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sábado, 22 de janeiro de 2022

André Luiz: 'Temas Importunos', trecho do livro 'Sinal Verde'

"Doenças.  Crimes.  Intrigas.  Crítica.  Sarcasmo.  Contendas domésticas.  Desajustes alheios.  Conflitos sexuais.  Divórcios.  Notas deprimentes com referência aos irmãos considerados estrangeiros.  Racismo.  Preconceitos sociais.  Divergências políticas.  Atritos religiosos.  Auto-elogio.  Carestia da vida.  Males pessoais.  Lamentações.  Comparações pejorativas.  Recordações infelizes.  Reprovação a serviços públicos.  Escândalos.  Infidelidade conjugal.  Pornografia.  Comentários desprimorosos quanto à casa dos outros.  Anedotário inconveniente.  Histórias chulas.  Certamente não existem assuntos indignos da palavra e todos eles podem ser motivo de entendimento e de educação, mas sempre que os temas importunos ou difíceis forem lembrados, em qualquer conversação, o equilíbrio e a prudência devem ser chamados ao verbo em manifestação, para que o respeito aos outros não se mostre ferido."  Chico Xavier e  André Luiz

"Doenças.

Crimes.

Intrigas.

Crítica.

Sarcasmo.

Contendas domésticas.

Desajustes alheios.

Conflitos sexuais.

Divórcios.

Notas deprimentes com referência aos irmãos considerados estrangeiros.

Racismo.

Preconceitos sociais.

Divergências políticas.

Atritos religiosos.

Auto-elogio.

Carestia da vida.

Males pessoais.

Lamentações.

Comparações pejorativas.

Recordações infelizes.

Reprovação a serviços públicos.

Escândalos.

Infidelidade conjugal.

Pornografia.

Comentários desprimorosos quanto à casa dos outros.

Anedotário inconveniente.

Histórias chulas.

Certamente não existem assuntos indignos da palavra e todos eles podem ser motivo de entendimento e de educação, mas sempre que os temas importunos ou difíceis forem lembrados, em qualquer conversação, o equilíbrio e a prudência devem ser chamados ao verbo em manifestação, para que o respeito aos outros não se mostre ferido."


André Luiz
Lição 29 do livro 'Sinal Verde'
Psicografia de Chico Xavier




segunda-feira, 3 de junho de 2019

Salmo LXIV: "Deus castigará os opressores"

Salmo de Davi para o cantor-mor, clamando a Deus, seu único refúgio. No Salmo 64 vemos uma forte oração de Davi pedindo a proteção de Deus diante das ameaças de seus inimigos. O justo se alegrará em Deus pois está sempre a sombra de seus olhos. O Salmo 64 é poderoso para esclarecer verdades ocultas e revelar mistérios que bloqueiam os caminhos para o sucesso. Traz proteção contra caluniadores e opressores, afastando pessoas de língua afiada e maliciosas. Proteção contra todos os inimigos e contra fofoca.

Salmo 64

1. Ouve, ó Deus, a minha voz na minha queixa; preserva a minha voz na minha queixa; preserva a minha vida do horror do inimigo.

2. Esconde-me do secreto conselho dos maus, e do ajuntamento dos que praticam a iniqüidade,

3. os quais afiaram a sua língua como espada, e armaram por suas flechas palavras amargas.

4. Para em lugares ocultos atirarem sobre o íntegro; disparam sobre ele repentinamente, e não temem.

5. Firmam-se em mau intento; falam de armar laços secretamente, e dizem: Quem nos verá?

6. Planejam iniqüidades; ocultam planos bem traçados; pois o íntimo e o coração do homem são inescrutáveis.

7. Mas Deus disparará sobre eles uma seta, e de repente ficarão feridos.

8. Assim serão levados a tropeçar, por causa das suas próprias línguas; todos aqueles que os virem fugirão.

9. E todos os homens temerão, e anunciarão a obra de Deus, e considerarão a obra de Deus, e considerarão prudentemente os seus feitos.

10. O justo se alegrará no Senhor e confiará nele, e todos os de coração reto cantarão louvores.


segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Reflexão: Quem julga os outros, sem ser juiz?

Julgar os outros: um hábito comum em pessoas frustradas


"As pessoas, seja qual for sua religião, condição social ou procedência, esperam que a justiça seja aplicada na sociedade.  Falar de justiça implica tratar incontáveis questões, mas neste artigo vamos nos centrar em um plano que não tem nada a ver com o direito canônico: falaremos do sentir psicológico de julgar e ser julgado na vida diária. “É muito mais difícil julgar a si mesmo do que julgar os outros” – Antoine do Saint Exupéry – Poderíamos dizer que certas pessoas não julgam situações de forma pontual e isolada, mas assumiram o papel de juízes para os pequenos eventos da existência dos outros, sem que ninguém tenha pedido que fizessem isso.  Por que a sociedade está cheia de falsos juízes? Por que assumem seus julgamentos de valor como válidos para eles e para outros? Como chegaram até esse ponto? “Odeio os julgamentos que só esmagam e não transformam” – Elías Canetti – Será interessante ver algumas características que esses juízes sem toga compartilham, já que exercem como executores das sentenças mais daninhas e tóxicas em relação a todos os que estão ao seu redor.  As pessoas que julgam os outros:  – Costumam detestar grande parte de sua vida e por isso tentam, na medida do possível, conseguir intoxicar a dos outros.  – Não estão satisfeitas com o que fazem e não lidam bem com o fato de que alguém esteja satisfeito.  – Não são fáceis de detectar porque não são pessoas frias ou más, mas estão tremendamente frustradas e a frustração conduz à agressão, que se manifesta de muitas formas diferentes.  – Estão atormentadas pelas decisões que tomaram, possivelmente impostas por outros ou pelas circunstâncias sem terem sido desejadas. Elas mantêm uma relação de conflito psíquico com esse tipo de evento de sua vida.  – Querem justificar a trajetória de sua vida desacreditando a vida dos outros. Em algumas situações aludem ao famoso enunciado: “Não estou tão mal assim, olhe a vida da fulana”.  – Sem dúvida nenhuma, falam de pessoas e não de ideias.  – Dão opiniões em relação aos outros não sob um prisma global que compreenda tanto as falhas quanto os acertos cometidos por essa pessoa. Julgam se apoiando em heurísticos que lhes ancoram no reducionismo, na simplicidade e na subjetividade.  – Costumam ter valores que não são usados para dar calma a eles mesmos e ao seu entorno, a não ser para julgar os outros de forma constante.  – Não possuem hobbies e atividades que considerem interessantes.  – São muito pouco autocríticos com o que eles realizam. Não gostam de se sentirem julgados em uma tarefa que implique demonstrar seu desempenho.  – Irritam-se com facilidade.  – Os sucessos dos outros se devem a causas externas, instáveis e específicas, e os seus a causas internas, não decorrentes da situação. Ou seja, seu sucesso é justificado, mas o dos outros normalmente é produto da sorte.  –Não costumam expressar opiniões na presença de muitas pessoas. Não é interessante para eles como prática, pois pode deixá-los em evidência.  – Suas críticas refletem na maioria das ocasiões o desejo por experimentar o que a vida lhes negou ou que eles não puderam alcançar."

"As pessoas, seja qual for sua religião, condição social ou procedência, esperam que a justiça seja aplicada na sociedade.

Falar de justiça implica tratar incontáveis questões, mas neste artigo vamos nos centrar em um plano que não tem nada a ver com o direito canônico: falaremos do sentir psicológico de julgar e ser julgado na vida diária.
“É muito mais difícil julgar a si mesmo do que julgar os outros”
– Antoine do Saint Exupéry –
Poderíamos dizer que certas pessoas não julgam situações de forma pontual e isolada, mas assumiram o papel de juízes para os pequenos eventos da existência dos outros, sem que ninguém tenha pedido que fizessem isso.

Por que a sociedade está cheia de falsos juízes? Por que assumem seus julgamentos de valor como válidos para eles e para outros? Como chegaram até esse ponto?
“Odeio os julgamentos que só esmagam e não transformam”
– Elías Canetti –
Será interessante ver algumas características que esses juízes sem toga compartilham, já que exercem como executores das sentenças mais daninhas e tóxicas em relação a todos os que estão ao seu redor.

As pessoas que julgam os outros:

– Costumam detestar grande parte de sua vida e por isso tentam, na medida do possível, conseguir intoxicar a dos outros.

– Não estão satisfeitas com o que fazem e não lidam bem com o fato de que alguém esteja satisfeito.

– Não são fáceis de detectar porque não são pessoas frias ou más, mas estão tremendamente frustradas e a frustração conduz à agressão, que se manifesta de muitas formas diferentes.

– Estão atormentadas pelas decisões que tomaram, possivelmente impostas por outros ou pelas circunstâncias sem terem sido desejadas. Elas mantêm uma relação de conflito psíquico com esse tipo de evento de sua vida.

– Querem justificar a trajetória de sua vida desacreditando a vida dos outros. Em algumas situações aludem ao famoso enunciado: “Não estou tão mal assim, olhe a vida da fulana”.

– Sem dúvida nenhuma, falam de pessoas e não de ideias.

– Dão opiniões em relação aos outros não sob um prisma global que compreenda tanto as falhas quanto os acertos cometidos por essa pessoa. Julgam se apoiando em heurísticos que lhes ancoram no reducionismo, na simplicidade e na subjetividade.

– Costumam ter valores que não são usados para dar calma a eles mesmos e ao seu entorno, a não ser para julgar os outros de forma constante.

– Não possuem hobbies e atividades que considerem interessantes.

– São muito pouco autocríticos com o que eles realizam. Não gostam de se sentirem julgados em uma tarefa que implique demonstrar seu desempenho.

– Irritam-se com facilidade.

– Os sucessos dos outros se devem a causas externas, instáveis e específicas, e os seus a causas internas, não decorrentes da situação. Ou seja, seu sucesso é justificado, mas o dos outros normalmente é produto da sorte.

–Não costumam expressar opiniões na presença de muitas pessoas. Não é interessante para eles como prática, pois pode deixá-los em evidência.

– Suas críticas refletem na maioria das ocasiões o desejo por experimentar o que a vida lhes negou ou que eles não puderam alcançar."
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Fonte: http://www.resilienciamag.com/julgar-os-outros-um-habito-comum-em-pessoas-frustradas/

Meditando o aprendido no evangelho...

"Falai e procedei como pessoas que vão ser julgadas pela Lei da liberdade. Pensai bem: O juízo vai ser sem misericórdia para quem não praticou misericórdia; a misericórdia, porém, triunfa do juízo." (Tg. 2,12-13)

"Não faleis mal dos outros, irmãos. Quem fala mal de seu irmão ou o julga, fala mal da Lei e julga-a. Ora... um só é o legislador e juiz: aquele que é capaz de salvar e de fazer perecer. Tu, porém, quem és, para julgares o teu próximo?" (Tg. 4, 11-12)

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

"Corrija suas imperfeições", reflexão de C. Torres Pastorino


"Criticar os outros é atitude fácil, cômoda. 
É tendência da maioria.

A auto-crítica já não é comum. 

Nem todos tem coragem de enfrentar sua própria realidade.

As pessoas quase sempre vivem em fuga. 
Vivem se distraindo com as coisas de fora, deixando o tempo passar.

Se você quer assumir compromisso sério com sua renovação interior, pode combater as próprias imperfeições por etapa, progressivamente.

Primeiro, a sinceridade de reconhecer as deficiências que carrega; 
depois, a disposição de combatê-las.

Analise uma dificuldade íntima que lhe esteja causando maiores problemas e trabalhe no sentido de eliminar o mal pela raiz, prossiga burilando sua alma em todos os ângulos.

Evite escapatórias.
Enfrente a realidade e liberte sua consciência."


via 'FRATERLUZ'
Fraternidade Espírita Luz do Cristianismo

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DICA DE LEITURA:


Editora Vozes; Edição: 41 (2008)
Capa plástica (Português) 
Disponível também para Kindle (e-book)

É um pequeno grande livro de bolso repleto de pensamentos que inspiram e alentam. Apresenta reflexões, pensamentos, conselhos curtos e penetrantes que auxiliam nas horas difíceis e, nos momentos leves, alegram e elevam a alma.

Os temas são de serenidade, paz e harmonia.

Minutos de Sabedoria é uma obra de filosofia motivacional e inspiratória, escrita para as pessoas que buscam elevar-se moral, intelectual e espiritualmente. Neste livro estão reunidos pequenos pensamentos de sabedoria, que nos transmitem luz, paz, amor e serenidade, elevando nosso espírito a Deus.

Sua origem foi o programa "Três Minutos de Sabedoria", da Rádio Copacabana, do Rio de Janeiro, onde o próprio C. Torres Pastorino apresentava ao microfone os pensamentos que escrevera durante o dia. O autor resolveu compilar esses pensamentos em livro, que foi publicado pela Sabedoria Livraria Editora, em 1960. Clique aqui e adquira o exemplar que melhor cabe no seu bolso...

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Fofoca :: As Três Peneiras de Sócrates



Um dia, alguém aflita veio falar com Sócrates (o filósofo grego):

- Sócrates, você viu o que seu amigo fez? Vou contar-lhe.

- Um momento - interrompeu o filósofo - você já passou isso que tem a me dizer por Três Peneiras?

- Três Peneiras? - perguntou a pessoa admirada - Sim meu caro, Três Peneiras... a primeira é a verdade. Você verificou se tudo que tem a me dizer é verdadeiro?

- Não, eu ouvir dizer e…

- Bem, mas você deve ter examinado tudo com a segunda peneira, a da bondade. Já que isso que você quer me dizer comprovadamente não é verdadeiro, pelo menos é bom?

Gaguejando, a pessoa respondeu:

- Não, pelo contrario…

Continuou Sócrates...

 - Então vamos aplicar também a terceira peneira e perguntar se é necessário contar-me isso que tanto te aflige.

- Bem, necessário propriamente não é…

Sorriu o filósofo:

- Se o que você tem a me contar não é verdadeiro, nem bom, nem necessário, esqueça e não nos incomodemos mais com isso!

_-_-_-_
Êxodo 20:16: “Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.” - Palavras do próprio Deus, quando ditava os mandamentos.
_-_-_-_

Quem da ouvido a fofoca tira conclusões sobre coisas que não sabe se é verdade. A verdade é que fofoqueiro tanto é quem faz quanto quem escuta fofoca. A cabeça não foi feita só pra usar chapéu! Devemos usar a inteligência que Deus nos deu, o que nos diferencia dos animais, dando ouvido apenas a fatores que venham para edificar.

Aplicando as três peneiras, automaticamente, você vai se prevenir das consequências nefastas que a maledicência possa causar, dando um “chega para lá” nos fofoqueiros de plantão. Seja determinado e não se deixe contaminar. Lembre-se que a verdade e a franqueza são indispensáveis, serão sempre suas aliadas contra qualquer fofoca.




quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Não se escravize às opiniões da leviandade ou da ignorância

Não se escravize as opiniões da leviandade ou da ignorância - Torres Pastorino - Minutos de Sabedoria

"Não importa o que os outros pensam ou dizem de nós.
O que verdadeiramente importa é aquilo que realmente somos.
Tenha sua consciência tranqüila, mesmo que seja condenado.
Não se esqueça que Jesus foi condenado, e Herodes foi o vencedor momentâneo.
Mas responda: qual dos dois foi verdadeiramente o vencedor?"





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