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domingo, 18 de julho de 2010

Rescue Remedy




O Dr. Bach utilizou pela primeira vez, três das cinco essências do Rescue (Rock Rose, Clematis e Impatiens), em dois náufragos em Cromer, onde realizou grande parte de seu trabalho na Inglaterra. Os homens haviam se agarrado ao mastro de seu barco despedaçado, sobrevivendo cinco horas sob forte ventania, até que um barco salva-vidas conseguiu resgatá-los. O homem mais jovem estava quase congelado, delirava e a boca espumava. Dr. Bach entrou correndo na água ao encontro dos salvadores e começou a aplicar estes remédios sobre os lábios do homem. Mesmo antes de despirem o marinheiro para embrulhá-lo num cobertor, seu alívio se tornou evidente, pois ele se sentou e pediu um cigarro para fumar. Após alguns dias de descanso no hospital ele se recuperou completamente.

Mais tarde, Bach acrescentou à formula os remédios Cherry Plum (para a perda de controle) e Star of Bethehem (para choque), completando assim os cinco florais do Rescue Remedy que conhecemos atualmente.

O Rescue Remedy é indicado para situações de emergência, tais como: acidentes, perdas, choques emocionais, estresse, antes do parto, antes de um exame importante, no recebimento de notícias ruins - de morte, aborrecimento familiar, etc. O Rescue Remedy não substitui o atendimento médico; ele somente ajuda o paciente a estabilizar e acalmar as emoções durante o trauma.

O Rescue Remedy é a essência floral mais conhecida do mundo e uma das mais indicadas pelos profissionais de várias áreas da saúde.

Utilizações Específicas

1. Em ginecologia e obstetrícia: na gravidez ajuda a lidar com a ansiedade, enjôos, dá equilíbrio e limpa os medos. Para o abortamento espontâneo ou não. nas cólicas menstruais, melhora a dor, diminui o inchaço e a retenção hídrica.

2. Em odontologia: pacientes com medo ou pânico; ajuda nas cirurgias diminuindo o sangramento e ajudando na cicatrização.

3. Para antes dos exames (de carro, vestibular, faculdade, etc), entrevistas, palestras, apresentações em público, etc.

4. Em plantas e animais domésticos e silvestres: melhorando a qualidade de vida. Limpando traumas de animais, sustos por diversos motivos, entristecimento por perder o dono; eliminando pulgões e outras pragas das plantas.

5. Para situações de perda na família, um acidente grave, desmaios, traumas, choques emocionais tranquilizando o paciente.


sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Alquimia - Origem



Após sucessivas infiltrações e conquistas árabes na Europa e graças às Cruzadas, a sabedoria esotérica terminou por influenciar uma série de pensadores e movimentos místicos. Temos a influência súfi, não só na península ibérica, como também na França, Inglaterra e em certa medida nas terras germânicas e nos Estados da península itálica.

Uma grande influência súfi na Europa foi trazida pela tribo nômade dos Annás (ou A’nz). Tendo como seu estandarte um bode, os místicos dos Annás entregaram seus símbolos aos Templários, além de muitos princípios herméticos que remontam aos períodos dos caldeus. A palavra caldéia Anas significa Água; Anás, portanto, quer dizer “Guardiães das Águas”(da Vida).

Os conceitos alquímicos de Elixir da Longa Vida, Pedra Filosofal, Pedra Cúbica, Cornucópia da Abundância etc., vêm das escolas de Mistérios árabes, as quais absorveram, como já dissemos, muito da tradição egípcia. A finalidade do Alquimista era produzir o melhor ouro transmutado do chumbo. Os processos secretos para a obtenção do ouro alquímico eram extremamente complexos. Exigiam disciplina, rigor no método e acima de tudo pureza moral e espiritual.

Apesar de se conhecer uma série de casos de pesquisadores que realizaram prodígios químicos, conseguindo ouro realmente físico, a finalidade essencial da tradição alquimista era transmutar o mundo interior do próprio praticante, sua Alma mesmo.


Um bom exemplo de alquimista material (ou Soprador) foi o inglês John Dee. Nascido em 1527, o sr. Dee, graças à sua sensibilidade psíquica, desde cedo se interessou por pesquisar velhos manuscritos que conseguia encontrar em bibliotecas, alfarrábios etc. 

Ele e seu inexcrupuloso amigo Edward Kelley compraram de um velho estalajadeiro um pergaminho escrito em língua galesa antiga que tratava da transmutação de metais. Indagado de sua procedência, Dee soube que o manuscrito surgira da violação do sepulcro de um arcebispo inglês, Dunstan de Cantuária (conhecido até hoje como o padroeiro dos ourives). 

Ao entrar no túmulo de São Dunstan, Dee e seu amigo descobriram algo interessante não achado pelos anteriores profanadores. Encontraram um par de ânforas, cada qual contendo um estranho pó, um deles de cor vermelha e outro branco, e que eram, segundo o manuscrito em sua posse, ingredientes essenciais à boa execução do magnus opus. 

Os dois pesquisadores realizaram muitíssimos prodígios com os materiais encontrados, porém a ingenuidade e a ganância os levaram à ruína. Entretanto, os verdadeiros alquimistas eram transmutadores de Alma, e não de elementos grosseiros, como se crê vulgarmente nos dias de hoje. 

Temos, a título de ilustração, alguns alquimistas espirituais: Paracelso, Raimundo Lulle, Alberto Magno, Fulcanelli, Nicolas Flamel e sua esposa Perrenelle, Cornélio Agripa, Merlin, Eliphas Lévi, o Abade Trithemius, Al−Ghazali, Samael Aun Weor, D’Espagnet, Rumi etc…

Fonte: Magia Elemental − Ali Mohamad Onaissi

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