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sexta-feira, 28 de agosto de 2015

As emoçoes negativas e sua ligação com as doenças



Os efeitos das emoções negativas em sua saúde

A conexão entre corpo e mente é muito poderosa e embora não possa ser vista, os efeitos que sua mente pode ter sobre seu corpo físico são profundos. Não há dúvidas que uma atitude mental positiva resultará em um estado físico e emocional saudável.

Pense naquele momento em que seu coração esteve acelerado com a antecipação, o medo ou aquele sentimento que faz seu estômago revirar – repare como o resultado dos pensamentos e emoções são imediatos no corpo físico.


Mapa mostra reações do corpo a cada emoção, cores quentes indicam aumento de atividade biológica e as cores frias representam a diminuição

Seus pensamentos e sentimentos estão relacionados a diferentes enfermidades, quando você fica doente, seu corpo está alertando que a sua maneira de pensar (consciente ou inconsciente) e viver está fora de sincronia com o que é benéfico para o seu próprio ser. À primeira vista pode não fazer sentido porque nós fomos educados a desvincular as emoções, a olhar para fora de nós mesmos, mas essa é a maior verdade que podemos e devemos (re)aprender.

Através da enfermidade o seu corpo está pedindo para que você encontre equilíbrio e harmonia, observando a si mesmo e o ambiente que está vivendo, é um processo de aprendizagem e crescimento. Nossas emoções e experiências são essencialmente energia e elas podem ser armazenadas na memória celular.

Leia mais em: http://despertarcoletivo.com/os-efeitos-das-emocoes-negativas-em-sua-saude/

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sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Práticas religiosas mostraram ser eficientes no combate a distúrbios como a depressão

Umbanda e Santo Daime influenciam saúde mental e física

"Estudo realizado no Instituto de Psicologia (IP) da USP apresentou a relação entre religiosidade e saúde ao analisar duas religiões brasileiras: Santo Daime, que faz uso sacramental da bebida psicoativa Ayahuasca, e a Umbanda, ambas com rituais fundamentados em práticas de estados diferenciados de consciência.

A psicanalista Suely Mizumoto, em sua dissertação de mestrado Dissociação, religiosidade e saúde: um estudo no Santo Daime e na Umbanda, fez suas observações a partir  das condições de saúde e de indicadores de bem estar psicológico e social dos membros envolvidos na pesquisa.

Constatações

Entre diversas constatações, adeptos do Santo Daime e da Umbanda apresentaram diferenças significativas quanto à redução da frequência de mudanças de humor e de sentimentos contraditórios, e quanto ao aumento de domínio sobre essas alterações.  As diferenças foram baseadas nas experiências anteriores e posteriores à participação nos rituais de cada religião. Quando comparados a um grupo controle, os adeptos mostraram ter maior equilíbrio de humor e emoção. Os praticantes do Santo Daime ainda revelaram ter maior domínio sobre quadros de base depressiva. Já na Umbanda, o aumento de domínio foi mais aparente em experiências de alteração de identidade.

A comunidade religiosa, provedora de apoio emocional, material e afetivo, pode também ser compreendida como uma comunidade terapêutica para as condições psicológicas estressantes. Os adeptos podem encontrar em suas comunidades suporte em momentos de fragilidade. É comum a quem desconhece a questão do transe mediúnico temer algum tipo de aumento na mediunidade ou descontrole. No entanto, Suely diz que: 
“na verdade, o aprendizado que essas religiões proporcionam podem ensinar seus adeptos a ter um domínio maior quanto ao enfrentamento espiritual dessas questões, diminuindo experiências mediúnicas traumatizantes”.
Ayahuasca

A dissertação de Suely ainda tratou da polêmica em torno da utilização do psicoativo Ayahuasca. Geralmente condenado, o uso do psicodélico mostrou associar a experiência de cura espiritual — desfrutada por participar aos rituais — a mudanças no estilo de vida dos usuários. A ruptura de velhos padrões com a adoção de outros novos e saudáveis causou reflexo no combate ao risco de dependências da nicotina, álcool, cannabis sativa e cocaína. O ritual com a Ayahuasca aumentou, em altas porcentagens, a recuperação declarada quanto ao abuso e risco de dependência para usuários das substâncias citadas.

Na esfera da afetividade, a Ayahuasca serviu como uma espécie de antidepressivo, ou como a psicóloga conta, “aqueles que faziam parte dos rituais com o psicoativo diziam ter os períodos muito longos de tristeza cada vez menores e mais raros, como se a Ayahuasca fosse equivalente a um ‘banho de serotonina’”. Segundo Suely, “é possível que a busca por uma religião que faça uso da ayahuasca possa resultar em efeitos terapêuticos para aqueles vulneráveis a quadros bipolares ou à depressão”.

Método e alguns dos resultados

A dissertação contou com a orientação do professor Wellington Zangari e foi baseada em questionários e escalas aplicadas a um grupo de 106 pessoas; 42 dos voluntários eram adeptos do Santo Daime, 44 da Umbanda e houve também o grupo controle composto por 20 pessoas. O grupo controle serviu para comparar a influência da religiosidade nos participantes. Além disso, tanto no grupo de Santo Daime como no de Umbanda havia a presença de praticantes novatos e experientes.

A psicóloga empregou um questionário que abordava o perfil social, a religiosidade e a saúde, tanto física como mental, dos voluntários. Dados sociodemográficos evidenciaram poucas diferenças entre os grupos, principalmente entre gênero, idade, grau de instrução, faixa salarial e condição de moradia. “Os resultados obtidos dos perfis sociais, saúde e religiosidade e das escalas revelaram indicadores de bem estar que confirmam índices de saúde inteiramente satisfatórios e até melhores quando comparados aos resultados do grupo controle”, relata a pesquisadora.

Contribuições

Não há, até o momento, a precisão da verificação dos resultados apresentados e correlacionados nas comunidades estudadas. Com o tema de sua dissertação, Suely espera incentivar os estudos acerca do psicoativo Ayahuasca e os benefícios a ele associados, em especial, ao seu potencial terapêutico para o tratamento de dependências. Ela buscou amenizar os preconceitos com as religiões afro brasileiras. 

A Umbanda é um exemplo de religião que trabalha exclusivamente na arte do ensino da prática mediúnica, não faz uso de psicoativos, mas mesmo assim pode ser não bem interpretada. Não havendo nocividade nestas práticas, a relação entre religião e saúde, mais bem esclarecida por esta pesquisa, pode ajudar a desconstruir muito do senso comum que envolve a religiosidade no País."

Foto: Marcos Santos / USP Imagens
Mais informações: envie um email para a pesquisadora Suely Mizumoto no endereço suely_mizumoto@yahoo.com.br

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

A satisfação plena

"Devemos buscar satisfazer a alma, pois esta satisfaz o corpo. A satisfação do corpo, somente, não é garantia de uma alma satisfeita. A satisfação da alma é o sustento da vida."

Mestre Chin - Povo do Oriente - através do médium: Ronald Stresser

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