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quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Um Poema de Madre Teresa de Calcutá




"Muitas vezes as pessoas são egocêntricas, ilógicas e insensatas.
Perdoe-as assim mesmo.

Se você é gentil, as pessoas
podem acusá-las de egoísta, interesseira.
Seja gentil assim mesmo.

Se você é uma vencedora, terá
alguns falsos amigos e alguns
inimigos verdadeiros.
Vença assim mesmo.

Se você é honesta e franca,
As pessoas podem enganá-la.
Seja honesta e franca assim mesmo.

O que você levou anos para construir,
Alguém pode destruir de uma hora para outra.
Construa assim mesmo.

Se você tem paz e é feliz,
As pessoas podem sentir inveja.
Seja feliz assim mesmo.

Dê ao mundo o melhor de você, mas isso
Pode nunca ser o bastante.
Dê o melhor de você assim mesmo.

Veja você que, no final das contas,
é entre você e Deus.
Nunca foi entre você e
as outras pessoas."

Anjezë Gonxhe Bojaxhiu (1910/1997), conhecida como Madre Teresa de Calcutá ou Santa Teresa de Calcutá, foi uma religiosa católica de etnia albanesa naturalizada indiana, fundadora da congregação das Missionárias das Missionárias da Caridade, cujo carisma é o serviço aos mais pobres dos pobres por meio da vivência do Evangelho de Jesus Cristo. 

Em 2015, a congregação fundada por ela contava com mais de 5 mil membros em 139 países. Por seu serviço aos pobres, tornou-se conhecida ainda em vida pelo codinome de "Santa das Sarjetas".

Madre Teresa teve o seu trabalho reconhecido ao longo da vida por instituições dentro de fora da Índia, recebendo o Prêmio Nobel da Paz em 1979. É considerada por alguns como a missionária do século XX. Foi beatificada em 2003 pelo Papa João Paulo II e canonizada em 2016 pelo Papa Francisco na Praça de São Pedro, no Vaticano.

Um comentário:

Santa Teresa de Calcutá disse...

"Quando minha cruz parecer pesada, deixa-me compartilhar a cruz do outro"

Senhor, quando eu tiver fome,
dá-me alguém que necessite de comida.
Quando tiver sede,
dá-me alguém que precise de água.
Quando sentir frio,
dá-me alguém que necessite de calor.
Quando tiver um aborrecimento,
dá-me alguém que necessite de consolo.
Quando minha cruz parecer pesada,
deixa-me compartilhar a cruz do outro.
Quando me achar pobre,
põe ao meu lado alguém necessitado.
Quanto não tiver tempo,
dá-me alguém que precise
de alguns dos meus minutos.
Quando sofrer humilhação,
dá-me ocasião para elogiar alguém.
Quando estiver desanimada,
dá-me alguém para lhe dar novo ânimo.
Quando sentir a necessidade
da compreensão dos outros,
dá-me alguém que necessite da minha.
Quando sentir necessidade de que cuidem de mim,
dá-me alguém que eu tenha de atender.
Quando pensar em mim mesma,
volta minha atenção para outra pessoa.
Torna-nos dignos, Senhor,
de servir nossos irmãos
que vivem e morrem pobres e com fome
no mundo de hoje.
Dá-lhes, através das nossas mãos,
o pão de cada dia e dá-lhes,
graças ao nosso amor compassivo,
a paz e a alegria.

(Madre Teresa de Calcutá)