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quarta-feira, 29 de abril de 2020

59 Frases e Pensamentos de Confúcio, para reflexão e meditação


Confúcio, (28/09/551 a.C. - 11/04/479 a.C.) foi um pensador e filósofo chinês do Período das Primaveras e Outonos. A filosofia de Confúcio sublinhava uma moralidade pessoal e governamental, os procedimentos corretos nas relações sociais, a justiça e a sinceridade. (Wikipédia)

Frases e Pensamentos de Confúcio


"Quando vires um homem bom, tenta imitá-lo; quando vires um homem mau, examina-te a ti mesmo."

"Se queres prever o futuro, estuda o passado."

"Transportai um punhado de terra todos os dias e fareis uma montanha."

"Querem que vos ensine o modo de chegar à ciência verdadeira?  Aquilo que se sabe, saber que se sabe; aquilo que não se sabe, saber que não se sabe; na verdade é este o saber."

"O que sabemos, saber que o sabemos. Aquilo que não sabemos, saber que não o sabemos: eis o verdadeiro saber."

"Ainda não vi ninguém que ame a virtude tanto quanto ama a beleza do corpo."

"Aja antes de falar e, portanto, fale de acordo com os seus atos."

"Até que o sol não brilhe, acendamos uma vela na escuridão."

"Coloque a lealdade e a confiança acima de qualquer coisa; não te alies aos moralmente inferiores; não receies corrigir teus erros."

"Não são as ervas más que afogam a boa semente, e sim a negligência do lavrador."

"Ver o bem e não fazê-lo é sinal de covardia."

"Foge por um instante do homem irado, mas foge sempre do hipócrita."

"Conta-me o teu passado e saberei o teu futuro."

"O homem de palavra fácil e personalidade agradável raras vezes é homem de bem."

"A virtude está no meio. Quem o ultrapassa não logra mais que os infelizes privados de alcançá-lo."

"Como é que um homem sem as virtudes que lhe são próprias pode cultivar a música?"

"O mestre disse: Quem se modera, raramente se perde."

"Poder sem magnanimidade e ar de luto sem dor, são coisas que não suporto presenciar."

"O mestre disse a um dos seus alunos: Yu, queres saber em que consiste o conhecimento?  Consiste em ter consciência tanto de conhecer uma coisa quanto de não a conhecer. Este é o conhecimento."

"Escolhe um trabalho de que gostes, e não terás que trabalhar nem um dia na tua vida."

"Em todas as coisas o sucesso depende de uma preparação prévia, e sem tal preparação o falhanço é certo."

"Para conhecermos os amigos é necessário passar pelo sucesso e pela desgraça. No sucesso, verificamos a quantidade e, na desgraça, a qualidade."

"A experiência é uma lanterna dependurada nas costas que apenas ilumina o caminho já percorrido."

"Da força à injustiça há só um passo."

"A humildade é a única base sólida de todas as virtudes."

"Quem não sabe o que é a vida, como poderá saber o que é a morte?"

"Quando os médicos diferem, o paciente morre."

"Exige muito de ti e espera pouco dos outros. Assim, evitarás muitos aborrecimentos."

"O mestre disse: Pode-se induzir o povo a seguir uma causa, mas não a compreendê-la."

"O homem sem constância não pode ser consolador nem médico."

"Quem de manhã compreendeu os ensinamentos da sabedoria, à noite pode morrer contente."

"Não há coisa mais fria do que o conselho cuja aplicação seja impossível."

"O homem superior atribui a culpa a si próprio; o homem comum aos outros."

"O coração do sábio, tal como o espelho, deve a tudo refletir, sem todavia macular-se."

"Saber o que é correto e não o fazer é falta de coragem."

"Ultrapassar os limites não é um erro menor do que ficar aquém deles."

"Mil dias não bastam para aprender o bem; mas para aprender o mal, uma hora é demais."

"Não fales bem de ti aos outros, pois não os convencerás. Não fales mal, pois te julgarão muito pior do que és."

"Somente os extremamente sábios e os extremamente estúpidos é que não mudam."

"A cultura está acima da diferença da condição social."

"Pensar sem aprender torna-nos caprichosos, e aprender sem pensar é um desastre."

"O mestre disse: Não quero nada com quem não se pergunta: como fazer, como fazer?"

"O mestre disse: O pródigo é arrogante e o avaro é mesquinho. É preferível a mesquinhez à arrogância."

"O sábio envergonha-se dos seus defeitos, mas não se envergonha de os corrigir."

"Aquele que não prevê as coisas longínquas expõe-se a desgraças próximas."

"O silêncio é um amigo que nunca trai."

"A essência do conhecimento consiste em aplicá-lo, uma vez possuído."

"O mestre disse: Por natureza, os homens são próximos; a educação é que os afasta."

"Aquele que reprime os ímpetos da cólera estará a coberto de qualquer perigo. É conveniente saber sufocar, ou ao menos moderar a cólera, o temor, a tristeza, a alegria, e outras agitações profundas que podem alterar a retidão da alma."

"Aprende a viver bem, e bem saberás morrer."

"Entre amigos as frequentes censuras afastam a amizade."

"O mestre disse: Quem chega aos quarenta anos sem ser estimado, não o será nunca mais."

"Se de manhã pudermos aprender o que é correto, devemos sentir-nos contentes se morrermos à tarde."

"O mestre disse: Não é grave se os homens não te conhecem, grave é se tu não os conheces."

"Sem uma língua comum não se podem concluir os negócios."

"De nada vale tentar ajudar aqueles que não se ajudam a si mesmos."

"É preciso que o discípulo da sabedoria tenha o coração grande e corajoso. O fardo é pesado e a viagem longa."

"Todos os homens se nutrem, mas poucos sabem distinguir os sabores."

"Para quê preocuparmo-nos com a morte? A vida tem tantos problemas que temos de resolver primeiro."

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Judaísmo: Yom Kipur, o Dia do Perdão

O Yom Kipur ou Ioum Quipúr é o Dia do Perdão, uma das datas mais importantes do judaísmo. Começa no crepúsculo que inicia o décimo dia do mês hebreu de Tishrei (que coincide com Setembro, Outubro ou Novembro no calendário judaico), continuando até ao seguinte pôr do sol. Os judeus tradicionalmente observam esse feriado com um período de jejum de 24 horas e oração intensa.


Nesta época (início do outono – Israel ou primavera – Brasil), os judeus do mundo comemoram a seqüência de festas típicas da estação de outono: o Rosh Hashaná (também conhecido como festa das trombetas), os 10 dias de Arrependimento (cujo último dia é conhecido como Yom Kipur, o dia do Perdão) e a Festa dos Tabernáculos ou festa da colheita (Sucôt).

Entre o Rosh Hashaná, que é o primeiro dia do sétimo mês, e o dia da expiação (Yom Kipur), que é o décimo dia do sétimo mês, há um período de dez dias separados para o arrependimento e perdão dos pecados de Israel. Esses dez dias são como um período especial onde as pessoas se tornam mais cerimoniais e contemplativas acerca de seus pecados, num nível coletivo-nacional. 

Deus concedeu um dia para expiação dos pecados da nação. O bode expiatório que era enviado ao deserto era uma prefiguração do trabalho de Yeshua (Jesus) o Messias, que morreu na cruz pelos pecados do mundo inteiro. Por causa da solenidade que traz esse dia, tornou-se tradição tomar dez dias entre os dois dias santos para contemplação e arrependimento.

Os judeus, de modo geral, levantam bem cedo, antes do nascer do sol, e recitam orações e cânticos de arrependimento que expressam a profunda tristeza que cada indivíduo e toda coletividade tem pela fraqueza e pelos pecados que eles cometeram. Não há nenhuma outra nação que gaste dez dias meditando acerca da expiação e perdão dos pecados como a nação de Israel.

A consciência de pecado ensinada pelo Rabino Shaul (Paulo) está provavelmente influenciada pelas orações do dia da expiação. Passagens como Romanos 7:24 “Desventurado homem que sou? Quem me livrará do corpo desta morte?”, podem estar influenciados pelas confissões do dia da expiação, que repetidamente enfatizam a fraqueza e a vulnerabilidade do homem.

Durante o Yom Kipur, as orações devem ser voltadas ao pedido de perdão do homem para Deus com relação aos pecados e transgressões que cometeu.

A Kipur, expiação do pecado, só acontece se pedimos, previamente, perdão a quem ofendemos e magoamos, se não Deus não poderá intervir. Por isso, costuma-se, nos dias anteriores ao Yom Kipur, pedir perdão para todos aqueles que ofendemos. Ao contrário do que muitos pensam, o jejum não faz parte do ritual do perdão, só tem a função de distanciar o homem das necessidades corporais e aproximá-lo das necessidades espirituais.


Seguem-se as datas dos próximos Yom Kipur, segundo o calendário gregoriano:

- 2020: 28 de setembro
- 2021: 16 de setembro
- 2022: 5 de outubro
- 2023: 25 de setembro

Existem 6 proibições no Yom Kipur:

1. Comer (come-se um pouco antes do pôr-do-sol ainda na véspera do dia até o nascer das estrelas do dia de Yom Kipur);
2. Usar calçados de couro;
3. Manter relações conjugais;
4. Passar cremes, desodorante, etc. no corpo;
5. Banhar-se por prazer.
6. Usar eletrodomésticos.

A essência destas proibições é causar aflição ao corpo, dando, então, prioridade à alma. Pela perspectiva judaica, o ser humano é constituído pelo yetzer hatóv (o desejo de fazer as coisas corretamente, que é identificado com a alma) e o yetzer hará (o desejo de seguir os próprios instintos, que corresponde ao corpo). 

Nosso desafio na vida é "sincronizar" nosso corpo com o yetzer hatóv. Uma analogia é feita no Talmud entre um cavalo (o corpo) e um cavaleiro (a alma): É sempre melhor o cavaleiro estar em cima do cavalo!

Jejum no Yom Kipur

É o dia do perdão - quando Deus perdoa a todo Israel. Durante esse dia, nada pode ser comido ou bebido, inclusive água. Não é permitido lavar a boca, escovar os dentes ou banhar o corpo. Somente o rosto e as mãos podem ser lavados pela manhã, antes das orações. Não se pode carregar nada, acender fogo, fumar, nem usar eletricidade. O jejum não é permitido para crianças menores de 9 anos, pessoas gravemente enfermas, mulheres grávidas e aquelas que deram à luz há menos de trinta dias.

Se uma pessoa, enquanto estiver jejuando em Yom Kippur, passar mal, a ponto de quase desmaiar, deve-se lhe dar comida até que se recupere. Se houver perigo de uma epidemia, e os médicos da cidade aconselharem que é necessário comer a fim de resistir à moléstia, exige-se que todos comam.

Existem outras proibições, além daquelas contra trabalhar, comer ou beber. As relações conjugais são proibidas, bem como o uso de perfumes e ungüentos, exceto para fins médicos. Além disso, sapatos e outras peças da indumentária feitas de couro não podem ser usadas no Yom Kipur, pois não se pode usar nenhum material para o qual seja necessário matar um animal.

Após o Yom Kipur, espera-se que haja festa e alegria, não perdendo de vista o fato de que o feriado é um dia santo de júbilo.

Orações

Durante as orações fala-se o Vidui, uma confissão, e Al Chet, uma lista de transgressões entre o homem e Deus e o homem e seu semelhante (uma confissão dos pecados que possamos ter cometido, consciente ou inconscientemente, no decorrer do ano). É interessante notar duas coisas: primeiro, as transgressões estão em ordem alfabética (em hebraico). Isto torna a lista bastante abrangente, além de permitir a inclusão de qualquer transgressão que se queira na letra apropriada.

Em segundo lugar, o Vidui e Al Chet estão no plural, o que pretende transmitir a ideia de que o povo judeu é um povo "entrelaçado", onde todos devem ser responsáveis pelos outros. Mesmo não cometendo uma determinada ofensa, pretende-se transmitir uma carga de responsabilidade por aqueles que a cometeram - especialmente se a transgressão pudesse ter sido evitada por aqueles que não arcarão com as culpas.

Yom Kipur é o Dia da Expiação, o Dia do Perdão. Pedimos perdão a Deus e perdoamos aos outros, mas só podemos perdoar a Deus quando sabemos que Ele é nosso Pai, pois quando é nosso Pai quem fala, ouvimos apenas bênçãos.

Fontes: Wikipédia e AMES, Brasil

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terça-feira, 11 de outubro de 2011

Povo do Oriente ॐ ORI ॐ Ponto e Oração



Os Mestres do Oriente pertecem a uma linha neutra e por isso podem trabalhar em qualquer religião, principalmente na Umbanda, onde são mais evocados, bem como em hospitais e locais que promovem a cura. Todo espírito pertencente à Linha do Oriente é discreto na forma com que se apresenta e no modo como trabalha, sendo que estas formas podem mudar de acordo com a religião, local ou médium através do qual vão atuar.

São espíritos antigos, ligados ao Planeta Terra há milênios, possuem grande conhecimento e elevação espiritual, agindo e se manifestando com seriedade e temperança em suas palavras e atos. São espíritos serenos e austeros, que na maioria das vezes não demonstram muito sentimento, mas sua vontade de ajudar ao próximo, principalmente aos nescessitados e àqueles que sofrem, é grande. Quando estabelecemos uma relação de confiança, com o tempo, estes espíritos iluminados tendem a evoluir para um sentimento maior de reciprocidade e amizade, através da fé e do amor ao próximo.

Nas consultas os orientais são práticos e dificilmente se estendem em conversas que remetem a temas banais, pedidos fúteis ou ficar se prolongar em assuntos que vão além de sua competência ou nos quais, por algum motivo superior, não podem ou não devem interferir.

O Povo do Oriente é formado por Mentores de Cura, que se dirigem diretamente à consciência de quem invoca seus poderes. Buscam fazer com que seus consulentes compreendam as causas de suas enfermidades, bem como da necessidade da mudança no modo de agir e pensar, no sentido da obtenção de merecimento cármico na cura dos males corporais e espirituais.

A Linha do Oriente, ou Ori, é formada em sua maioria por espíritos que em vidas passadas foram monges, sábios e magos orientais, mas também se manifestam, nesta mesma linha, santos católicos, índios e indianos, egípcios e demais povos do Oriente Médio. 

Não raro manifestam-se também na Linha do Oriente: alguns Espíritos de Xamãs de antigas civilizações da América Central, médicos, enfermeiros, boticários, orientais, religiosos e pessoas que quando encarnadas na Terra exerceram atividades ligadas à cura das enfermidades dos seres humanos, seja por magia, alquimia, métodos físicos, científicos ou espirituais.

A Linha do Oriente é comandada por Xangô do Oriente, São João Batista (24 de Junho), e é - salvo outras interpretações ou contextos - formada pelas seguintes Legiões:

Legião dos Hindús: chefiada por Zartu

Legião dos Médicos e Cientistas: chefiada por José de Arimatéia

Legião dos Árabes e Marroquinos: chefiada por Jimbaruê

Legião dos Japoneses e Chineses: chefiada por Ori do Oriente (Mestre Chin)

Legião dos Egipcios, Astecas, Incas, Mongóis, Esquimós e outras civilizações da antiguidade: chefiada por Inhoarairi

Legião dos Caraíbas: chefiada por Itaraiaci

Legião dos Gauleses, Romanos e outras civilizações antigas da Europa: chefiada por Marcus I


Recebi ontem e compartilho hoje mais esta bela e poderosa oração, para quem precisa da força do Povo do Oriente. Lembre-se que eles são os Mestres da Cura.

Oração para fazer um pedido ao Povo do Oriente

"Salve ó Bandeira Branca, Salve São João Batista, Salve estrela de David, e seus seis lados, Kaô!
Salve Mestre Jesus, Buda, Santa Maria Madalena, Santa Sara Kali, São Lázaro,
Salve todos os Arcanjos, Serafins, Querubins e Anjos protetores que nos auxiliam neste momento, nesta corrente de luz,
Rogai por nós ao Arquiteto do Universo, Alá, em nosso favor, e levai ao conhecimento do Pai Supremo o pedido que lhes fazemos neste momento (mencionar o pedido) para que seja aceito.


São Miguel, São Rafael, São Gabriel, Baltazar, Gaspar e Melchior, Reis do Oriente,
Venham nos ajudar forças ancestrais egípcias, chinesas, indianas, árabes, ciganas, beduínos, videntes, santos e profetas, através da magia de ponto, de pó, e astrologia, pura manifestação das almas batizadas em águas sagradas.

Salve o Povo do Oriente!

Salve os quatro cantos do mundo!"

Ponto de Cura do Povo do Oriente

"Ori, Ori, Ori, Oriente
Força de Zambi chegou
Lá no Oriente uma Luz brilhou
E no Terreiro tudo Iluminou" 
(bis)

Ori! Salve o Povo do Oriente!
_-_-_-_-_-_-_- o -_-_-_-_-_-_-_

sábado, 10 de julho de 2010

O Islã e o Profeta Muhammad




Salam Aleikum wa Rahmatullahi wa Barakatu

O Islamismo, Islam ou Islã (do árabe الإسلام, transl. al-Islām) é uma religião que conta hoje com cerca de 1,2 bilhão de seguidores, foi fundada há 1.400 anos no que hoje é a Arábia Saudita, pelo Profeta Muhammad (Maomé). "A paz esteja com ele", uma benção repetida a qualquer menção de seu nome, mostra a reverência que se tem pelo Profeta. Contudo, segundo o próprio relato, o islã começou como o modo de vida, ou din (geralmente traduzido como "religião"), que Deus pretendeu para sua criação desde o início.

Crenças islâmicas

A crença muçulmana se exprime na fórmula chamada chahada, ou profissão de fé: "Só há um Deus e Muhammad é o Seu profeta". Os muçulmanos acreditam num juízo final e na vida após a morte no céu ou no inferno. Eles seguem a orientação espiritual do Corão ou Alcorão, o livro sagrado do Islã, e dos hadiths, palavras e atos de Muhammad e seus companheiros.

O mundo islâmico

Assim que a fé foi revelada a Muhammad, o islamismo difundiu-se rapidamente pelo Oriente Médio e pelo norte da África. O Oriente Médio ainda é o centro do mundo islâmico e essa fé predomina em todos os países da região, exceto Israel. Todos os muçulmanos se voltam para Meca ao rezar e esperam visitá-la em peregrinação ao menos uma vez na vida. Também há muçulmanos no norte da África e em países do leste da Ásia como a Indonésia. O islã é a religião que se expande mais rapidamente no planeta, devido à atividade missionária e ao crescimento da população nos países muçulmanos.

História do Islã

Os muçulmanos acreditam que o islã sempre existiu como modo de vida que Deus destinou à humanidade. Ela teria enviado uma série de profetas, tais como Musa (Moisés), para atrair as pessoas à verdadeira fé, culminando com Muhammad como mensageiro de Deus. A fé islâmica foi revelada a Muhammad no século 7º. À época de Muhammad e seus seguidores imediatos, o islamismo se espalhou pelo oeste da Ásia e pelo norte da África. Mais tarde, as viagens dos mercadores árabes, as descobertas dos cientistas muçulmanos e as conquistas de seus soldados difundiram a fé em todo o mundo.

Ensinamentos e Escrituras

O fundamento da fé islâmica é o Corão, escritura sagrada que para os muçulmanos representa a palavra divina. O Corão trata de Deus e de Sua grandeza, da necessidade de obedecer-Lhe e de Sua ira contra os incréus. Trata também do papel de Muhammad como mensageiro de Deus. Contém ainda uma infinidade de preceitos sobre a família e a comunidade. Esse material é complementado pela suna ("caminho", ou costume "costume"), síntese dos atos e palavras de Muhammad contidos nos hadiths. Juntos, o Corão e a suna constituem as fontes principais da lei islâmica.

Rituais e Festas

Os rituais constituem a essência da prática islâmica. Os mais importantes são os Cinco Pilares do Islã - ações que todos os muçulmanos devem praticar. Eles incluem orações diárias, um jejum anual e ao menos uma peregrinação na vida à cidade sagrada de Meca. Ritos de passagem, que marcam os diferentes estágios da vida do indivíduo e de sua família, também são importantes. A família é o âmago da comunidade islâmica e cerimônias religiosas muitas vezes envolvem todos os seus membros. Os rituais incluem cerimônias de nascimento e batismo, e a iniciação da criança à educação religiosa. Além disso, várias festas islâmicas são celebradas anualmente em todo o mundo muçulmano. Elas se caracterizam pela sobriedade e servem para estreitar laços comunitários e fortalecer a fé.

Misticismo (Sufismo)


O Sufismo (árabe: تصوف, tasawwuf; persa:صوفی‌گری Sufi gari; egípcio: Suph) é a corrente mística e contemplativa do Islã. Os praticantes do Sufismo, conhecidos como sufis ou sufistas, procuram uma relação direta com Deus através de cânticos, música e danças. Os Sufis da ordem Melevi, mais conhecidos no Ocidente como Dervixes Rodopiantes, são vistos pelos fieis muçulmanos, comuns, como um ramo separado do Islã. O sufismo é antes uma forma de mística que pretende alcançar um contato direto com Deus, através de uma série de práticas que geralmente incluem o ascetismo, a meditação, os jejuns, cantos e danças.

A palavra Sufismo (Tasawwuf) é de origem misteriosa, entretanto o termo poderá provir de sūf, "lã", o que se encontra relacionado com o fato de os primeiros sufis vestirem roupas feitas com o material, imitando os ascetas cristãos da Síria e da Palestina. Outra teoria procura relacionar sufismo com a palavra árabe safa, que significa "pureza".

O Sufismo já existia como movimento no primeiro século de fundação do Islã. Para os sufis, o próprio profeta Muhammad seria um deles, já que levava uma vida extremamente simples, tendo por hábito retirar-se de Meca para meditar numa caverna, tendo desta forma estabelecido uma relação próxima com Deus. Um dos primeiros representantes do sufismo foi al-Hasan al-Basri (642-728), que rejeitou o materialismo do mundo e criticou os soberanos omíadas. Saliente-se ainda deste período inicial uma mulher, Rabi'ah al-Adawiyah (? - 801), cujo amor por Deus leva-a a excluir o apego ao mundo.

Desde os séculos XII e XIII, os sufis organizam-se em ordens ou irmandades (tariqas), que seguem os métodos de realização espiritual ensinados por determinados mestres (os Xeques ou Pirs). As ordens sufis podem ser encontradas quer no sunismo, quer no xiismo. O Sufismo foi por vezes entendido pelas autoridades ortodoxas muçulmanas como uma ameaça, tendo os seus líderes e adeptos sido alvo de perseguições. O Sufismo tem sido igualmente criticado devido ao fato de alguns dos seus mestres terem alcançado um estatuto de santo, tendo sido erguidos santuários nos locais onde nasceram ou faleceram, tornando-se locais de peregrinação.

Os cinco pilares da fé Islâmica

1- A declaração da fé chamada de shahada: “Confesso que não há outro deus a não ser alá e que Maomé é o profeta de Alá”. Essa frase tem que ser dita pelo muçulmano ao levantar e antes de dormir.

2- O ritual de oração realizado cinco vezes por dia por todos os islâmicos acima de 10 anos. A oração é feita em direção à cidade de Meca, na Arábia Saudita.

3- Observar o jejum durante o mês sagrado do Ramadã (tempo especial para oração intensa e auto-exame), que ocorre no nono mês do calendário islâmico.

4- Dar esmolas aos pobres, o equivalente a 2,5% das economias de um ano.

5- Pelo menos uma vez na vida , fazer o hajj, a peregrinação à cidade de Meca (durante o hajj, o islâmico se dedica inteiramente a Alá). Cada peregrinação costuma reunir dois milhões de muçulmanos de todo o mundo em Meca. O alvo da peregrinação é a caaba, construção em forma de cubo na qual se reverencia um meteorito negro que fica no centro da grande mesquita em Meca.

Culto

A oração é a principal forma de culto no islã. Os muçulmanos oram cinco vezes ao dia, em horários anunciados pelo almuadem. Na sexta-feira a tarde, os muçulmanos vão à mesquita para uma cerimônia comunitária que inclui um sermão e orações especiais conduzidas por um imã. O Corão instrui os muçulmanos quanto à "maneira" de orar, de modo que a postura física é tão importante quanto as palavras. 

Nas preces rituais o fiel adota uma série de posturas (em pé, curvado ou prostrado, posição em que os dedos dos pés, os joelhos, as mãos e a testa têm de tocar o chão.

Conhecimento e Arte

Os muçulmanos acreditam que Deus criou todas as coisas - portanto, descobrir o mundo é aprender sobre a criação. Com base nisso o islã sempre valorizou o conhecimento e a erudição. O mundo islâmico expandiu-se de maneira constante entre 600 e 1200, com as viagens dos mercadores muçulmanos pelo norte da África, Ásia e sul da Europa. A Espanha muçulmana tornou-se um centro vibrante de erudição e criatividade artística, que levou à difusão de descobertas científicas orientais e islâmicas na Europa da Idade Média.

O Profeta Muhammad (que a Paz e a Bênção de Deus estejam sobre ele) disse:

"Eu vos aconselho que observeis nove assuntos, cuja observância meu Deus aconselhou-me:

1º- Ser sincero, tanto no sigilo quanto no declarado;
2º- Ser justo, tanto quando satisfeito, como na insatisfação;
3º- Ser comedido, tanto na fartura quanto na pobreza;
4º- Perdoar quem me injustiçou;
5º- Dar a quem me privou;
6º- Manter vínculos com quem rompeu comigo;
7º- Que meu silêncio seja: pensar;
8º- Que minha fala seja: citar o nome de Deus;
9º- Que o meu olhar seja: tirar lições."

"Ó crentes, amparai-vos na perseverança e na oração, porque Allah está com os perseverantes". (Alcorão surata 2:153)


sábado, 12 de setembro de 2009

Nove Verdades Ditas por Sai Baba

Quando busco a sabedoria oriental passo sempre pelos textos, frases famosas e pensamnetos célebres do Sathya Sai Baba. O homem é um grande mestre encarnado neste planeta, devemos todos meditar através da sabedoria por ele compartilhada. 

A seguir uma seleção de 9 lições passadas por este Grande Guru, Sathya Sri Sai Baba, um mestre a quem tenho grande amor, respeito, fé e consideração:


"A ansiedade é removida pela fé no Senhor; a fé que lhes diz que qualquer coisa que lhes aconteça é para o seu bem e que a vontade do Senhor seja feita. A aceitação silenciosa é a melhor armadura contra a ansiedade; não a aceitação heróica. O pesar surge do egoísmo, o sentimento de que você não merece ser tratado tão mal, que foi deixado desamparado. Quando o egoísmo se vai, o pesar desaparece."

"A atividade pode salvar, bem como matar. É como o gato que morde; ele morde o filhote para carregá-lo na boca até um lugar seguro; mas morde o rato para matar e comer. Tornem-se um gatinho, e o trabalho os salvará como uma mãe amorosa; tornem-se um rato, e vocês estarão perdidos."

"A devoção e a atitude de entrega incondicional, que é o seu fruto final, lhes darão grande coragem para enfrentar qualquer emergência; tal coragem é chamada de renúncia."

"A devoção, por si mesma, não é essencial. É o amor, a verdade, a virtude, a ânsia de progredir, de servir, de expandir seu coração, de envolver toda a humanidade em seu amor, de ver a todos como formas da Consciência Divina."

"A discilina espiritual é primordialmente exigida para o controle da mente e dos desejos, atrás dos quais ela corre. Se vocês acharem que não têm condições de vencer, não desistam da prática espiritual, mas façam-na ainda mais vigorosamente, pois é a matéria em que vocês não conseguiram nota suficiente para passarem que exige um estudo especial, não é? Disciplina espiritual significa limpeza interna, tanto quanto externa. Vocês não se sentem refrescados quando usam roupas sujas após o banho, não é? E tampouco se sentem refrescados se usarem roupas limpas, sem tomar banho. Ambos são necessários, o externo e o interno."

"A entrega total, que deixa tudo à Vontade d’Ele, é a mais elevada forma de devoção."

"A fé em Deus e na disciplina espiritual tem declinado devido à falta de entusiasmo nestes assuntos entre os mais velhos. É de responsabilidade de todos os homens devotos demonstrarem ao longo de suas vidas que devoção não é fraqueza, mas força; que isso abre um vasto manancial de força e que uma pessoa com fé em Deus pode superar obstáculos mais facilmente do que aquele que não a tem."

"A Graça do Senhor é como o oceano: vasto, sem limites. Através da sua prática espiritual, da repetição do nome de Deus, da meditação e do cultivo sistemático da virtude, esta Graça é convertida em nuvens de verdade e se derramam sobre a humanidade como chuvas de amor divino, que depois voltam a se reunir para fluir como a corrente de bem-aventurança, de volta para o oceano – o oceano da Graça do Senhor. Quando o amor divino envolve a humanidade, nós o chamamos compaixão, a qualidade não da pena, mas da compreensão; compreensão que faz a pessoa sentir-se feliz quando os outros estão felizes e triste quando os outros estão infelizes."

"A situação atual no mundo é como um tufão, causando intranqüilidade e confusão. Ninguém tem quietude mental; o medo e a ansiedade grassam por todo lado; o pânico reina enquanto se anuncia a conquista do espaço e a localização de novos planetas. Mesmo neste país, vivemos um tempo de crise e nenhum instante deve ser perdido para se corrigir as coisas, de modo que os homens possam desfrutar de paz mais do que qualquer outra coisa; pois sem paz, a vida é um pesadelo."

Saiba mais sobre Sai Baba visitando: http://www.srisathyasai.org.in/

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