Nosso conteúdo é vasto! Faça sua busca personalizada e encontre o que está procurando...

Translate

Mostrando postagens com marcador incenso do zodiaco. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador incenso do zodiaco. Mostrar todas as postagens

sábado, 21 de novembro de 2009

Os Incensos e os Signos do Zodíaco




Áries: mirra ou cipreste, almíscar, angélica, ópium, rosa musgosa, alecrim.

Touro: sândalo, camomila, arruda, orquídea.

Gêmeos: canela, âmbar, indiano e eucalipto.

Câncer: cânfora, jasmim, maça rosada.

Leão: amor perfeito, cedro, lótus, rosa branca, sândalo vermelho.

Virgem: canela, cravo da índia, rosa musgosa, angélica, benjoim.

Libra: eucalipto, calêndula, cedro, jasmim, orquídea.

Escorpião: almíscar canforado, flor do campo, lótus.

Sagitário: alfazema, alecrim, sândalo amarelo.

Capricórnio: arruda, benjoim, cravo da índia, sândalo vermelho.

Aquário: cedro, flores do campo, eucalipto, rosa branca.

Peixes: cânfora, jasmim, mirra, opium, sândalo amarelo.

Fonte: Círculo Sagrado

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Incenso, sua história e propriedades mágicas

Incenso designa em geral uma substância resinosa aromática, empregada desde a antiguidade, queimado como perfume para aromatizar ambientes, afastar insetos e em rituais religiosos. Nos rituais da Igreja Católica, é empregado em missas solenes tendo-se em mente que é uma homenagem a Deus, quando o padre que representa Cristo e os fiéis são incensados a idéia é que suba a Deus um aroma agradável de louvor.   O uso do incenso é um símbolo de oração. O ritual mosaico empregava o incenso em muitos sacrifícios, só ou com outros perfumes; havia também o altar dos perfumes em que se queimava incenso de manhã e de tarde. Os cristãos adotaram cedo o uso do incenso. Em Jerusalém, no século IV, já se empregava em todos os grandes Ofícios. O recipiente em que se queima o incenso é chamado incensário ou turíbulo.  Os relatos históricos mais antigos da arte, da manufatura e do uso de incensos, vem do antigo Egito. Na terra dos faraós o incenso mais popular era o de olíbano, árvore considerada sagrada, e durante a poda ou a coleta da resina, os homens deviam se abster de contato sexual ou com a morte. Plutarco forneceu a lista dos 16 ingredientes usados na preparação do incenso egípcio: mel, vinho, passas, junco doce, resina, mirra, olíbano, séseli, cálamo, betume, labaça, thryon, as duas espécies de arcouthelds, caramum e raiz de Íris.  A Índia, desde a antiguidade é célebre por seus aromas e essências, bem como pelo uso em larga escala de incensos. A importação de incenso da Arábia foi uma das primeiras, materiais aromáticos como: benjoim, resinas, cânfora, sementes, raízes, flores secas e madeiras aromáticas, foram sempre bastante usados. O sândalo sempre foi um dos itens mais populares, queimados em rituais públicos ou em casa.  No Antigo Testamento encontram-se várias referências ao uso de incensos. Geralmente os pesquisadores concordam que a queima do incenso só foi introduzida no ritual judaico em torno do século VII antes de Cristo.  O primeiro incenso era composto de poucos ingredientes: estoraque, onicha, gálbano e olíbano puro, e sua preparação era semelhante a criada pelos sacerdotes egípcios. Na Grécia Antiga a história dos incensos data do início do século VIII a.C., vindo da Fenícia.  No Oriente é usado a milênios, usado junto com perfumes, constituí uma das sete oferendas sensoriais, que formam um dos sete estágios de adoração. Na Roma antiga o incenso era muito utilizado na Festa do Pastor, junto com ramos de oliveira, louros e ervas, assim com da mirra e açafrão. No Islam não há refêrencia ao seu uso no sentido religioso, mas a tradição nos mostra que o seu perfume pode ser usado como uma referência aos mortos.  Através deste pequeno estudo podemos constatar que o incenso é um acessório comum as cerimonias rituais mágicas, usado principalmente para neutralizar as energia negativa e métodos de encantamento.  Na magia as letras do nome da pessoa, para qual é feito o encantamento, indicam qual o perfume necessário. Na Umbanda os incensos são usados no turíbulo, são queimadas ervas como: Beijoim, alecrim, alfazema, arruda e guiné; no início do ritual são defumados os quatro cantos do Terreiro e as pessoas presentes.  A chamada defumação limpa o campo energético das pessoas e do ambiente, afastando energias negativas ao mesmo tempo que atraí Espíritos de Luz e seres angelicais.

Incenso designa em geral uma substância resinosa aromática, empregada desde a antiguidade, queimado como perfume para aromatizar ambientes, afastar insetos e em rituais religiosos. Nos rituais da Igreja Católica, é empregado em missas solenes tendo-se em mente que é uma homenagem a Deus, quando o padre que representa Cristo e os fiéis são incensados a idéia é que suba a Deus um aroma agradável de louvor. 

O uso do incenso é um símbolo de oração. O ritual mosaico empregava o incenso em muitos sacrifícios, só ou com outros perfumes; havia também o altar dos perfumes em que se queimava incenso de manhã e de tarde. Os cristãos adotaram cedo o uso do incenso. Em Jerusalém, no século IV, já se empregava em todos os grandes Ofícios. O recipiente em que se queima o incenso é chamado incensário ou turíbulo.

Os relatos históricos mais antigos da arte, da manufatura e do uso de incensos, vem do antigo Egito. Na terra dos faraós o incenso mais popular era o de olíbano, árvore considerada sagrada, e durante a poda ou a coleta da resina, os homens deviam se abster de contato sexual ou com a morte. Plutarco forneceu a lista dos 16 ingredientes usados na preparação do incenso egípcio: mel, vinho, passas, junco doce, resina, mirra, olíbano, séseli, cálamo, betume, labaça, thryon, as duas espécies de arcouthelds, caramum e raiz de Íris.

A Índia, desde a antiguidade é célebre por seus aromas e essências, bem como pelo uso em larga escala de incensos. A importação de incenso da Arábia foi uma das primeiras, materiais aromáticos como: benjoim, resinas, cânfora, sementes, raízes, flores secas e madeiras aromáticas, foram sempre bastante usados. O sândalo sempre foi um dos itens mais populares, queimados em rituais públicos ou em casa.

No Antigo Testamento encontram-se várias referências ao uso de incensos. Geralmente os pesquisadores concordam que a queima do incenso só foi introduzida no ritual judaico em torno do século VII antes de Cristo.

O primeiro incenso era composto de poucos ingredientes: estoraque, onicha, gálbano e olíbano puro, e sua preparação era semelhante a criada pelos sacerdotes egípcios. Na Grécia Antiga a história dos incensos data do início do século VIII a.C., vindo da Fenícia.

No Oriente é usado a milênios, usado junto com perfumes, constituí uma das sete oferendas sensoriais, que formam um dos sete estágios de adoração. Na Roma antiga o incenso era muito utilizado na Festa do Pastor, junto com ramos de oliveira, louros e ervas, assim com da mirra e açafrão. No Islam não há refêrencia ao seu uso no sentido religioso, mas a tradição nos mostra que o seu perfume pode ser usado como uma referência aos mortos.

Através deste pequeno estudo podemos constatar que o incenso é um acessório comum as cerimonias rituais mágicas, usado principalmente para neutralizar as energia negativa e métodos de encantamento.

Na magia as letras do nome da pessoa, para qual é feito o encantamento, indicam qual o perfume necessário. Na Umbanda os incensos são usados no turíbulo, são queimadas ervas como: Beijoim, alecrim, alfazema, arruda e guiné; no início do ritual são defumados os quatro cantos do Terreiro e as pessoas presentes.

A chamada defumação limpa o campo energético das pessoas e do ambiente, afastando energias negativas ao mesmo tempo que atraí Espíritos de Luz e seres angelicais.


- A seguir uma lista com os principais incensos, à venda no mercado nacional, e suas propriedades esotéricas:

Arruda: confere proteção espiritual e aumenta a segurança. É muito eficiente na eliminação de energias negativas e sua purificação.

Acácia: evita pesadelos e transmite um sono tranqüilo.

Absinto: favorece a clarividência, e também, para proteção e amor.

Alecrim: calmante, afasta a depressão, purifica o local em questão, e eleva o nível de pensamentos.

Alfazema: bom para quem estuda, usado para meditação, eleva o astral e transmite tranqüilidade.

Almíscar: aumenta a sorte e o sucesso, assim como a intuição, amor, sensualidade e atração.

Amor-perfeito: amor, eliminação das cargas negativas; purificação.

Angélica: aumenta a proteção, espiritualidade.

Artemísia: faz aflorar a clarividência.

Anis estrelado: atrai a boa sorte.

Benjoim: aumenta a criatividade, seja em trabalhos artísticos ou escritos.

Camomila: melhora as finanças e acalma emocionalmente.

Canela: estimulante, purificação, atrai os seres angélicos.

Cânfora: aumenta a realização emocional e profissional e elimina todo tipo de energia negativa.

Cedro: estimulante, força psíquica, purificação.

Cipreste: aumenta a concentração, a firmeza e o equilíbrio.
Proporciona prosperidade e fortuna.

Coco: traz o equilíbrio emocional necessário para a tomada de decisões.

Cravo: abre os caminhos, atrai dinheiro, destrói as energias negativas reinantes e confere segurança, estimulante, sensualidade e atração.

Cravo-da-índia: limpeza da casa.

Erva cidreira: confere felicidade e sucesso; assim como promove o encontro de verdadeiro amor.

Erva doce: eficaz contra “olho gordo”; como também promove a harmonia e paz.

Eucalipto: renova as energias e promove uma verdadeira limpeza energética do localatrai os elementais da natureza.

Flor-de-maçã: calmante.

Flor-do-campo: amor e saúde.

Hortelã: anula as energias negativas. É muito indicado para aumentar a compreensão, o poder de decisão, a ordem e a consciência ecológica.

Jasmim: aumenta a resistência física e melhora os negócios. Acalma o ambiente, amor, calmante, elevação das vibrações e eliminação das energias negativas, espiritualidade, bom para quem estuda.

Lavanda: elimina a depressão e confere um sono tranqüilo.

Lótus: usado para meditação.

Maçã: amor, atrai os elementais da natureza, calmante.

Manjericão: traz sorte, felicidade, prosperidade e proteção.

Mirra: estimula a intuição, espiritualidade, purificação, usado para meditação.

Noz moscada: alegra o ambiente e atrai dinheiro, da maneira justa e merecida.

Ópium: sensualidade e atração.

Orquídea: indicado para purificar o ambiente de trabalho e ajudar a encontrar soluções para problemas práticos.

Orquídea azul: tranqüilidade.

Patchouli: traz abundância e reativa a fertilidade, sensualidade e atração.

Pimenta da jamaica: elimina brigas dentro de casa; atrai dinheiro e boa sorte.

Pinho: atrai proteção e aumenta a fertilidade, atrai os elementais da natureza.

Rosas: amor, elevação das vibrações e eliminação das cargas negativas, espiritualidade, purificação, estudos, usado para meditação.

Rosa branca: limpa o ambiente contra as energias maléficas e acalma as pessoas que estão ao seu redor.

Sândalo: ajuda no desenvolvimento e expansão da intuição, sensualidade e atração.

Sândalo branco: traz sucesso, proteção e aumenta o poder da meditação.

Verbena: usado para meditação.

Vertiver: é a fragrância que protege o comércio, favorecendo as boas vendas, atraindo dinheiro e a boa sorte.

Violeta: ajuda a espantar as energias negativas, elevação espiritual.

Fonte: Mundo Verde - Wikipédia - Círculo Sagrado - Terra Esotérico - Acervo Esotérico



Recomendado para você:

Doe para continuarmos nossa obra:

Gostou?
Então contribua com qualquer valor
Use a chave PIX ou o QR Code abaixo
(Stresser Mídias Digitais - CNPJ: 49.755.235/0001-82)

O Sulpost é um veículo de mídia independente e nossas publicações podem ser reproduzidas desde que citando a fonte com o link do site: https://sulpost.blogspot.com/. Sua contribuição é essencial para a continuidade do nosso trabalho.