Nosso conteúdo é vasto! Faça sua busca personalizada e encontre o que está procurando...

Translate

Mostrando postagens com marcador psicologia da alma. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador psicologia da alma. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

As 8 "Armas Espirituais"



Dentro de você há 8 "Armas Espirituais" bastante eficientes. Conforme a situação, escolha a arma apropriada e use-a no momento certo. Para que estes mecanismos de defesa funcionem você precisa ter conhecimento das suas emoções e sempre buscar entender melhor as pessoas. 

Devemos procurar sempre manter um autocontrole paciente para poder manter a mente quieta, a espinha ereta e o coração tranquilo. Use sua força de vontade, seu poder mental e veja como seus limites se ampliam!

As 8 "Armas Espirituais":

1) Interiorizar-se: busque o que você é realmente, não se perca no que você não é.

2) Desprender-se: sinta que o passado é uma mochila pesada e desconfortável, solte-a.

3) Tolerar: deixe de lutar contra o vento e passe a amá-lo.

4) Ajustar-se: veja que a vida é elástica e seja elástico também.

5) Discernir: escute sua consciência e entenda que tudo que vem é para o seu bem.

6) Julgar: seja juiz de si e advogado dos outros, não o contrário.

7) Enfrentar: faça as coisas pelas quais tem medo e o medo desaparecerá.

8) Cooperar: trabalhe com outros e transforme o difícil em fácil.

Recomendado para você

domingo, 26 de fevereiro de 2017

Não se curem demais!

"Não se curem além da conta. Gente curada demais é gente chata. Todo mundo tem um pouco de loucura. Vou lhes fazer um pedido: vivam a imaginação, pois ela é a nossa realidade mais profunda. Felizmente, eu nunca convivi com pessoas muito ajuizadas." 



quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Duas crianças




Conta certa lenda, que estavam duas crianças patinando num lago congelado. Era uma tarde nublada e fria, e as crianças brincavam despreocupadas.

De repente, o gelo se quebrou e uma delas caiu, ficando presa na fenda que se formou. A outra, vendo seu amigo preso e congelando, tirou um dos patins e começou a golpear o gelo com todas as suas forças, conseguindo por fim, quebrá-lo e libertar o amigo.

Quando os bombeiros chegaram, e viram o que havia acontecido, perguntaram ao menino:

– Como você conseguiu fazer isso? É impossível que tenha conseguido quebrar o gelo, sendo tão pequeno e com mãos tão frágeis!

Nesse instante, um ancião que passava pelo local comentou:

– Eu sei como ele conseguiu.

Todos perguntaram:

– Pode nos dizer como?

Respondeu o idoso:

– É simples, não havia ninguém ao seu redor para lhe dizer que não seria capaz.

Autor desconhecido

“No meio de toda dificuldade existe sempre uma oportunidade”. 
                                                                            Albert Einstein



quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Levo comigo tudo que tenho



Bastar-se a Si Próprio 

Bastar-se a si próprio, ser um todo em tudo por si mesmo e poder dizer omnia mecum porto mea [levo comigo tudo que tenho] é, seguramente, a qualificação mais favorável à nossa felicidade. 

Daí a máxima de Aristóteles: felicitas sibi sufficientium est [a felicidade é dos que bastam a si mesmos (Ética a Eudemo, 7, 2)], que nunca devemos nos cansar de repetir. (No fundo, é a mesma ideia presente na sentença muito bem torneada de Chamfort, posta como epígrafe neste livro.) 

Pois não se pode contar com certeza mais que consigo mesmo; ademais, as dificuldades e as desvantagens, os perigos e os inconvenientes que a sociedade traz consigo são inumeráveis e inevitáveis. 

—Arthur Schopenhauer, in Aforismos Para a Sabedoria de Vida, página 65 - trecho do aforismo 09. 

Ilustração de Takahiro Hara


Dica de leitura:

“Tomo aqui o conceito de sabedoria de vida num sentido totalmente imanente, a saber, o da arte de conduzir a vida da maneira mais agradável e feliz possível [...].”

Arthur Schopenhauer é um dos mais importantes nomes da filosofia em língua alemã, junto com Kant, Hegel, Nietzsche e Wittgenstein. Embora muitas vezes considerado um pensador “pessimista”, seus estudos sobre a filosofia oriental possibilitaram-lhe uma visão até então inédita da existência humana: a dor e o tédio são, para ele, os dois polos entre os quais oscilamos do nascimento à morte. Para se ter uma vivência feliz e agradável, portanto, é preciso constantemente equilibrar-se entre esses dois extremos. Em Aforismos para a sabedoria de vida (1851), Schopenhauer discorre, na linguagem límpida que o caracteriza, sobre os elementos principais da existência, demonstrando que a validade de tal visão de vida não apenas perdura até hoje como parece se fortalecer cada vez mais.

Mais de trinta anos após lançar as bases de sua filosofia em O mundo como vontade e representação, Arthur Schopenhauer tornou-se conhecido por Parerga e paralipomena (1851). Deste vasto tratado de mais de mil páginas contendo aquilo que o próprio autor chamou de “escritos esparsos”, Aforismos para a sabedoria de vida compõe o segundo quarto. Nestes ensaios, o pensador se dirige ao leitor com uma linguagem clara e acessível, deixando de lado terminologias filosóficas, para refletir sobre os principais fatores que influenciam a busca humana pela “boa vida” – uma existência agradável e moralmente justa.

Composto por capítulos como “Daquilo que se é”, “Daquilo que se tem”, “Daquilo que se representa”, “Da diferença entre as idades”, o autor – um dos introdutores da filosofia oriental e budista aos pensadores europeus – discorre sobre a amizade, a simplicidade, a felicidade, a vida, a morte, a honra, sempre com um olhar sereno e estável. Em vez de defender o valor absoluto da razão, postula o indivíduo como o próprio detentor dos meios de se chegar à felicidade, afirmando-se, portanto, como um pensador eminentemente humanista. 

“Aquilo que alguém é e tem em si mesmo, em suma: a personalidade e o valor, é o único fator imediato para sua felicidade e seu bem-estar”. 

Chega mesmo a antecipar noções futuras de psicologia e, em seu estilo lapidar e cristalino, propôs ideias hoje correntes: “[...] não é sem razão que nos perguntamos, antes de qualquer outra coisa, pelo estado de saúde uns dos outros e desejamos mutuamente nosso bem-estar: pois esse é com efeito de longe o elemento mais importante para a felicidade humana. [...] a maior de todas as tolices é sacrificar a própria saúde pelo que quer que seja, pelo emprego, pela erudição, pela fama, e tanto mais por volúpia e prazeres efêmeros: pelo contrário, deve-se priorizá-la em face de tudo o mais”.

Aqui está, em toda sua exuberância, a sabedoria daquele que, admitindo a ausência de Deus e o sofrimento intrínseco à experiência humana, enxergava na reflexão, na arte e na conduta moral os grandes trunfos da humanidade, influenciando todos os pensadores posteriores.

Leia agora mesmo Aforismos para a sabedoria de vida 

Os Editores

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Buda e o Ego




Trecho do filme "O pequeno Buda" onde podemos ver dois momentos decisivos na vida de Siddhartha. 

O primeiro através da confrontação de Siddhartha com seu Ego que irá resultar no movimento de Anatta (pali) ou Anatman (sânscrito), que seria a negação da existência de uma essência pessoal imutável e independente, o não-eu. 

E o segundo momento onde através desse movimento de negação do Ego, Siddhartha alcançará a sua própria iluminação, através de sua visão de verdade sobre a vida.


sexta-feira, 29 de outubro de 2010

A Última Mensagem de Krishnamurti

"Jiddu Krishnamurti (జిడ్డు కృష్ణ మూర్తి) nasceu na Índia, em Madanapalle, 11 de maio de 1895 e fez sua passagem ao mundo espiritual em Ojai, EUA, 17 de fevereiro de 1986. Krishnamurti foi um filósofo e místico indiano.

Entre seus temas estão incluídos revolução psicológica, meditação, conhecimento, relações humanas, a natureza da mente e a realização de mudanças positivas na sociedade global.

Constantemente ressaltou a necessidade de uma revolução na psique de cada ser humano e enfatizou que tal revolução não poderia ser levada a cabo por nenhuma entidade externa seja religiosa, política ou social.

"Na manhã do dia 7 de fevereiro de 1986, Mary Zimbalist perguntou a Krishnamurti se podia responder a uma pergunta que Mary Cadogan tinha escrito para ele. Ele pe­diu para Mary lê-la. Era o seguinte: 'Quando Krishnaji morrer, o que realmente acontecerá com esse extraordinário foco de compreensão e ener­gia que é K?'

K respondeu imediatamente e Mary anotou: 'Terá partido. Se alguém penetrar totalmente nos ensinamentos, talvez possa tocá-lo; mas so­mente tentar tocá-lo não resolve'. E, após um momento, acrescentou: 'Se vocês apenas soubessem o que perderam — aquele vasto vazio'.

A pergunta de Mary Cadogan provavelmente ainda estava na cabeça de K quando, no meio da manhã, ele chamou Scott e pediu-lhe que gravasse algo que queria dizer. 'A voz dele estava fraca', observou Mary, mas falou com grande ênfase'. As palavras estavam entrecortadas por pausas como se fosse um esforço pronunciá-las:

"Eu estava dizendo esta manhã que, por setenta anos, esta superenergia — es­ta imensa energia, imensa inteligência — tem usado este corpo.

Não creio que as pessoas compreendam a tremenda energia e inteligência que fluíam através deste corpo — é uma máquina de doze cilindros. E durante setenta anos — um longo tempo — e agora o corpo não agüenta mais. Ninguém, a menos que o corpo tenha sido preparado, muito cuidadosamente, protegido e assim por diante — ninguém pode compreender o que acontecia com o cor­po. Ninguém. Não pretendam compreender.

Ninguém. Repito isso: ninguém entre nós ou o público sabe o que aconteceu. Eu sei que não sabem. E agora, depois de setenta anos, isso chegou ao fim. Não aquela inteligência e ener­gia, ela está aqui, todos os dias, e especialmente à noite.

E, após setenta anos, o corpo não pode mais suportar — não suporta mais. Não pode. Os indianos têm muitas superstições idiotas sobre isso — que o corpo obedece à nossa vontade e todos os tipos de tolices.

Vocês não encontrarão outro corpo como esse, ou aquela suprema inteligência operando em um corpo, por muitas cen­tenas de anos. Vocês não verão isso outra vez.

Quando ele partir, partiu. Não há consciência alguma deixada para trás daquela consciência, daquele esta­do.

Todos pretenderão ou tentarão imaginar que poderão entrar em contato com aquilo. Talvez possam de algum modo se viverem os ensinamentos. Mas ninguém tem feito isso. Ninguém. E então este é o fato."

Quando Scott pediu para ele esclarecer o que dissera pois temia que pudesse ser mal interpretado, K ficou 'muito aborrecido' com ele e disse: 'Você não tem direito de interferir nisso'. Ao dizer para Scott não interferir, parece evidente que K queria que essa declaração fosse conheci­da por todos os interessados.

K viveu apenas nove dias mais. Ele desejava morrer e queria saber o que aconteceria se o tubo fosse removido. Disseram-lhe que ficaria rapidamente desidratado. Ele sabia que tinha o direito legal de tirar o tubo, mas não queria causar possíveis problemas a Mary ou ao médico; além dis­so, 'o corpo' ainda estava sob sua responsabilidade; portanto, até o fim, ele continuou cuidando dele."



sábado, 28 de novembro de 2009

Uma Compreensão Esotérica da Sexualidade (Joshua David Stone)

Por Joshua David Stone*


"Um dos assuntos mais embaraçosos para aspirantes e discípulos do caminho espiritual é o da sexualidade. Na minha opinião, há bem poucos livros que realmente explicam essa questão de maneira adequada. Este é um assunto complexo por diversas razões.

Em primeiro lugar, o ego e alma têm visões completamente diferentes de como a sexualidade deve ser usada. Segundo, a sexualidade é afetada por algumas das seguintes variáveis:

1. Sua idade cronológica;

2. A idade da sua alma;

3. Se você é solteiro ou casado;

4. Se mantém algum relacionamento;

5. Seu nível de iniciação nesta vida;

6. Suas metas e objetivos nesta vida;

7. Seu karma de vidas passadas e propósito da sua encarnação nesta;

8. Seu grau de saúde física ou falta dela;

9. Seu comprometimento com a ascensão nesta vida.

Para começar a discussão da sexualidade, vamos primeiro examinar a diferença entre as visões do ego e do espírito em relação à sexualidade:

O ego usa a sexualidade a serviço do eu inferior; o espírito a utiliza somente a serviço do Eu superior e da alma.

O ego só está interessado em se satisfazer egoisticamente; o espírito está interessado em amar e dar prazer ao outro, assim como a si mesmo. O ego trata o outro como um objeto, buscando usar esse corpo físico para alcançar a auto-satisfação; o espírito vê a outra pessoa como o Eu Eterno dentro do templo de um corpo.

O ego tem somente a visão física; o espírito tem também a visão espiritual. O ego é controlado por desejos, sentidos, pensamentos, emoções, sensações físicas e energia sexual; o espírito é senhor desses aspectos do eu e os utiliza a serviço de Deus.

O ego, que busca a luxúria, extravasa toda a sexualidade pelo segundo chakra; o espírito reconhece a energia sexual apenas como uma oitava da energia dentro do sistema de sete chakras, e procura elevar essa energia a todo o sistema, a fim de usá-la em campos como a criatividade, a saúde física, o amor, o serviço, a meditação mais aprofundada, a iluminação e a teo-realização.

O ego é obcecado pela sexualidade e olha toda pessoa através dessa lente de referência; o espírito vê todas as pessoas primeiramente como Deus encarnado.

O ego usa a energia da kundalini para obter prazer sexual; o espírito busca elevar a energia da kundalini, da qual faz parte a energia sexual, até o chakra do alto da cabeça.

O ego procura chegar ao orgasmo somente no plano do segundo chakra; o Espírito, ao praticar a sexualidade tântrica, busca o orgasmo em todos os sete níveis.

O ego considera a sexualidade como a coisa mais importante da vida, e fica mal-humorado, zangado, aborrecido e irritadiço se não consegue o que quer; o Espírito, tendo preferências mas não apegos, permanece em total alegria, paz e equilíbrio, aconteça o que acontecer. 

O ego não pode conceber a felicidade sem a sexualidade; a felicidade do espírito é um estado mental, e nada tem a ver com sexualidade. 

De fato, o espírito pondera seriamente o celibato como uma opção viável, enquanto o ego constantemente inicia relacionamentos espiritualmente equivocados em função do impulso sexual. O espírito, sendo solidamente centrado no autodomínio, dispõe-se tranqüilamente a aceitar o celibato durante toda uma vida, caso o parceiro espiritual correto não se manifeste.

O ego dissipa enormes quantidades de energia sexual por meio da masturbação; o espírito, embora nada veja de errado na masturbação, busca sublimar parte dessa energia em ojas shakti ou iluminação cerebral. O ego usa a sexualidade com o objetivo de alcançar o orgasmo; o Espírito usa a sexualidade para alcançar a intimidade e partilhar o amor espiritual, e pode até preferir não chegar ao orgasmo. O espírito considera o prelúdio amoroso mais importante que o orgasmo.

O ego se interessa por pornografia e vive no estado de consciência que a cria; o espírito não usa a sexualidade dessa forma; utiliza-a para a glória de Deus (conexão cósmica).

O ego faz amor somente com o corpo físico; o espírito faz amor com o espírito que vive dentro do corpo físico.

O ego coloca em primeiro lugar o seu próprio prazer; o Espírito coloca em primeiro lugar o prazer da outra pessoa. O ego se interessa por sentir orgasmo o mais rápido possível; o Espírito se interessa por partilhar o amor por tanto tempo quanto for possível.

O ego usa fantasia de outras pessoas durante a masturbação ou envolvimento sexual com um parceiro; o espírito é extremamente contido no uso da fantasia, reconhecendo que todas as mentes estão unidas, e que aquilo que um fantasia afeta o outro.

O ego negativo que controla a personalidade encarnada leva a pessoa a ter romances por falta de controle do aspecto sexual; o Espírito, compreendendo a lei do karma, jamais faz nada que magoe a outra pessoa, que seja desonesto ou que gere karma negativo.

Eu poderia continuar ainda por muito tempo, mas acho que já é o suficiente para passar claramente uma idéia básica. Resumindo, os atos sexuais são pecaminosos ou errados quando egoístas e não partilhados no amor; são bons quando provocam a partilha do amor entre duas almas.

É preciso entender que a energia sexual é só uma das sete oitavas energéticas que existe dentro do corpo humano. Não há nada de errado no prazer do ponto de vista espiritual. Porém, será que é o prazer a única forma como você deseja usar a sua energia? Não há julgamentos dos reinos espirituais se é essa a escolha que você faz em qualquer momento, mas é importante considerar as tremendas realizações, criatividade e crescimento espiritual que poderiam ser alcançados se a energia fosse sublimada.

Outro ponto importante a considerar é que, segundo a canalização da Mente Universal por Paul Solomon, por quem tenho enorme respeito, "o ato físico em si evitaria a realização do ato superior da alma". Em outra palavras, uma vez manifestado o eu inferior ou natureza animal, isso impede que você seja um canal para o Eu Superior ou alma.

Nas canalizações de Paul, a Fonte também afirma que a partilha de fluidos entre duas pessoas cria um elo espiritual ou amarras energéticas que não podem ser rompidas durante toda a vida. As amarras podem ser rompidas num sentido psicológico, com o final da relação, mas não num sentido espiritual. Essas amarras são como fios elétricos, e a energia passa por elas nos dois sentidos. É por isso que, em muitos ensinamentos espirituais, a doação sexual do eu tem como meta complementá-lo naquela vida.

Quando você entender os elos kármicos que cria com as pessoas toda vez que faz sexo, acho que será um pouco mais seletivo quanto aos parceiros sexuais. Se você é uma vítima psicológica, e não senhor de sua mente, das suas emoções, você pode ser prejudicado pelas energias que fluem através dessas amarras.

O mau humor, a depressão e a raiva podem não ser seus, mas pertencer à pessoa com quem você dormiu, pessoa cujas energias continuam a fluir para você através das amarras. Como a energia flui nos dois sentidos, o estilo de vida do companheiro ou parceiro continua se infundindo em você e fluindo de você; é inteligente, portanto, escolher com cuidado.

Todas as pessoas têm essas amarras, e o ideal seria ter o domínio das energias, para não mais ser vítima das forças que fluem por elas. No sentido mais sublime, o ideal é que você queira ser um gerador de Luz e amor tal que sua energia divina flua de volta pelas amarras para enlevar aquelas pessoas com quem você se envolveu. Mas isso não é coisa que precise ser feita conscientemente; o estilo de vida normal trilhado por uma pessoa que assume a condição de Luz do mundo cuidará automaticamente disso.

É também importante compreender que o estado de consciência cultivado durante o ato sexual é aquilo que você implanta no parceiro. Em outras palavras, o homem não só planta a semente física, mas também a energia concupiscente do eu inferior ou o amor do Eu superior.

Isso também vale para outras formas de atividade sexual, e não somente o ato em si. Lembre que seu parceiro é Deus, como você também o é. A pergunta a fazer a si mesmo é se você está dando ao parceiro aquilo que gostaria de dar a Deus; pois, na verdade, é exatamente isso que você está fazendo..."

(trecho extraído das págs. 157 a 160)

Capítulo 13: Autodefesa Psíquica


"Este capítulo talvez seja um dos mais importantes de todo este livro. Em vez de chamá-lo "Autodefesa psíquica", também poderia tê-lo intitulado: "Como desenvolver um forte sistema imunológico físico, emocional, mental e espiritual".

Talvez você pense no sistema imunológico apenas como uma parte do corpo físico. Não é assim, porém. É tão importante, se não mais, desenvolver também um sistema imunológico psicológico espiritual. A eficiência do seu sistema imunológico físico vai depender em larga medida, na verdade, da força de sua imunidade psicológica e espiritual.

A vida é uma batalha, independentemente de as pessoas espiritualizadas gostarem ou não de admiti-lo. Mesmo o grande Paramahansa Yogananda disse: "A vida é um campo de batalha." No Bhagávad-Gita, Krishna roga a Arjuna que "se desfaça de sua covardia, erga-se e lute". Você precisa aprender a ser um guerreiro espiritual na vida. A Course in Miracles enfatiza a importância de estar "atento a Deus e ao Seu reino".

A luta acontece em diversos planos. Primeiro, você luta para permanecer consciente e alerta, não caindo naquilo que chamo de piloto automático. Segundo, você luta para manter sua mente limpa de pensamentos negativos. Luta para evitar que o glamour, a ilusão, maya e o ego negativo dominem sua consciência. Luta para permanecer interiorizado, equilibrado. Luta para conservar o amor incondicional, a alegria, o equilíbrio da mente e a paz interior.

As vezes você luta para se curar de uma doença física ou de uma perturbação nos planos emocional, mental e/ou espiritual. Às vezes você luta contra o cansaço. Luta para controlar a mente subconsciente e para dominar seus três veículos ou corpos inferiores. Luta para permanecer consciente de que é Deus.

Uma das piores coisas que você tem de combater, ao lado das energias internas que não provêm da alma, são as energias negativas de outras pessoas e do ambiente... 

(trecho extraído do Capítulo 13 - Autodefesa Psíquica - pág. 171)

Se você aprende a permanecer no seu poder, todas essas ferramentas se tornam desnecessárias, pois jamais irá precisar delas. Você só se torna vítima quando perde o seu poder. Raptos e implantes ocorrem em função de uma abertura na aura que permite essas coisas. Feche-a, então. Retome seu poder pessoal e também aquilo que Edgar Cayce chama de raiva positiva; então essas coisas deixarão de ser apenas possibilidade.

Uma das confusões de muitas pessoas espiritualizadas é pensar que devem permanecer abertas em todos os momentos. Nada pode estar mais longe da verdade. Tudo na vida deve ser equilibrado. Há o yin e o yang, o feminino e o masculino; há o momento de estar aberto e o momento de permanecer fechado. Você precisa aprender a abrir e a fechar o seu campo energético quando quiser.

Quando há por perto alguma energia negativa, é preciso ser capaz de fechar e proteger o espaço psicológico e espiritual. Você pode permanecer amoroso, ainda que se feche às energias negativas. Permanecer receptivo todo o tempo é querer tornar-se vítima das energias dos outros.

Os chakras são como as lentes de uma máquina fotográfica, que podem ser abertas e fechadas por um comando do operador. Se você decide que neste universo de Deus não existe meio de os extraterrestres negativos o raptarem, então certamente eles não o farão. Tranqüilize-se e saiba que você é Deus. E pode o próprio Deus, o Pai, ser vítima de algo? Pois você foi criado à imagem e semelhança dEle, e portanto você também não pode ser vítima de nada – a menos que queira sê-lo, ao não assumir a plenitude do seu poder.

Com respeito a doenças físicas e emocionais, se você pensa que é vulnerável, provavelmente está certo. Se usa seus poderes criadores para programar os corpos físico e emocional para que não adoeçam, certamente não adoecerão. Se você pensa que é o Cristo e uma coisa só com Deus, então é isso o que você é. 

(trecho extraído do Capítulo 13 - Autodefesa física - pág. 192)

Se você quer selar sua aura por estar ao lado de alguém que tenta sugar sua vitalidade, entrelace os dedos e coloque as mãos sobre o plexo solar. Ao mesmo tempo, encoste os cotovelos contra os lados do corpo e encoste um pé no outro. Fazendo assim, você tranforma seu corpo físico num circuito fechado que não pode ser drenado.

As forças das trevas não conseguem entrar no seu campo se a sua freqüência global é elevada até uma vibração suficientemente alta."

(trecho extraído do Capítulo 13 - Autodefesa Psíquica pág.194)

Fonte: Revista Amaluz, importante publicação esotérica dos anos 90, atualmente fora de circulação. Artigo baseado no livro: 'A alma e a sexualidade' - Joshua D. Stone (reprodução) - Imagem meramente ilustrativa: "Sexualidade e Espiritualidade por Ashtar Sheran" (Pinterest)

*Joshua David Stone é Ph.D. em psicologia transpessoal e também conselheiro matrimonial familiar e infantil em Los Angeles, Califórnia. Num nível espiritual, ele dirige o Melchizedek Synthesis Light Academy Asharam, um asharam do plano interior e exterior integrados que procuram ensinar todos os caminhos para DEUS. Servindo como porta-voz do movimento de Ascensão Planetária, a linhagem espiritual do dr. Stone está directamente ligada a Djwhal Khul, a Sanandra, a Kuthumi, ao senado Melquesedeque, ao Mahatma e a Metatron. Ele também sente que tem uma ligação muito estreita com a Mãe Divina, com o Senhor Buda, assim como uma devoção profunda por Sathya Sai Baba. No Brasil ele tem todos seus livros publicados pela Editora Pensamento. Fez sua passagem para o Plano Astral em 2005.

Doe para continuarmos nossa obra:

Gostou?
Então contribua com qualquer valor
Use a chave PIX ou o QR Code abaixo
(Stresser Mídias Digitais - CNPJ: 49.755.235/0001-82)

Sulpost é um veículo de mídia independente e nossas publicações podem ser reproduzidas desde que citando a fonte com o link do site: https://sulpost.blogspot.com/. Sua contribuição é essencial para a continuidade do nosso trabalho.