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| Estatueta antiga de argila, possivelmente da deusa Asherah |
Uma pesquisa realizada por Francesca Stavrakopoulou, conferencista sênior do departamento de Teologia e Religião na Universidade de Exeter, Reino Unido, revelou pistas à identidade da Deusa e teve sorte em encontrar menção a Ela na Bíblia.
Se Stavrakopoulou estiver certa, a Deusa poderia estar mencionada no livro sagrado, mas como entidade masculina e os textos a seu respeito teriam sido retirados da Bíblia.
O que resta sobre a suposta Deusa são outros indícios em textos antigos, amuletos e estatuetas desenterrados principalmente em uma cidade costeira da Cananéia antiga, agora na Síria moderna.
O que resta sobre a suposta Deusa são outros indícios em textos antigos, amuletos e estatuetas desenterrados principalmente em uma cidade costeira da Cananéia antiga, agora na Síria moderna.
Inscrições em cerâmica encontradas no deserto do Sinai também mostram que Yahweh e Asherah (Jeová e Aserá) eram adorados como um par, e uma passagem no Livro dos Reis menciona a Deusa como sendo alojada no templo do Senhor.
J. Edward Wright, presidente do Centro de Estudos Judaicos do Arizona e do Instituto Albright de Pesquisa Arqueológica, credibiliza a descoberta de Stavrakopoulou, dizendo que várias inscrições hebraicas mencionam "Yahweh e sua Asherah". Ele acrescenta que Asherah não foi inteiramente cortada fora da Bíblia por seu editores do sexo masculino.
"Seus traços permanecem, e com base nesses traços ... nós podemos reconstruir o seu papel nas religiões do Levante do Sul", disse à notícia da descoberta.
Asherah, diz ele, era uma divindade importante no antigo Oriente Médio, conhecida por sua força e qualidades carinhosas. Ela também era conhecida por vários nomes, como Astarte e Istar. Mas em traduções para a língua inglesa Ashereh foi descrita como "Árvore Sagrada" (ou "Árvore da Vida" em português).
"Isto parece ter sido em parte impulsionado por um desejo moderno, claramente inspirado pelas narrativas bíblicas, para se esconder mais uma vez Asherah atrás de um véu", diz Wright.
Aaron Brody, diretor do Museu Bade (EUA) e um professor adjunto da Bíblia e arqueologia na Pacific School of Religion, diz que os antigos israelitas eram politeístas, com apenas uma "pequena maioria" a adorar a Deus sozinho. Ele diz que foi o exílio de uma comunidade de elite dentro da Judéia e da destruição do Templo de Jerusalém em 586 a.C., que levaram a mais uma "visão universal do monoteísmo estrito."
Fontes/Referência: Internet:
http://newsfeed.time.com/2011/03/22/fertility-goddess-asherah-was-gods-wife-edited-out-of-the-bible/
Lendo esta surpreendente constatação dos estudiosos da teologia e da arqueologia religiosa, na mesma hora me veio a pergunta; para qual as religiões de matriz africana parecem ter a resposta: seria Aserá, Nanã Burukê?
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| (pitura de Angela Marie Iannone Edelstein) |
Cada mulher teve sua própria árvore e sentou-se debaixo dela, cursando poderosa força de vida em ascensão interna. A árvore foi abraçada por ela que apoiou as costas contra A árvore sagrada (mãe). "Ashah" significa "para saúde, para curar". "ASH-SHIRA" foi para a cultura árabe antiga (e moderna) a Estrela de SIRIUS. Aqui está a árvore da vida dos antigos, na comunicação biológica com as Estrelas.





