Nosso conteúdo é vasto! Faça sua busca personalizada e encontre o que está procurando...

Translate

Mostrando postagens com marcador chave poder mental. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador chave poder mental. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 14 de agosto de 2026

O que guardamos demais também pode nos impedir de crescer

Há coisas que a vida nos dá para serem vividas, compartilhadas e transformadas — não para serem acumuladas. Uma reflexão antiga sobre riqueza, excesso e o verdadeiro sentido da abundância

Há coisas que a vida nos dá para serem vividas, compartilhadas e transformadas — não para serem acumuladas. Uma reflexão antiga sobre riqueza, excesso e o verdadeiro sentido da abundância

Há uma imagem muito bonita — e ao mesmo tempo incômoda — nesta página de Nossas Forças Mentais: a de um rio que resolvesse guardar para si tudo aquilo que recebe.

Imagine um rio recebendo água, nutrientes e todos os elementos necessários para alimentar a terra, mas decidindo não entregar nada às suas margens. Guardando tudo. Entesourando tudo.

O que aconteceria?

Em vez de vida, haveria esterilidade.

Em vez de campos verdes, haveria terra seca.

A comparação proposta pelo livro vai muito além do dinheiro. Ela fala de uma tendência humana que, muitas vezes, nem percebemos: queremos possuir até aquilo que só existe para circular.

Guardamos sentimentos.

Guardamos palavras.

Guardamos conhecimento.

Guardamos dinheiro, objetos, experiências e até afeto.

Às vezes, guardamos tanto que aquilo que deveria nos alimentar começa, paradoxalmente, a nos pesar.

A natureza não acumula sem propósito

A planta retira do ar, da água e da terra aquilo de que precisa para viver. Ela não tenta possuir o vento. Não tenta aprisionar a chuva. Não tenta guardar indefinidamente a luz do sol.

Ela recebe.

Transforma.

E devolve.

É justamente essa circulação que mantém a vida.

Talvez exista aí uma pequena lição espiritual para nós.

A abundância não significa simplesmente ter mais.

Pode significar também saber fazer circular aquilo que recebemos.

Um conhecimento que não compartilhamos permanece limitado.

Um carinho que nunca demonstramos não chega ao outro.

Um talento que escondemos não cumpre sua finalidade.

E até mesmo uma riqueza material que permanece eternamente parada pode perder sua função.

O excesso também pode adoecer

O texto traz outra imagem poderosa: a planta que recebe fertilizante em excesso e, justamente por isso, acaba sendo destruída.

É uma metáfora que atravessa o tempo.

Nem sempre aquilo que parece ser bom em maior quantidade continuará sendo bom.

Existe um momento em que o excesso deixa de alimentar e começa a sufocar.

Na vida espiritual, isso também pode acontecer.

Excesso de apego.

Excesso de preocupação.

Excesso de controle.

Excesso de desejo.

Excesso de necessidade de possuir.

Talvez a sabedoria esteja menos em acumular e mais em reconhecer quanto realmente precisamos.

O que a vida nos empresta

A passagem fala também sobre a traça e a ferrugem, interpretando até mesmo a deterioração das coisas como parte de um processo maior de transformação.

É uma maneira antiga de olhar para aquilo que perdemos.

Nem tudo que desaparece é necessariamente um fracasso.

Algumas coisas precisam terminar para que outras possam começar.

Algumas riquezas precisam mudar de mãos.

Algumas experiências precisam ser encerradas.

Alguns ciclos precisam se decompor para que deles surja algo novo.

A natureza faz isso o tempo inteiro.

Nada permanece exatamente igual.

Tudo circula.

Tudo se transforma.

Talvez nós também precisemos aprender a confiar um pouco mais nesse movimento.

A verdadeira abundância

No fundo, a reflexão deixada por esta antiga página parece nos fazer uma pergunta muito simples:

O que estamos fazendo com aquilo que a vida colocou em nossas mãos?

Estamos usando?

Estamos compartilhando?

Estamos transformando?

Ou estamos apenas guardando?

Porque talvez a verdadeira pobreza não seja ter pouco.

Talvez seja possuir muito e, ainda assim, não permitir que nada daquilo produza vida.

Que possamos aprender com o rio, com a planta, com a terra e com o próprio movimento da natureza.

Receber sem apego.

Usar sem abuso.

Guardar apenas o necessário.

E, principalmente, deixar circular o bem que recebemos.

Porque aquilo que realmente tem valor talvez não seja o que conseguimos acumular ao longo da vida, mas aquilo que, passando por nossas mãos, conseguiu tornar a vida de alguém um pouco melhor.


Fonte: Nossas Forças Mentais, vol. 2, p. 99. Trecho utilizado como referência para esta reflexão.

Uma reflexão do Orações e Magia sobre espiritualidade, consciência e os ensinamentos que atravessam o tempo.

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

As 8 "Armas Espirituais"



Dentro de você há 8 "Armas Espirituais" bastante eficientes. Conforme a situação, escolha a arma apropriada e use-a no momento certo. Para que estes mecanismos de defesa funcionem você precisa ter conhecimento das suas emoções e sempre buscar entender melhor as pessoas. 

Devemos procurar sempre manter um autocontrole paciente para poder manter a mente quieta, a espinha ereta e o coração tranquilo. Use sua força de vontade, seu poder mental e veja como seus limites se ampliam!

As 8 "Armas Espirituais":

1) Interiorizar-se: busque o que você é realmente, não se perca no que você não é.

2) Desprender-se: sinta que o passado é uma mochila pesada e desconfortável, solte-a.

3) Tolerar: deixe de lutar contra o vento e passe a amá-lo.

4) Ajustar-se: veja que a vida é elástica e seja elástico também.

5) Discernir: escute sua consciência e entenda que tudo que vem é para o seu bem.

6) Julgar: seja juiz de si e advogado dos outros, não o contrário.

7) Enfrentar: faça as coisas pelas quais tem medo e o medo desaparecerá.

8) Cooperar: trabalhe com outros e transforme o difícil em fácil.

Recomendado para você

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Lei Universal da Atração - Aprenda a Conquistar o que Você Deseja


de Esther e Jerry Hicks | Editora: Sextante/Gmt | Categoria: AutoAjuda/Mentalismo

"A Lei da Atração" é a mais poderosa força do Universo e tudo o que temos na vida - amigos, relacionamentos, carreira, dinheiro, saúde, emoções - é diretamente influenciado por ela. Por isso, é fundamental descobrirmos de que forma ela atua e, principalmente, como fazê-la trabalhar a nosso favor. Por trás de uma premissa aparentemente simples se esconde uma verdade transformadora: nós atraímos tudo aquilo a que dedicamos atenção. Se somos confiantes e otimistas, atraímos coisas boas e gratificantes.

Por outro lado, se achamos sempre que tudo vai dar errado, é exatamente isso que o Universo nos reserva. Dessa forma, nos tornamos os únicos responsáveis por aquilo que nos acontece. E é a partir da força do nosso pensamento que podemos transformar a nossa existência e conquistar o que desejamos.

A grande contribuição deste livro é nos ensinar como reprogramar nossos pensamentos e direcioná-los para o que de fato queremos. Com base nos ensinamentos do guia espiritual Abraham, "A Lei Universal da Atração" nos ensina a exercer um controle maior sobre a nossa vida, a aumentar nosso poder de atrair experiências positivas e a tentar evitar que coisas ruins nos aconteçam.

Faça um preview e leia abaixo a introdução do livro:



Leia: A Lei Universal Da Atração. Aprendendo A Conquistar O Que Você Deseja

Esther & Jerry Hicks e os ensinamentos de Abraham são citados em todos os livros que estão sendo publicados sobre a lei da atração. Este novo título tem um grande valor por nos ensinar claramente como alcançar nossos desejos. Imagem: Capa do Livro

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Dominando o Gênio - dica do Racionalismo Cristão



O auto-domínio, o auto-controle perante os maus hábitos, evita a irritação, a raiva; são atitudes que atraem boas influências e afastam espíritos obsessores. Faz parte da boa educação e da formação do caráter saber exercer domínio sobre o "eu". Se as criaturas soubessem como tem valor o saberem se dominar, conter os seus ímpetos, os seus maus hábitos, reconheceriam as suas imperfeições para corrigi-las; todas procurariam ser justas consigo mesmas. 

Para se preparar um espírito para a vida é preciso ensiná-lo a se dominar. A educação ministrada às crianças deve se basear, principalmente, neste ponto. Do domínio do "eu", da maneira como se ensina a criatura a dominar-se, depende o seu êxito mais tarde na vida.

Há criaturas que são mais impetuosas, geniosas. O gênio, todavia, nem sempre é uma demonstração de mau caráter; há criaturas geniosas e que, no entanto, têm um fundo muitíssimo bom, um ótimo caráter. Mas não se sabendo dominar, podem essas criaturas praticar verdadeiros desatinos e chegarem mesmo ao crime, porque ficam desvairadas, justamente pela falta de domínio do seu "eu". Os pais não devem descurar a educação dos seus filhos. É ensiná-los a dominarem o seu "eu", porque não dominar-se pode ser a sua infelicidade mais tarde, pode concorrer para fracassos na vida material.

Para poderem bem viver todos devem saber dominar-se. A vida é cheia de surpresas, de dificuldades e trabalhos, e se as criaturas não souberem conter-se, evitando a irritação, que é um veículo de atração das forças astrais inferiores, que molestam, que enfermam, que dominam, que cangam, que prejudicam, não podem elas viver equilibradas e felizes. 


É preciso, pois, reeducar sempre a vontade, e saber reconhecer os defeitos. Aprendam, portanto, a viver. Sabemos que na Terra não existem criaturas perfeitas; mas desejamos que reconheçam as suas imperfeições, os seus defeitos para que saibam fazer justiça a si mesmas. Aproveitem as lições, porque todas podem ser de grande valia para a felicidade, para o êxito na vida de trabalho.

Pouco a pouco, dia a dia, hora a hora, minuto a minuto, vai-se dando em pequeninas doses aquilo de que precisam os que freqüentam as nossas Casas. Muita gente desconhece o valor do pensamento e é no pensamento que está o segredo de todo o êxito. É pelo pensamento que a criatura se defende, é pelo pensamento que ela se inferioriza. O pensamento, pois, é tudo, e todo aquele que sabe guiar os seus pensamentos, que sabe servir-se deles nos momentos oportunos, tem certeza de êxito. O Racionalismo Cristão se impõe justamente por não haver nele ilusões; ele não mente à humanidade, faz-lhe sentir a necessidade de um despertar para uma nova vida, mais racional e mais humana.

Há muitas misérias, muitas misérias mesmo, mas são produto da ignorância humana. Se fossem as criaturas mais bem preparadas, se fossem guiadas para a vida, para o caminho do bem e da virtude, não se entregariam ao vício, não se deixariam aniquilar, ao ponto de se tornarem infelizes e a vida se tornaria mais suave. Mas, infelizmente, muito se tem mentido às criaturas, muito lhes têm prometido e nada se lhes tem dado, tudo não tem passado de misérias e de hipocrisias.

O Racionalismo Cristão, com os seus ensinamentos, esclarece aqueles que já estão cansados de serem iludidos, aqueles que estão cansados de serem enganados e passam a aceitar o que se lhes oferece para saberem viver. Procurem dar valor ao pensamento, porque, pensando sempre bem, estão sempre garantidos. Fujam das idéias pessimistas, não se entreguem a pensamentos de fraqueza, não vivam a pensar em enfermidades, não deixem que o seu espírito enfraqueça e se acovarde, procurem levantá-lo sempre, dando-lhe força, valor e compreensão. 

Não se deixem, portanto, enfraquecer, nem espiritual nem materialmente. Saibam pensar, caminhem com firmeza neste mundo, não vacilem, tenham confiança absoluta em si próprios e terão êxito.

Clássicos do Racionalismo Cristão - Mattos, Luiz de - Vol. 1 - 2ª ed. - Centro Redentor - Rio de Janeiro - 2001.

Doe para continuarmos nossa obra:

Gostou?
Então contribua com qualquer valor
Use a chave PIX ou o QR Code abaixo
(Stresser Mídias Digitais - CNPJ: 49.755.235/0001-82)

Sulpost é um veículo de mídia independente e nossas publicações podem ser reproduzidas desde que citando a fonte com o link do site: https://sulpost.blogspot.com/. Sua contribuição é essencial para a continuidade do nosso trabalho.