Nosso conteúdo é vasto! Faça sua busca personalizada e encontre o que está procurando...

Translate

Mostrando postagens com marcador capa-preta. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador capa-preta. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Exu Capa Preta




Exu da Capa Preta, ou Musifin:

Se trata de uma entidade que quando vida teve viveu com o titulo de Conde em uma época remota, mais antiga do que a própria antiguidade, algumas pesquisas relatam que pode ser encontrado parte da biografia desta entidade em uma antiga colônia, hoje denominada Pensilvânia.

Foi um Bruxo com profundos conhecimentos sobre os mistérios da Magia negra, da Alquimia, da Quimbanda e dos poderes dos feitiços praticados com os elementos através da magologia. Conseguiu transpassar a barreira do tempo de sua própria existência através da prática da Magia e hoje incorpora em um médio para dar consultas e resolver problemas espirituais utilizando o seu conhecimento milenar, sua magia e seu poder de Exu.

Quem recorre a esta poderosa entidade, para solucionar os seus problemas, seja ele de ordem física ou espiritual, jamais viverá em vão.

Exú Capa Preta está na hierarquia cabalística como 17º comandado de Exu Calunga. Seu poder esta nas encruzilhadas e também no cemitérios, alem de realizar trabalhos dentro de seu circulo cabalístico nos terreiros de Quimbanda nos quais ele predomina, tem como curiador o marafo e todas as bebidas destiladas. Recebe também oferendas de pade (farofas), carne de porco, ejé, pimenta e etc... Ao realizar seus trabalhos se transforma num bruxo poderoso em volta da sua capa, fazendo evocações não hà problemas que ele não possa solucionar.

Fonte: Internet: http://pt.scribd.com/doc/50092482/Musifin-ou-Exu-da-Capa-Preta - acessado em 03/08/2011

Exu

por Andréa Destefani

"Se eu tivesse que sobreviver encapando cadernos, ou fazendo qualquer outro tipo de trabalho manual, há muito já não caminhava sobre esta terra. Ter a noção de que não posso tudo, me causa um certo alívio, pois penso que temos diferentes habilidades para que possamos, de livre e espontânea "coação", saber que precisamos de nossos próximos. Estamos aqui dependendo uns dos outros todos os dias: do nascimento até o desencarne.

Estamos em diferentes níveis de frequência mental e sobre isto tenho falado constantemente. Felizes dos humildes que caminham sobre este chão. São cada vez mais raros. O advento das mídias, da exposição mais e mais facilitada das idéias é uma faca de dois gumes.De um lado há a troca constante de informações e uma possibilidade infinita de aumentar o conhecimento, e de outro, o lado afiado da corrupção mental. Chamo de corrupção mental a nossa capacidade de achar que o que falamos é uma flecha certeira de verdade irrefutável. Corremos tanto perigo com nossas verdades absolutas, que se tivéssemos a verdadeira dimensão do que podemos fazer com nossas falas, como diria Dostoiévski em Irmãos Karamazov, pediríamos perdão aos pássaros logo pela manhã, para que nossas idéias de não querer ofender ninguém sejam levadas a todos os cantos do mundo. Qualquer semelhança do que Dostoiéviski falava com os chilros do Twitter não é mera coincidência.

Uma linha que trabalha maravilhosamente com o resultado concreto de nossos pensamentos é sem dúvida a dos Exus. Quando se fala em Exu as pessoas ficam preocupadas e com medo. E devem se não buscam uma cura. Porque Exu olha dentro de sua alma e vê quais são suas intenções,analisa seus pensamentos, e te livra de tudo o que eles causam em você. Porque seus pensamentos, aqueles negativos, como a inveja, a frustração, tristeza contínua, o ego inflado formam algo parecido com larvas astrais que atraem outros bichos, que grudam no seu perispírito e te sugam cada vez mais.

Exus são guardiões de um nível vibracional mais baixo porque precisamos de entidades protetoras que tenham a habilidade para circular livremente nestes níveis. O ser humano não está livre de cair em armadilhas do nível mental, por mais que se esforce. São muitas as tentações. Desde comentar com os outros suas grandes conquistas e se vangloriar delas, até de seus projetos ainda não concretizados. Dois grandes erros que seo Capa Preta sempre faz questão de lembrar a quem lhe procura.

Posso falar aqui do que eu percebo, vejo e vivencio e não mais do que isso. Atribuir algo maligno a Exu é burrice, como também pensar que somos, apesar de bons em alguns momentos, seres repletos de luz. Trazemos conosco sombras que podem com o tempo ir se dissolvendo na medida de nosso entendimento.


Estava lendo o livro Legião, do Robson Pinheiro, e encontro lá uma citação sobre merecimento que tenho feito constantemente aqui em meu blog:

"O merecimento, argumento sempre levantado quando se cogita o tema magia negra, em defesas das supostas vítimas, apenas atenuará a eclosão do processo obsessivo. Contudo, desconhecemos ainda,na realidade terrestre, um espírito que seja realmente merecedor, a ponto de se ver totalmente imune, a salvo das investidas das trevas. Por isso, a pertinência do conselho do Mestre Jesus com relação a orar e vigiar, necessidade constante dos habitantes do mundo. 

A ignorância, tanto quanto a pretensão de quem afirma conhecer em profundidade tudo sobre a vida oculta ou espiritual, encontra larga acolhida entre os encarnados. Em virtude do atraso evolutivo em que nos posicionamos, das disposições cármicas individuais e do próprio comportamento atual em face do livre-arbítrio, o famigerado merecimento, que se imagina prerrogativa de cada um, torna-se algo seriamente questionável. Eis por que, meus filhos, é necessário estudar indefinidamente, a fim de nos instrumentalizarmos na batalha contra as forças sintonizadas com o mal." A fala descrita é do Pai João. Entendimento é tudo, meus caros.

Já pensando em escrever este post , recebo um e-mail falando de uma lei do Deputado Átila Nunes sobre a lei de sua autoria que cria a Delegacia Especializada em Crimes contra Intolerância. De fato acho muito triste o Estado ter que criar uma especializada neste assunto, porque os seres humanos tinham que ter consciência de seus atos intolerantes e o que eles causam, mas sabemos que não é assim. Na carta o que mais me surpreendeu foi a seguinte citação: "O projeto teve votos contrários da bancada evangélica. Alguns deputados afirmaram que: "a proposta do Átila Nunes fará com que pastores sejam impedidos de externarem suas opiniões sobre práticas demoníacas, porque poderão ser enquadrados pela nova delegacia". O projeto que data de 2008 só se tornou lei agora, porque os deputados evangélicos tentaram de todas as formas criar obstáculos para a tramitação do projeto. Para eles, "é um cerceamento da liberdade de se poder criticar a macumbaria e outras formas de manifestações ditas religiosas", numa clara crítica aos cultos afro-brasileiros."

Se criarem uma ala nos cemitérios só para idealistas, por favor me coloquem lá. Evangélicos não devem criticar umbandistas. Umbandistas não devem criticar evangélicos. Somos filhos do mesmo Pai, e todo pai sabe que cada filho é diferente e nem por isso menos amado. E já que falei em cemitério ,peço ao Exu Caveira que proteja os caminhos do Deputado Átila Nunes e de todos os legisladores que venham a combater estes sinais brutais de intolerância em todos os sentidos. Sarabumba!"

Fonte: Internet: http://coisasdecasados.blogspot.com/2011/03/exu.html - acessado em 03/08/2011

Um encontro na Encruza

por Andréa Destefani 


Imagem psicografada pelo Jimmy, mostra as feições do cascão humano do Exu 7 Encruzilhadas


"Religião é algo fascinante para mim. Seu entendimento é algo muito pessoal. Numa gira de Umbanda por exemplo você pode ter definições diferentes de Umbanda de cada médium, pois o processo evolutivo é individual, apesar de fazermos parte todos do mesmo grupo. Assim como deve ser em outras religiões. 

Há uma frase muito falada no meio em que se diz que se entra na Umbanda por amor ou pela dor. Eu entrei por um acordo feito com Deus. 

Sempre fui questionadora, então me comprometi com Ele de que escolheria uma religião e lá ficaria, porque precisava de uma egrégora única para focar meu conhecimento, que se espalhava por várias vertentes ,mas não se concretizava em atos. Já falei aqui que conhecimento sem aplicação é como água parada na alma da gente. Erro muito ainda, mas busco equilíbrio para entender, absorver e tornar prático o conhecimento que tenho recebido.

Na Umbanda quem está contigo nas encruzilhadas desta vida é Exu, ele é guardião e protetor. Tem uma coisa ainda que não aprendi direito é ato de fazer pedidos. Tenho vergonha as vezes, confesso. Sempre que chego na frente do seo Tranca Ruas das Almas e sinto uma energia imensa e ele me pergunta se está tudo bem, falo que sim. Porque ao lado dele sempre está tudo bem. Seu abraço para mim é o suficiente para desfazer qualquer energia ruim. Ele carrega consigo o dom Divino do perdão às almas perdidas. E esta alma aqui ,por mais que esteja perdida sempre tem a mão dele estendida quando preciso passar minhas mensagens a quem busca consolo, de problemas imensamentes maiores que os meus. Outra que sempre me auxilia é Dona Maria Padilha das Almas, pomba gira maravilhosa que me dá colo quando eu preciso, e força quando a minha está se esgotando.

Para quem não tem conhecimento da religião, os exus e pomba-giras são sempre comparados a demônios. Acredito piamente que nós temos várias vidas numa só. Há momentos que nossas convicções nos aproximam de Deus e que em outros nos deixam no limbo de nossas próprias emoções de baixa vibração. São nossas encruzilhadas, momentos importantes onde estamos fragilizados e precisamos tomar decisões. Então para que possamos sair do limbo e ressucitar nesta mesma vida eles vem nos socorrer, mas as ações para se sair do fundo do poço cabe somente a nós mesmos. A cada ciclo de ressurreição nesta vida nos fortalecemos, porque reencarnamos mais fortes.

Quando comecei a trabalhar com o seo Capa Preta confesso que fiquei com medo. Disseram que era um exu muito severo e incontrolável. Hoje, por tudo que já vivenciei ao seu lado sei que a energia dele, combinada com a minha, possibilita que várias pessoas saiam do terreiro um pouco mais leves do fardo de problemas que carregam. Porque as entidades trabalham também com os referenciais de vida e de crença dos médiuns. E a Umbanda trabalha com energias de diferentes intensidades visando o equilíbrio que deve haver na natureza humana.

Em nossa vida diária trabalhamos recebendo, emitindo e reciclando energias. Ficamos diversas vezes felizes, tristes, irritados e confusos. O que nos compete é encontrar o equilíbrio. Saber que nossa felicidade não deve ser ofensiva ao próximo, que antes disso seja contagiante. Que nossa tristeza não deve se prolongar, porque ela é expansiva e também contagiosa. Que temos todo o direito de ficar com raiva, mas que ela deve se esgotar rapidamente pela compreensão dos fatos. Tudo isto é caridade também, porque o que nos tornamos afeta nosso próximo e temos responsabilidade sobre isso. Aprendi com exu. Aprendi com Pomba Gira. Exu é Mojibá! Pomba Gira é Mojibá!"

A imagem que postei aqui foi realizada pelo Jimmy do Terreiro do Pai Maneco e retrata seo Sete Encruzilhadas. Veja mais...


Fonte: Internet: http://coisasdecasados.blogspot.com/2010/06/um-encontro-na-encruza.html - acessado em 03/08/2011

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Dica de leitura: 'O Guardião da Meia-Noite'


Ao ler esta obra, você estará entrando num mundo que deve ser sentido, explorado e vivido e que tem a intenção de faze-lo evoluir na sabedoria do conhecimento Divino. A busca de um homem por sua alma perdida nas transgressões à Lei Divina. Um nobre rico e poderoso, mas extremamente cruel, paga pelos seus atos.

A história narra a saga de um poderoso barão, que se casa com uma jovem ainda virgem. Durante a noite de núpcias o barão não percebe sangramento algum no defloramento de sua esposa e concluí, erroneamente, que ela não era mais virgem. O fato leva o barão a um sentimento de ódio, ele sente-se traído pela jovem que acabara de desposar, enlouquecendo. O ciúme e a ira levam-no a arquitetar um plano diabólico. Usando um jovem escravo o barão faz com que sua mulher seja surpreendida em seu quarto na companhia do negro. Na presença de amigos o barão mata o escravo, desonrando e expulsando a jovem inocente somente com a roupa do corpo.

Após anos de uma vida repleta de amarguras o barão morre, mas não se dá conta, pois continua a sentir-se como se estivesse vivo. Ele se vê sendo velado, enterrado e preso dentro de sua sepultura, sentindo dor, sentindo-se como se estivesse enterrado vivo. O barão pode ver e sentir os vermes comendo seu corpo e toda espécie de bicho peçonhento invadindo seu túmulo.

Seu corpo na morte se converte em sua prisão, julgado pelos vivos e condenado pelos mortos... Em desespero constante, durante anos e anos, o barão fica cada vez mais apavorado. Ele reza mas suas preces não são ouvidas, até que uma entidade poderosa vem lhe fazer uma visita. Esta figura de caveira, vestindo uma capa preta, lhe propõe um pacto. Sem saída e desesperado o barão acaba aceitando a proposta da entidade, ali inicia-se uma nova etapa em sua vida pós morte, como escravo das trevas. O barão agora não é mais dono do seu destino, deve seguir e cumprir as ordens daqueles que o libertaram de seu caixão.

Mas a luz dissipa as trevas, das trevas nasce a luz!

O Guardião da Meia-Noite é, sem dúvida, um dos mais belos trabalhos já realizados por Rubens Saraceni, um marco na literatura espiritualista, tendo se tornado um clássico no genero. Para quem conhece a filosofia oriental e esotérica, é surpreendente a exatidão com que os conceitos espirituais são apresentados: "Luz e Trevas são os dois lados do Criador" ~ "A maior pirâmide não prescinde da menor de suas pedras".

O Guardiao da Meia-Noite
Autor: Saraceni, Rubens
Editora: Madras
Categoria: Religião / Religião (Diversos)






Doe para continuarmos nossa obra:

Gostou?
Então contribua com qualquer valor
Use a chave PIX ou o QR Code abaixo
(Stresser Mídias Digitais - CNPJ: 49.755.235/0001-82)

O Sulpost é um veículo de mídia independente e nossas publicações podem ser reproduzidas desde que citando a fonte com o link do site: https://sulpost.blogspot.com/. Sua contribuição é essencial para a continuidade do nosso trabalho.