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quinta-feira, 30 de julho de 2020

Prece Espírita pelos Enfermos

"Meu Deus, são impenetráveis os teus desígnios e na tua sabedoria entendeste de afligir a (dizer e mentalizar o nome da pessoa) pela enfermidade. Lança, eu te suplico, um olhar de compaixão sobre os seus sofrimentos e digna-te de pôr-lhes termo.  Bons Espíritos, ministros do Onipotente, secundai, eu vos peço, o meu desejo de aliviá-lo; encaminhai o meu pensamento, a fim de que vá derramar um bálsamo salutar em seu corpo e a consolação em sua alma.  Inspirai-lhe a paciência e a submissão à vontade de Deus; dai-lhe a força de suportar suas dores com resignação cristã, a fim de que não perca o fruto desta prova."  Que assim seja!

PREFÁCIO

"As doenças fazem parte das provas e das vicissitudes da vida terrena; são inerentes à grosseria da nossa natureza material e à inferioridade do mundo que habitamos.

As paixões e os excessos de toda ordem semeiam em nós germens malsãos, às vezes hereditários. Nos mundos mais adiantados, física ou moralmente, o organismo humano, mais depurado e menos material, não está sujeito às mesmas enfermidades e o corpo não é minado surdamente pelo corrosivo das paixões.

(Ver, no Cap. III, nº 9 de 'O evangelho segundo o Espiritismo'¹)

Temos, assim, de nos resignar às conseqüências do meio onde nos coloca a nossa inferioridade, até que mereçamos passar a outro. Isso, no entanto, não é de molde a impedir que, esperando tal se dê, façamos o que de nós depende para melhorar as nossas condições atuais.

Se, porém, malgrado aos nossos esforços, não o conseguirmos, o Espiritismo nos ensina a suportar com resignação os nossos passageiros males. Se Deus não houvesse querido que os sofrimentos corporais se dissipassem ou abrandassem em certos casos, não houvera posto ao nosso alcance meios de cura. A esse respeito, a sua solicitude, em conformidade com o instinto de conservação, indica que é dever nosso procurar esses meios e aplicá-los.

A par da medicação ordinária, elaborada pela Ciência, o magnetismo nos dá a conhecer o poder da ação fluídica e o Espiritismo nos revela outra força poderosa na mediunidade curadora e a influência da prece."

(Ver, no Cap. XXVI, a notícia sobre a mediunidade curadora, em 'O evangelho segundo o Espiritismo'¹)

Prece para ser dita pelo doente


"Senhor, pois que és todo justiça, a enfermidade que te aprouve mandar-me necessariamente eu a merecia, visto que nunca impões sofrimento algum sem causa.

Confio-me, para minha cura, à tua infinita misericórdia. Se for do teu agrado restituir-me a saúde, bendito seja o teu santo nome. Se, ao contrário, me cumpre sofrer mais, bendito seja ele do mesmo modo.

Submeto-me, sem queixas, aos teus sábios desígnios, porquanto o que fazes só pode ter por fim o bem das tuas criaturas. Dá, ó meu Deus, que esta enfermidade seja para mim um aviso salutar e me leve a refletir sobre a minha conduta. Aceito-a como uma expiação do passado e como uma prova para a minha fé e a minha submissão à tua santa vontade."

Que assim seja!

(Veja-se a prece nº 40, em 'O evangelho segundo o Espiritismo'¹)

Prece pelo doente


"Meu Deus, são impenetráveis os teus desígnios e na tua sabedoria entendeste de afligir a (dizer e mentalizar o nome da pessoa) pela enfermidade. Lança, eu te suplico, um olhar de compaixão sobre os seus sofrimentos e digna-te de pôr-lhes termo.

Bons Espíritos, ministros do Onipotente, secundai, eu vos peço, o meu desejo de aliviá-lo; encaminhai o meu pensamento, a fim de que vá derramar um bálsamo salutar em seu corpo e a consolação em sua alma.

Inspirai-lhe a paciência e a submissão à vontade de Deus; dai-lhe a força de suportar suas dores com resignação cristã, a fim de que não perca o fruto desta prova."

Que assim seja!

(Veja-se a prece nº 57, em 'O Evangelho segundo o Espiritismo'¹)

Prece para ser dita pelo médium curador

"Meu Deus, se te dignas servir-te de mim, indigno como sou, poderei curar esta enfermidade, se assim o quiseres, porque em ti deposito fé. Mas, sem ti, nada posso.

Permite que os bons Espíritos me cumulem de seus fluidos benéficos, a fim de que eu os transmita a esse doente, e livra-me de toda idéia de orgulho e de egoísmo que lhes pudesse alterar a pureza."

Que assim seja!
______
Fonte 1- "O Evangelho segundo o Espiritismo", de Allan Kardec: Capítulo XXVIII - Coletânea de preces Espíritas - Preces por outrem (ítens 77, 78, 79 e 80) - Imagem: "Prece pelos enfermos" (se reproduzir favor citar a fonte)






sábado, 17 de novembro de 2018

Oração às 13 Virtudes para a cura de enfermidades




Fazer o Sinal da Cruz ✝︎ Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, oremos:

"Em nome das 13 Virtudes Espirituais, dirijo‑me às potências celestiais, para que a minha vida seja calma, equilibrada e feliz, a fim de poder cumprir a missão na minha passagem pela Terra, amparando os irmãos ainda mais infelizes, numa verdadeira caridade, virtude que terei por base para solucionar também os problemas que me afligem. 

Assim, invoco as 13 Virtudes Sagradas, que são:

O Deus único, Consciência Cósmica, criador e alimentador do universo infinito; o casal sagrado, José e Maria, que nos deu o mestre Jesus, a Luz do mundo; 

A Soberana Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, em que se manifesta o Deus uno; 

Os quatro Evangelistas Mateus, Marcos, João e Lucas, que nos legaram o Evangelho do Novo Testamento; 

As cinco chagas de Nosso Senhor Jesus Cristo, que lhe causaram o grande sofrimento na cruz; 

As seis pontas do Signo de Salomão, símbolo da Sabedoria, das Ciências Ocultas e dos mistérios cabalísticos; 

Os sete selos de João Evangelista, contidos no Apocalipse do Novo Testamento; 

As oito bem‑aventuranças escritas do Sermão da Montanha, ditas por Nosso Senhor Jesus Cristo; 

Os nove meses que Jesus passou no ventre sagrado de Nossa Senhora; 

Os dez mandamentos ditados a Moisés, para servir de guia aos homens; 

As onze mil virgens celestiais que oram pela humanidade; 

Os doze apóstolos que seguiram Jesus no pregão do Evangelho; 

As treze almas benditas do Purgatório, que ajudam a quem lhes pedir auxilio.

Por estas 13 Virtudes, rogo‑lhes amparo para fortalecerem os meus génios protectores, para me guiarem e me iluminarem na resolução de um problema particular aflitivo, que me atormenta, ou seja (faz‑se o pedido, citando o caso).

Agradecendo a solução feliz que for dada ao meu caso, invoco a protecção das 13 Virtudes Sagradas para não mais ser perseguido pela inveja dos meus inimigos ou falsos amigos, ajudando‑me também na hora do perigo e do sofrimento.

Amém"

Nota: Rezar durante 13 dias, acendendo uma vela branca diariamente. Coloque sempre a vela em um prato limpo, bem fixada para não cair. É sempre bom deixar um copo com água ao lado da vela enquanto ela queima, depois pode descartar essa água no jardim, gramado, em um vaso de plantas ou na pia. Atenção com velas!
____
Fonte: web:http://anjo-dourado.com - Imagem: Holy Spirit Dove/Flickr (CC BY 2.0)

sábado, 4 de setembro de 2010

Salmo XVIII: “A função da autoridade”


Leia esse salmo para agradecer uma bênção alcançada, como a cura de uma doença, a obtenção de conhecimentos (iluminação) e o desenvolvimento de dons naturais. 

O Salmo 18 também deve ser recitado quando buscamos vitórias judiciais, força, otimismo e viagem segura.

I. Eu te amo, ó Senhor, força minha.

II. O Senhor é a minha rocha, a minha fortaleza e o meu libertador; o meu Deus, o meu rochedo, em quem me refúgio; o meu escudo, a força da minha salvação, e o meu alto refúgio.

III. Invoco o Senhor, que é digno de louvor, e sou salvo dos meus inimigos.

IV. Cordas de morte me cercaram, e torrentes de perdição me amedrontaram.

V. Cordas de Seol me cingiram, laços de morte me surpreenderam.

VI. Na minha angústia invoquei o Senhor, sim, clamei ao meu Deus; do seu templo ouviu ele a minha voz; o clamor que eu lhe fiz chegou aos seus ouvidos.

VII. Então a terra se abalou e tremeu, e os fundamentos dos montes também se moveram e se abalaram, porquanto ele se indignou.

VIII. Das suas narinas subiu fumaça, e da sua boca saiu fogo devorador; dele saíram brasas ardentes.

IX. Ele abaixou os céus e desceu; trevas espessas havia debaixo de seus pés.

X. Montou num querubim, e voou; sim, voou sobre as asas do vento.

XI. Fez das trevas o seu retiro secreto; o pavilhão que o cercava era a escuridão das águas e as espessas nuvens do céu.

XII. Do resplendor da sua presença saíram, pelas suas espessas nuvens, saraiva e brasas de fogo.

XIII. O Senhor trovejou a sua voz; e havia saraiva e brasas de fogo.

XIV. Despediu as suas setas, e os espalhou; multiplicou raios, e os perturbou.

XV. Então foram vistos os leitos das águas, e foram descobertos os fundamentos do mundo, à tua repreensão, Senhor, ao sopro do vento das tuas narinas.

XVI. Do alto estendeu o braço e me tomou; tirou-me das muitas águas.

XVII. Livrou-me do meu inimigo forte e daqueles que me odiavam; pois eram mais poderosos do que eu.

XVIII. Surpreenderam-me eles no dia da minha calamidade, mas o Senhor foi o meu amparo.

XIX. Trouxe-me para um lugar espaçoso; livrou-me, porque tinha prazer em mim.

XX. Recompensou-me o Senhor conforme a minha justiça, retribuiu-me conforme a pureza das minhas mãos.

XXI. Pois tenho guardado os caminhos do Senhor, e não me apartei impiamente do meu Deus.

XXII. Porque todas as suas ordenanças estão diante de mim, e nunca afastei de mim os seus estatutos.

XXIII. Também fui irrepreensível diante dele, e me guardei da iniquidade.

XXIV. Pelo que o Senhor me recompensou conforme a minha justiça, conforme a pureza de minhas mãos perante os seus olhos.

XXV. Para com o benigno te mostras benigno, e para com o homem perfeito te mostras perfeito.

XXVI. Para com o puro te mostras puro, e para com o perverso te mostras contrário.

XXVII. Porque tu livras o povo aflito, mas os olhos altivos tu os abates.

XXVIII. Sim, tu acendes a minha candeia; o Senhor meu Deus alumia as minhas trevas.

XXIX. Com o teu auxílio dou numa tropa; com o meu Deus salto uma muralha.

XXX. Quanto a Deus, o seu caminho é perfeito; a promessa do Senhor é provada; ele é um escudo para todos os que nele confiam.

XXXI. Pois, quem é Deus senão o Senhor? e quem é rochedo senão o nosso Deus?

XXXII. Ele é o Deus que me cinge de força e torna perfeito o meu caminho;

XXXIII. Faz os meus pés como os das corças, e me coloca em segurança nos meus lugares altos.

XXXIV. Adestra as minhas mãos para a peleja, de sorte que os meus braços vergam um arco de bronze.

XXXV. Também me deste o escudo da tua salvação; a tua mão direita me sustém, e a tua clemência me engrandece.

XXXVI. Alargas o caminho diante de mim, e os meus pés não resvalam.

XXXVII. Persigo os meus inimigos, e os alcanço; não volto senão depois de os ter consumido.

XXXVIII. Atravesso-os, de modo que nunca mais se podem levantar; caem debaixo dos meus pés.

XXXIX. Pois me cinges de força para a peleja; prostras debaixo de mim aqueles que contra mim se levantam.

XL. Fazes também que os meus inimigos me dêem as costas; aos que me odeiam eu os destruo.

XLI. Clamam, porém não há libertador; clamam ao Senhor, mas ele não lhes responde.

XLII. Então os esmiuço como o pó diante do vento; lanço-os fora como a lama das ruas.

XLIII. Livras-me das contendas do povo, e me fazes cabeça das nações; um povo que eu não conhecia se me sujeita.

XLIV. Ao ouvirem de mim, logo me obedecem; com lisonja os estrangeiros se me submetem.

XLV. Os estrangeiros desfalecem e, tremendo, saem dos seus esconderijos.

XLVI. Vive o Senhor; bendita seja a minha rocha, e exaltado seja o Deus da minha salvação,

XLVII. O Deus que me dá vingança, e sujeita os povos debaixo de mim,

XLVIII. que me livra de meus inimigos; sim, tu me exaltas sobre os que se levantam contra mim; tu me livras do homem violento.

XLIX. Pelo que, ó Senhor, te louvarei entre as nações, e entoarei louvores ao teu nome.

L. Ele dá grande livramento ao seu rei, e usa de benignidade para com o seu ungido, para com Davi e sua posteridade, para sempre.

Fonte: Bíblia Sagrada - Livro: Salmos - Salmo 18 / Imagem: Salmo 18:1-2


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