medo de serem manipuladas e tem uma falta de conhecimento quando se trata de assuntos não-materiais.

A verdade desta questão é que a espiritualidade é talvez a coisa mais natural que exista, é simplesmente seu próprio consciente reconhecendo de que você é mais do que apenas um corpo, que você é uma alma com um potencial infinito.

Para simplificar o que eu estou tentando explicar, aqui está uma pequena lista de coisas que ajudam a destacar as diferenças entre religião e espiritualidade.

Não há regras para a espiritualidade

Ao invés de seguir uma ideologia específica ou um conjunto de regras, a espiritualidade simplesmente permite que você siga o seu coração, ela incentiva você a ouvir a sua intuição e fazer o que é certo para si e para os outros ao seu redor. Na verdade ela o deixa livre para agir da melhor forma que possa e ser uma boa pessoa com nenhuma promessa de punição ou recompensa. A recompensa é simplesmente a sua própria felicidade interior.

Espiritualidade é baseada somente no amor e não no medo

Existe muito medo pautando todas as religiões. O medo das conseqüências de suas ações, o medo do que poderia acontecer depois de morrer se você não viver a sua vida em conformidade. E com a espiritualidade só há amor, ela incentiva você a concentrar toda a sua energia apenas no bem, e agir apenas com base no amor. Este é um ponto chave para mim, porque qualquer escolha feita por medo não pode ser bom para a sua alma. Já, as decisões feitas por amor o torna mais corajoso e servem de alimento a sua alma. A espiritualidade te mostra como ficar de pé apesar de ter medo, como seguir em frente fazendo o que você acha que é certo, apesar das consequências que podem vir.

A Religião lhe diz a verdade – A Espiritualidade permite que você a descubra

Em oposição a dizer-lhe por A mais B como o universo foi criado e por que estamos aqui, a espiritualidade permite que você investigue estas perguntas e encontre as respostas por si mesmo. Ela habilita você a encontrar sua própria verdade em todas as coisas e não estabelece limites para o quão profundo você pode ir em compreender tudo que há para saber.

A Religião separa, a Espiritualidade une

Neste mundo que vivemos existem muitas religiões e todas elas pregam que a sua história é a história certa. Espiritualidade vê a verdade em todos elas e as une, porque a verdade é a mesma para todos nós, apesar de nossas diferenças e singularidades. Centra-se na qualidade da mensagem divina que elas compartilham e não nas diferenças de detalhes da história contada por cada uma.

A diferença entre Karma e Castigo

Em vez de falar sobre a punição ou a ameaça do inferno, a Espiritualidade só fala sobre Karma. É a lei da atração, em que você só recebe o que dá. Simples assim.

Trilhar seu próprio caminho

Em vez de histórias ancestrais sobre anjos e deuses, espiritualidade incentiva você a fazer o seu próprio caminho e criar suas próprias histórias. Isto o coloca uma jornada de esclarecimento e auto-descoberta de que os únicos limites podem ser definidos por você mesmo. Ela o incentiva a confiar em seu coração e segui-lo onde quer que ele possa levá-lo.

Se você olhar para a religião tudo decorre de uma profunda espiritualidade. Jesus e o profeta Maomé, por exemplo, tinham profundas jornadas espirituais antes de terem embarcado em suas próprias viagens. Então, eu confio que toda a religião tem a sua verdade nisso, e que muitas pessoas podem ser verdadeiramente tanto belas almas como religiosas, ao mesmo tempo, mas em última análise, qualquer coisa que separa você ou cria divisão não é boa para sua alma e, definitivamente, não é boa para o bem maior da humanidade.

Espiritualidade lembra-nos que não estamos separados, que não existem fronteiras, que não existem divisões de raças e culturas. A verdade é que somos todos um e que a única coisa constante é o Amor.

Escrito por: Kasim Khan do site thespiritscience.com. Tradução livre.

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