Nosso conteúdo é vasto! Faça sua busca personalizada e encontre o que está procurando...

Translate

Mostrando postagens com marcador paralavras de sabedoria de sua santitade o dalai lama. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador paralavras de sabedoria de sua santitade o dalai lama. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 25 de agosto de 2015

O prazer, a emoção e a felicidade

“Geralmente buscamos o prazer através da experiência sensorial, mas enquanto a experiência sensorial de paisagens e sons agradáveis é passageira ­– dura apenas o tempo em que o estímulo está presente – a nossa experiência mental permanece conosco 24 horas por dia. 

Quando a música de que gostamos para de tocar, nosso prazer passa a ser apenas uma memória. Já que temos este cérebro maravilhoso, precisamos prestar mais atenção à nossa experiência mental.”

“Que o mundo possa ser feliz, que a humanidade possa ser feliz. E a chave para isso é aprender a lidar com as nossas emoções.”

Dalai Lama

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Meio Ambiente também é questão de Direitos Humanos


Meio Ambiente também é questão de Direitos Humanos
Clique para comprar o livro...

"O Tibet não deve ser usado para produção de armas nucleares e despejo de lixo nuclear. 

Os tibetanos têm um grande respeito por todas as formas de vida. Este sentimento inerente é reforçado pela nossa fé budista, que proíbe fazer mal a qualquer ser senciente, seja humano ou animal. Antes da invasão chinesa, o Tibet era um santuário selvagem, belo, fresco e impoluto, em um meio ambiente natural único.

Infelizmente, durante as últimas poucas décadas, a vida selvagem do Tibet tem sido quase que totalmente destruída e, em muitos lugares, suas florestas sofreram danos irreparáveis. O efeito global sobre o delicado meio ambiente tibetano tem sido devastador — particularmente porque a altitude e aridez do país significam que o processo de restauração da vegetação demorará muito mais do que em regiões mais baixas e úmidas. Por este motivo, o pouco que restou deve ser protegido e esforços estão sendo feitos para reverter os efeitos da destruição perversa e temerária do meio ambiente tibetano pela China.

Ao fazer isto, a primeira prioridade será parar a produção de armamento nuclear e, ainda mais importante, evitar o despejo de lixo nuclear. Aparentemente, a China planeja não só despejar o seu próprio lixo nuclear, mas também importar lixo de outros países em troca de dinheiro. O perigo que isto representa é óbvio. Não só as gerações atuais, mas também as gerações futuras estão ameaçadas. Além disso, os problemas inevitáveis que isto traria para a região poderiam facilmente se transformar em uma catástrofe de proporções globais. Dar lixo para a China, que pode ter acesso a grandes áreas de terra pouco populosas, mas que só tem tecnologia bruta, poderia mostrar ser apenas uma solução de curto prazo para o problema.

Se eu fosse realmente votar em uma eleição, seria por um dos partidos ligados ao meio ambiente. Um dos desenvolvimentos mais positivos do mundo recentemente tem sido a crescente conscientização da importância da natureza. Não há nada de santo ou sagrado nisso. Cuidar de nosso planeta é como cuidar de nossas casas. Como nós, seres humanos, viemos da Natureza, não faz sentido irmos contra a Natureza, que é o motivo pelo qual digo que o meio ambiente não é uma questão de religião, ética, ou moralidade. 

Estes são luxos, já que podemos sobreviver sem eles. Mas não sobreviveremos se continuarmos agindo contra a natureza.

Precisamos aceitar isto. Se causarmos um desequilíbrio na Natureza, a humanidade sofrerá. Além disso, como pessoas vivas atualmente, precisamos levar em consideração as gerações futuras: um meio ambiente limpo é um direito humano como qualquer outro. É, portanto, parte de nossa responsabilidade para com os outros assegurar que o mundo que deixarmos para os outros seja tão saudável, se não mais saudável, quanto o que encontramos. Esta não é uma proposta tão difícil quanto parece. Pois, embora haja um limite ao que nós, como indivíduos, podemos fazer, não há limite para o que uma resposta universal possa alcançar. Depende de nós, como indivíduos, fazermos o que pudermos, por menor que seja. Só porque desligar a luz quando sairmos da sala pareça inconseqüente, isto não significa que não devemos fazê-lo.

É aqui que, como um monge budista, eu sinto que a crença no conceito do karma é bastante útil para a condução da vida cotidiana. Uma vez que você acredita na conexão entre a motivação e seus efeitos, você ficará mais alerta aos efeitos que as suas próprias ações têm sobre si mesmo e sobre os outros.

Assim, apesar da continuidade da tragédia do Tibet, eu vejo muito bem acontecendo no mundo. Fico especialmente encorajado de que a crença no consumismo como um fim em si parece estar cedendo a um reconhecimento de que nós humanos devemos conservar os recursos da terra. Isto é muito necessário. Os seres humanos são, em certo sentido, as crianças da terra. E, enquanto até agora a nossa Mãe em comum tolerou o comportamento de seus filhos, atualmente ela está nos mostrando que ela atingiu seu limite de tolerância.

"Rezo para que um dia eu conseguirei carregar esta mensagem de preocupação pelo meio ambiente e por outros para o povo da China. Já que o budismo não é estranho aos chineses, acredito que conseguirei servi-los de forma prática. O predecessor do último Panchen Lama certa vez realizou uma cerimônia de iniciação de Kalachakra em Pequim. Se eu fosse fazer o mesmo, seria sem precedentes.   Pois, como um monge budista, as minhas preocupações se estendem a todos os membros da família humana e, de fato, a todos os sofridos seres sencientes.  Acredito que este sofrimento seja causado pela ignorância, e que as pessoas infligem dor aos outros em busca de suas próprias felicidades ou satisfações. Mas, a verdadeira felicidade vem de um senso de paz interior e contentamento, que por sua vez devem ser alcançados cultivando-se o altruísmo, amor, compaixão, e pela eliminação da raiva, egoísmo e ganância." Dalai Lama

Rezo para que um dia eu conseguirei carregar esta mensagem de preocupação pelo meio ambiente e por outros para o povo da China. Já que o budismo não é estranho aos chineses, acredito que conseguirei servi-los de forma prática. O predecessor do último Panchen Lama certa vez realizou uma cerimônia de iniciação de Kalachakra em Pequim. Se eu fosse fazer o mesmo, seria sem precedentes. 

Pois, como um monge budista, as minhas preocupações se estendem a todos os membros da família humana e, de fato, a todos os sofridos seres sencientes.

Acredito que este sofrimento seja causado pela ignorância, e que as pessoas infligem dor aos outros em busca de suas próprias felicidades ou satisfações. Mas, a verdadeira felicidade vem de um senso de paz interior e contentamento, que por sua vez devem ser alcançados cultivando-se o altruísmo, amor, compaixão, e pela eliminação da raiva, egoísmo e ganância.

Para algumas pessoas isto pode parecer ingenuidade, mas eu os lembraria que, 'não importa de qual parte do mundo viemos, fundamentalmente somos todos os seres humanos iguais. Todos nós buscamos a felicidade e tentamos evitar o sofrimento. Temos as mesmas necessidades e preocupações básicas. Além disso, todos nós seres humanos queremos a liberdade e o direito de determinar o nosso próprio destino como indivíduos. Esta é a natureza humana. As grandes mudanças acontecendo em todas as partes do mundo, desde a Europa Oriental até à África, é uma clara indicação disto.

Ao mesmo tempo, os problemas que atualmente enfrentamos - conflitos violentos, destruição da natureza, pobreza, fome, e assim por diante - são principalmente problemas criados pelos humanos. Eles podem ser solucionados - mas unicamente através do esforço humano, compreensão, e o desenvolvimento de um senso de irmandade. Para isto, precisamos cultivar uma responsabilidade universal uns pelos outros e pelo planeta que compartilhamos, baseados em um bom coração e conscientização.

Agora, embora a minha própria religião budista tenha sido útil em gerar amor e compaixão, estou convencido que estas qualidades podem ser desenvolvidas por qualquer um, com ou sem religião. Acredito, ainda, que todas as religiões buscam as mesmas metas: as de cultivar a bondade e trazer felicidade a todos os seres humanos. Embora os meios possam parecer diferentes, os fins são os mesmos.

"Enquanto o espaço existir, E enquanto os seres viventes perdurarem, Possa eu também permanecer Para afastar as misérias do mundo." Dalai Lama

Com o sempre crescente impacto da ciência sobre nossas vidas, a religião e a espiritualidade têm um papel maior a desempenhar em nos lembrar da humanidade. Não há contradição entre as duas. Cada uma nos dá valorosos insights sobre a outra. 

Tanto a ciência quanto os ensinamentos do Buda nos falam da unidade fundamental de todas as coisas.

Finalmente, gostaria de compartilhar com meus leitores uma pequena prece, que me dá grande inspiração e determinação:

Enquanto o espaço existir,
E enquanto os seres viventes perdurarem,
Possa eu também permanecer
Para afastar as misérias do mundo."

____
Fonte:
Adaptação do capítulo 'Responsabilidade Universal e o Bom Coração', 
por Dalai Lama - Hodder and Stoughton. Reino Unido, 1990. Pág. 280-299


terça-feira, 6 de julho de 2010

O aniversário de Tenzin Gyatso e a transformação mundial

Hoje, aniversário de 75 anos de Tenzin Gyatso, Sua Santidade o Dalai-Lama, encerro uma série de postagens que fiz com traduções de suas tessituras. Os textos redigidos por Tenzin tem ajudado milhões de pessoas a se reencontrarem com Deus. O budismo tibetano mantém suas tradições milenares, mas torna-se visivelmente mais unicista a cada dia.

Buda, Jesus Cristo, Oxalá, Shiva, Maomé... todos são UM, todos nós somos UM e O Deus é UM só. Parabéns à Sua Santidade pelo transcorrer de sua data natalícia, que ele tenha saúde e força de ânimo para continuar a nos libertar, jutos um dia, em retribuição, poderemos ajudar para que os monges budistas recuperem o Tibete; para Lhasa, para o Tibete livre.

Deus abençoe o Gyawa Rinpoche (Grande Protetor)! E que suas bençãos recaiam perenemente sobre todos nós. No ensinamento de hoje vamos aprender como podemos começar a construir agora mesmo este mundo novo, no qual habitaremos todos dentro em breve. O tratamento para com amigos e inimigos e o atruísmo universal, a compaixão e o mundo. Vamos saber como acumular, juntar e usar nossa energia de maneira positiva e proativa. Os benefícios da compaixão e da paciência que jamais nos deixam perder a razão. Veremos que as verdadeiras amizades podem ser as maiores dádivas para nós, nesta jornada terrena e que os inimigos também tem muito a nos ensinar. Vamos aprender a desenvolver nossas melhores qualidades, sendo os mestres e senhores de nós mesmos. Iluminemos nossos espíritos, os de nossos irmãos e irmãs. Namastê!

Ronald Sanson Stresser Júnior
Humilde servo de Deus e eterno aprendiz.

Na imagem vemos a alegria de Tenzin Gyatso, Sua Santidade o Dalai-Lama.

Como podemos começar

Deveríamos começar por remover os maiores obstáculos à compaixão: raiva e ódio. Como todos sabemos, estas são emoções extremamente poderosas que podem oprimir toda nossa mente. Todavia, elas podem ser controladas. Se, no entanto, elas não forem, essas emoções negativas nos contaminarão, sem esforço adicional da parte delas, diga-se de passagem, e, impedirão nossa busca pela felicidade de uma mente amorosa.

Por isso, de início, é útil investigarmos se a raiva tem algum valor, ou não. Algumas vezes, quando estamos desencorajados por uma situação difícil, a raiva nos parece de ajuda, tendo o aspecto de trazer consigo mais energia, confiança e determinação.

Nesse ponto, porém, devemos examinar cuidadosamente nosso estado mental. Por mais que possa ser verdade que a raiva traga energia extra, se explorarmos a natureza dessa energia, descobrimos que ela é cega: não podemos estar certos de que seu resultado será positivo ou negativo. Isto se deve ao fato de a raiva eclipsar a melhor parte de nosso cérebro: sua racionalidade. Portanto, quase sempre, não podemos confiar na energia da raiva. Ela pode vir a causar uma quantidade imensa de comportamentos infelizes e destrutivos. Além disso, se a raiva atingir extremos, a pessoa se torna tal qual um louco, agindo de maneiras tão prejudiciais a ela mesma, quanto aos outros.

É possível, todavia, desenvolver uma energia igualmente forte, porém, muito mais controlada, de modo a lidarmos com as situações difíceis.

Esta energia controlada procede não apenas de uma atitude compassiva, mas, também da razão e da paciência. Estes são os mais poderosos antídotos para a raiva.

Infelizmente, muitas pessoas julgam erroneamente estas qualidades como sinais de fraqueza. Acredito que o contrário seja a verdade: que elas são os verdadeiros sinais de força interior. A compaixão é, por natureza, gentil, pacífica e suave, mas, é muito poderosa. São os que facilmente perdem sua paciência, os inseguros e instáveis. Por isso, para mim, o aparecimento da raiva é um sinal evidente de fraqueza.

Portanto, quando um problema se apresenta, tente manter-se humilde, manter uma atitude sincera e, ocupar-se para que o resultado seja justo. É claro que outros poderão tentar se aproveitar de você e, que se seu desapego pode encorajar a agressão injusta, então você deverá procurar adotar uma posição firme. Isso, contudo, deveria ser feito com compaixão, e, caso seja necessário expressar seus pontos de vista e, adotar medidas fortes, faça isso sem raiva ou má-fé.

Você deveria se conscientizar disso, mesmo que seus oponentes pareçam estar lhe atingindo, pois ao final, a atividade destrutiva deles só prejudicará a eles mesmos. De modo a verificar seu próprio impulso egoísta de retaliar, você deveria se lembrar de seu desejo de praticar a compaixão e, assumir a responsabilidade de ajudar a impedir que a outra pessoa sofra as conseqüências de seus próprios atos.

Desse modo, pelo fato de você escolher calmamente as medidas que emprega, elas serão mais eficazes, mais precisas e mais fortes. A retaliação baseada na energia cega da raiva quase nunca acerta o alvo.

Amigos e inimigos

Devo novamente enfatizar, que não será suficiente meramente pensar que a compaixão, a razão e a paciência são boas, para desenvolvê-las. Devemos esperar que as dificuldades se apresentem para, então, procurar praticá-las.

E, quem cria tais oportunidades? Não os nossos amigos, é claro, mas, nossos inimigos. Eles são os que nos trazem a maior parte dos problemas. Portanto, se verdadeiramente desejamos aprender, devemos considerar os inimigos, nossos melhores professores!

Para uma pessoa que estima a compaixão e o amor, a prática da tolerância é essencial, e, para isso, um inimigo é indispensável. Por isso, deveríamos nos sentir gratos a nossos inimigos, pois são eles os que melhor podem nos ajudar a desenvolver uma mente tranquila! Frequentemente, acontece também que, com uma mudança nas circunstâncias, inimigos tornam-se amigos, tanto em nível pessoal, quanto na vida pública.

Portanto, raiva e ódio são sempre prejudiciais e, continuarão a nos perturbar e a interromper nossas tentativas de desenvolver uma mente calma, a menos que trabalhemos para reduzir essas forças negativas e, exercitemos nossa mente. A raiva e o ódio são os nossos verdadeiros inimigos. Estas são as forças que mais necessitamos confrontar e derrotar, não os inimigos temporários que se apresentam intermitentemente através da vida.

É claro, que é natural e certo que todos queiramos amigos. Frequentemente, brinco dizendo que: se você realmente quer ser egoísta, você deveria ser muito altruísta! Você deveria cuidar bem dos outros, se ocupar do seu bem-estar, ajudá-los, serví-los, fazer mais amigos, criar mais sorrisos. O resultado disso? Quando você mesmo precisar de ajuda, encontrará muitos ajudantes! Se, ao contrário, você negligenciar a felicidade dos outros, você será o perdedor, no longo prazo. E, a amizade, será ela produzida por brigas e raiva, ciúme e intensa competitividade? Acho que não. Só a afeição nos traz genuínos bons amigos.

Na sociedade materialista de hoje, se você tem dinheiro e poder, você parece ter muitos amigos. Mas, eles não são seus amigos; eles são amigos de seu dinheiro e de seu poder. Quando perder sua prosperidade e influência, você verá como será difícil encontrar estas pessoas.

O problema é que, quando as coisas do mundo correm bem para nós, nos tornamos confiantes de que podemos viver nossa vida sem precisar de amigos, mas, assim que nosso status e saúde declinam, logo nos conscientizamos do quanto estávamos errados. Este é o momento em que apreendemos quem é realmente útil e, quem é completamente inútil. Por isso, para nos prepararmos para esse momento, e fazermos amigos genuínos que nos ajudarão quando a necessidade se apresentar, nós mesmos precisamos cultivar o altruísmo!

Ainda que algumas vezes as pessoas riam quando o digo, eu mesmo sempre quero mais amigos. Adoro sorrisos. Por causa disso, tenho o problema de saber como fazer mais amigos e, de saber como conseguir mais sorrisos, especialmente, sorrisos genuínos. Pois há muitos tipos de sorrisos, os sarcásticos, artificiais ou diplomáticos. Muitos sorrisos não produzem nenhum sentimento ou satisfação e, algumas vezes podem até criar suspeita ou medo, não é mesmo? Mas, um sorriso genuíno nos dá um sentimento de frescor e é, acredito eu, exclusivo dos seres humanos. Se estes são os sorrisos que queremos, então temos que nós mesmos criar as razões para que apareçam.

A compaixão e o mundo

Concluindo, eu gostaria de brevemente expandir meus pensamentos além do tópico deste curto texto e, defender um ponto mais abrangente: a felicidade individual pode contribuir, de um modo efetivo e profundo, para a melhoria global de toda a nossa comunidade humana.

Pelo fato de todos repartirmos essa idêntica necessidade de amor, é possível sentir que qualquer pessoa que encontramos, em quaisquer circunstâncias, é um irmão ou irmã. Não importa o quão desconhecido seja o rosto, ou quão diferente seja a roupa e o comportamento, não há divisão significativa entre nós e outras pessoas. É tolice nos prendermos a diferenças externas, porque nossas naturezas básicas são as mesmas.

Em última análise, a humanidade é uma e, este pequeno Planeta é nosso único lar. Se quisermos proteger esse nosso lar, cada um de nós precisa experimentar um sentimento vívido de altruísmo universal. É apenas esse sentimento, que pode remover os motivos autocentrados que levam as pessoas a se maltratar e enganar, umas as outras. Se você possui um coração aberto e sincero, você naturalmente sente autoconfiança e dignidade e, não haverá necessidade de temer os outros.

Acredito que, em todos os níveis da sociedade, familiar, tribal, nacional e internacional, a chave para um mundo mais feliz e, de mais sucesso, é o crescimento da compaixão. Não necessitamos nos tornar religiosos, nem necessitamos acreditar em uma ideologia. Tudo o que se faz necessário é que cada um de nós desenvolva nossas boas qualidades humanas.

Tento tratar quem quer que eu encontre, como um velho amigo. Isto me dá um sentimento genuíno de felicidade. É a prática da compaixão.

Sua Santidade o Dalai-Lama
Fonte dos textos, de Sua Santidade o Dalai-Lama: http://www.dalailama.org.br

生日快樂吉祥如意


Doe para continuarmos nossa obra:

Gostou?
Então contribua com qualquer valor
Use a chave PIX ou o QR Code abaixo
(Stresser Mídias Digitais - CNPJ: 49.755.235/0001-82)

O Sulpost é um veículo de mídia independente e nossas publicações podem ser reproduzidas desde que citando a fonte com o link do site: https://sulpost.blogspot.com/. Sua contribuição é essencial para a continuidade do nosso trabalho.