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sábado, 16 de agosto de 2014

O Inferno de Fogo Faz Parte da Justiça Divina?


Já viu alguém ser torturado? Esperamos que não. A tortura deliberada é horrível e repugnante. Mas, o que dizer duma tortura infligida por Deus? Consegue imaginar algo assim? Pois é exatamente isto o que dá a entender o ensino do inferno de fogo, doutrina oficial de muitas religiões. Só por um momento, imagine a seguinte cena horrível: Alguém está sendo assado numa chapa de ferro quente. Na sua agonia, ele grita por misericórdia, mas ninguém escuta. 

A tortura continua, hora após hora, dia após dia — sem interrupção! Não importa que crime o sofredor tenha cometido, não condoeria seu coração por ele? Que dizer daquele que mandou torturá-lo? Seria uma pessoa amorosa? De forma alguma! O amor é misericordioso e compassivo. Um pai amoroso pode punir os filhos, mas nunca os torturaria!

No entanto, muitas religiões ensinam que Deus tortura os pecadores num perpétuo inferno de fogo. Afirma-se que esta é a justiça divina. Se for verdade, quem é que criou esse terrível lugar de tormento eterno? E quem é responsável pelas dolorosas agonias infligidas ali? A resposta pareceria óbvia. Se tal lugar realmente existisse, então Deus teria de ter sido o criador dele, e ele seria responsável pelo que acontece ali. Consegue você aceitar isso? A Bíblia diz: “Deus é amor.” (1 João 4:8) Será que um Deus de amor infligiria tortura que até mesmo os humanos com certo grau de decência acham revoltante? É evidente que não!

Um Ensino Desarrazoado

Ainda assim, muitos creem que os iníquos irão para um inferno de fogo e serão atormentados para sempre. Será que este ensino é lógico? A vida humana tem a duração limitada a 70 ou 80 anos. Mesmo que alguém praticasse extrema iniquidade durante toda a sua vida, seria o tormento eterno uma punição justa? Não. Seria gravemente injusto atormentar alguém para sempre pelo número limitado de pecados que pode cometer durante a vida. 

Quem sabe a verdade a respeito do que acontece depois de morrermos? Somente Deus pode revelar esta informação, e ele fez isso na sua Palavra escrita, a Bíblia, acima mencionada. O seguinte é o que a Bíblia diz: “Como morre [o animal], assim morre [o homem]; e todos eles têm apenas um só espírito... Todos vão para um só lugar. Todos eles vieram a ser do pó e todos eles retornam ao pó.” (Eclesiastes 3:19, 20) Não há ali nenhuma menção dum inferno de fogo. Os humanos voltam ao pó — à inexistência — quando morrem.

Para alguém ser atormentado, ele precisa estar cônscio. Estão os mortos cônscios? Não. “Os viventes estão cônscios de que morrerão; os mortos, porém, não estão cônscios de absolutamente nada, nem têm mais salário, porque a recordação deles foi esquecida.” (Eclesiastes 9:5) É impossível que os mortos, que “não estão cônscios de absolutamente nada”, sintam as agonias causadas por um inferno de fogo.

Leia mais sobre esse assunto: http://www.watchtower.org/t/20020715/art...

Para mais informações: tireduvidas2011@hotmail.com

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

A Umbanda: 18. O quê são quiumbas? 19. E os mortos?




18. O quê são quiumbas?

São os espíritos de mortos (desencarnados) sem luz ou esclarecimento, escravizados pelos seus próprios sentimentos e vícios, em grande ódio e revolta. São as levas de obsessores existentes no plano astral, que induzem idéias maléficas aos vivos, apreciam fingir que são entidades iluminadas, quando não o são, fato que também os empresta o nome de zombeteiros. Os quiumbas são os executantes da magia negra, vampirismo, obsessão, são os verdadeiros agentes das trevas e das forças do mal.

19. E os mortos?

Não são Orixás, são as almas de pessoas desencarnadas, podendo tornarem-se Guias, Exu ou entidade de linha auxiliar, bem como reencarnar, tudo de acordo com sua elevação espiritual. São chamados também de Eguns e desencarnados. Na verdade a morte não existe, sim uma mudança de estado, na qual o espírito deixa o corpo físico que já não lhe serve mais, e continua sua jornada evolutiva. No espiritismo a forma correta de tratar um morto é por desencarnado, o corpo físico é apenas um cadáver sem vida que irá novamente ser assimilado pela natureza, este sim o morto.

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- Esclarecendo dúvidas recebidas por e-mail, a respeito da postagem anterior no tema 'A Umbanda': (17. Umbanda é religião cristã?), Ifá, segundo a mitologia Yoruba, teria sido o primeiro Babalawô (pai dos mistérios) e é confundido com a própria figura de Orunmilá. Ifá é também o nome de um Oráculo dos Yoruba da Nigéria.

Para outros, Orunmilá seria Deus. Na realidade, Deus é conhecido como Olodumaré ou Olorum na mitologia Yoruba, ou ainda Zambi na mitologia Banto e na Umbanda. Segundo a tradição do Candomblé, Orunmilá é um Orixá/Imolê da categoria dos funfun (Orixás brancos).

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