Nosso conteúdo é vasto! Faça sua busca personalizada e encontre o que está procurando...

Translate

Mostrando postagens com marcador Rabindranath Tagore. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Rabindranath Tagore. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 23 de setembro de 2021

Irmão X: 'Dedicatória' - do livro 'Cartas e Crônicas' (Chico Xavier)

"Num belo apólogo, conta Rabindranath Tagore que um lavrador, a caminho de casa, com a colheita do dia, notou que, em sentido contrário, vinha suntuosa carruagem, revestida de estrelas. Contemplando-a, fascinado, viu-a estacar, junto dele, e, semiestarrecido, reconheceu a presença do Senhor do Mundo, que saiu dela e estendeu-lhe a mão a pedir-lhe esmolas…  — O quê? — refletiu, espantado — o Senhor da Vida a rogar-me auxílio, a mim, que nunca passei de mísero escravo, na aspereza do solo?  Conquanto excitado e mudo, mergulhou a mão no alforje de trigo que trazia e entregou ao Divino Pedinte apenas um grão da preciosa carga.  O Senhor agradeceu e partiu.  Quando, porém, o pobre homem do campo tornou a si do próprio assombro, observou que doce claridade, vinha do alforje poeirento…  O grânulo de trigo, do qual fizera sua dádiva, tornara à sacola, transformado em pepita de ouro luminescente…  Deslumbrado, gritou:  — Louco que fui!… Porque não dei tudo o que tenho ao Soberano da Vida?  Na atualidade da Terra, quando o materialismo compromete edificações veneráveis da fé, no caminho dos homens, sabemos que o Cristo pede cooperação para a sementeira do Evangelho Redivivo que a Doutrina Espírita veicula. E, entregando este livro humilde à circulação das ideias renovadoras — trabalho despretensioso que não chega a valer um grão de trigo da verdade —, imagino nestas cartas e crônicas, que passo às mãos do leitor amigo, um punhado de acendalhas para o lume da Nova Revelação, e repito, reverente, ante a bondade do Eterno Amigo:  — Ah! Senhor!… Compreendo a significação de teus apelos e a grandeza de tua munificência, mas perdoa ao pequenino servo que sou, se nada mais tenho de mim para te dar!…" - Chico Xavier e Humberto de Campos
Crédito da Imagem: Thiago Campos - Legendas: Ronald Sanson

 

"Num belo apólogo, conta Rabindranath Tagore que um lavrador, a caminho de casa, com a colheita do dia, notou que, em sentido contrário, vinha suntuosa carruagem, revestida de estrelas. Contemplando-a, fascinado, viu-a estacar, junto dele, e, semiestarrecido, reconheceu a presença do Senhor do Mundo, que saiu dela e estendeu-lhe a mão a pedir-lhe esmolas…

— O quê? — refletiu, espantado — o Senhor da Vida a rogar-me auxílio, a mim, que nunca passei de mísero escravo, na aspereza do solo?

Conquanto excitado e mudo, mergulhou a mão no alforje de trigo que trazia e entregou ao Divino Pedinte apenas um grão da preciosa carga.

O Senhor agradeceu e partiu.

Quando, porém, o pobre homem do campo tornou a si do próprio assombro, observou que doce claridade, vinha do alforje poeirento…

O grânulo de trigo, do qual fizera sua dádiva, tornara à sacola, transformado em pepita de ouro luminescente…

Deslumbrado, gritou:

— Louco que fui!… Porque não dei tudo o que tenho ao Soberano da Vida?

Na atualidade da Terra, quando o materialismo compromete edificações veneráveis da fé, no caminho dos homens, sabemos que o Cristo pede cooperação para a sementeira do Evangelho Redivivo que a Doutrina Espírita veicula. E, entregando este livro humilde à circulação das ideias renovadoras — trabalho despretensioso que não chega a valer um grão de trigo da verdade —, imagino nestas cartas e crônicas, que passo às mãos do leitor amigo, um punhado de acendalhas para o lume da Nova Revelação, e repito, reverente, ante a bondade do Eterno Amigo:

— Ah! Senhor!… Compreendo a significação de teus apelos e a grandeza de tua munificência, mas perdoa ao pequenino servo que sou, se nada mais tenho de mim para te dar!…"

 

Chico Xavier e Humberto de Campos
Uberaba, 18 de Abril de 1966
Prefácio do livro 'Cartas e Crônicas'




domingo, 11 de julho de 2021

Rabindranath Tagore: 'Oração'

"Senhor! Dá-me a esperança, leva de mim a tristeza e não a entrega a ninguém.  Senhor! Planta em meu coração a sementeira do amor e arranca de minha alma as rugas do ódio.  Ajuda-me a transformar meus rivais em companheiros, meus companheiros em entes queridos.  Dá-me a razão para vencer minhas ilusões.  Deus! Conceda-me a força para dominar meus desejos.  Fortifica meu olhar para que veja os defeitos de minha alma e venda meus olhos para que eu não cometa os defeitos alheios.  Dá-me o sabor de saber perdoar e afasta de mim os desejos de vingança.  Ajuda-me a fazer feliz o maior número de possível de seres humanos, para ampliar seus dias risonhos e diminuir suas noites tristonhas.  Não me deixe ser um cordeiro perante os fortes e nem um leão diante dos fracos.  Imprime em meu coração a tolerância e o perdão e afasta de minha alma o orgulho e a presunção.  Deus! Encha meu coração com a divina fé ...  Faz-me um homem (uma mulher) realmente justo (a)"  Gurudev Rabindranath Tagore
Imagem: Cherishsantosh (CC BY-SA 4.0) - Legendas: Ronald SansonStresser Junior

"Senhor! Dá-me a esperança, leva de mim a tristeza e não a entrega a ninguém.

Senhor! Planta em meu coração a sementeira do amor e arranca de minha alma as rugas do ódio.

Ajuda-me a transformar meus rivais em companheiros, meus companheiros em entes queridos.

Dá-me a razão para vencer minhas ilusões.

Deus! Conceda-me a força para dominar meus desejos.

Fortifica meu olhar para que veja os defeitos de minha alma e venda meus olhos para que eu não cometa os defeitos alheios.

Dá-me o sabor de saber perdoar e afasta de mim os desejos de vingança.

Ajuda-me a fazer feliz o maior número de possível de seres humanos, para ampliar seus dias risonhos e diminuir suas noites tristonhas.

Não me deixe ser um cordeiro perante os fortes e nem um leão diante dos fracos.

Imprime em meu coração a tolerância e o perdão e afasta de minha alma o orgulho e a presunção.

Deus! Encha meu coração com a divina fé ...

Faz-me um homem (uma mulher) realmente justo (a)"


Oração atribuída ao Gurudev Rabindranath Tagore (1861/1941)


Clique aqui e visite a página do Rabindranath Tagore na Amazon ...






quarta-feira, 3 de junho de 2020

"Oh! Desperta! Sê consciente!", por Rabindranath Tagore

"A cada manhã, a luz do dia - luz de fonte divina - vem nos tirar do sono, pondo fim, em um instante, ao torpor de uma noite inteira.  Quando desce a noite, porém, como romper o estado de ilusória vigília no qual vivemos? Uma longa jornada de trabalhos e preocupações envolveu nosso ser nas redes de sua enganadora aparência: como dela o libertar, a fim de imergi-lo em uma Paz imaculada e sem limites?  Semelhante a uma imensa teia de aranha, tecida de hora em hora, um véu se estendeu ao redor de nossa alma, envolvendo-a de todos os lados e levantando uma tela opaca entre ela e o Eterno. Como perfurar essa tela e abrir-se ao conhecimento do Infinito?  Oh! Desperta! Sê consciente!  Quando, sem cessar, permanecemos mergulhados em múltiplas atividades e confusões inumeráveis, enquanto o véu, fio por fio, se fecha, e a tela, pouco a pouco, se torna espessa, se não mantivermos em nós certa vigilância, graças a esse apelo interior cem vezes repetido.  Oh! Desperta! Sê consciente!  Se esse encantamento, no próprio seio da ação, não brotar, mais uma e ainda outra vez, das profundezas de nosso ser, então, quando nossa consciência se encontrar mais opacamente cercada, ela mergulhará em uma letargia sem fundo.  Nosso desejo de a isso escapar gradualmente se extingue; nossa vida não tem mais outra realidade além da rede em que nos sentimos pegos na armadilha; toda fé em verdade diferente, pura e eterna, é assim aniquilada, e perdemos até a capacidade de nos interrogar sobre nosso aprisionamento.  No zunzum dos nossos trabalhos sem fim, não deixe de ressoar no fundo de nós mesmos, como que emitido por um instrumento de corda única, esse constante chamado: Oh! Desperta! Sê consciente!" - Rabindranath Tagore, in "A Morada da Paz"
Rabindranath Tagore, em 21 de novembro de 1916
Livraria do Congresso doas Estados Unidos (CC0)

"A cada manhã, a luz do dia - luz de fonte divina - vem nos tirar do sono, pondo fim, em um instante, ao torpor de uma noite inteira.

Quando desce a noite, porém, como romper o estado de ilusória vigília no qual vivemos? Uma longa jornada de trabalhos e preocupações envolveu nosso ser nas redes de sua enganadora aparência: como dela o libertar, a fim de imergi-lo em uma Paz imaculada e sem limites?

Semelhante a uma imensa teia de aranha, tecida de hora em hora, um véu se estendeu ao redor de nossa alma, envolvendo-a de todos os lados e levantando uma tela opaca entre ela e o Eterno. Como perfurar essa tela e abrir-se ao conhecimento do Infinito?

Oh! Desperta! Sê consciente!

Quando, sem cessar, permanecemos mergulhados em múltiplas atividades e confusões inumeráveis, enquanto o véu, fio por fio, se fecha, e a tela, pouco a pouco, se torna espessa, se não mantivermos em nós certa vigilância, graças a esse apelo interior cem vezes repetido.

Oh! Desperta! Sê consciente!

Se esse encantamento, no próprio seio da ação, não brotar, mais uma e ainda outra vez, das profundezas de nosso ser, então, quando nossa consciência se encontrar mais opacamente cercada, ela mergulhará em uma letargia sem fundo.

Nosso desejo de a isso escapar gradualmente se extingue; nossa vida não tem mais outra realidade além da rede em que nos sentimos pegos na armadilha; toda fé em verdade diferente, pura e eterna, é assim aniquilada, e perdemos até a capacidade de nos interrogar sobre nosso aprisionamento.

No zunzum dos nossos trabalhos sem fim, não deixe de ressoar no fundo de nós mesmos, como que emitido por um instrumento de corda única, esse constante chamado: Oh! Desperta! Sê consciente!"

Rabindranath Tagore, in "A Morada da Paz"





quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Rabindranath Tagore: O Grande Mestre

Rabindranath Tagore nasceu no dia 7 de maio de 1861 e fez sua passagem para o mundo espiritual em 7 de agosto de 1941.  Como poeta, romancista, músico e dramaturgo, reformulou a literatura e a música bengali no final do século XIX e início do século XX.   Como autor de Gitanjali e seus "versos profundamente sensíveis, frescos e belos", sendo o primeiro não-europeu a conquistar, em 1913, o Prêmio Nobel de Literatura. Tagore foi talvez a figura literária mais importante da literatura bengali.   Foi um destacado representante da cultura hindu, cuja influência e popularidade internacional talvez só poderia ser comparada com a de Gandhi, a quem Tagore chamau "Mahatma" devido a sua profunda admiração por ele.  Tagore já escrevia poemas aos oito anos e com dezesseis anos, publicou sua primeira poesia substancial (Sun Lion) sob o pseudônimo Bhanushingho, escrevendo seus primeiros contos e dramas em 1877. Tagore condenava a Índia britânica e sempre apoiou sua independência. Seus esforços resistiram em seu vasto conjunto de regras e na instituição que ele fundou, a Universidade Visva-Bharati.  Tagore modernizou a arte bengali desprezando as rígidas formas clássicas. Seus romances, histórias, canções, danças dramáticas e ensaios falavam sobre temas políticos e pessoais. Gitanjali (Ofertas de Música), Gora (Enfrentamento Justo) e Ghare-Baire (A Casa e o Mundo) são suas mais conhecidas obras. Seus versos, contos e romances foram aclamados por seu lirismo, coloquialismo, naturalismo e contemplação. Tagore escreveu também os hinos de Bangladesh e Índia - Hino nacional de Bangladesh e Jana Gana Mana.  "No dia em que a flor de lótus desabrochou / A minha mente vagava, e eu não a percebi. / Minha cesta estava vazia e a flor ficou esquecida. / Somente agora e novamente, uma tristeza caiu sobre mim. / Acordei do meu sonho sentindo o doce rastro / De um perfume no vento sul. / Essa vaga doçura fez o meu coração doer de saudade. / Pareceu-me ser o sopro ardente no verão, procurando completar-se. / Eu não sabia então que a flor estava tão perto de mim, / Que ela era minha, e que essa perfeita doçura / Tinha desabrochado no fundo do meu coração."  Esse poema mostra o lirismo suave e contido de Tagore; seu nome é "Flor de Lótus".    Rabindranath Tagore nasceu numa família abastada e teve uma educação tradicional. Estudou direito na Inglaterra entre 1878 e 1880. Retornou à Índia e passou a administrar as propriedades rurais da família.  Cedo manifestou sua vocação poética. Seus primeiros versos foram reunidos nos livros "Canções da Noite" e "Canções da Manhã". Escrevendo em língua bengali, Tagore experimentou depois quase todos os gêneros literários. Publicou poemas, contos, romances e ensaios. Seus versos têm um tom de cativante humanidade e atraem pela mensagem universal.  Em 1901, Tagore fundou uma escola de filosofia em Santiniketan. Escreveu poemas místicos entre 1902 e 1907, tocado pela morte da esposa e de dois de seus filhos. Alguns desses poemas estão coligidos em sua obra mais conhecida, "Oferenda Lírica", publicado em 1910. A repercussão internacional dessa obra lhe valeu a indicação para o Prêmio Nobel de Literatura, recebido em 1913. Dois anos depois, recebeu o título de cavaleiro britânico.  Rabindranath Tagore tornou-se um escritor de prestígio e passou a receber convites para palestras e encontros em diversos países. Em 1919, renunciou ao título de Sir, em protesto à política inglesa em relação à Índia.   Encontro entre Tagore e Einstein - 14/07/1930  A partir de 1921, Tagore passou a divulgar o ensino da Universidade Internacional de Visva-Bharati, que ajudou a fundar.  A atuação pública de Tagore foi um fator grande da aproximação entre a cultura ocidental e a oriental. Tagore chegou a ser aclamado por Mahatma Gandhi como "o grande mestre".  Rabindranath Tagore teve uma vida longa e iluminada, deixando um grande legado...

Rabindranath Tagore (em bengali: রবীন্দ্রনাথ ঠাকুর) nasceu no dia 7 de maio de 1861 e fez sua passagem para o mundo espiritual em 7 de agosto de 1941.

Como poeta, romancista, músico e dramaturgo, reformulou a literatura e a música bengali no final do século XIX e início do século XX. 

Como autor de Gitanjali e seus "versos profundamente sensíveis, frescos e belos", sendo o primeiro não-europeu a conquistar, em 1913, o Prêmio Nobel de Literatura. Tagore foi talvez a figura literária mais importante da literatura bengali. 

Foi um destacado representante da cultura hindu, cuja influência e popularidade internacional talvez só poderia ser comparada com a de Gandhi, a quem Tagore chamau "Mahatma" devido a sua profunda admiração por ele.

Tagore já escrevia poemas aos oito anos e com dezesseis anos, publicou sua primeira poesia substancial (Sun Lion) sob o pseudônimo Bhanushingho, escrevendo seus primeiros contos e dramas em 1877. Tagore condenava a Índia britânica e sempre apoiou sua independência. Seus esforços resistiram em seu vasto conjunto de regras e na instituição que ele fundou, a Universidade Visva-Bharati.

Tagore modernizou a arte bengali desprezando as rígidas formas clássicas. Seus romances, histórias, canções, danças dramáticas e ensaios falavam sobre temas políticos e pessoais. Gitanjali (Ofertas de Música), Gora (Enfrentamento Justo) e Ghare-Baire (A Casa e o Mundo) são suas mais conhecidas obras. Seus versos, contos e romances foram aclamados por seu lirismo, coloquialismo, naturalismo e contemplação. Tagore escreveu também os hinos de Bangladesh e Índia - Hino nacional de Bangladesh e Jana Gana Mana.

"No dia em que a flor de lótus desabrochou / A minha mente vagava, e eu não a percebi. / Minha cesta estava vazia e a flor ficou esquecida. / Somente agora e novamente, uma tristeza caiu sobre mim. / Acordei do meu sonho sentindo o doce rastro / De um perfume no vento sul. / Essa vaga doçura fez o meu coração doer de saudade. / Pareceu-me ser o sopro ardente no verão, procurando completar-se. / Eu não sabia então que a flor estava tão perto de mim, / Que ela era minha, e que essa perfeita doçura / Tinha desabrochado no fundo do meu coração."

Esse poema mostra o lirismo suave e contido de Tagore; seu nome é "Flor de Lótus".


Rabindranath Tagore nasceu numa família abastada e teve uma educação tradicional. Estudou direito na Inglaterra entre 1878 e 1880. Retornou à Índia e passou a administrar as propriedades rurais da família.

Cedo manifestou sua vocação poética. Seus primeiros versos foram reunidos nos livros "Canções da Noite" e "Canções da Manhã". Escrevendo em língua bengali, Tagore experimentou depois quase todos os gêneros literários. Publicou poemas, contos, romances e ensaios. Seus versos têm um tom de cativante humanidade e atraem pela mensagem universal.

Em 1901, Tagore fundou uma escola de filosofia em Santiniketan. Escreveu poemas místicos entre 1902 e 1907, tocado pela morte da esposa e de dois de seus filhos. Alguns desses poemas estão coligidos em sua obra mais conhecida, "Oferenda Lírica", publicado em 1910. A repercussão internacional dessa obra lhe valeu a indicação para o Prêmio Nobel de Literatura, recebido em 1913. Dois anos depois, recebeu o título de cavaleiro britânico.

Rabindranath Tagore tornou-se um escritor de prestígio e passou a receber convites para palestras e encontros em diversos países. Em 1919, renunciou ao título de Sir, em protesto à política inglesa em relação à Índia.


A partir de 1921, Tagore passou a divulgar o ensino da Universidade Internacional de Visva-Bharati, que ajudou a fundar.

A atuação pública de Tagore foi um fator grande da aproximação entre a cultura ocidental e a oriental. Tagore chegou a ser aclamado por Mahatma Gandhi como "o grande mestre".

Rabindranath Tagore teve uma vida longa e iluminada, deixando um grande legado...

Frases célebres

"Compreendemos mal o mundo e depois dizemos que ele nos decepciona"

"Onde o espírito não teme, a fronte não se curva"

"Há triunfos que só se obtêm pelo preço da alma, mas a alma é mais preciosa que qualquer triunfo"

"Aos que me são queridos, deixo as coisas pequenas. As grandes são para todos"

"Não podes ver o que és. O que vês é a tua sombra"

"Se fechar a porta a todos os erros, a verdade ficará lá fora"

"Quanto maiores somos em humildade, tanto mais próximos estamos da grandeza"

"O meu poema é a resposta da alma ao apelo do universo"

"Nem por crescer em poder chegará o falso a ser verdadeiro"

"O trabalho só nos cansa, se não nos dedicarmos a ele com alegria"

"O único mundo da mulher é o coração do homem"

"Se de noite chorares pelo sol, não verás as estrelas"

"O maior vai de boa mente com o mais pequeno. O medíocre vai sozinho"

"O amor é um mistério sem fim, já que não há nada que o explique"

"O poder infinito de Deus não está na tempestade, mas na brisa"

"Os homens são cruéis, mas o homem é bom"

"A inteligência aguda e sem grandeza tudo fura e nada move"

"É tão fácil esmagar, em nome da liberdade exterior, a liberdade interior"

"Formosura, procura encontrar-te no amor, não na adulação do espelho"

"A falta de amor é um grau de imbecilidade, porque o amor é a perfeição da consciência"

"O homem mergulha na multidão para afogar o grito do seu próprio silêncio"

"A noite abre as flores em segredo e deixa que o dia receba os agradecimentos"

"Cada criança ao nascer, nos trás a mensagem de que Deus não perdeu as esperanças nos homens"

Tuite as frases do mestre Tagore para seus seguidores e ajude assim a despertar a humanidade do sono profundo no qual a maioria ainda se encontra!

Namastê! (A divindade que habita em mim, saúde a divindade que habita em você)

"É hora de partir, meus irmãos, minhas irmãs Eu já devolvi as chaves da minha porta E desisto de qualquer direito à minha casa. Fomos vizinhos durante muito tempo E recebi mais do que pude dar. Agora vai raiando o dia E a lâmpada que iluminava o meu canto escuro Apagou-se. Veio a intimação e estou pronto para a minha jornada. Não indaguem sobre o que levo comigo. Sigo de mãos vazias e o coração confiante."  ~Rabindranath Tagore
Tagore e Gandhi

"É hora de partir, meus irmãos, minhas irmãs
Eu já devolvi as chaves da minha porta
E desisto de qualquer direito à minha casa.
Fomos vizinhos durante muito tempo
E recebi mais do que pude dar.
Agora vai raiando o dia
E a lâmpada que iluminava o meu canto escuro
Apagou-se.
Veio a intimação e estou pronto para a minha jornada.
Não indaguem sobre o que levo comigo.
Sigo de mãos vazias e o coração confiante."


Fontes: Wikipédia - uolEducação - pensador.info



Doe para continuarmos nossa obra:

Gostou?
Então contribua com qualquer valor
Use a chave PIX ou o QR Code abaixo
(Stresser Mídias Digitais - CNPJ: 49.755.235/0001-82)

Sulpost é um veículo de mídia independente e nossas publicações podem ser reproduzidas desde que citando a fonte com o link do site: https://sulpost.blogspot.com/. Sua contribuição é essencial para a continuidade do nosso trabalho.