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quarta-feira, 24 de janeiro de 2024

Oração dos Jornalistas

"São Francisco de Sales, padroeiro dos jornalistas e comunicadores, que com seu coração amável e espírito de caridade transformou tantos corações, rogai à Santíssima Trindade por nós, jornalistas independentes e democratas do campo progressista. Assim como os primeiros cristãos, hoje também somos perseguidos por defender a verdade, a justiça e a liberdade de expressão. 

Intercedei por nós, para que possamos seguir firmes em nossa missão de informar com coragem, clareza e integridade, resistindo às injustiças e aos ataques que tentam silenciar nossas vozes. Que o amor que vos guiou também nos inspire a lutar por uma sociedade mais justa e solidária. Amém."



Sobre São Francisco de Sales

São Francisco de Sales é uma figura marcante da Igreja Católica, celebrado como Doutor da Igreja e padroeiro dos surdos, jornalistas e escritores. Sua memória litúrgica é celebrada no dia 24 de janeiro, data que também marca a divulgação da mensagem anual para o Dia Mundial das Comunicações Sociais, um reconhecimento à sua influência no mundo da comunicação e sua vida dedicada à transmissão da fé e da palavra.

Nascido em 1567, na Sabóia, São Francisco de Sales foi um exemplo de paciência, amabilidade e persistência. Ele trabalhou arduamente para dominar sua ira e converter muitos ao catolicismo através de sua pregação serena e amorosa, sendo um dos primeiros a utilizar folhetos e escritos para espalhar o Evangelho. Por sua vida dedicada à escrita e à comunicação, a Igreja o escolheu como padroeiro dos profissionais dessas áreas, em especial dos jornalistas, que, assim como ele, têm a missão de informar e difundir a verdade.

Além disso, São Francisco de Sales é também conhecido como padroeiro dos surdos, pois, na sua época, foi pioneiro no ensino da doutrina cristã a pessoas com deficiência auditiva, rompendo barreiras e trazendo luz e inclusão. Sua vida inspira os comunicadores a atuar com empatia, verdade e fé em todas as circunstâncias.

Folhetos distribuídos por debaixo das portas (ijnet)

A história de Francisco e de seu trabalho consagrado à comunicação situa-se no final do século 16. Tudo se passa na região fria e montanhosa dos Alpes do antigo ducado de Savoia, naquela época um estado independente. Partes da Europa viviam revoluções religiosas e sociais, entre elas, conflitos entre cristãos católicos e cristãos protestantes. “Uma parte deste ducado [de Savoia] não era católico; era protestante. Havia mais ou menos umas vinte e cinco mil pessoas e o duque exigiu do bispo que aquela parte fosse católica” diz o padre Tarcizio Paulo Odelli, que estuda a vida e a obra de São Francisco de Sales desde 2004. “Então Francisco vai como um missionário e, durante três anos, faz um trabalho muito difícil. Ele vai tentar converter estas pessoas para o catolicismo”.

Ronald Stresser, jornalista e deficiente auditivo.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Umbanda vira patrimônio imaterial do estado


RIO (O GLOBO) - "Menos de uma semana depois de o Candomblé ter virado patrimônio imaterial do estado, o governador Sérgio Cabral sancionou, nesta quarta-feira, a Lei 5.514/09, de autoria do deputado Gilberto Palmares (PT), que confere o mesmo título à Umbanda. 

A medida foi comemorada por religiosos e vista como uma forma de combater a intolerância: "A partir do momento em que os cultos viram patrimônio, eles passam a ser mais divulgados, diminuindo a intolerância e a violência", comentou, em nota, Palmares, que também é autor da lei que declara o Candomblé como patrimônio imaterial do estado. 

Para a professora de antropologia da UFRJ e autora do livro "Guerra de Orixá", Yvonne Maggi, o tombamento é uma forma de dar legitimidade à religião, além de preservar seus aspectos culturais: - A Umbanda foi criada no Rio de Janeiro dos anos 20 por um grupo que se separou do Kardecismo, mas que não queria assumir todos os ideais do Candomblé. 

O tombamento preserva essa cultura. O mais difícil é mudar a relação cotidiana entre os fiéis de várias religiões. A diretora da Congregação Espírita Umbandista do Brasil (CEUB) Fátima Damas espera que a lei faça com que a crença seja vista com outros olhos: - Estou muito feliz. É uma coisa que queríamos muito. Nossa religião é genuinamente brasileira, mas a sociedade não a vê como tal. 

O problema é que a falta de conhecimento faz com que muitos tenham preconceito. Ela ressalta que, apesar do tombamento, a luta contra a intolerância continua. No dia 20 de setembro, religiosos pretendem fazer a Segunda Caminhada Pela Liberdade Religiosa, no Posto 6, em Copacabana. - Queremos fazer uma caminhada nacional e reunir cerca de 100 mil pessoas. Vários estados já estão organizando ônibus para vir. Só falta a prefeitura aprovar - afirma Fátima."

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