Nosso conteúdo é vasto! Faça sua busca personalizada e encontre o que está procurando...

Translate

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Mitologia Hindu: Brahma, Devas, Shiva, Trimurti, Varuna e Vishnu

A mitologia hindu é provavelmente uma das mais antigas do mundo. Seus primeiros mitos remontam a talvez 8000 anos e nasceram numa região conhecida como Vale do Indo (atual Paquistão)


Brahma é o primeiro deus da Trimurti, a trindade hindu mas não recebe tanta importância como os outros dois: Vishnu e Shiva. Brahma é considerado pelos hindus a representação da força criadora ativa no universo.  A visão de universo pelos hindus e cíclica. Depois que um universo é destruído por Shiva, Vishnu se encontra dormindo e flutuando no oceano primordial. Quando o próximo universo está para ser criado, Brahma aparece montado num Lótus, que brotou do umbigo de Vishnu e recria todo o universo.    Devas são Espíritos intimamente ligados e integrados à natureza, trabalhando nela sem questionar. Não são bons nem maus, mas podem ser manipulados pelos humanos para finalidades boas ou ruins.  Em um certo ponto de evolução, eles se individualizam, e podem ser confundidos com anjos, ou fadas. Em um certo estado de consciência, algumas pessoas podem vê-los. Podem se apresentar como gnomos, duendes, fadas, sereias, sílfides e outros.    Shiva é um deus (“Deva”) hindu, o Destruidor (ou o Transformador), participante da Trimurti juntamente com Brahma, o Criador, e Vishnu, o Preservador. Uma das duas principais linhas gerais do Hinduísmo é chamada de Shivaísmo em referência a Shiva.    Trimurti é a trindade divina do Hinduísmo, é composta pelos três principais deuses: Brahma, Vishnu e Shiva. Sendo Brahma a força criadora, Vishnu a força conservadora e Shiva a força destruidora.  O conceito de Trimurti tomou maturidade na época do chamado período Purânico. A Trimurti significa o caminho cíclico do tempo Hindu. Embora Vishnu e Shiva atraiam fortes cultos e adorações, o Senhor Brahma tende a arrastar-se para um plano secundário, como um deus criador. Frequentemente, a Trimurti é retratada como uma figura de três cabeças, devido a uma encarnação dela em Datattreya.    Varuna é um deus indiano da criação. Possivelmente é a mais augusta divindade do panteão védico. Varuna era um deus arquiteto e ferreiro, devido a isso possuía um conhecimento infinito. Organizou os ciclos do Sol, colocou cada rio em seu caminho, ordenou as fases da Lua, estruturou o relevo da Terra e se encarregou de nunca deixar o oceano cheio demais.  Por tudo isso ele tornou-se o rei dos deuses e assim pôde dominar também sobre o destino dos homens; sustentado a vida e a protegendo do mal. Porém um grande monstro desafiou os deuses e também Varuna. E uma profecia revelou que Varuna não poderia vencê-lo. O único capaz de vencer o monstro seria Indra, que ainda nasceria, e após vencer, tomaria o lugar de Varuna.  Varuna tentou impedir o nascimento de Indra, mas foi impossível, o jovem deus nasceu e tendo poder sobre os raios e tempestades venceu o monstro e se tornou o novo rei dos deuses. Varuna então se tornou o rei dos oceanos e senhor da Noite, dividindo o céu com Surya, o deus do Dia.     Na mitologia hindu, Vishnu (em hindi, विष्‍ण, da raiz sans. vishva = tudo), juntamente com Shiva e Brahma formam a Trimurti, a trindade divina hindú, sendo Vishnu o deus responsável pela manutenção do universo…  Segundo o hinduísmo, Vishnu vem ao mundo de diversas formas, chamadas avatares, que podem ser humanas, animais ou uma combinação dos dois. Todos esses avatares aparecem ao mundo, quando um grande mal ameaça a Terra, no total, existem dez avatares de Vishnu, das quais nove já se manifestaram no nosso mundo - sendo Rama e Krishna os mais conhecidos - e outra ainda está por vir.

Brahma é o primeiro deus da Trimurti, a trindade hindu mas não recebe tanta importância como os outros dois: Vishnu e Shiva. Brahma é considerado pelos hindus a representação da força criadora ativa no universo.

A visão de universo pelos hindus e cíclica. Depois que um universo é destruído por Shiva, Vishnu se encontra dormindo e flutuando no oceano primordial. Quando o próximo universo está para ser criado, Brahma aparece montado num Lótus, que brotou do umbigo de Vishnu e recria todo o universo.


Devas são Espíritos intimamente ligados e integrados à natureza, trabalhando nela sem questionar. Não são bons nem maus, mas podem ser manipulados pelos humanos para finalidades boas ou ruins.

Em um certo ponto de evolução, eles se individualizam, e podem ser confundidos com anjos, ou fadas. Em um certo estado de consciência, algumas pessoas podem vê-los. Podem se apresentar como gnomos, duendes, fadas, sereias, sílfides e outros.


Shiva é um deus (“Deva”) hindu, o Destruidor (ou o Transformador), participante da Trimurti juntamente com Brahma, o Criador, e Vishnu, o Preservador. Uma das duas principais linhas gerais do Hinduísmo é chamada de Shivaísmo em referência a Shiva.


Trimurti é a trindade divina do Hinduísmo, é composta pelos três principais deuses: Brahma, Vishnu e Shiva. Sendo Brahma a força criadora, Vishnu a força conservadora e Shiva a força destruidora.

O conceito de Trimurti tomou maturidade na época do chamado período Purânico. A Trimurti significa o caminho cíclico do tempo Hindu. Embora Vishnu e Shiva atraiam fortes cultos e adorações, o Senhor Brahma tende a arrastar-se para um plano secundário, como um deus criador. Frequentemente, a Trimurti é retratada como uma figura de três cabeças, devido a uma encarnação dela em Datattreya.


Varuna é um deus indiano da criação. Possivelmente é a mais augusta divindade do panteão védico. Varuna era um deus arquiteto e ferreiro, devido a isso possuía um conhecimento infinito. Organizou os ciclos do Sol, colocou cada rio em seu caminho, ordenou as fases da Lua, estruturou o relevo da Terra e se encarregou de nunca deixar o oceano cheio demais.

Por tudo isso ele tornou-se o rei dos deuses e assim pôde dominar também sobre o destino dos homens; sustentado a vida e a protegendo do mal. Porém um grande monstro desafiou os deuses e também Varuna. E uma profecia revelou que Varuna não poderia vencê-lo. O único capaz de vencer o monstro seria Indra, que ainda nasceria, e após vencer, tomaria o lugar de Varuna.

Varuna tentou impedir o nascimento de Indra, mas foi impossível, o jovem deus nasceu e tendo poder sobre os raios e tempestades venceu o monstro e se tornou o novo rei dos deuses. Varuna então se tornou o rei dos oceanos e senhor da Noite, dividindo o céu com Surya, o deus do Dia. 


Na mitologia hindu, Vishnu (em hindi, विष्‍ण, da raiz sans. vishva = tudo), juntamente com Shiva e Brahma formam a Trimurti, a trindade divina hindú, sendo Vishnu o deus responsável pela manutenção do universo…

Segundo o hinduísmo, Vishnu vem ao mundo de diversas formas, chamadas avatares, que podem ser humanas, animais ou uma combinação dos dois. Todos esses avatares aparecem ao mundo, quando um grande mal ameaça a Terra, no total, existem dez avatares de Vishnu, das quais nove já se manifestaram no nosso mundo - sendo Rama e Krishna os mais conhecidos - e outra ainda está por vir.


Recomendado: estenda sua pesquisa lendo livros sobre o Hinduísmo...




segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Epístola de São Judas Tadeu (Carta de Judas)

1. Judas, servo de Jesus Cristo, irmão de Tiago, aos eleitos amados em Deus Pai e conservados por Jesus Cristo:  2. a misericórdia, a paz e o amor vos sejam dados copiosamente.  3. Caríssimos, desejando vivamente escrever-vos acerca de nossa comum salvação, senti a necessidade de fazê-lo exortando a combaterdes pela fé, que uma vez para sempre foi dada aos santos.  4. Porque dissimuladamente se introduziram alguns homens, já desde tempos antigos, destinados a esta condenação, ímpios que transformam em libertinagem a graça de nosso Deus e negam nosso único soberano e Senhor, Jesus Cristo.  5. Embora saibais tudo, quero, não obstante, lembrar-vos uma vez por todas que o Senhor, depois de salvar o povo do Egito, fez perecer, a seguir, os incrédulos.  6. Os anjos que não guardaram sua dignidade e abandonaram seu domicílio, ele os guardou presos com cadeias eternas nas trevas para o julgamento do grande dia.  7. Da mesma forma Sodoma e Gomorra e as cidades vizinhas, que, como elas, cometeram imoralidades, correndo atrás dos vícios contra a natureza, servem como advertência, agora que sofrem a pena de um fogo eterno.  8. Assim também eles num louco desvario mancham o próprio corpo, menosprezam a soberania de Deus e blasfemam dos seres angélicos.  9. O Arcanjo Miguel, quando discutia com o diabo, disputando-lhe o corpo de Moisés, não se atreveu a proferir um juízo de blasfêmia mas disse: Repreenda-te o Senhor.  10. Estes, no entanto, blasfemam de tudo que ignoram. E se corrompem mesmo naquilo que, à maneira de animais irracionais, só conhecem de modo instintivo.  11. Ai deles, porque andaram pelo caminho de Caim e, pelo amor do lucro, caíram no erro de Balaão e pereceram na revolta de Coré!  12. Eles são a vergonha de vossos banquetes. Banqueteiam-se convosco sem vergonha nenhuma, apascentando-se a si mesmos. São nuvens sem água arrastadas pelo vento. São árvores no fim do outono sem fruto algum, duas vezes mortas, sem raízes.  13. São ondas furiosas do mar, que lançam a espuma de suas impurezas. Astros errantes, aos quais está reservada a escuridão das trevas para sempre.  14. É deles que Henoc, o sétimo patriarca desde Adão, profetizou, dizendo: “Eis que vem o Senhor com suas santas miríades,  15. para exercer um juízo contra todos e convencer todos os ímpios de todas as impiedades que praticaram e de todas as palavras duras que os pecadores ímpios falaram contra ele”.  16. São murmuradores, queixosos, que andam segundo suas paixões, cuja boca fala arrogâncias e que adulam as pessoas por interesse.  17. Vós, caríssimos, lembrai-vos do que foi predito pelos apóstolos de Nosso Senhor Jesus Cristo.  18. Eles vos diziam: “No final dos tempos haverá zombadores que andarão segundo seus ímpios desejos”.  19. Estes são os que fomentam as divisões. Vivem à mercê dos instintos, e não têm o Espírito.  20. Vós, porém, caríssimos, edificando-vos pela vossa santíssima fé, orando no Espírito Santo,  21. conservai-vos no amor de Deus, esperando a misericórdia de Nosso Senhor Jesus Cristo para a vida eterna.  22. Para uns exercei vossa misericórdia, pois que ainda vacilam.  23. A outros salvai, arrancando-os do fogo. Dos outros compadecei-vos com temor, execrando até a túnica contaminada por sua carne.  24. Àquele que pode guardar-vos da queda e apresentar-vos irrepreensíveis e com alegria perante a sua glória,  25. ao único Deus, Salvador nosso, por Jesus Cristo Nosso Senhor, seja a glória, a magnificência, o império e o poder, desde antes de todo tempo e agora e por todos os séculos Amém.


São Judas é apontado, segundo a tradição eclesiástica, como sendo o autor da epístola canônica que traz o seu nome. Ao que parece, essa carta foi dirigida aos judeus cristãos da Palestina, pouco depois da destruição da cidade de Jerusalém, quando a maioria dos apóstolos já havia falecido. O breve escrito de São Judas Tadeu é uma severa advertência contra os falsos mestres e um convite a manter a pureza da fé.

A carta de Judas foi escrita por um homem apaixonado e preocupado com a pureza da fé cristã e a boa reputação do povo cristão. O escritor diz que ele planejava escrever uma carta diferente, mas ouvindo os pontos de vista errados de falsos professores da comunidade cristã ele urgentemente escreveu esta carta para alertar a igreja para acautelar-se contra eles.

A tradição ocidental baseada nos contos apócrifos da “Paixão de Simão e Judas” diz que após pregarem no Egito, Simão juntou se a Judas e foram em missões para a Pérsia. Lendas do século sexto descrevem o martírio de ambos Simão e Judas na Pérsia, na cidade de Sufian (Siani); embora a tradição oriental diz que Simão morreu pacificamente em Edessa. Como São Tadeu, São Judas Tadeu tem sido confundido também com Santo Addai na Mesopotâmia.


A Epístola de São Judas Tadeu (Judas 1)


"1. Judas, servo de Jesus Cristo, irmão de Tiago, aos eleitos amados em Deus Pai e conservados por Jesus Cristo:

2. a misericórdia, a paz e o amor vos sejam dados copiosamente.

3. Caríssimos, desejando vivamente escrever-vos acerca de nossa comum salvação, senti a necessidade de fazê-lo exortando a combaterdes pela fé, que uma vez para sempre foi dada aos santos.

4. Porque dissimuladamente se introduziram alguns homens, já desde tempos antigos, destinados a esta condenação, ímpios que transformam em libertinagem a graça de nosso Deus e negam nosso único soberano e Senhor, Jesus Cristo.

5. Embora saibais tudo, quero, não obstante, lembrar-vos uma vez por todas que o Senhor, depois de salvar o povo do Egito, fez perecer, a seguir, os incrédulos.

6. Os anjos que não guardaram sua dignidade e abandonaram seu domicílio, ele os guardou presos com cadeias eternas nas trevas para o julgamento do grande dia.

7. Da mesma forma Sodoma e Gomorra e as cidades vizinhas, que, como elas, cometeram imoralidades, correndo atrás dos vícios contra a natureza, servem como advertência, agora que sofrem a pena de um fogo eterno.

8. Assim também eles num louco desvario mancham o próprio corpo, menosprezam a soberania de Deus e blasfemam dos seres angélicos.

9. O Arcanjo Miguel, quando discutia com o diabo, disputando-lhe o corpo de Moisés, não se atreveu a proferir um juízo de blasfêmia mas disse: Repreenda-te o Senhor.

10. Estes, no entanto, blasfemam de tudo que ignoram. E se corrompem mesmo naquilo que, à maneira de animais irracionais, só conhecem de modo instintivo.

11. Ai deles, porque andaram pelo caminho de Caim e, pelo amor do lucro, caíram no erro de Balaão e pereceram na revolta de Coré!

12. Eles são a vergonha de vossos banquetes. Banqueteiam-se convosco sem vergonha nenhuma, apascentando-se a si mesmos. São nuvens sem água arrastadas pelo vento. São árvores no fim do outono sem fruto algum, duas vezes mortas, sem raízes.

13. São ondas furiosas do mar, que lançam a espuma de suas impurezas. Astros errantes, aos quais está reservada a escuridão das trevas para sempre.

14. É deles que Henoc, o sétimo patriarca desde Adão, profetizou, dizendo: “Eis que vem o Senhor com suas santas miríades,

15. para exercer um juízo contra todos e convencer todos os ímpios de todas as impiedades que praticaram e de todas as palavras duras que os pecadores ímpios falaram contra ele”.

16. São murmuradores, queixosos, que andam segundo suas paixões, cuja boca fala arrogâncias e que adulam as pessoas por interesse.

17. Vós, caríssimos, lembrai-vos do que foi predito pelos apóstolos de Nosso Senhor Jesus Cristo.

18. Eles vos diziam: “No final dos tempos haverá zombadores que andarão segundo seus ímpios desejos”.

19. Estes são os que fomentam as divisões. Vivem à mercê dos instintos, e não têm o Espírito.

20. Vós, porém, caríssimos, edificando-vos pela vossa santíssima fé, orando no Espírito Santo,

21. conservai-vos no amor de Deus, esperando a misericórdia de Nosso Senhor Jesus Cristo para a vida eterna.

22. Para uns exercei vossa misericórdia, pois que ainda vacilam.

23. A outros salvai, arrancando-os do fogo. Dos outros compadecei-vos com temor, execrando até a túnica contaminada por sua carne.

24. Àquele que pode guardar-vos da queda e apresentar-vos irrepreensíveis e com alegria perante a sua glória,

25. ao único Deus, Salvador nosso, por Jesus Cristo Nosso Senhor, seja a glória, a magnificência, o império e o poder, desde antes de todo tempo e agora e por todos os séculos Amém."



sábado, 12 de outubro de 2013

Oríkì Fún Ibeji :: Taiwo e Kheinde :: Os Orixá protetores dos gêmeos


São os Orixá protetores dos gêmeos, na mitologia Yorubá. O nome deles é Taiwo e Kheinde, são filhos de Xangô com Oyá e foram criados por Oxum. Os Yorubás acreditam que era Kheinde quem mandava Taiwo supervisionar o mundo, onde a hipótese de ser aquele o irmão mais velho cada gêmeo é representado por uma imagem, os Yorubás colocam oferendas diante de suas imagens para invocar a benevolência dos Ibeji.

Os pais de gêmeos costumam fazer sacrifícios a cada oito dias em honra a Ibeji. O animal tradicionalmente associado a Ibeji é o macaco kolobo polykomos ou kolobo real, que é acompanhado por uma grande lenda mística entre os africanos. Eles possuem coloração preta, com detalhes brancos, pelas manhãs eles ficam acordados em silêncio na copa das árvores, como se estivessem em oração ou contemplação, dai eles serem considerados por vários povos como o mensageiro dos Deuses ou tendo a habilidade de escutar os Deuses.

Ibeji, o único Orixá permanentemente duplo, aproxima-se de Exu pelo  seu comportamento arquetípico independente. É formado por duas entidades distintas e sua função básica é indicar a contradição, os opostos que coexistem. Num plano mais terreno, por ser criança. A ele é associado a tudo o que se inicia: a nascente de um rio, o germinar das plantas, o nascimento de um ser humano.

Mostram um temperamento infantil, brincalhão, sorridentes, irrequietas, de muita energia nervosa.  São muito cativantes e carinhosos, com uma sensibilidade sempre à flor da pele; por isso mesmo, magoam-se com facilidade, exageram as contrariedades e agressões que recebem e se deixam levar por mal-entendidos.

"Ajubá Ibeji orô, Xangô d'Ibeji, Oxum d'Ibeji, Oiá n'Ibeji, gbogbô ouô fum uá oxá Ibeji, Ibeji orô!"

"Nossos respeitos a Ibeji, Deuses tão importantes quanto Xangô e Oxum, Ibeji filhos de Oiá, Deuses que trazem a riqueza para todos, Deuses Gêmeos!"  

Como a maior parte das crianças, gosta de estar em meio a muita gente. As pessoas freqüentemente temem Ibeji: poderoso como todo o Orixá, a criança-divindade, entretanto, entende os pedidos de maneira simplista, o que pode levar a conseqüências não previstas pelas entidades em geral. Por outro lado, têm a reputação de ser extremamente fiéis às pessoas que conquistam sua confiança.

Ibeji

"O preto e o branco
A areia e o mar
O sol e a lua
O inverno e o verão
O outono e a primavera
Terra e fogo
Água e ar
O liquido e o sólido
O visível e o invisível
O concreto e o abstrato
A tristeza e a felicidade
A saúde e a doença
O alto e o baixo
A vida e a morte
O dia e a noite
Razão e emoção
O liso e o estampado
O quente e o frio
O velho e o novo
O céu e o inferno
1 minuto e a eternidade
O prazer e dor
O real e a ilusão
O norte e o sul
O leste e o oeste
O progresso e a o retrocesso
O homem e a mulher
O amor e o ódio

Tão opostos, tão perfeitos
Estão sempre lado a lado
Em perfeita sintonia
Juntos, estão em todas as coisas
E em todos os lugares
Embora não sejam sempre concretos
Podem ser vistos na pratica a cada momento
Representados pelo Ying-Yang...
Opostos, juntos, um no outro
Em perfeita harmonia."


Qualquer participação de Ibeji em cerimônias, dá um toque alegre e inconseqüente à ela, sendo freqüente que as comidas ritualísticas a eles oferecidas recebam enfeites como fitas de cetim em cores vivas. A Ibeji se oferece todas as cores vivas e as roupas de seus filhos, em cerimônia, são multicoloridas. São homenageados aos domingos, recebendo como comidas rituais, doces, bolinhos, balas, e refrigerantes.

Ádurà Ibejì

"Igbà Órìsà
(Orixá eu te saúdo)

Órìsà Ibéjì
(Orixá Ibeji)

Dakùn dabó, ma jékì a rì Ikù Omodé,
(Não permita que haja a morte de crianças)

Ma jékì a rì Ikù agbà,
(Não permita que haja a morte de adultos)

Enitì ó bì, máà jékì ó sokùn,
(Quem tem para não chorar)

Máà jékì a kù Ikù airotélé,
(Não deixe acontecer a morte imprevista)

Fun mi lowó latì sé nkan gbógbó,
(Me dê dinheiro para minhas necessidades)

Iwó ti só alakisà di alasó, jowó só akisà mi di asó,
(Você que torna o pobre rico, me torne rico)

Iwó to ti essè mejé ji bé silé alakisà, jowó bé silé mi,
(Você que entrou na casa do pobre, peço entre na minha)

Órìsà Ibejì, pelé ó,
(Orixá Ibeji eu te saúdo)

Ejiré àra isokùn,
(Ejirê de Issokun)

Jowó só mi di oloró.
(Peço, me torne próspero)."

Orìkí fún Ibeji

"B'eji B'eji're
B'eji B'eji'la
B'eji B'ejiwo
Igbá omo ire
Axé"

Orìkí para Ibeji

"Dar a luz aos gêmeos traz fortuna boa
Dar a luz aos gêmeos traz abundância
Dar a luz aos gêmeos traz dinheiro
Saudar as crianças das coisas boas
Axé"

fonte: http://obakeloje.webs.com/oxumlogumeibeji.htm - acessado em 11/10/13 as 00h07

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Meditando a Bíblia: "A parábola dos vinhateiros homicidas"

Meditando a Bíblia: "A parábola dos vinhateiros homicidas" - Mateus 21:33-43 - Com a famosa parábola dos vinhateiros homicidas, Jesus anuncia a sua morte próxima pelas mãos dos doutores da lei e as consequências desse homicídio para o povo eleito que, em vez de dar bons frutos de justiça, produz 'injustiça e iniquidade.' (Is. 5, 7).    Cristo os adverte: 'O Reino de Deus vos será tirado e será entregue a um povo que produzirá frutos' (v. 43). E, compreendendo que era deles que Jesus falava, procuram prendê-lo e matá-lo. De que modo podemos aplicar esse ensinamento de Jesus à nossa vida?

"33. Ouvi, aina, outra parábola: Houve um homem, pai de família, que plantou uma vinha, e circundou-a de um valado, e construiu nela um lagar, e edificou uma torre, e arrendou-a a uns lavradores, e ausentou-se para longe.

34. E, chegando o tempo dos frutos, enviou os seus servos aos lavradores, para receber os seus frutos.

35 E os lavradores, apoderando-se dos servos, feriram um, mataram outro, e apedrejaram outro.

36 Depois enviou outros servos, em maior número do que os primeiros; e eles fizeram-lhes o mesmo.

37. E, por último, enviou-lhes seu filho, dizendo: Terão respeito a meu filho.

38. Mas os lavradores, vendo o filho, disseram entre si: Este é o herdeiro; vinde, matemo-lo, e apoderemo-nos da sua herança.

39. E, lançando mão dele, o arrastaram para fora da vinha, e o mataram.

40. Quando, pois, vier o senhor da vinha, que fará àqueles lavradores?

41. Dizem-lhe eles: Dará afrontosa morte aos maus, e arrendará a vinha a outros lavradores, que a seu tempo lhe dêem os frutos.

42. Diz-lhes Jesus: Nunca lestes nas Escrituras: A pedra, que os edificadores rejeitaram, essa foi posta por cabeça do ângulo; pelo Senhor foi feito isto, E é maravilhoso aos nossos olhos?

43. Portanto, eu vos digo que o reino de Deus vos será tirado, e será dado a uma nação que dê os seus frutos."

Mateus 21:33-43


Meditação da Palavra na parábola dos vinhateiros homicidas


Com a famosa parábola dos vinhateiros homicidas, Jesus anuncia a sua morte próxima pelas mãos dos doutores da lei e as consequências desse homicídio para o povo eleito que, em vez de dar bons frutos de justiça, produz 'injustiça e iniquidade.' (Is. 5, 7).


Cristo os adverte: 'O Reino de Deus vos será tirado e será entregue a um povo que produzirá frutos' (v. 43). E, compreendendo que era deles que Jesus falava, procuram prendê-lo e matá-lo.


De que modo podemos aplicar esse ensinamento de Jesus à nossa vida?


A parábola dos vinhateiros homicidas foi inspirada no capítulo 5 do livro do profeta Isaías, como em Mateus 21: ambas falam da vinha de um amigo, cujos empregados não a cultivaram com o devido zelo e, por isso, foram punidos pelo dono.


O texto de Isaías é um cântico de amor onde Deus manifesta todo o seu carinho pela humanidade. Nele vemos a benevolência do Senhor para com o povo de Israel, bem como do seu amor não correspondido: 'Israel era ainda criança, e já eu o amava, e do Egito chamei meu filho. Mas, quanto mais os chamei, mais se afastaram; ofereceram sacrifícios aos Baal e queimaram ofertas aos ídolos.' (Os. 11, 1).


Esta parábola nos ensina justamente como é um relacionamento de amor. Uma pessoa que ama procura demonstrar o amor por meio de ações concretas e constantes. Deus agiu na história em favor dos homens. Ocorre, porém, que não acreditamos nesse amor, se não tivemos fé. E só pode ser amado quem acredita no amor, e sem fé não se pode receber amor de ninguém.


O povo de Israel, porém, via apenas as exigências da religião, apenas as leis. Deus, então, envia-lhe os profetas, a fim de recordar-lhe o significado de sua Palavra e o quanto Ele o amava.


Além disso, retira também parte de seu favor para que Israel perceba a própria debilidade; perceba que, sem o auxílio divino, não é capaz de nenhum bem: 'Vou desmanchar a cerca, e ela será devastada; vou derrubar o muro, e ela será pisoteada. Vou deixá-la inculta e selvagem: ela não será podada nem lavrada, espinhos e sarças tomarão conta dela; não deixarei as nuvens derramarem a chuva sobre ela.' (Is. 5, 5).


Então, Deus envia seu filho para ser o novo coração do homem, um coração capaz de entender sua Palavra e de receber o seu divino amor. Mas esse filho é não somente rejeitado, mas açoitado até a morte pelo povo escolhido e amado.


Com a parábola dos vinhateiros homicidas, Jesus interpreta o papel de Natã e, colocando os fariseus diante de uma história de vergonhosa injustiça, faz com eles o que o profeta fez com Davi, cujo comportamento pecaminoso era o mesmo do personagem iníquo da história que lhe fora contada. Assim como Davi, os fariseus se dão conta da perversidade de seus atos. Mas, ao contrário do rei, não se arrependem, pois são ingratos.


Os corações dos fariseus se endurecem pela falta de fé e não aceitam as palavras salvadoras de Jesus. O mesmo pode acontecer conosco se não pedirmos a Deus a graça de um novo coração, como cumprimento da promessa de Ezequiel: 'Dar-vos-ei um coração novo e em vós porei um espírito novo; tirar-vos-ei do peito o coração de pedra e dar-vos-ei um coração de carne' (Ez. 36, 26). Como recorda-nos o apóstolo São Paulo: 'O justo vive pela fé' (Rm. 1, 17).


Portanto devemos agradecer diariamente a Deus, imitando os passos de São Francisco, cuja memória é celebrada no dia 4 de outubro. Ele, que se lamentava pelo amor que não era amado, procurou viver esse amor em cada gesto, em cada ocasião. Peçamos também à Virgem Maria, o dom de amar seu Filho Jesus com todo o nosso coração, pois 'nunca se ouviu dizer que algum daqueles que têm a vós recorrido, fosse por vós abandonado'.


Quer estudar mais a Bíblia Sagrada? 
Adquira um exemplar e busque mais meditação cristã através deste link...



Prière de Paix de Saint François d'Assise

François d'Assise sur une fresque de Cimabue dans la basilique d'Assise


Saint François d'Assise (en italien: San Francesco d'Assisi), né Giovanni di Pietro Bernardone à Assise (Italie) en 1181 ou 1821 et mort le 3 octobre 1226, est un religieux catholique italien, diacre et fondateur de l'Ordre des Frères Mineurs (O.F.M.) en 1210, caractérisé par une sequela Christi dans la prière, la joie, la pauvreté, l'évangélisation et l'amour de la Création divine.

Il est canonisé dès 1228 par le pape Grégoire IX et commémoré le 4 octobre dans le calendrier liturgique catholique. François d'Assise est considéré comme le précurseur du dialogue interreligieux.


Prière au Père de Saint François d'Assise


Seigneur, fais de moi un instrument de Ta paix ! 

Là où il y a la haine, que je mette l'amour; 

là où il y a l'offense, que je mette le pardon; 

là où il y a le doute, que je mette la foi; 

là où il y a le désespoir, que je mette la confiance; 

là où il y a la tristesse, que je mette la joie; 

là où il y a l'obscurité, que je mette la lumière; 


O Maître Divin, que je ne cherche pas tant 

d'être consolé que de consoler, 

d'être compris que de comprendre, 

d'être aimé que d'aimer 

car c'est en me donnant que je recevrai; 

c'est en pardonnant que je serai pardonné; 

c'est en mourant que je naîtrai à la vie éternelle.

Amen



domingo, 29 de setembro de 2013

Saint Michael the Archangel powerful prayer to make an petition

Saint Michael the Archangel powerful Prayer


St. Michael the Archangel powerful Prayer and Novena  "St. Michael the Archangel, we honor you as a powerful protector of the Church and guardian of our souls. Inspire us with your humility, courage and strength that we may reject sin and perfect our love for our Heavenly Father.  In your strength and humility, slay the evil and pride in our hearts so that nothing will keep us from God.  St. Michael the Archangel, pray that we may be blessed by God with the zeal to live our lives in accordance with Christ’s teachings.  St. Michael the Archangel, you are the prince of angels but in your humility,  you recognized that God is God and you are but His servant. Unlike Satan, you were not overcome with pride but were steadfast in humility. Pray that we will have this same humility.  It is in the spirit of that humility that we ask for your intercession for our petitions… (state your petitions)  Saint Michael the Archangel, defend us in battle, be our protection against the wickedness and snares of the devil. May God rebuke him, we humbly pray; and do thou, O Prince of the Heavenly host, by the power of God, thrust into hell Satan and all the evil spirits who prowl about the world seeking the ruin of souls. Amen.  In the name of the Father, and of the Son, and of the Holy Spirit.   Amen!"
Pedoulas, Church of Archangel Michael, Mother of God with Christ (Pedhoulas, Nicosia District, Cyprus)


St. Michael the Archangel powerful Prayer and Novena

"St. Michael the Archangel, we honor you as a powerful protector of the Church and guardian of our souls. Inspire us with your humility, courage and strength that we may reject sin and perfect our love for our Heavenly Father.

In your strength and humility, slay the evil and pride in our hearts so that nothing will keep us from God.

St. Michael the Archangel, pray that we may be blessed by God with the zeal to live our lives in accordance with Christ’s teachings.

St. Michael the Archangel, you are the prince of angels but in your humility,  you recognized that God is God and you are but His servant. Unlike Satan, you were not overcome with pride but were steadfast in humility. Pray that we will have this same humility.

It is in the spirit of that humility that we ask for your intercession for our petitions… (state your petitions)

Saint Michael the Archangel, defend us in battle, be our protection against the wickedness and snares of the devil. May God rebuke him, we humbly pray; and do thou, O Prince of the Heavenly host, by the power of God, thrust into hell Satan and all the evil spirits who prowl about the world seeking the ruin of souls. Amen.

In the name of the Father, and of the Son, and of the Holy Spirit. 

Amen!"

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Powerful Prayer to Saints Cosmas and Damian

 Prayer to Saints Cosmas and Damian


Feast Day: September, 27    Powerful  Prayer to Saints Cosmas and Damian   "Oh glorious martyrs of Christ,  Saints Cosmas and Damian,  you gave your lives for the love of God,  benefiting your fellow man,  and crowning your martyrdom with an open and loyal profession of your faith.  You taught us to love God above all things,  and to love our fellow man as ourselves,  professing always,  and without fear,  the religion of Jesus.   Augmenting amongst the faithful populace many miracles,  you are glorious indeed.  Through your intercession,  which brings about deliverance of these miracles,  we pray to you for your aid in all things.  May your patronage never be far from us in the illness of our body and soul.   Oh great protectors,  Saints Cosmas & Damian,  assist us with your love and free us from all evils.  Amen."
Beheading of Saint Cosmas and Saint Damian - Fra Angelico (1438-40) Tempera on wood, 36 x 46 cm. Musée du Louvre, Paris.

Feast Day: September, 27


 Powerful  Prayer to Saints Cosmas and Damian 

"Oh glorious martyrs of Christ, 
Saints Cosmas and Damian, 
you gave your lives for the love of God, 
benefiting your fellow man, 
and crowning your martyrdom with an open and loyal profession of your faith. 
You taught us to love God above all things, 
and to love our fellow man as ourselves, 
professing always, 
and without fear, 
the religion of Jesus. 

Augmenting amongst the faithful populace many miracles, 
you are glorious indeed. 
Through your intercession, 
which brings about deliverance of these miracles, 
we pray to you for your aid in all things. 
May your patronage never be far from us in the illness of our body and soul. 

Oh great protectors, 
Saints Cosmas & Damian, 
assist us with your love and free us from all evils.

Amen."


sábado, 21 de setembro de 2013

A Prayer for Living We are all Brothers and Sisters "Fratelli Tutti"

A Prayer for Living "Fratelli Tutti"



 "When our lofty words of love have been emptied of their meaning,

When our borders and computer screens have erected impenetrable walls,

When our minds are so quick to conflate "other" with "enemy,"

How will we find our common humanity?

It's never too late to make an earnest and tender start.

May we remove from our pockets the stones we intended to throw

And cement them together to build a home that welcomes all.

May we repent of our indifference and move into genuine encounter.

Instead of drawing battle lines,

May we draw our chairs up to a communal table,

Where we can feast in the knowledge of our shared dignity.

May God grant us the holy vision

To see every human being a sacred mystery,

And may we love each mystery not abstractly, but concretely.

Just as Thomas touched the wounds of Jesus,

May we be unafraid to touch the wounds of our suffering neighbor.

May we lay down our arms and offer our outstretched hands,

Until there is no "them," but only "us,"

Until we are at last, sisters and brothers, all.

Amen."


Source: Prayer by Cameron Bellm (Xavier University's Center for Mission and Identity) - Image: Pixabay (Free)





sábado, 7 de setembro de 2013

Meditando a Bíblia: 1 Coríntios 15:50-55

"50 E agora digo isto, irmãos: que a carne e o sangue não podem herdar o reino de Deus, nem a corrupção herdar a incorrupção.  51 Eis aqui vos digo um mistério: Na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados;  52 Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados.  53 Porque convém que isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade, e que isto que é mortal se revista da imortalidade.  54 E, quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então cumprir-se-á a palavra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória.  55 Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória?"

"50 E agora digo isto, irmãos: que a carne e o sangue não podem herdar o reino de Deus, nem a corrupção herdar a incorrupção.

51 Eis aqui vos digo um mistério: Na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados;

52 Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados.

53 Porque convém que isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade, e que isto que é mortal se revista da imortalidade.

54 E, quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então cumprir-se-á a palavra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória.

55 Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória?"

1 Coríntios 15:50-55

Fonte: Bíblia Sagrada Almeida Corrigida Fiel: (ACF) '1 Coríntios'



Doe para continuarmos nossa obra:

Gostou?
Então contribua com qualquer valor
Use a chave PIX ou o QR Code abaixo
(Stresser Mídias Digitais - CNPJ: 49.755.235/0001-82)

Sulpost é um veículo de mídia independente e nossas publicações podem ser reproduzidas desde que citando a fonte com o link do site: https://sulpost.blogspot.com/. Sua contribuição é essencial para a continuidade do nosso trabalho.