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sexta-feira, 29 de novembro de 2019

O budismo e o sexo

Flores silvestres de Primavera (Foto: Ronald Stresser)

Ensinamentos budistas sobre o sexo

por Randy Rosenthal
(transcrição do blog yoga-ensinamentos, postado por Iaco)

"Certa ocasião, Buddha estava vivendo perto de Sumsumaragiri. Ali, seus seguidores leigos Nakulapita e sua esposa, Nakulamata, lhe perguntaram como poderiam estar juntos em vidas futuras. 

Buddha respondeu, “Se marido e mulher querem estar juntos enquanto durar esta vida e também  na vida futura, devem ter a mesma fé, a mesma disciplina moral, a mesma generosidade, a mesma sabedoria”.

A tradição budista que pratico – ensinada por S. N. Goenka – é uma tradição de famílias, com muitos professores sendo casados e tendo filhos. Fazemos um voto de celibato enquanto frequentamos um curso de meditação, mas na vida secular somos encorajados a seguir os cinco preceitos, e o terceiro deles é abster-se de má conduta sexual.

Na época de Buddha, má conduta sexual era “ir à esposa de outro homem.” Abster-se de má conduta sexual é um comportamento esperado de todo budista. Para frequentar um curso de vinte dias de duração na tradição Vipássana, a pessoa deve estar numa relação monogâmica por pelo menos um ano ou em celibato por pelo menos um ano (e isso também inclui a masturbação).

A ideia é que, à medida que se desenvolve o desapego, o desejo diminui e o sexo é abandonado, mesmo dentro do casamento. Como a monja Bhadda Kapilani, esposa de Mahakassapa, discípulo de Buddha, escreve: “Antes éramos marido e mulher, mas vendo o perigo no mundo, removemos nossas compulsões e nos tornamos livres”.

Certa vez Magandiya, um pai de família, ofereceu sua bela filha para ser esposa de Buddha. Em resposta, Buddha perguntou, “O que eu iria querer com esta pessoa, cheia de urina e excremento? Eu não iria querer tocá-la nem com meu pé”. Afinal, após seu despertar espiritual,  ele tinha visto as filhas de Mara – o descontentamento, o desejo e a paixão – não mais despertarem em si, então por que ele teria algum desejo pela filha de Magandiya?

Logicamente, muitos dos ensinamentos de Buddha são dirigidos especificamente a monges. Então como ficamos nós que não pretendemos nos fazer ordenar monges? Quando Buddha condena a atividade sexual, não está declarando, “Não deveis.” Mas sim declarando que o relacionamento sexual leva ao sofrimento.

A questão deve ser decidida pela disposição pessoal e o grau em que queremos remover o sofrimento de nossas vidas. Como pessoa comum que sou, que não está tentando ser iluminado nesta vida, aceito ter uma certa quantidade de sofrimento que resulta da atividade sexual natural e sem abusos.

Os monges celibatários, por outro lado, têm decidido que querem livrar-se inteiramente do sofrimento. Buddha nos desafia a examinar o que estamos buscando. O que está claro é que permanecer conscientes da natureza impermanente de nossos corpos nos levará cada vez mais próximos da iluminação."

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

O pequeno livro do Budismo ॐ Dalai-Lama

Sua Santidade o Dalai-Lama: Palavras de Sabedoria

“Somos os criadores de nossa própria felicidade e de nosso sofrimento, pois todas as coisas têm origem na mente. Sendo assim, precisamos assumir a responsabilidade por tudo aquilo de bom ou de ruim que experimentamos. Este livro contém a essência do budismo e oferece conselhos para a pratica da sabedoria em nossas vidas diárias nas palavras de Sua Santidade, o Dalai-Lama.

Seus pensamentos inspiradores ajudam a melhorar nosso estado de espírito e a descobrir uma profunda paz interior.”
Renuka Singh, a Editora
خ

Seus pensamentos inspiradores ajudam a melhorar nosso estado de espírito e a descobrir uma profunda paz interior“Minha esperança é que você, leitor, se sensibilizar com o que está escrito aqui, vai procurar sem compromisso em seu dia a dia e, movido pela noção de responsabilidade pelos outros, fará o possível para ajudá-los. Mesmo com pequenos gestos. De acordo com seus próprios recursos e reconhecendo as limitações de suas circunstâncias, você fará o que puder. E se em alguns dias suas ações forem mais compassivas do que em outros, aceite este fato como normal”.
Sua Santidade, o Dalai-Lama ©
خ

“A essência de toda vida espiritual é a emoção que existe dentro de você, é sua atitude para com os outros. Se a sua motivação é pura e sincera, todo o resto vem por si. Você pode desenvolver essa atitude correta para com seus semelhantes baseando-se na bondade, no amor, no respeito e sobretudo na clara percepção da singularidade de cada ser humano.”
خ

“O poder de cura do espírito segue naturalmente o caminho do espírito. Não reside entre as paredes dos prédios luxuosos, nem no ouro que cobre as imagens, nem na seda com que se modelam as roupas, nem mesmo no papel dos documentos sagrados, mas vive na inefável substância da mente e no coração dos homens. Devemos sublimar os instintos de nosso coração e purificar nossos pensamentos.”

خ

“Se a pessoa tem uma base espiritual estável, não se deixará dominar pela sedução da tecnologia ou pela insanidade que é o desejo desenfreado de adquirir bens materiais. Essa pessoa saberá encontrar o equilíbrio sem querer demais e sabendo valorizar o que já tem. O perigo constante é abrir a porta para a ganância, um de nossos inimigos mais incansáveis. É ai que se deve por em prática o verdadeiro trabalho da mente.”
خ

“Quando conseguirmos criar um ambiente espiritual através de rituais e obediência a certas regras, estes procedimentos tem um poderoso efeito sobre nossas vidas. Se nos falta a dimensão interior necessária para a desejada experiência espiritual, então os ritos tornam-se meras formalidades, artifícios externos. Perdem o sentido e transformam-se em hábitos dispensáveis, servindo apenas como passatempo.”
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“Como um aprendiz espiritual, você deve estar preparado para enfrentar as dificuldades que estão associadas a toda busca espiritual genuína e estar determinado a persistir em seus esforços e sua vontade. Você deve tentar prever os obstáculos que forçosamente encontrará ao longo do caminho e compreender que a chave para a prática bem-sucedida é nunca abandonar sua determinação.”
خ

“As pessoas deveriam praticar a espiritualidade com a mesma motivação da criança que está absorta brincando. Ela está tão encantada e envolvida com o que está fazendo que nunca fica satisfeita ou cansada. Essa deve ser sua atitude mental quando estiver praticando o darma.”
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“O beneficio mais importante da paciência consiste em sua ação como um antídoto poderoso ao mal da raiva, a maior ameaça a nossa paz interior e, conseqüentemente, à nossa felicidade. A paciência é o melhor de que dispomos para nos defendermos inteiramente dos efeitos destrutivos da raiva. Pense bem: a riqueza não protege ninguém da raiva. Nem a educação por mais talentosa e inteligente que a pessoa seja. A lei, muito menos, pode ser de qualquer ajuda. E a fama é inútil. Só a proteção interior do autocontrole paciente evita que experimentemos o tumulto das emoções e pensamentos negativos.”
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“A mente pode e deve transformar-se para melhor. Pode livrar-se das impurezas que a contaminam e levar-se ao nível mais elevado. Todos começamos com as mesmas aptidões, mas algumas pessoas as desenvolvem, outras não. Nós nos acostumamos com facilidade à preguiça da mente, sobretudo porque muitas vezes esta preguiça se esconde sob a aparência de atividade: corremos de um lado para outro, fazemos cálculos e damos telefonemas. No entanto, tudo isso ocupa apenas os níveis mais toscos e elementares da mente. E oculta o que existe de essencial em nós.”
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“A culpa é um sentimento incompatível com nosso pensamento, pois acreditamos que somos parte de uma ação, mas não somos inteiramente responsáveis por ela. Somos apenas parte do fator que contribuiu para a ação. Entretanto, em alguns casos, devemos sentir arrependimento, deliberadamente assumir responsabilidades, lamentar o ocorrido e nunca cometer aquele erro outra vez.”
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“Nossas vidas são condicionadas pelo karma e são caracterizadas por sucessivos ciclos de problemas. Um problema começa, termina e logo tem início um outro problema.”
خ

“Karma é uma palavra sânscrita que significa “ação”. Designa uma força ativa, significando que o resultado dos acontecimentos futuros pode ser influenciado por nossas ações. Supor que karma é uma espécie de energia independente que predestina o curso de toda a nossa vida é incorreto. Quem cria o karma? Nós mesmos. O que pensamos, dizemos, fazemos, desejamos e omitimos cria o karma. Não podemos, portanto, sacudir os ombros sempre que nos defrontamos com o sofrimento inevitável. Dizer que todo o infortúnio é mero resultado do karma equivale a dizer que somos totalmente impotentes diante da vida. Se isso fosse verdade, não haveria motivo para ter qualquer esperança”.
خ

Ori! Saravá o povo do Oriente!
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Bibliografia:

Somos os criadores de nossa própria felicidade e de nosso sofrimento, pois todas as coisas têm origem na mente. Sendo assim, precisamos assumir a responsabilidade por tudo aquilo de bom ou de ruim que experimentamos. Este livro contém a essência do budismo e oferece conselhos para a pratica da sabedoria em nossas vidas diárias nas palavras de Sua Santidade, o Dalai-lama.  Seus pensamentos inspiradores ajudam a melhorar nosso estado de espírito e a descobrir uma profunda paz interior.” Renuka Singh, a Editora
Palavras de Sabedoria, Por Dalai-Lama

Este pequeno livro contém ensinamentos essenciais sobre o budismo, e foi escrito pelo Dalai-Lama, um dos maiores líderes espirituais de nosso tempo.

Estas lições associam a sabedoria antiga à compreensão dos problemas da vida moderna e nos estimulam a refletir sobre a importância do amor, da compaixão e da necessidade da responsabilidade individual. 

Compre agora por um preço que cabe no seu bolso!

Copyright © Sua Santidade, o Dalai-Lama 1999.
Copyright da tradução © Sua Santidade o Dalai-Lama 2001
Todos os direitos reservados, no Brasil, por Editora Sextante (GMT Editores Ltda.)

quinta-feira, 8 de junho de 2017

मुद्रा Posições, das mãos, que podem curar (Os Mudras)

DEZ POSIÇÕES COM AS MÃOS QUE TÊM IMENSO PODER DE CURA
por Nina Greguer | Universo da Espiritualidade

Mudras são posições das mãos usadas para influenciar a energia de seu corpo físico, emocional e espiritual.  Os mudras têm sido usados no Oriente há milhares de anos e foram praticadas por muitos líderes espirituais, incluindo Buda. Hoje, os mudras ainda são usados ​​em yoga e meditação.  Às vezes, podemos inconscientemente colocar nossas mãos em posições mudra sem sabê-lo, e outras vezes nós usamos para ajudar a canalizar e estimular a energia.

"Você sabia que suas mãos têm um poder de cura que tem sido usado durante séculos?

Mudras são posições das mãos usadas para influenciar a energia de seu corpo físico, emocional e espiritual.

Os mudras têm sido usados no Oriente há milhares de anos e foram praticadas por muitos líderes espirituais, incluindo Buda. Hoje, os mudras ainda são usados ​​em yoga e meditação.

Às vezes, podemos inconscientemente colocar nossas mãos em posições mudra sem sabê-lo, e outras vezes nós usamos para ajudar a canalizar e estimular a energia.



1. Gyan Mudra (Mudra do Conhecimento):

A ponta do dedo indicador toca a ponta do polegar, enquanto os outros dedos permanecem retos.  Benefícios: Melhora o conhecimento, estimula a pituitária e glândulas endócrinas; aumenta a memória, ajuda a meditação, previne a insônia, e pode melhorar o humor e trazer clareza.  Prática: A qualquer momento, sentado, em pé ou deitado na cama.


A ponta do dedo indicador toca a ponta do polegar, enquanto os outros dedos permanecem retos.

Benefícios: Melhora o conhecimento, estimula a pituitária e glândulas endócrinas; aumenta a memória, ajuda a meditação, previne a insônia, e pode melhorar o humor e trazer clareza.

Prática: A qualquer momento, sentado, em pé ou deitado na cama.

2. Prithvi Mudra (Mudra da Terra): 

A ponta do dedo anelar toca o polegar enquanto os outros dedos permanecem em linha reta para fora.  Benefícios: Reduz deficiências físicas e espirituais, pode aumentar a força da vida, pode ajudar a limpar a pele, e promover a funcionalidade do corpo.  Prática: A qualquer hora.


A ponta do dedo anelar toca o polegar enquanto os outros dedos permanecem em linha reta para fora.

Benefícios: Reduz deficiências físicas e espirituais, pode aumentar a força da vida, pode ajudar a limpar a pele, e promover a funcionalidade do corpo.

Prática: A qualquer hora.

3. Varuna Mudra (Mudra da Água):

A ponta do dedo mindinho toca o polegar enquanto os outros dedos permanecem em linha reta.  Benefícios: Ajuda a equilibrar a emoção, ajuda a reter água, ajuda a aliviar a prisão de ventre e cólicas, e também pode ajudar a regular os ciclos menstruais e condições hormonais.  Prática: 15 minutos três vezes por dia.



A ponta do dedo mindinho toca o polegar enquanto os outros dedos permanecem em linha reta.

Benefícios: Ajuda a equilibrar a emoção, ajuda a reter água, ajuda a aliviar a prisão de ventre e cólicas, e também pode ajudar a regular os ciclos menstruais e condições hormonais.

Prática: 15 minutos três vezes por dia.

4. Vayu Mudra (Mudra do Ar): 

O polegar é colocado sobre o dedo indicador enquanto o resto dos dedos permanecem retos.  Benefícios: Ajuda a acalmar uma mente ansiosa, acalma a voz tensa, pode ajudar a diminuir o stress e ajuda a reduzir a impaciência e a indecisão.  Prática: 10 a 15 minutos, três vezes por dia.


O polegar é colocado sobre o dedo indicador enquanto o resto dos dedos permanecem retos.

Benefícios: Ajuda a acalmar uma mente ansiosa, acalma a voz tensa, pode ajudar a diminuir o stress e ajuda a reduzir a impaciência e a indecisão.

Prática: 10 a 15 minutos, três vezes por dia.

5. Shunya Mudra (Mudra do Vazio):

A ponta do polegar pressiona o dedo do meio para baixo, enquanto o resto dos dedos ficam para cima.  Benefícios: Reduz a fadiga, pode ser altamente eficaz para dores de ouvido, ajuda a restaurar a confiança, e aumenta a cognição mental.  Prática: 40-60 minutos por dia - para dor de ouvido, 4-5 minutos.


A ponta do polegar pressiona o dedo do meio para baixo, enquanto o resto dos dedos ficam para cima.

Benefícios: Reduz a fadiga, pode ser altamente eficaz para dores de ouvido, ajuda a restaurar a confiança, e aumenta a cognição mental.

Prática: 40-60 minutos por dia - para dor de ouvido, 4-5 minutos.


6. Surya Mudra (Mudra do Sol):

Dobre o dedo anelar sob o polegar, enquanto o resto dos dedos permanecem em linha reta.  Benefícios: Ajuda a estimular a glândula tireóide; Estimula a digestão; Ajuda a aliviar a ansiedade e stress; ajuda a guiá-lo para o seu propósito.  Prática: 5 a 15 minutos, duas vezes por dia.


Dobre o dedo anelar sob o polegar, enquanto o resto dos dedos permanecem em linha reta.

Benefícios: Ajuda a estimular a glândula tireóide; Estimula a digestão; Ajuda a aliviar a ansiedade e stress; ajuda a guiá-lo para o seu propósito.

Prática: 5 a 15 minutos, duas vezes por dia.

7. Prana Mudra (Mudra da Vida):

O dedo anelar e mindinho dobram para alcançar o polegar, enquanto o indicador e o dedo médio permanecem apontados diretamente para cima.  Benefícios: Melhora a força da vida, ajuda a fortalecer a mente, corpo e espírito, ajuda nas tomadas de decisões, melhora a imunidade e motivação, ajuda a melhorar a visão e reduz a fadiga.  Prática: A qualquer hora.


O dedo anelar e mindinho dobram para alcançar o polegar, enquanto o indicador e o dedo médio permanecem apontados diretamente para cima.

Benefícios: Melhora a força da vida, ajuda a fortalecer a mente, corpo e espírito, ajuda nas tomadas de decisões, melhora a imunidade e motivação, ajuda a melhorar a visão e reduz a fadiga.

Prática: A qualquer hora.

8. Apana Mudra (Mudra da digestão):

O dedo médio e anelar são dobradas sob o polegar enquanto o mindinho e o dedo indicador ficam voltados para cima.  Benefícios: Ajuda a regular o sistema excretor, ajuda a desintoxicar e estimular os movimentos intestinais;  alivia a prisão de ventre e hemorróidas.  Prática: 45 minutos por dia.


O dedo médio e anelar são dobradas sob o polegar enquanto o mindinho e o dedo indicador ficam voltados para cima.

Benefícios: Ajuda a regular o sistema excretor, ajuda a desintoxicar e estimular os movimentos intestinais;  alivia a prisão de ventre e hemorróidas.

Prática: 45 minutos por dia.

9. Apana Vayu Mudra (Mudra do coração):

O dedo indicador dobra-se para tocar a base do polegar, enquanto a curva do dedo médio e anelar tocam a ponta do polegar. O dedo mindinho permanece esticado.  Benefícios: Estimula a cura do coração, ajuda a proteger fisicamente o coração, e também pode ajudar a reduzir  gases e azia.  Prática: 15 minutos, duas vezes por dia.


O dedo indicador dobra-se para tocar a base do polegar, enquanto a curva do dedo médio e anelar tocam a ponta do polegar. O dedo mindinho permanece esticado.

Benefícios: Estimula a cura do coração, ajuda a proteger fisicamente o coração, e também pode ajudar a reduzir  gases e azia.

Prática: 15 minutos, duas vezes por dia.

10. Linga Mudra (Mudra de calor):

Entrelace os dedos das duas mãos, mas mantenha o polegar da mão esquerda apontando para cima. Leve o polegar direito a envolver o polegar esquerdo para que ele toque o dedo indicador da mão direita.  Benefícios: ajuda a estimular calor no corpo, ajuda a reduzir o catarro e congestão nasal; é bom para fortalecer os pulmões e ajuda a revigorar e equilibrar o corpo.  Prática: A qualquer momento, porém sem excessos.


Entrelace os dedos das duas mãos, mas mantenha o polegar da mão esquerda apontando para cima. Leve o polegar direito a envolver o polegar esquerdo para que ele toque o dedo indicador da mão direita.

Benefícios: ajuda a estimular calor no corpo, ajuda a reduzir o catarro e congestão nasal; é bom para fortalecer os pulmões e ajuda a revigorar e equilibrar o corpo.

Prática: A qualquer momento, porém sem excessos."


        

sábado, 21 de janeiro de 2017

Fique sosse!

"Elogio e crítica, ganho e perda, prazer e dor, vêm e vão como o vento. Para ser feliz, descanse como uma grande árvore no meio de todos eles." 
~Buda



domingo, 17 de abril de 2016

25 Lições de Vida de Buda


“Se pudéssemos ver o milagre de uma única flor claramente, toda a nossa vida mudaria.” ~ Buda
Há tantas lições bonitas, poderosas e de mudança de vida que se aprende ao estudar o Budismo e da leitura de muitas das citações de Buda. E hoje vamos compartilhar 25 destas belas lições.
Aqui estão 25 Lições de Buda:

1. O amor cura todas as coisas.
“O ódio não cessa pelo ódio, mas somente pelo amor; esta é a regra eterna.”

2. Não é o que diz, mas o que faz que o define.
“Um homem sábio não é chamado porque ele fala e fala de novo; mas se ele é calmo, amoroso e destemido, então ele é na verdade chamado sábio.”

“Um cão não é considerado um bom cão porque ladra bem. Um homem não é considerado um bom homem, porque é um bom conversador.”
3. O segredo da boa saúde é viver plenamente no agora.
“Não resida no passado, não sonha do futuro, concentra a mente no momento presente.”

“O segredo da saúde para a mente e o corpo não é lamentar o passado, nem se preocupar com o futuro, mas viver o momento presente sabiamente e seriamente.”
4. Quem olha para dentro desperta.
“A maneira não está no céu. A maneira está no coração.”

5. As palavras têm o poder de ferir e curar.
“As palavras têm o poder de destruir e curar. Quando as palavras são verdadeiras e amáveis, podem mudar o nosso mundo.”

6. Deixe-o ir e ele será seu para sempre.
“Você só perde ao que se agarrar.”

7. Ninguém pode caminhar o seu caminho por si.
“Ninguém nos salva sem ser a nós próprios. Ninguém pode e ninguém pode. Nós mesmos devemos trilhar o caminho.”

8. A felicidade nunca diminui sendo partilhada.
“Milhares de velas podem ser iluminadas de uma única vela, e a vida da vela não será encurtada. A felicidade nunca diminui sendo partilhada.”

9. Seja gentil com todos.
“Ser atencioso para com os jovens, ter compaixão pelos idosos, simpático com o esforço quem faz por isso e tolerante com os fracos. Em algum momento da sua vida, terá sido tudo isso.”

“Tenha compaixão por todos os seres, ricos e pobres; cada um tem o seu sofrimento. Alguns sofrem demais, outros muito pouco.”
“Ensine esta verdade tripla a tudo: Um coração generoso, um discurso amável, e uma vida de serviço e compaixão são as coisas que renovam a humanidade.”
10. Não acredite em tudo que é dito para acreditar.
“Não acredite em algo simplesmente porque já ouviu isso. Não acredite em algo simplesmente porque é falado e rumores por muitos. Não acredite em algo simplesmente porque é achado escrito em livros religiosos. Não acredite em qualquer coisa meramente na autoridade dos seus professores e anciãos. Não acredite em tradições porque foram proferidas por muitas gerações. Mas depois de observação e análise, quando achar que qualquer coisa concorda com a razão e é propício para o bom e benefício de todos e cada um, em seguida, aceitá-lo e viver de acordo com ele.”

11. Como pensas, assim serás.
“Tudo o que somos é o resultado do que nós pensamos: é fundada sobre os nossos pensamentos e composta de nossos pensamentos. Se um homem fala ou age com um pensamento maldoso, o sofrimento segue-o como a roda segue o casco do animal que atrai a carroça …. Se um homem fala ou age com um pensamento bom, felicidade o segue como uma sombra que nunca o abandonara.”

12. Deixe de lado o medo.
“Todo o segredo da existência é não ter medo. Nunca tema o que vai ser de si, dependa de ninguém. Apenas no momento em que rejeita toda a ajuda é que está livre.”

13. A verdade tem uma maneira de surgir sempre.
“Três coisas não podem escondidas por muito tempo: o sol, a lua, e a verdade.”

14. Controle a sua mente ou ele vai controlá-lo.
“Para gozar de boa saúde, para trazer a verdadeira felicidade para a família, para trazer a paz a todos, é preciso, antes de tudo de disciplinar e controlar a própria mente. Se um homem pode controlar a sua mente, ele pode encontrar o caminho para a iluminação, e toda a sabedoria e virtude virão naturalmente para ele.”

“É a própria mente de um homem, não seu inimigo ou inimigo, que atrai-lo para maus caminhos.”
15. Dúvida separa. Confiança une.
“Não há nada mais terrível do que o hábito de dúvida. Dúvida separa as pessoas. É um veneno que desintegra amizades e rompe relações agradáveis. É um espinho que irrita e dói; é uma espada que mata.”

16. Ninguém é mais merecedor do seu amor do que a sua própria pessoa.
“Pode procurar em todo o universo inteiro por alguém que é mais merecedor de seu amor e carinho do que a sua própria pessoa, e essa pessoa não é para ser encontrada em qualquer lugar. Você, você mesmo, tanto quanto qualquer um em todo o universo, merece o seu amor e carinho.”

17. Conhecer os outros é sabedoria, conhecer-se a si mesmo é iluminação.
“É melhor para conquistar a si mesmo do que ganhar mil batalhas. Em seguida, a vitória é sua. Ela não pode ser tirado de si, nem por anjos ou por demónios, céu ou inferno.”

18. A espiritualidade não é um luxo, é uma necessidade.
“Assim como uma vela não pode queimar sem fogo, os homens não podem viver sem uma vida espiritual.”

19. Substituir o ciúme pela admiração.
“Não seja ciumento de boas qualidades dos outros, mas por admiração, podes adotar essas qualidades para ti mesmo.”

20. Olhe para a paz dentro de si mesmo.
“A paz vem de dentro. Não a procures no exterior.”

21. Abandonar o apego.
“Para viver uma vida altruísta pura, é preciso não contabilizar nada para nós mesmo, ainda que estejamos no meio da abundância.”

22. Escolha seus amigos sabiamente.
“Um amigo desonesto e mau é mais temível que um animal selvagem; uma fera pode ferir o seu corpo, mas um mau amigo irá ferir a sua mente.”

23. Não há um caminho certo para a felicidade.
“Não há caminho para a felicidade: a felicidade é o caminho.”

24. Desista de viver com rótulos ou atribuí-los. 
“No céu, não há distinção de leste e oeste; pessoas criam distinções fora das suas próprias mentes e acreditam-nas então para ser verdade.”

25. Ame. Viva. Solte.
“No final, essas coisas são mais importantes: Quão bem amou? Quão completo viveu a vida? Quão profundamente deixou ir o que não faz falta?”

Fonte: https://portaldobudismo.org/2015/05/18/25-licoes-de-vida-de-buda/ (reprodução Pt-BR)
Imagem: Pexels (Foto para reuso gratuito)




terça-feira, 5 de agosto de 2014

Karma e Dharma


"Quando os indivíduos são confrontados com situações difíceis em suas vidas, nada é menos útil do que tentar racionalizar com eles a causa de sua dor com base em possíveis eventos que podem ter suas raízes ancoradas em uma situação de vida anterior. Este tipo de introspecção, longe de trazer alívio e cura, pode causar os aspectos negativos da raiva, ressentimento e negação, e pode facilmente intensificar a quantidade de dor de sua vida.

O Karma e Dharma, ao mesmo tempo a causa e a finalidade dos acontecimentos em nossas vidas, deve ser estudada com cuidado, e sempre com um estado estável da mente, quando a capacidade de analisar e compreender não são prejudicados pela dor e menor emoções. Eles são conceitos poderosos que podem trazer luz em situações e como eles tecem-se no tecido de nossas vidas.

Uma das melhores influências da sabedoria oriental para nossas mentes ocidentais é a noção de Karma como uma cadeia de eventos passados, pessoas e circunstâncias que ainda estão presentes em nossas vidas como desafios a serem enfrentados e superados.

A palavra Karma é agora uma palavra vernácula incorporado em todas as línguas e cultura da nossa civilização ocidental, mesmo para aqueles que não necessariamente aceitar o conceito como realidade filosófica do processo de pensamento oriental.

Esta visão unidimensional aceita o conceito como um jogo simplificado de proporções matemáticas, quando na verdade é muito mais do que simples adição e subtração: é um integrante complicado, com um conjunto de causas que interagem uns com os outros holograficamente, gerando um efeito.

O completo entendimento deste conceito é difícil, porque da forma como é atualmente divulgado como um conceito autônomo. Quando foi originalmente ensinado, Karma foi explicado em contexto com outros conceitos importantes, como os seus homólogos Dharma e Samshara.

Para o aluno iniciante, Dharma pode facilmente vir a ser um conceito muito mais complexo do Karma. Seu significado original pode ser considerado algo como conduta correta, finalidade, evolução, ensino, retidão moral, a espiritualidade e o propósito divino. Mas ainda depois de todas estas definições, o conceito de Dharma não é facilmente definível, porque todas as traduções são incompletas e parciais em suas descrições significativas.

Como principal complementar a noção de Karma, Dharma pode ser bem definido como uma tendência ou linha de conduta que temos de incorporar em nossas vidas como resultado do alinhamento com o nosso Karma, a direção, ou o caminho que devemos trilhar durante esta vida.

Na verdade, o nosso Karma é composto por muitos conflitos diferentes, procedimentos diversos e circunstâncias resultantes de alguma harmônica e algumas ações desarmônicas de nosso caminho reencarnatório. A tangente resultante desses vários pontos ações para uma determinada direção ou curso que está alinhado com a Ordem Universal Divina e nossas vidas. Este é Dharma.

O cristianismo diz respeito ao Dharma como o "plano divino de nossas vidas". No entanto, para alcançar o Dharma em nossas vidas, precisamos primeiro navegar nas águas tormentosas do Karma até que não haja mais a dissonância e o nosso mundo interno está alinhado com o nosso mundo exterior. Quando este alinhamento é conseguido, não há mais uma diferença entre o nosso Karma e nosso Dharma. Quanto mais trabalhamos no sentido de uma transmutação do Karma, mais manifestamos o nosso propósito Dharma na vida. Quando a força completa da alma se torna desperta na forma física, Karma e Dharma equilíbrio e se tornam a mesma coisa.

Mesmo nos momentos mais dolorosos de nossas vidas, estamos trabalhando simultaneamente o nosso Karma e Dharma nosso, porque, em última análise o nosso Dharma é todo o propósito que veio a se desdobrar nesta vida.

A compreensão desses dois conceitos complementares é a pedra angular para a construção de uma base sólida de conhecimento, o que facilitará a duradoura de situações difíceis em nossas existências. Ambos os agregados desconhecidos e invisíveis forças casuais, que tendem a moldar nosso destino, alterando a ação de escolha de ação, por opção, a visão geral de nossas vidas, tanto através agradável e menos de experiências agradáveis. Dor e sofrimento parece manifestar um efeito Dhármico, bem como o sistema de Karma ( causa e efeito) compensador.

Através do sofrimento humano estão as duras lições ou reorientação diretiva que semeia as sementes da tolerância, empatia, compaixão e paciência."


Fonte: humanityhealing.net | http://on.fb.me/1qRC9hs

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