Nosso conteúdo é vasto! Faça sua busca personalizada e encontre o que está procurando...

Translate

Mostrando postagens com marcador doutrina. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador doutrina. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 24 de julho de 2017

'PAI NOSSO' - Pelo Espírito do Dr. Leocádio Correia

"Pai Nosso que estais no céu, na Terra e em todos os mundos espirituais.

Santificado e bendito seja sempre o Vosso Nome, mesmo quando a dor e a desilusão ferirem o nosso coração.

O pão nosso de cada dia, dai-nos hoje Pai, dai-nos o pão que revigora as forças físicas, mas dai também o pão para o espírito.

Perdoai as nossas dívidas, mas nos ensinai antes a merecer o Vosso perdão, perdoando aqueles que tripudiam sobre as nossas dores, espezinham nossos corações e destroem nossas ilusões.

Que possamos perdoá-los, não com os lábios e sim com o coração.
Afastai do nosso caminho todo sentimento contrário à caridade.

Que este Pai Nosso seja dadivoso para com todos aqueles que sofrem, como espíritos encarnados ou desencarnados.

Que uma partícula deste Pai Nosso vá até os cárceres, onde alguns sofrem merecidamente, mas outros pelo erro judiciário.

Que vá até os hospícios, iluminando aqueles cérebros conturbados.
Que vá aos hospitais, onde muitos choram e sofrem sem o consolo da palavra amiga.

Que aqueles que neste momento transpõem o pórtico da vida terrena para a espiritual, tenham um guia e Vosso perdão.

Que este Pai Nosso, vá até os lupanares e erga aquelas pobres infelizes, que ali foram tangidas pela fome, dando-lhes o apoio e a fé.

Que vá até o seio da Terra, onde o mineiro está exposto ao fogo do grisu.

Que ele, findo o dia possa voltar ao seio da sua família.

Tende piedade dos órfãos, viúvas e daqueles que até esta hora ainda não tiveram uma côdea de pão.

Tende compaixão dos navegadores dos mares, dos que lutam com os vendavais no meio do mar bravio.

Tende piedade da mulher que abre os olhos do ser à vida.

Que este Pai Nosso vá até os dirigentes das Nações, para que evitem a guerra e cultivem a paz.

Que a paz e a harmonia do bem fiquem entre nós e estejam com todos.


Assim seja."

O abraço de,

LEOCÁDIO JOSÉ CORREIA
Mensagem psicografada pelo médium
Maury Rodrigues da Cruz

Baixe em PDF 





segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Exercício do Livre-arbítrio (Racionalismo Cristão)

O exercício pleno do livre-arbítrio segundo o Racionalismo Cristão


Casa Chefe do Racionalismo Cristão no Rio de Janeiro (Brasil)


"A verdade às vezes fere mas desperta o indivíduo do mundo das ilusões e traz mais disciplina, harmonia e sentido à sua vida e ao seu lar.

Há muita gente que está habituada a que lhe falem ao paladar e por isso não gosta da Verdade que o Racionalismo Cristão explana em suas Casas, com o fito exclusivo de esclarecer e livrar da ignorância as criaturas. Esta Doutrina se impõe pela Verdade, ela procura esclarecer e elevar, espiritualmente, as criaturas. Aqueles que explanam os seus princípios não se desviam da disciplina e tudo fazem para que a humanidade desperte para uma nova vida e se revolte contra o embuste e a hipocrisia que têm causado tantos males. Os explanadores do Racionalismo Cristão dizem verdades que nem sempre agradam, isto porque a verdade fere, mas cura. Ferindo, obriga a criatura a sentir a vida e a raciocinar melhor. Quantas e quantas vezes daqui saem criaturas que foram feridas pela verdade, mas, ao chegarem à sua casa e rememorando fatos, recordando casos passados, chegam à conclusão de que houve razão no que aqui foi dito e daí em diante passam ser outras e criam disciplina nos seus lares.

O Racionalismo Cristão quer a humanidade esclarecida, consciente daquilo que é e do que deve ser para combater a fraqueza espiritual, porque esta é a causa dos maiores males que a atacam. Uma vez esclarecida, saberá dar combate à mentira, porque ela foi sempre um cancro a corroer o moral da humanidade. Combata-se o fanatismo, seja ele qual for. O fanático dá má nota de sua inteligência, atesta pouco raciocínio e nenhuma compreensão. A criatura esclarecida não pode ser fanática; ela tudo vê, tudo observa e analisa com inteligência e raciocínio. O fanatismo enfraquece o espírito, desnorteia o livre-arbítrio e a vontade.

A criatura fanática não tem vontade, aceita aquilo que "a", "b" e "c" lhe impingem, aceita como certo aquilo que os seus mentores lhe dizem. O Racionalismo Cristão quer que a criatura pense e raciocine. No Racionalismo Cristão a criança tem liberdade para raciocinar e poder dizer aos pais aquilo que sente, não há coação por parte dos pais esclarecidos. O Racionalismo Cristão quer o adulto com sua personalidade, sabendo o que quer e como deve pensar e agir, sendo o responsável pelos seus atos.

Se o mundo caminha para o progresso espiritual e se há muito progresso material, por que razão não dar à criatura a liberdade de pensar, de deduzir, de tirar as suas conclusões, de desvendar os chamados mistérios, de conhecer a fundo os dogmas, para, enfim, ter a certeza da Verdade?


O Racionalismo Cristão deseja despertar a humanidade, seja ela religiosa ou não, tenha tido uma educação religiosa ou não, tudo isso pouco nos importa. Se ela quiser aceitar, sem ofensa, sem se escandalizar, sem medo do inferno, sem se espantar com aquilo que ouve, que aceite; se não quiser, que continue ignorante, mas de uma coisa estamos certos; é que ela dirá sempre que no Redentor existe uma Doutrina diferente, uma Doutrina que diz a Verdade sem receio, com desassombro, que diz o que sente e que, portanto, é digna da consideração e do respeito de todos.

Eis o que nós desejamos que sintam, e como não fazemos obra só para o presente, mas, sim, para o futuro, esperamos que aqueles espíritos que hoje vêm reencarnando, aqueles espíritos que já dão demonstração da sua inteligência, da sua sagacidade, esperteza, discernimento e até de uma certa independência, aproveitem as lições que damos, as lições que outros continuarão a dar, para compreenderem e viverem melhor do que aqueles que, na época presente, apesar de inteligentes, apesar de certa cultura, desprezam.

É uma coisa natural e que a nós, absolutamente, não surpreende. É natural, porque, felizmente, aquilo que se grava em criança, dificilmente se esquece, e os adultos de hoje tiveram, naturalmente, quem gravasse nos seus espíritos isso, respondendo àquele ditado conhecido que diz que "ensinar em criança é gravar em mármore", o que é um fato. E esses tiveram, naturalmente, quem lhes gravasse nesse mármore aqueles princípios que não podem esquecer e que eles sentem eternamente e que dificilmente serão expurgados do mármore da sua memória.

Se muitas coisas que dizemos, se muitas lições verdadeiras que aqui são ditas não são bem recebidas, estamos certos de, no futuro, aqueles espíritos a que já nos referimos, irão aproveitá-las e muito, porque viverão despidos dessa ignorância, viverão, portanto, independentes, argutos e perspicazes, porque não aceitarão mais aquilo que não tenha explicação racional e científica, aquilo que a sua inteligência, que o seu raciocínio, que os seus sentimentos sãos, repilam.

O Racionalismo Cristão é uma Doutrina diferente e que muita gente não compreende, disso temos a certeza. Para nos compreenderem é preciso levarem a mente longe, é preciso pôr de lado todo o misticismo, todo o fanatismo, toda a vaidade, todo o preconceito; enquanto isso não se der, não seremos bem compreendidos, assim como não o serão os nossos Princípios. É por isso que aconselhamos àqueles que vêm às nossas Casas para que formem ambiente para os espíritos que virão encarnar no seu meio, para que eles possam, assim, encontrar facilidade para melhor compreenderem e melhor se aprofundarem no estudo da vida."

Fonte: LUIZ DE MATTOS - CLÁSSICOS DO RACIONALISMO CRISTÃO - Volume 1 - 2ª edição - Centro Redentor - Rio de Janeiro - 2001.
Outras obras do Autor: Pela Verdade, 9ª ed. - Vibrações da Inteligência Universal, 9ª edição.
Imagem: Casa Chefe do Racionalismo Cristão no Rio de Janeiro (Brasil) - Clique aqui e saiba o quê é o Racionalismo Cristão

"O Racionalismo Cristão é a codificação, em termos racionais e científicos, da verdadeira doutrina de Jesus, ou seja, dos ensinamentos do Jesus histórico, que nada tem a ver com o Cristo místico da teologia e dos dogmas, criado pela religião."


quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

"Dai de graça, o que de graça recebeste"

O Evangelho Segundo o Espiritismo é uma obra de Allan Kardec. Publicada em Paris, no mês de abril de 1864, avalia os evangelhos sob a ótica da Doutrina Espírita. O livro aborda a aplicação dos princípios da moral cristã e de questões religiosas como a prece e a caridade. Entre as cinco obras fundamentais do espiritismo, compiladas por Allan Kardec, é a que dá maior enfoque a questões éticas e comportamentais do ser humano. Na página 380, da tradução para o portugês feita por Gullon Ribeiro, da 3ª edição francesa revista, corrigida e modificada pelo autor em 1866, extraímos orientação sobre "Preces pagas" e conclusão com "Mercadores expulsos do templo" na pg. 381 da mesma publicação:

"3 – Disse em seguida a seus discípulos, diante de todo o povo que o escutava: - Precatai-vos dos escribas que se exibem a passear com longas túnicas, que gostam de ser saudados nas praças públicas e de ocupar os primeiros assentos nas sinagogas e os primeiros lugares nos festins; - que, a pretexto de extensas preces, devoram as casas das viúvas. Estas pessoas receberão condenação mais rigorosa. (S. Lucas, cap. XX, vv.45 a 47; - S. Marcos, cap. XII, vv.38-40; - S. Mateus, cap. XXIII, v. 14.)

4 – Disse também Jesus: não façais que vos paguem as vossas preces; não façais como os escribas que, “a pretexto de longas preces, devoram as casas das viúvas”, isto é, abocanham as fortunas. A prece é ato de caridade, um arroubo do coração. Cobrar alguém que se dirija a Deus por outrem, é transformar-se em intermediário assalariado. A prece, então, fica sendo uma fórmula, cujo comprimento se proporciona a soma que custe. Ora, uma de duas: Deus mede ou não mede as suas graças pelo número das palavras. Se estas forem necessárias em grande número, por que dizê-las poucas, ou quase nenhumas, por aquele que não pode pagar? É falta de caridade. Se uma só basta, é inútil dizê-las em exesso. Por que então cobrá-las? É prevaricação.
Deus não vende os benefícios que concede. Como, pois, um que não é, sequer o distribuidor delas, que não pode garantir a sua obtenção, cobraria um pedido que talvez nenhum resultado produza? Não é possível que Deus subordine um ato de clemência, de bondade ou de justiça, que da sua misericórdia se solicite, a uma soma em dinheiro. Do contrário, se a soma não fosse paga ou fosse insuficiente, a justiça, a bondade e a clemência de Deus ficariam em suspenso. A razão, o bom-senso e a lógica dizem ser impossível que Deus, a perfeição absoluta, delegue a criaturas imperfeitas o direito de estabelecer preço para a sua justiça. A justiça de Deus é como o Sol: existe para todos, para o pobre como para o rico. Pois que se considera imoral traficar com as graças de um soberano da Terra. Poder-se-á ter por lícito o comércio com as do soberano do Universo?
Ainda outro inconveniente apresentam as preces pagas; é que aquele que as compra se julga, as mais das vezes, dispensado de orar ele próprio, porquanto se considera quite, desde que deu o seu dinheiro. Sabe-se que os Espíritos se sentem tocados pelo fervor de quem por eles se interessa. Qual pode ser o fervor daquele que comete a terceiro o encargo de por ele orar, mediante paga? Qual o fervor desse terceiro, quando delega o seu mandato a outro, este a outro, e assim por diante? Não será isso reduzir a eficácia da prece ao valor de uma moeda em curso?"

"5 - Eles vieram em seguida a Jerusalém, e Jesus, entrando no templo, começou por expulsar dali os que vendiam e compravam; derribou as mesas dos cambistas e os bancos dos que vendiam pombos; - e não permitiu que alguém transportasse qualquer utensílio pelo templo. - Ao mesmo tempo os instruia, dizendo: Não está escrito: Minha casa será chamada casa de oração por todas as nações? Entretanto, fizestes dela um covil de ladrões! - Os príncipes dos sacerdotes, ouvindo isso, procuravam meio de o perderem, pois o temiam, visto que todo povo era tomado de admiração pela sua doutrina. (S. Marcos, cap.XI, vv. 15 a 18; - S. Mateus, cap.XXI, vv. 12 e 13.)

6 - Jesus expulsou do templo os mercadores. Condenou assim o tráfico das coisas santas sob qualquer forma. Deus não vende a sua bênção, nem o seu perdão, nem a entrada no reino dos céus. Não tem, pois, o homem o direito de lhes estipular preço.

Doe para continuarmos nossa obra:

Gostou?
Então contribua com qualquer valor
Use a chave PIX ou o QR Code abaixo
(Stresser Mídias Digitais - CNPJ: 49.755.235/0001-82)

Sulpost é um veículo de mídia independente e nossas publicações podem ser reproduzidas desde que citando a fonte com o link do site: https://sulpost.blogspot.com/. Sua contribuição é essencial para a continuidade do nosso trabalho.