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sábado, 4 de setembro de 2010

Salmo XVIII: “A função da autoridade”




Leia esse salmo para agradecer uma bênção alcançada, como a cura de uma doença, a obtenção de conhecimentos (iluminação) e o desenvolvimento de dons naturais. 

O Salmo 18 também deve ser recitado quando buscamos vitórias judiciais, força, otimismo e viagem segura.

I. Eu te amo, ó Senhor, força minha.

II. O Senhor é a minha rocha, a minha fortaleza e o meu libertador; o meu Deus, o meu rochedo, em quem me refúgio; o meu escudo, a força da minha salvação, e o meu alto refúgio.

III. Invoco o Senhor, que é digno de louvor, e sou salvo dos meus inimigos.

IV. Cordas de morte me cercaram, e torrentes de perdição me amedrontaram.

V. Cordas de Seol me cingiram, laços de morte me surpreenderam.

VI. Na minha angústia invoquei o Senhor, sim, clamei ao meu Deus; do seu templo ouviu ele a minha voz; o clamor que eu lhe fiz chegou aos seus ouvidos.

VII. Então a terra se abalou e tremeu, e os fundamentos dos montes também se moveram e se abalaram, porquanto ele se indignou.

VIII. Das suas narinas subiu fumaça, e da sua boca saiu fogo devorador; dele saíram brasas ardentes.

IX. Ele abaixou os céus e desceu; trevas espessas havia debaixo de seus pés.

X. Montou num querubim, e voou; sim, voou sobre as asas do vento.

XI. Fez das trevas o seu retiro secreto; o pavilhão que o cercava era a escuridão das águas e as espessas nuvens do céu.

XII. Do resplendor da sua presença saíram, pelas suas espessas nuvens, saraiva e brasas de fogo.

XIII. O Senhor trovejou a sua voz; e havia saraiva e brasas de fogo.

XIV. Despediu as suas setas, e os espalhou; multiplicou raios, e os perturbou.

XV. Então foram vistos os leitos das águas, e foram descobertos os fundamentos do mundo, à tua repreensão, Senhor, ao sopro do vento das tuas narinas.

XVI. Do alto estendeu o braço e me tomou; tirou-me das muitas águas.

XVII. Livrou-me do meu inimigo forte e daqueles que me odiavam; pois eram mais poderosos do que eu.

XVIII. Surpreenderam-me eles no dia da minha calamidade, mas o Senhor foi o meu amparo.

XIX. Trouxe-me para um lugar espaçoso; livrou-me, porque tinha prazer em mim.

XX. Recompensou-me o Senhor conforme a minha justiça, retribuiu-me conforme a pureza das minhas mãos.

XXI. Pois tenho guardado os caminhos do Senhor, e não me apartei impiamente do meu Deus.

XXII. Porque todas as suas ordenanças estão diante de mim, e nunca afastei de mim os seus estatutos.

XXIII. Também fui irrepreensível diante dele, e me guardei da iniquidade.

XXIV. Pelo que o Senhor me recompensou conforme a minha justiça, conforme a pureza de minhas mãos perante os seus olhos.

XXV. Para com o benigno te mostras benigno, e para com o homem perfeito te mostras perfeito.

XXVI. Para com o puro te mostras puro, e para com o perverso te mostras contrário.

XXVII. Porque tu livras o povo aflito, mas os olhos altivos tu os abates.

XXVIII. Sim, tu acendes a minha candeia; o Senhor meu Deus alumia as minhas trevas.

XXIX. Com o teu auxílio dou numa tropa; com o meu Deus salto uma muralha.

XXX. Quanto a Deus, o seu caminho é perfeito; a promessa do Senhor é provada; ele é um escudo para todos os que nele confiam.

XXXI. Pois, quem é Deus senão o Senhor? e quem é rochedo senão o nosso Deus?

XXXII. Ele é o Deus que me cinge de força e torna perfeito o meu caminho;

XXXIII. Faz os meus pés como os das corças, e me coloca em segurança nos meus lugares altos.

XXXIV. Adestra as minhas mãos para a peleja, de sorte que os meus braços vergam um arco de bronze.

XXXV. Também me deste o escudo da tua salvação; a tua mão direita me sustém, e a tua clemência me engrandece.

XXXVI. Alargas o caminho diante de mim, e os meus pés não resvalam.

XXXVII. Persigo os meus inimigos, e os alcanço; não volto senão depois de os ter consumido.

XXXVIII. Atravesso-os, de modo que nunca mais se podem levantar; caem debaixo dos meus pés.

XXXIX. Pois me cinges de força para a peleja; prostras debaixo de mim aqueles que contra mim se levantam.

XL. Fazes também que os meus inimigos me dêem as costas; aos que me odeiam eu os destruo.

XLI. Clamam, porém não há libertador; clamam ao Senhor, mas ele não lhes responde.

XLII. Então os esmiuço como o pó diante do vento; lanço-os fora como a lama das ruas.

XLIII. Livras-me das contendas do povo, e me fazes cabeça das nações; um povo que eu não conhecia se me sujeita.

XLIV. Ao ouvirem de mim, logo me obedecem; com lisonja os estrangeiros se me submetem.

XLV. Os estrangeiros desfalecem e, tremendo, saem dos seus esconderijos.

XLVI. Vive o Senhor; bendita seja a minha rocha, e exaltado seja o Deus da minha salvação,

XLVII. O Deus que me dá vingança, e sujeita os povos debaixo de mim,

XLVIII. que me livra de meus inimigos; sim, tu me exaltas sobre os que se levantam contra mim; tu me livras do homem violento.

XLIX. Pelo que, ó Senhor, te louvarei entre as nações, e entoarei louvores ao teu nome.

L. Ele dá grande livramento ao seu rei, e usa de benignidade para com o seu ungido, para com Davi e sua posteridade, para sempre.

Fonte: Bíblia Sagrada - Livro: Salmos - Salmo 18 / Imagem: Salmo 18:1-2

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